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Como Chegar

Praça Ruy Barbosa, 104 | Centro
Belo Horizonte | MG | 30.160-000
Telefone: (31) 3222-6457
contato@centoequatro.org

Funcionamento:
Café 104, Cine 104 e espaços multiuso: consulte a programação

Estacionamento conveniado: Park Box | Av. Santos Dumont, 218 | Centro | R$ 5,00 (preço único) | Em função das obras do BRT, fique atento à sinalização para saber como fica o acesso

Acesso para deficientes

Programação

  • 23 abr 29 abr 2015

    Branco Sai, Preto Fica

    [5ª semana] Branco Sai, Preto Fica

    No dia 25 de abril (sábado), o diretor Adirley Queirós participa de um bate-papo com o público, às 19 horas, no Café 104.

    Direção: Adirley Queirós | Brasil | DF, 2014, 90 min| Classificação indicativa: 12 anos

    * Prêmio de Melhor Filme, ator e direção de arte no 47º Festival de Brasília; Melhor Filme no Festival Mar Del Plata; Menção Honrosa na 17ª Mostra de Cinema de Tiradentes e Seleção oficial dos festivais de Hamburgo, Vienna, Torino e Doc Lisboa, dentre outros.

    Sinopse – Tiros em um baile black na periferia de Brasília ferem dois homens. Um terceiro vem do futuro para investigar o acontecido e provar que a culpa é da sociedade repressiva.

    No dia 25 de abril (sábado), o diretor Adirley Queirós participa de um bate-papo com o público, às 19 horas, no Café 104.

    → De 23 a 29 de abril de 2015
    Horário: 17h15 (exceto segunda 27/04 )
    Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)

    Mais informações sobre o filme: Grande vencedor do Festival de Brasília em 2014, “Branco Sai, Preto Fica”, longa de Adirley Queirós, recebeu o prêmio de Melhor Filme de longa metragem dado pelo júri oficial do Festival, além de outras dez premiações, entre elas, Melhor Ator, Melhor Direção de Arte e Melhor Montagem. Internacionalmente, o filme foi exibido no Festival de Mar del Plata, de onde saiu com o prêmio de Melhor Filme, Festival de Vienna, Hamburgo entre outros. O longa narra uma violenta ação policial em um baile black, discute racismo e exclusão na periferia de Brasília.

    Sobre o diretor: Adirley Queirós é diretor de cinema e roteirista. Dos 16 aos 25 anos foi jogador de futebol profissional. Afastado da carreira, retornou os estudos. Aos 28 anos ingressou na Universidade de Brasília (UnB), onde graduou-se em Cinema em 2005, já com 35 anos. Desde então, tem uma atuação cultural constante, principalmente junto à periferia do Distrito Federal, mais especificamente na cidade de Ceilândia/DF. Durante este tempo realizou filmes, foi curador de mostras de cinema, jurado de festivais e realizador de encontros para formação na área de cinema.

    Em 2005, realizou o filme RAP O CANTO DA CEILÂNDIA, documentário curta-metragem que ganhou treze prêmios no Brasil. Em 2009, foi diretor, roteirista e produtor executivo dos filmes DIAS DE GREVE (ficção, 35mm, 24 min) e do filme FORA DE CAMPO (documentário para TV, 52 min, vídeo digital).

    Em 2010, foi diretor, roteirista e produtor executivo do premiado A CIDADE É UMA SÓ?, ganhador de vários festivais no Brasil, inclusive a Mostra de Cinema de Tiradentes, tendo participado de alguns festivais internacionais, dentre eles WORD CINEMA AMSTERDAM, Brazilian Hollywood Festival – Los Angeles, BAFICI – argentina.

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  • 23 abr 29 abr 2015

    Casa Grande

    [2a semana] Casa Grande

    Direção: Fellipe Gamarano Barbosa | Brasil | 2014, 115 min| Classificação indicativa: 14 anos

    * Melhor filme no Festival do Rio 2014 (júri popular); Melhor filme na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (prêmio da crítica), Prêmio Especial do Júri no Festival de Paulínia; Seleção oficial dos festivais de Rotterdam e San Sebastian.

