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Blog

  • 19 jan

    Gafieira CentoeQuatro

    Gafieira acontece em janeiro e fevereiro trazendo novidades

    Além de resgatar a música de qualidade e a dança dos bailes ocorridos nas décadas de 40 e 50 na zona boemia de Belo Horizonte, a Gafieira traz de volta o charme de frequentar o centro da cidade, fomenta a música instrumental do gênero, a produção artística e desperta interesse para a dança.

    A Gafieira, projeto idealizado pelo CentoeQuatro e que teve sua primeira edição em outubro do ano passado, já é sucesso de público. A combinação para alcançar o resultado foi reunir o charme do salão do segundo andar do prédio tombado com a música instrumental, representada nas primeiras edições pela experiente banda Senta a Pua!, um público diverso interessado na dança e na música, requintada decoração e a excelente localização. “O convite do CentoeQuatro encaixou muito bem com a nossa vontade de tocar música instrumental para dançar oferecendo uma estrutura ótima e possibilitando o diálogo com o pessoal da dança. Estão todos reunidos num só espaço, é aí que está a riqueza do projeto” diz Rodrigo Torino da banda Senta a Pua!.

    O sucesso do evento também inspirou a criação da Orquestra Gafieira. Formada pelos experientes músicos Breno Mendonça (sax tenor), Diogo Gonçalves (sax alto), Wagner Souza (trompete), Norton Ferreira (trombone), Mauro Continentino (piano), Reinaldo Oliveira (guitarra), Juliano Nunes (baixo) e Tininho Silva (bateria) a banda vai comandar o salão aos sábados da segunda quinzena de janeiro. Para a noite de estreia foi preparado um repertório com arranjos de bolero, samba, bolero, mambo, e bossa nova interpretados com liguagem sofisticada e atual.

    Já que estamos falando de novidades, em fevereiro, a banda Senta a Pua! e Orquestra Gafieira continuam animando as noites de sábado em novo horário. Os portões do salão abrem às 22h30 e a banda sobe ao palco às 23h30.

    A Gafieira tem espaço para até para os desajeitados e desacompanhados, que podem bailar com dançarinos profissionais da escola Espaço Dança. A cada dança a cartela recebe um picote, a primeira picotada é cortesia.

    Para garantir a segurança de todos e respeitando a legislação vigente, vale lembrar que a entrada no evento está sujeita à lotação da casa.

    Venha reviver o clima dos clubes Montanhez, Elite e Estrela no segundo andar do charmoso galpão com uma decoração requintada e janelões com vista para a praça da Estação e rua da Bahia.

    Gafieira CentoeQuatro
    Aos sábados

    Horário: 21h
    Dias 22 e 29 de janeiro | Orquestra Gafieira e DJ Rafael
    Horário: 22h30
    Dias 05 e 12 de fevereiro | Senta a Pua! e DJ Rafael
    Dias 19 e 26 de fevereiro | Orquestra Gafieira e DJ Rafael

    Informações: 3222-6457

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  • 17 jan

    Performance ” A visita” com Dudude e Mauro Continentino

    A artista de dança Dudude e o pianista Mauro Continentino experimentam juntos a composição instantânea, com a performance A VISITA, que acontece no dia 19 de janeiro, quarta-feira, às 21h, no Café CentoeQuatro.

    Como o próprio nome diz, a performance propõe visitar espaços no tempo presente, com a proposta de estranhamento, criando novos estados, dimensões e texturas.

    Dança e música trazem movimento para o espaço, travam diálogos, seja entre o provocador (espaço) e o provocante (improvisador), seja o contrário. A visitadora (Dudude) encontra no espaço uma mesa posta para o chá da tarde. Ela então toma o seu assento e a ação se desenrola. Mauro Continentino, músico habituado às improvisações do jazz, cria o ambiente sonoro e cada passo da visitadora se faz inesperado e espontâneo.

    Sinopse “A Visita”
    Uma mulher entra no espaço quase transparente, ninguém a observa.
    Silenciosamente caminha para uma mesa que a espera. Na mesa: uma toalha, um bule, uma xícara e um livro de poesias aberto em determinada página, mais um jogo de baralho. Ela então senta na cadeira, serve-se de chá, lê o poema e literalmente joga as cartas. Repentinamente, olha para o espaço fora da mesa e entra em seu mundo imaginário. Toca uma música, ela sai da mesa e movimenta-se como se dançasse com alguém, mas não há ninguém. Cria-se uma atmosfera de silêncio, mistério, modificando
    estados. Toca então outra valsa, ela consegue perfurar esta atmosfera e avista as pessoas que lá se encontram. Participa então dessa ilusão sugerida, e através e pelos olhos entra em seus espaços, conversa por segredos e do mesmo jeito que aparece, desaparece. O que se passou? Não sei. Pois aconteceu justamente no espaço entre o sonho e a realidade. Será verdade?

    Duração: 20 a 30 minutos
    Trilha sonora: Improvisações musicais
    Intérprete e composição: Dudude
    Piano: Mauro Continentino

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  • 05 jan

    CentoeQuatro abriga espetáculos da Cia Produz Ação Cênica que tratam dos males humanos: “Diário de Um Louco”, do ucraniano Nikolai Gogol, dirigido por Glicério Rosário; e “Sonhos”, com texto e direção de Marcos Vogel. Os espetáculos ficam em cartaz durante o mês de janeiro e fazem parte da 37ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança.

