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Praça Ruy Barbosa, 104 | Centro
Belo Horizonte | MG | 30.160-000
Telefone: (31) 3222-6457
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Café 104, Cine 104 e espaços multiuso: consulte a programação

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Programação

  • 03 maio 2016

    [debate] A privatização das imagens no tempo do Youtube

    [debate] A privatização das imagens no tempo do Youtube

    03 de maio, terça-feira, 18h30
    reunião aberta do grupo Poéticas da Experiência
    entrada gratuita

    No dia 03 de maio, terça-feira, às 18h30, o grupo de pesquisas da Fafich/ UFMG, Poéticas da Experiência, fará uma reunião aberta, no Cine 104, como parte da programação do ano que se dedica a pensar as “Modalidades Contemporâneas do Político no Cinema”.
    Na oportunidade, haverá um debate sobre “A privatização das imagens no tempo do Youtube”. Partindo da exibição de vídeos colhidos da rede, pretende-se indagar em que medida o ato de virar a câmera pra si encena um desvio do político, em que pese sua dimensão coletiva e histórica.
    A ideia é buscar na comparação com o cinema de escrita de si, em sua tradição ensaística e documental, uma melhor compreensão dos modos como as imagens caseiras produzidas para o compartilhamento nas redes sociais recolocam os limiares entre o político, o estético e o subjetivo.

    Na sequência, às 20h30, haverá sessão especial de lançamento, em Belo Horizonte, do filme Proxy Reverso, de Guilherme Peters e Roberto Winter, que dialoga com o tema do debate. Trata-se de um longa de ficção cuja narrativa visual e sonora é toda construída a partir do que se vê e do que se ouve na tela do computador do personagem protagonista do filme, Davi Reis (a tela do computador torna-se a tela do cinema), propiciando reflexões sobre as relações entre cinema e internet.
    O filme foi o longa metragem vencedor da sétima edição do festival Semana dos Realizadores e será exibido pela primeira vez em Belo Horizonte.Os diretores Guilherme Peters e Roberto Winter estarão presentes à sessão e participarão de um debate com o público, após a exibição.

    Sobre o grupo Poéticas da Experiência:
    Constituído em 2007, e coordenado pelo professor César Guimarães, o Grupo de Pesquisa Poéticas da Experiência (Departamento de Comunicação Social, FAFICH-UFMG), congrega professores, estudantes, e pesquisadores, em torno de reflexões sobre as múltiplas manifestações do audiovisual contemporâneo – nos domínios da fotografia, do cinema e outras artes – levando em conta os processos de criação, a organização dos elementos expressivos e as formas de fruição. As discussões privilegiam os diferentes modos como as imagens figuram, convocam e produzem a experiência dos sujeitos.

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  • 03 maio 2016

    [sessão comentada] Proxy Reverso

    Proxy Reverso
    * longa metragem vencedor da VII Semana dos Realizadores

    Direção – Guilherme Peters e Roberto Winter
    Brasil/ SP, 2015, 87 min

    Sinopse – Davi Reis é um jovem técnico em informática que, após perder seu emprego, acaba se envolvendo com seu amigo Luis Pires num arriscado plano. Luis, um jornalista independente narcisista e obcecado pela fama, quer usar as habilidades de hacker de Davi para vazar dados confidenciais que comprovariam uma fraude nas pesquisas de intenção de voto das eleições presidenciais de 2014.

    Sobre os diretores – Roberto nasceu em São Paulo, em 1983. Artista, formou-se Bacharel em física pela USP em 2005. Dirigiu Revolution Institution (2014), Metanoia (2011) e Video (2005). Guilherme nasceu em São Paulo, em 1987. É formado em artes plásticas pela FAAP. Dirigiu Le retourdes sans-culotte (2014) e Inimigo

    03 de maio, terça-feira, 20h30
    debate com os diretores após a exibição
    entrada gratuita, com distribuição de ingressos 30 minutos antes da sessão
    classificação indicativa – 14 anos

    Proxy reverso (trailer) from guilherme peters on Vimeo.

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  • 04 maio 11 maio 2016

    [2ª semana] Yorimatã

    Yorimatã
    * Melhor filme – júri oficial e júri popular – 7º Festival Internacional do Documentário Musical, In-Edit Brasil
    Direção – Rafael Saar
    Brasil/ RJ, 2014, 116 min

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 16h30
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Com Luhli, Lucina, Luiz Fernando Borges da Fonseca, Ney Matogrosso, Gilberto Gil, Itamar Assumpção, Secos & Molhados, Tetê Espíndola, Zélia Duncan e muitos outros nomes da música brasileira.