    Elenco: Marcello Novaes, Suzana Pires, Thales Cavalcanti, Clarissa Pinheiro, Marília Coelho, Bruna Amaya

    Sinopse – Jean é um adolescente rico que luta para escapar da superproteção dos pais, secretamente falidos. Enquanto a casa cai, os empregados têm que enfrentar suas inevitáveis demissões, e Jean tem que confrontar as contradições da casa grande.

    → De 23 a 29 de abril de 2015
    Horário: 19 horas (exceto segunda 27/04)
    Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)

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  • 23 abr 29 abr 2015

    Nick Cave – 20.000 Dias na Terra

    [estreia] Nick Cave – 20.000 Dias na Terra 

    Direção: Iain Forsyth e Jane Pollard | Reino Unido | 2014, 95 min|Classificação indicativa: 14 anos

    * Melhor Direção de Documentário no Festival de Sundance, Seleção Oficial do Festival de Berlim

    Sinopse - Um vislumbre da mente de Nick Cave, compositor lendário, estrela do rock e líder da banda The Bad Seeds. O filme acompanha Cave por um dia fictício, entre o real e o imaginário, sessões de análise, encontro com músicos, dirigindo seu carro para passageiros especiais, falando do presente e do passado, enquanto busca por inspiração. Uma chance única de conhecer o processo criativo de um dos músicos mais inventivos de nosso tempo.

    → De 23 a 29 de abril de 2015
    Horário: 21 horas (exceto segunda 27/04 e terça, dia 28.04, Sessão Cine 104 Mostra: o Cinema de BH)
    Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)

    Sobre os diretores: Iain Forsyth nasceu em Manchester em 1973 e Jane Pollard em Newcastle em 1972. Se formaram na Universidade de Londres e trabalham juntos desde então, especialmente no campo das artes visuais e instalações sonoras para galerias e museus. Eles são conhecidos por inovações na área da reencenação musical, como a montagem do último show de David Bowie como Ziggy Stardust no trabalho A Rock ‘n’ Roll Suicide (1998).

    20.000 dias na Terra por Nick Cave - A origem do filme – Eu sempre gostei da abordagem não-ortodoxa dos diretores Iain Forsyth e Jane Pollard perante as coisas, e em um nível pessoal nós sempre nos demos muito bem. Eu os convidei para os Estúdios La Fabrique para filmarem um material promocional para o meu novo disco Push The Sky Away. No fim, eles acabaram filmando tudo, e o material de estúdio estava tão impactante que decidimos expandir a ideia.

    Ficção e realidade – Mesmo sendo ficcional em alguns níveis, é muito real. Esta é a beleza do filme. Nós nos aproximamos de algo através da ficção e é isso que define o filme. Ele questiona a importância do mundo real em contraste com o mundo imaginário. Ou tenta viver dentro do espaço em que esses dois mundos convergem. Algo muito cru e revelador emergiu desses dispositivos ficcionais. Eu estou muito contente por Iain e Jane, porque sinto que eles conseguiram exatamente o que eles pretendiam conseguir. Foi sempre muito forte, desde a primeira montagem. Sempre pareceu sólido com os dois pés firmes no chão. Então todos podiam respirar tranquilamente e deixar os diretores fazerem o que quisessem.

    Processo criativo – O processo criativo é tão misterioso quanto não é misterioso. Por um lado o processo criativo envolve apenas se sentar e fazer o trabalho. Mesmo assim há um elemento de magia nisto também. Iain e Jane buscaram capturar isso em um filme de maneira interessante, como um caranguejo, se aproximando do tema lateralmente e revelaram assim muito mais que a exposição nua e simples. Há uma furtividade adorável no filme.

    20.000 Dias na Terra por Iain Forsyth e Jane Pollard - Os cadernos de Cave – “Nós pudemos traçar a transformação das ideias dele“, diz Forsyth, e Pollard completa: “Nós encontramos frases soltas que instantaneamente engatilharam ideias que nos empolgaram. Isso inclui o cálculo que buscava o número de dias de vida que ele tinha no dia em que eles começaram a gravar o álbum, ao lado da curiosa frase cravada ’20.000 dias na Terra’. Nós começamos a trabalhar com a ideia do que nos torna quem realmente somos e o que fazemos com o nosso tempo na terra”.

