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  • 21 set

    Pela primeira vez em BH, mostra “OLHO – vídeo art cinema” ocupa o Cine 104 em outubro

    Mostra – que passa também por São Paulo e Rio de Janeiro – realiza sua primeira edição em BH em parceria com o Cine 104. A programação é gratuita.

    [ Exland, Mihai Grecu and Thibault Gleize, video, 2013 ]

    Entre os dias 6 e 8 de outubro, Belo Horizonte recebe pela primeira vez a mostra OLHO – vídeo art cinema,  realizada na capital mineira em parceria com o Cine 104 (Praça Ruy Barbosa, 104, Centro). Fundado em 2014 por Alessandra Bergamaschi e Vanina Saracin, Olho é um projeto curatorial que nasce com o objetivo de pesquisar e explorar as relações existentes entre a produção contemporânea de obras de arte em vídeo e o cinema. Os filmes selecionados para esta edição da mostra – que também será realizada em São Paulo e Rio de Janeiro e traz como tema “Território não mapeado” – dialogam com dois gêneros aparentemente distantes: o documentário etnográfico e a ficção científica. A entrada é gratuita, com distribuição de ingressos 30 minutos antes das sessões.

    A partir de premissas opostas, ambos os gêneros buscam o acesso a perspectivas e modos de existência. “Na Antropologia visual, as estratégias fílmicas e narrativas são direcionadas ao confronto visceral com a realidade, desestabilizando a posição histórica privilegiada do homem ocidental, e, em alguns casos, do próprio homem, na representação do mundo. Por outro lado, ao engendrar uma relação com a ficção científica, os artistas se aproximam do artifício literário – posteriormente, cinematográfico – de ‘criar mundos’ a partir da construção de ficções críveis, que, confessando a invenção, se tornam plataforma de suporte para as condições de verdade da narração”, explica a organização da mostra.

    Sobre a Mostra OLHO
    Fundado em 2014 por Alessandra Bergamaschi e Vanina Saracino, OLHO é um projeto curatorial que nasce com o objetivo de pesquisar e explorar as relações existentes entre a produção contemporânea de obras de arte em vídeo e o cinema. A premissa inicial, que ainda direciona sua pesquisa, é a forma como a arquitetura de um espaço imersivo pode contextualizar, influenciar e até mesmo redefinir a experiência do espectador com uma obra de arte, especialmente no que tange a percepção de obras baseadas no tempo e de imagens em movimento. Tem como objetivo pesquisar, analisar e reunir em sequências cuidadosamente curadas obras de arte em vídeo que estejam repensando a linguagem do Cinema, para que sejam exibidas em suas telas. Essa experiência visual envolvente é o ponto de partida para a realização de conferências, palestras e publicações que visem a construção de um diálogo interdisciplinar, com a contribuição de profissionais de várias áreas.

    Mostra “OLHO – vídeo art cinema” no Cine 104

    de 6 a 8 de outubro, no Cine 104 (Praça Ruy Barbosa, 104, Centro)

    PROGRAMAÇÃO
    06 de outubro, quinta-feira, às 20h / Programa 1: A Solidão do Criador [ 48 min ] *
    06 de outubro, quinta-feira, às 21h / Programa 2: Impérios Vulneráveis [ 55 min ] *
    07 de outubro, sexta-feira, às 20h / Programa 3: Viagem ao Centro da Terra [ 48 min ]
    07 de outubro, sexta-feira, às 21h / Programa 4: Terra Brasilis [ 50 min ]
    08 de outubro, sábado, às 20h / Programa 5: Ação lenta [ 45 min ]
    08 de outubro, sábado, às 21h / [REPRISE] Impérios Vulneráveis [ 55 min ]

    * sessões comentadas pelas curadoras Alessandra Bergamaschi e Vanina Saracino

    entrada gratuita, com distribuição de ingressos meia hora antes das sessões

    classificação indicativa: 14 anos

    Site oficial da mostra: http://www.olho.ooo

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  • 02 set

    [estreia] Aquarius

    Aquarius

    * seleção oficial Festival de Cannes 2016

    Direção – Kleber Mendonça Filho
    Brasil/ PE, 2016, 141 min

    →01 a 07 de Setembro, exceto dias 03 e 05 (sábado e segunda-feira)
    Horários: 17h e 19h30
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Classificação indicativa – 18 anos

    Com Sonia Braga, Maeve Jinkings, Irandhir Santos, Humberto Carrão, Carla Ribas.

    Sinopse – Clara (Sonia Braga) mora de frente para o mar no Aquarius, último prédio de estilo antigo da Av. Boa Viagem, no Recife. Jornalista aposentada e escritora, viúva com três filhos adultos e dona de um aconchegante apartamento repleto de discos e livros, ela irá enfrentar as investidas de uma construtora que tem outros planos para aquele terreno: demolir o Aquarius e dar lugar a um novo empreendimento.

    Info filme

    Aquarius, segundo longa-metragem de ficção de Kleber Mendonça Filho, teve sua estreia mundial na França, como parte da seleção oficial competitiva do festival de Cannes e ganhou o prêmio de melhor filme no Festival de Cinema de Sydney. O longa também participou do Festival de Karlovy Vary (república Tcheca), do Festival Internacional de Cinema da Nova Zelândia, e do Festival Internacional de Cinema de Melbourne; e em agosto, estará no Festiva de Sarajevo, na Bosnia.