    Sinopse – Luhli e Lucina são duas mulheres brasileiras que buscam liberdade no movimento hippie, nos anos 1970. Elas desenvolvem composições musicais experimentando instrumentos e são pioneiras da música independente brasileira. Luhli e Lucina vivem um relacionamento a três com o fotógrafo Luiz Fernando Borges da Fonseca, que registra a vida deles em filmes 8mm.
    Classificação indicativa – 10 anos

    Sobre o filme

    Eleito o Melhor Filme pelo júri e pelo público no Festival In-Edit Brasil em 2015, YORIMATÃ é o primeiro longa-metragem dirigido por Rafael Saar, e retoma a história destas duas artistas de obra e vida incomum que marcaram o cenário musical brasileiro nas décadas de 70 e 80. Luhli e Lucina não formam apenas uma dupla musical, formaram juntas também um casal e uma família ao lado do fotógrafo Luiz Fernando Borges da Fonseca.

    Ao mesclar preciosas e inéditas imagens de arquivo, com depoimentos de parceiros, intérpretes e registros cotidianos da vida atual de Luhli e Lucina, YORIMATÃ devolve à dupla o seu lugar de direito como parte fundamental da História da música brasileira, e entre seus intérpretes estão artistas como Nana Caymmi, Tetê Espíndola, Zélia Duncan, Secos e Molhados, e especialmente Ney Matogrosso, que entre muitas outras canções da dupla gravou “Bandoleiro”, “O Vira” e “Fala”.
    Definido pelo crítico Carlos Alberto Mattos como “um necessário manifesto anticonservadorismo”, YORIMATÃ foi também um dos 10 filmes mais votados pelo público na Mostra Internacional de Cinema SP, em 2014. O documentário é uma coprodução Imagem-Tempo, Dilúvio, Tela Brasilis e Canal Brasil, com patrocínio da Riofilme, reunindo filmagens atuais com cenas, shows e depoimentos das artistas Luhli e Lucina; registros e depoimentos de seus encontros musicais com Ney Matogrosso, Joyce Moreno, Gilberto Gil, Tetê Espíndola, Alzira Espíndola, Zélia Duncan, Antonio Adolfo, Luiz Carlos Sá, dentre outros; junto a um o vasto material de arquivo recuperado para o projeto, que inclui filmes raros em super‐8mm como shows e momentos familiares, registrados pelo companheiro Luiz Fernando Borges da Fonseca.

    Trajetória musical calcada na liberdade e diversidade artística
    “Yorimatã faz jus a uma das duplas mais importantes e menos reconhecidas da vasta história de nossa música popular” – Jair Tadeu da Fonseca

    Com mais de 800 canções que passeiam pelo folk, rock hippie, bossa nova, música caipira, samba, pontos de umbanda, cantos indígenas e uma vida pessoal abertamente libertária, a dupla Luhli & Lucina nunca se encaixou em padrões. Seu disco de estreia, Luli & Lucinha, em 1979 é ainda um dos grandes tesouros escondidos da música brasileira. A dupla representa um papel fundamental na MPB, até então marcada por mulheres intérpretes de grandes compositores homens. Não aceitaram concessões às gravadoras, tornando-se pioneiras na música independente nacional; após Antonio Adolfo e Danilo Caymmi, foram as primeiras mulheres a produzirem e distribuírem seu próprio LP Luli & Lucinha. Seu segundo disco Yorimatã – Amor de Mulher, de 1981, foi feito através de uma espécie de financiamento coletivo pioneiro – uma campanha intitulada “Canção entre amigos”, na qual o público comprava antecipadamente os LPs, custeando antecipadamente a sua produção. Seguiram com “Porque sim porque não”, que as leva para uma turnê na Europa; “Elis e Elas”, de releituras em homenagem a Elis Regina; e um disco comemorativo de 25 anos de carreira.

    Sobre o diretor
    Formado em cinema pela UFF, Rafael Saar dirigiu 4 curtas-metragens, entre eles “Depois de tudo”, com Ney Matogrosso e Nildo Parente, vencedor de mais de 10 prêmios nacionais e internacionais. Foi assistente de direção e pesquisador do filme “Olho nu”, de Joel Pizzini, sobre o cantor Ney Matogrosso. Atualmente dirige uma cinebiografia sobre a cantora Baby do Brasil. YORIMATÃ é o seu primeiro longa-metragem.