    Influências e objetivos – “Com Nick, nós rapidamente chegamos a esse consenso que o que não gostávamos em relação aos documentários musicais contemporâneos são o seu formato observacional e presumido. Ver o Nick Cave ‘real’ iria de alguma maneira revelar algo mais sobre Nick Cave. Ver uma estrela do rock lavando pratos ou levando as crianças para a escola pode ser interessante de uma maneira fútil de observação dos famosos, mas não te captura intelectualmente”, explica Forsyth. Como influências, os diretores citam Led Zeppelin: The Song Remains The Same, e One Plus One de Godard. “Com esses filmes, os resultados não precisam necessariamente se equiparar à ambição da visão – mas eles nos contam que nunca devemos nos privar das loucas e ousadas intenções”.

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  • 28 abr 2015

    Rota do Sal Kalunga (Cine 104 Mostra: o Cinema de BH)

    [Cine 104 Mostra: o Cinema de BH] Rota do Sal Kalunga

    Direção: André Portugal Braga e Cardes Amâncio | Brasil, MG, 2014, 95 min| Classificação indicativa: 14 anos

    Sinopse – Rota do Sal é um river movie. Há ponto de partida, o quilombo dos calungas e um de chegada, Belém do Pará. Mas o que é dado a ver, ouvir e filmar, nos quase 2000 km de remo pelos rios Paranã e Tocantins, é quase tudo maquinação do acaso. Principalmente no trato com as pessoas, por que as barragens oceânicas de hidrelétricas já estavam lá, bem como fazendas feudais que engolem até a mata ciliar. Assim proseamos com ribeirinhos – desalojados ou não, índios e quilombolas. E esses encontros nos levam por um Brasil de escravidão e liberdade, de luta por terra, assassinatos de trabalhadores e líderes camponeses, transição do cerrado para a mata atlântica (ou o que ainda resta deles)… Mas principalmente a liberdade e a luta do povo calunga por ela, que dentre outras façanhas, incluía a viagem de ida e volta para Belém, para buscar, entre outras coisas, o sal. Remamos e filmamos em sua homenagem.

    → Cine 104 Mostra: o Cinema de BH – Exibição do longa “Rota do Sal Kalunga”
    Dia 28 de abril de 2015
    Horário: 21 horas
    Entrada gratuita
    Obs) O diretor Cardes Amâncio e a equipe participam de um bate-papo com o público, após a exibição.

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  • 09 mai 2015

    Inscrições abertas para o BAU do dia 09 de maio

    Inscrições abertas para o BAU do dia 09 de maio

     

    Atenção artesãos, artistas e designers interessados em comercializar seus produtos e serviços diferenciados: estão abertas as inscrições para mais uma edição do BAU {bazar de arte e utilidades}, promovido pelo CentoeQuatro. A edição de maio será no dia 09 (sábado), no Espaço CentoeQuatro, na Praça Ruy Barbosa, 104 – Centro – BH.

    O evento, que já entrou para o calendário como um dos bazares mais famosos de Belo Horizonte, investe em uma programação que abrange oficinas gratuitas, performances e intervenções artísticas.

    Valores dos estandes para esta edição: R$ 120,00 (Cento e Vinte Reais) – estandes no corredor principal; e R$ 100,00 (Cem Reais) estandes em outros setores.

    Quer participar do BAU?
    Preencha este formulário para conhecermos melhor a sua marca. Você receberá uma reposta em breve.

    O BAU {bazar de arte e utilidades} é um evento de negócios criativos e autônomos que reúne designers, artistas e artesãos independentes para expor e comercializar produtos feitos à mão tais como móveis, objetos de decoração, bijuterias, joias, bolsas, cadernos, roupas, desenhos, pinturas, etc. Durante o BAU, o Café 104 funciona com um cardápio com opções para almoçar, petiscar ou lanchar.

    → Expositores do BAU têm:

    • O CentoeQuatro possui estacionamento conveniado, ou seja, os expositores interessados devem carimbar o ticket para obter o desconto. O valor é de R$ 5,00 por veículo pelo tempo de permanência no BAU;
    • 02 convites cortesias para o BAU;
    • Divulgação dos produtos e serviços dos expositores do BAU na imprensa e nas redes sociais (instagram, facebook, twitter e tumblr);
    • Envio de newsletter;
    • Distribuição de Folhetos e cartazes.