    No filme, conhecemos a história de Clara (Sonia Braga), uma escritora e jornalista aposentada, moradora do edifício Aquarius, último de estilo antigo na beira mar do bairro de Boa Viagem, no Recife. Dona de um apartamento repleto de discos e livros, ela precisa lidar com as investidas de uma construtora que pretende demolir o Aquarius e dar lugar a um novo empreendimento. Também estão no elenco Maeve Jinkings (O Som ao Redor), Irandhir Santos (O Som ao Redor), Humberto Carrão, Zoraide Coleto, Carla Ribas (A Casa de Alice), Paula de Renor, Fernando Teixeira (Baixio das Bestas), Barbara Colen, Daniel Porpino, Julia Bernat (Aspirantes), Pedro Queiroz, entre outros.

    Sônia Braga

    A atriz Sonia Braga é um ícone do Cinema. Teve seu primeiro sucesso internacional com Dona Flor e Seus Dois Maridos (Bruno Barreto, 1976), que vendeu mais de 11 milhões de ingressos no país, um recorde histórico. Sucessos equivalentes na televisão com as novelas Gabriela (1975) e Dancing’ Days (1978) confirmaram sua popularidade fenomenal, seguida de outros sucessos de bilheteria com seu nome no topo das marquises dos cinemas em A Dama do Lotação (Neville D’Almeida, 1978) e Eu Te Amo (Arnaldo Jabor, 1981). Teve participação marcante no vencedor do Oscar O Beijo da Mulher Aranha (1984, Hector Babenco) e participou de filmes em Hollywood como Luar Sobre Parador (Moon Over Parador, 1988, de Paul Mazursky) e Rebelião em Milagro (The Millagro Beanfield War, de Robert Redford, 1988). Sonia Braga foi indicada para três Globos de Ouro e um prêmio Emmy. Seus trabalhos mais recentes na televisão incluem Sex and the City, Alias, American Family e a série da Netflix Luke Page. Moradora de Nova York há 25 anos, a estatura de Sonia Braga como A Estrela Brasileira de Cinema por excelência permanece intacta como um nome e uma presença na tela que são inconfundíveis.

    Kleber Mendonça Filho

    Kleber Mendonça Filho nasceu no Recife, em 1968. Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco, tem um trabalho abrangente como crítico e responsável pelo setor de cinema da Fundação Joaquim Nabuco já há 18 anos. Escreveu para o Jornal do Commercio, no Recife, seu site CinemaScópio, Revistas Continente, Cinética e o jornal Folha de S. Paulo. É também diretor artístico do Janela Internacional de Cinema do Recife, que terá sua 9a. edição em novembro 2016. Como realizador, migrou do vídeo nos anos 90, quando experimentou com ficção, documentário e videoclipes para o digital e o 35mm na década de 2000, realizando a filmografia em curta metragem mais premiada do Brasil, com filmes como A Menina do Algodão (co-dirigido por Daniel Bandeira, 2003), Vinil Verde (2004), Eletrodoméstica (2005), Noite de Sexta Manhã de Sábado (2006), Crítico (2008) e Recife Frio (2009). Seu último curta metragem é A Copa do Mundo no Recife (2015), feito sob encomenda para a casa de Cinema de Porto Alegre e o canal Sport TV. Seus filmes receberam mais de 120 prêmios no Brasil e no exterior, com seleções em festivais como Brasília, Tiradentes, Festival do Rio, Gramado, Karlovy-Vary, Clermont-Ferrand, Hamburgo, BAFICI, Indie Lisboa e Cannes (Quinzena dos Realizadores). Os festivais de Santa Maria da Feira, Toulouse e Roterdã já apresentaram retrospectivas dos seus filmes. Sua primeira experiência no longa metragem é o documentário Crítico (2008), realizado ao longo de nove anos. O Som ao Redor (2012) foi seu primeiro longa-metragem de ficção, exibido em mais de 100 festivais internacionais, lançado comercialmente em 14 países, o filme foi o representante brasileiro no Oscar 2014 e considerado “Um dos 10 Melhores Filmes do ano” pelo jornal The New York Times. O Som ao Redor foi visto por 100 mil espectadores no seu lançamento nos cinemas brasileiros.

    Filmografia selecionada:

    Enjaulado (1997, Betacam, 33’)
    A Menina do Algodão(2003, Mini DV / 35mm, 6’)
    Vinil Verde (2004, stills / 35mm, 16’)
    Eletrodoméstica (2005, 35mm, 22’)
    Noite de Sexta, Manhã de Sábado (2006, Mini DV / 35mm, 14’)
    Crítico (2008, Mini DV / 35mm, documentary, 75’)
    Luz Industrial Mágica (2009, HD, 10’)
    Recife Frio (2010, HD / 35mm, 25’)
    O Som ao Redor (35mm, 131’)
    A Copa do Mundo no Recife (HD, 14’)

    Entrevistas com o diretor

    http://revistadecinema.uol.com.br/2016/07/a-consagracao-de-kleber-mendonca/

    https://theintercept.com/2016/08/11/kleber-mendonca-filho-fala-sobre-onda-reacionaria-contra-aquarius-apos-sua-manifestacao-em-cannes/

    http://istoe.com.br/ministerio-censura- filme-de- kleber-mendonca- filho-para-menores-de-18/

    http://bemblogado.com.br/site/kleber-mendonca-filho-fala-sobre-onda-reacionaria-contra-aquarius-apos-sua-manifestacao-em-cannes/

    http://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-121715/

    Detalhes

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