    A Cia Produz Ação Cênica foi formada em novembro de 2003 com objetivo da valorização da ação coletiva através da pesquisa, teórica e prática, produção e o registro da arte e da cultura brasileira em todas as suas vertentes com destaque para as artes cênicas. Suas primeiras montagens evidenciaram temas que mostram o poder do capitalismo para sobrevivência humana, destacada na pobreza social em “Oração para um pé de chinelo”, de Plínio Marcos; o consumismo estético banalizado na comédia que evidencia o tabu das balzaquianas em “O Segredo das Encalhadas”, e a esperteza do homem em querer levar vantagens para obter as conquistas dos outros em “Língua Afiada cinco peças atrevidas”.

    Encerrando a década, a Cia levou à cena três últimas montagens com uma trilogia que evidencia os males da humanidade. Os estados psicológicos do homem apresentado nestas montagens perpassam fases importantes e motivações emocionais para a sobrevivência neste mundo de crueldades e obsessão pelo poder capitalista. A peça “Crianças Invisíveis”, texto de Carluty Ferreira (estreante como dramaturgo) apresenta uma discussão atual e importante do papel do indivíduo – “as crianças” – como pensador para a formação humana e sua participação na construção de uma sociedade mais harmoniosa e afetiva.

    Em “Diário de um Louco”, de Nikolai Gogol, está estampada a crueldade do homem opressor e oprimido, em busca de solidariedade, compreensão e a retomada de justiça.

    Encerrando a trilogia desses males, o grupo estreia na Campanha o espetáculo “Sonhos”. No enredo, o incompreensível mundo das subjetividades, contos, relatos e narrativas, a representação do inesperado, do incontrolável e do inevitável universo do delírio onírico dos sonhos, ou reflexos da realidade humana que vivemos neste mundo?

    Confira a sinopse e ficha técnica das montagens que estão em cartaz no CentoeQuatro:

    :: Diário de um louco

    Axenty Ivanovitch, a encarnação da insignificância, existência pobre e solitária, é apresentado como se o mesmo vivesse em pequeno quarto (seu mundo), onde, em seus delírios, relata a falta de importância para com ele em seu emprego, pateticamente simbolizada pela função que ocupa: funcionário de apontar penas de escrever.

    Metáfora sobre a alienação, o texto mergulha profundamente nas causas sociais da loucura mostrando que na cisão entre realidade e desejo, entre o mundo que se oferece para ser vivido e o mundo a que não se tem acesso, cria-se um abismo que cinde a personalidade. Misturando narração e dramatização, a montagem confronta real e ilusório, fazendo a personagem criar um mundo possível para si a partir de restos do mundo a que ela não tem acesso. Não se esquecendo da comicidade do autor, a encenação propõe guardar o que de mais valoroso a história da comédia nos oferece: o trágico.

    Representar uma única pessoa que tem a personalidade cindida: um monólogo a dois. O que poderia ser um contra-senso torna-se fundamento da encenação de “Diário de um Louco”, a partir do conto homônimo de Nikolai Gogol. Em nossa encenação do conto de Gogol, reforçamos a solidão e o absurdo a partir de corredores e guichês que percorre.

    Ficha Técnica
    Realização: Companhia Produz Ação Cênica
    Texto: Nikolai Gogol
    Supervisão de Texto: Ítalo Mudado
    Direção do espetáculo: Glicério Rosário
    Atores: Carluty Ferreira e Genilson Mendes
    Assistente de Direção e Preparação Corporal: Ana Medeiros
    Cenário e figurino: Carluty Ferreira
    Iluminação: Felipe Cossi Andrade
    Trilha Sonora: Gilberto Mauro
    Produção: Carluty Ferreira e Hely Rodrigues
    Assessor de Imprensa: Adilson Marcelino
    Fotografia: João Teodoro

    :: Sonhos

    “Sonhos”, dirigido por Marcos Vogel, é inspirado na obra-prima do realismo fantástico “O Livro do Sonhos”, de Jorge Luis Borges e coloca em cena contos, relatos e narrativas em linguagem épica. A representação do inesperado, do incontrolável e do inevitável universo do delírio onírico dos sonhos.

    A peça revela os conflitos de personagens que apresentam diversas faces: humor, fantasia, emoção e experiências mágicas. Em cena, contos, relatos e narrativas em linguagem épica: a representação do inesperado, do incontrolável e do inevitável universo do delírio onírico dos sonhos. O que afinal são os sonhos? De onde vêm?. Construído a partir da obra de Borges e de experiências pessoais dos atores, o espetáculo traz à cena o realismo fantástico, em que o real e o extraordinário coexistem e os sentimentos passam por diferentes mundos e despertam as mais diversas sensações.

    Ficha Técnica
    Realização: Companhia Produz
    Ação Cênica Texto: Inspirado em “O livro dos Sonhos” de Jorge Luis Borges
    Dramaturgia e Direção: Marcos Vogel
    Direção musical, arranjos e trilha Sonora: Gilberto Mauro
    Elenco: Carluty Ferreira, Genilson Mendes, Patrícia Thomaz e Rogério Alves
    Participação especial: Eliane Maris e Wilma Henriques
    Cenografia: Carluty Ferreira
    Figurino: Carloman Bonfim
    Iluminação: Felipe Cosse Andrade
    Produção: Carluty Ferreira, Hely Rodrigues e Rogério Alves
    Assessoria de Imprensa: Adilson Marcelino
    Fotografia: Ricardo S.G.

    Quem quiser assistir todas as peças que compõem a trilogia, “Crianças Invisíveis” também está em cartaz durante a campanha do SINPARC, consulte no site do evento informações sobre data, local e horário.

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