    #baubazar #seliganobau #vemprobau

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  • 23 abr 29 abr 2015

    Branco Sai, Preto Fica

    [5ª semana] Branco Sai, Preto Fica

    No dia 25 de abril (sábado), o diretor Adirley Queirós participa de um bate-papo com o público, às 19 horas, no Café 104.

    Direção: Adirley Queirós | Brasil | DF, 2014, 90 min| Classificação indicativa: 12 anos

    * Prêmio de Melhor Filme, ator e direção de arte no 47º Festival de Brasília; Melhor Filme no Festival Mar Del Plata; Menção Honrosa na 17ª Mostra de Cinema de Tiradentes e Seleção oficial dos festivais de Hamburgo, Vienna, Torino e Doc Lisboa, dentre outros.

    Sinopse – Tiros em um baile black na periferia de Brasília ferem dois homens. Um terceiro vem do futuro para investigar o acontecido e provar que a culpa é da sociedade repressiva.

    No dia 25 de abril (sábado), o diretor Adirley Queirós participa de um bate-papo com o público, às 19 horas, no Café 104.

    → De 23 a 29 de abril de 2015
    Horário: 17h15 (exceto segunda 27/04 )
    Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)

    Mais informações sobre o filme: Grande vencedor do Festival de Brasília em 2014, “Branco Sai, Preto Fica”, longa de Adirley Queirós, recebeu o prêmio de Melhor Filme de longa metragem dado pelo júri oficial do Festival, além de outras dez premiações, entre elas, Melhor Ator, Melhor Direção de Arte e Melhor Montagem. Internacionalmente, o filme foi exibido no Festival de Mar del Plata, de onde saiu com o prêmio de Melhor Filme, Festival de Vienna, Hamburgo entre outros. O longa narra uma violenta ação policial em um baile black, discute racismo e exclusão na periferia de Brasília.

    Sobre o diretor: Adirley Queirós é diretor de cinema e roteirista. Dos 16 aos 25 anos foi jogador de futebol profissional. Afastado da carreira, retornou os estudos. Aos 28 anos ingressou na Universidade de Brasília (UnB), onde graduou-se em Cinema em 2005, já com 35 anos. Desde então, tem uma atuação cultural constante, principalmente junto à periferia do Distrito Federal, mais especificamente na cidade de Ceilândia/DF. Durante este tempo realizou filmes, foi curador de mostras de cinema, jurado de festivais e realizador de encontros para formação na área de cinema.

    Em 2005, realizou o filme RAP O CANTO DA CEILÂNDIA, documentário curta-metragem que ganhou treze prêmios no Brasil. Em 2009, foi diretor, roteirista e produtor executivo dos filmes DIAS DE GREVE (ficção, 35mm, 24 min) e do filme FORA DE CAMPO (documentário para TV, 52 min, vídeo digital).

    Em 2010, foi diretor, roteirista e produtor executivo do premiado A CIDADE É UMA SÓ?, ganhador de vários festivais no Brasil, inclusive a Mostra de Cinema de Tiradentes, tendo participado de alguns festivais internacionais, dentre eles WORD CINEMA AMSTERDAM, Brazilian Hollywood Festival – Los Angeles, BAFICI – argentina.

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  • 23 abr 29 abr 2015

    Casa Grande

    [2a semana] Casa Grande

    Direção: Fellipe Gamarano Barbosa | Brasil | 2014, 115 min| Classificação indicativa: 14 anos

    * Melhor filme no Festival do Rio 2014 (júri popular); Melhor filme na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (prêmio da crítica), Prêmio Especial do Júri no Festival de Paulínia; Seleção oficial dos festivais de Rotterdam e San Sebastian.

    Elenco: Marcello Novaes, Suzana Pires, Thales Cavalcanti, Clarissa Pinheiro, Marília Coelho, Bruna Amaya

    Sinopse – Jean é um adolescente rico que luta para escapar da superproteção dos pais, secretamente falidos. Enquanto a casa cai, os empregados têm que enfrentar suas inevitáveis demissões, e Jean tem que confrontar as contradições da casa grande.

    → De 23 a 29 de abril de 2015
    Horário: 19 horas (exceto segunda 27/04)
    Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)

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  • 23 abr 29 abr 2015

    Nick Cave – 20.000 Dias na Terra

    [estreia] Nick Cave – 20.000 Dias na Terra 

    Direção: Iain Forsyth e Jane Pollard | Reino Unido | 2014, 95 min|Classificação indicativa: 14 anos

    * Melhor Direção de Documentário no Festival de Sundance, Seleção Oficial do Festival de Berlim

    Sinopse - Um vislumbre da mente de Nick Cave, compositor lendário, estrela do rock e líder da banda The Bad Seeds. O filme acompanha Cave por um dia fictício, entre o real e o imaginário, sessões de análise, encontro com músicos, dirigindo seu carro para passageiros especiais, falando do presente e do passado, enquanto busca por inspiração. Uma chance única de conhecer o processo criativo de um dos músicos mais inventivos de nosso tempo.

    → De 23 a 29 de abril de 2015
    Horário: 21 horas (exceto segunda 27/04 e terça, dia 28.04, Sessão Cine 104 Mostra: o Cinema de BH)
    Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)

    Sobre os diretores: Iain Forsyth nasceu em Manchester em 1973 e Jane Pollard em Newcastle em 1972. Se formaram na Universidade de Londres e trabalham juntos desde então, especialmente no campo das artes visuais e instalações sonoras para galerias e museus. Eles são conhecidos por inovações na área da reencenação musical, como a montagem do último show de David Bowie como Ziggy Stardust no trabalho A Rock ‘n’ Roll Suicide (1998).

    20.000 dias na Terra por Nick Cave - A origem do filme – Eu sempre gostei da abordagem não-ortodoxa dos diretores Iain Forsyth e Jane Pollard perante as coisas, e em um nível pessoal nós sempre nos demos muito bem. Eu os convidei para os Estúdios La Fabrique para filmarem um material promocional para o meu novo disco Push The Sky Away. No fim, eles acabaram filmando tudo, e o material de estúdio estava tão impactante que decidimos expandir a ideia.

    Ficção e realidade – Mesmo sendo ficcional em alguns níveis, é muito real. Esta é a beleza do filme. Nós nos aproximamos de algo através da ficção e é isso que define o filme. Ele questiona a importância do mundo real em contraste com o mundo imaginário. Ou tenta viver dentro do espaço em que esses dois mundos convergem. Algo muito cru e revelador emergiu desses dispositivos ficcionais. Eu estou muito contente por Iain e Jane, porque sinto que eles conseguiram exatamente o que eles pretendiam conseguir. Foi sempre muito forte, desde a primeira montagem. Sempre pareceu sólido com os dois pés firmes no chão. Então todos podiam respirar tranquilamente e deixar os diretores fazerem o que quisessem.

    Processo criativo – O processo criativo é tão misterioso quanto não é misterioso. Por um lado o processo criativo envolve apenas se sentar e fazer o trabalho. Mesmo assim há um elemento de magia nisto também. Iain e Jane buscaram capturar isso em um filme de maneira interessante, como um caranguejo, se aproximando do tema lateralmente e revelaram assim muito mais que a exposição nua e simples. Há uma furtividade adorável no filme.

    20.000 Dias na Terra por Iain Forsyth e Jane Pollard - Os cadernos de Cave – “Nós pudemos traçar a transformação das ideias dele“, diz Forsyth, e Pollard completa: “Nós encontramos frases soltas que instantaneamente engatilharam ideias que nos empolgaram. Isso inclui o cálculo que buscava o número de dias de vida que ele tinha no dia em que eles começaram a gravar o álbum, ao lado da curiosa frase cravada ’20.000 dias na Terra’. Nós começamos a trabalhar com a ideia do que nos torna quem realmente somos e o que fazemos com o nosso tempo na terra”.

    Influências e objetivos – “Com Nick, nós rapidamente chegamos a esse consenso que o que não gostávamos em relação aos documentários musicais contemporâneos são o seu formato observacional e presumido. Ver o Nick Cave ‘real’ iria de alguma maneira revelar algo mais sobre Nick Cave. Ver uma estrela do rock lavando pratos ou levando as crianças para a escola pode ser interessante de uma maneira fútil de observação dos famosos, mas não te captura intelectualmente”, explica Forsyth. Como influências, os diretores citam Led Zeppelin: The Song Remains The Same, e One Plus One de Godard. “Com esses filmes, os resultados não precisam necessariamente se equiparar à ambição da visão – mas eles nos contam que nunca devemos nos privar das loucas e ousadas intenções”.

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  • 28 abr 2015

    Rota do Sal Kalunga (Cine 104 Mostra: o Cinema de BH)

    [Cine 104 Mostra: o Cinema de BH] Rota do Sal Kalunga

    Direção: André Portugal Braga e Cardes Amâncio | Brasil, MG, 2014, 95 min| Classificação indicativa: 14 anos

    Sinopse – Rota do Sal é um river movie. Há ponto de partida, o quilombo dos calungas e um de chegada, Belém do Pará. Mas o que é dado a ver, ouvir e filmar, nos quase 2000 km de remo pelos rios Paranã e Tocantins, é quase tudo maquinação do acaso. Principalmente no trato com as pessoas, por que as barragens oceânicas de hidrelétricas já estavam lá, bem como fazendas feudais que engolem até a mata ciliar. Assim proseamos com ribeirinhos – desalojados ou não, índios e quilombolas. E esses encontros nos levam por um Brasil de escravidão e liberdade, de luta por terra, assassinatos de trabalhadores e líderes camponeses, transição do cerrado para a mata atlântica (ou o que ainda resta deles)… Mas principalmente a liberdade e a luta do povo calunga por ela, que dentre outras façanhas, incluía a viagem de ida e volta para Belém, para buscar, entre outras coisas, o sal. Remamos e filmamos em sua homenagem.

    → Cine 104 Mostra: o Cinema de BH – Exibição do longa “Rota do Sal Kalunga”
    Dia 28 de abril de 2015
    Horário: 21 horas
    Entrada gratuita
    Obs) O diretor Cardes Amâncio e a equipe participam de um bate-papo com o público, após a exibição.

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  • 09 mai 2015

    Inscrições abertas para o BAU do dia 09 de maio

    Inscrições abertas para o BAU do dia 09 de maio

     

    Atenção artesãos, artistas e designers interessados em comercializar seus produtos e serviços diferenciados: estão abertas as inscrições para mais uma edição do BAU {bazar de arte e utilidades}, promovido pelo CentoeQuatro. A edição de maio será no dia 09 (sábado), no Espaço CentoeQuatro, na Praça Ruy Barbosa, 104 – Centro – BH.

    O evento, que já entrou para o calendário como um dos bazares mais famosos de Belo Horizonte, investe em uma programação que abrange oficinas gratuitas, performances e intervenções artísticas.

    Valores dos estandes para esta edição: R$ 120,00 (Cento e Vinte Reais) – estandes no corredor principal; e R$ 100,00 (Cem Reais) estandes em outros setores.

    Quer participar do BAU?
    Preencha este formulário para conhecermos melhor a sua marca. Você receberá uma reposta em breve.

    O BAU {bazar de arte e utilidades} é um evento de negócios criativos e autônomos que reúne designers, artistas e artesãos independentes para expor e comercializar produtos feitos à mão tais como móveis, objetos de decoração, bijuterias, joias, bolsas, cadernos, roupas, desenhos, pinturas, etc. Durante o BAU, o Café 104 funciona com um cardápio com opções para almoçar, petiscar ou lanchar.

    → Expositores do BAU têm:

    • O CentoeQuatro possui estacionamento conveniado, ou seja, os expositores interessados devem carimbar o ticket para obter o desconto. O valor é de R$ 5,00 por veículo pelo tempo de permanência no BAU;
    • 02 convites cortesias para o BAU;
    • Divulgação dos produtos e serviços dos expositores do BAU na imprensa e nas redes sociais (instagram, facebook, twitter e tumblr);
    • Envio de newsletter;
    • Distribuição de Folhetos e cartazes.

    #baubazar #seliganobau #vemprobau

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