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  • 04 maio 11 maio 2016

    [estreia] Cemitério do Esplendor (Rak ti Khon Kaen)

    Cemitério do Esplendor (Rak ti Khon Kaen)
    * Seleção oficial do Festival de Cannes, em 2015 (Un Certain Regard)
    Direção – Apichatpong Weerasethakul
    Tailândia, 2015, 122 min
    Classificação indicativa – 12 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 18h30
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Soldados com uma misteriosa doença do sono são transferidos para um hospital provisório instalado em uma antiga escola abandonada. Jenjira torna-se voluntária para tratar de Itt, um belo soldado que ninguém vem visitar. No hospital, ela faz amizade com a jovem médium Keng que utiliza os seus poderes para ajudar os parentes a se comunicarem com os homens adormecidos. Um dia, Jenjira encontra o diário de Itt preenchido com palavras e desenhos estranhos. Talvez haja uma conexão entre a síndrome enigmática dos soldados e o mítico local em que o hospital se encontra. A magia, a cura, o romance e os sonhos misturam-se no frágil caminho de Jenjira em direção ao conhecimento profundo de si própria e do mundo a sua volta.

    Sobre o diretor – Apichatpong Weerasethakul nasceu em 1970 na cidade de Bangkok, Tailândia. Se formou arquiteto na Universidade de Khon Kaen, e artista visual no Art Institute of Chicago. Temas recorrentes dos seus filmes incluem religião e misticismo, a natureza e a sexualidade humana, além da realidade de diferentes povos no Sudeste Asiático. Venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes de 2010 pelo filme Tio Boonmee que pode recordar suas vidas passadas.
    Seu filme anterior, Hotel Mekong (2012) foi lançado comercialmente nos cinemas do Brasil em 2013.

    Cemiterio do Esplendor_trailer from Zeta Filmes on Vimeo.

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  • 04 maio 11 maio 2016

    [estreia] Exilados do Vulcão

    Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

    Saiba mais
  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
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    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • 03 maio 2016

    [debate] A privatização das imagens no tempo do Youtube

    [debate] A privatização das imagens no tempo do Youtube

    03 de maio, terça-feira, 18h30
    reunião aberta do grupo Poéticas da Experiência
    entrada gratuita

    No dia 03 de maio, terça-feira, às 18h30, o grupo de pesquisas da Fafich/ UFMG, Poéticas da Experiência, fará uma reunião aberta, no Cine 104, como parte da programação do ano que se dedica a pensar as “Modalidades Contemporâneas do Político no Cinema”.
    Na oportunidade, haverá um debate sobre “A privatização das imagens no tempo do Youtube”. Partindo da exibição de vídeos colhidos da rede, pretende-se indagar em que medida o ato de virar a câmera pra si encena um desvio do político, em que pese sua dimensão coletiva e histórica.
    A ideia é buscar na comparação com o cinema de escrita de si, em sua tradição ensaística e documental, uma melhor compreensão dos modos como as imagens caseiras produzidas para o compartilhamento nas redes sociais recolocam os limiares entre o político, o estético e o subjetivo.

    Na sequência, às 20h30, haverá sessão especial de lançamento, em Belo Horizonte, do filme Proxy Reverso, de Guilherme Peters e Roberto Winter, que dialoga com o tema do debate. Trata-se de um longa de ficção cuja narrativa visual e sonora é toda construída a partir do que se vê e do que se ouve na tela do computador do personagem protagonista do filme, Davi Reis (a tela do computador torna-se a tela do cinema), propiciando reflexões sobre as relações entre cinema e internet.
    O filme foi o longa metragem vencedor da sétima edição do festival Semana dos Realizadores e será exibido pela primeira vez em Belo Horizonte.Os diretores Guilherme Peters e Roberto Winter estarão presentes à sessão e participarão de um debate com o público, após a exibição.

    Sobre o grupo Poéticas da Experiência:
    Constituído em 2007, e coordenado pelo professor César Guimarães, o Grupo de Pesquisa Poéticas da Experiência (Departamento de Comunicação Social, FAFICH-UFMG), congrega professores, estudantes, e pesquisadores, em torno de reflexões sobre as múltiplas manifestações do audiovisual contemporâneo – nos domínios da fotografia, do cinema e outras artes – levando em conta os processos de criação, a organização dos elementos expressivos e as formas de fruição. As discussões privilegiam os diferentes modos como as imagens figuram, convocam e produzem a experiência dos sujeitos.

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  • 03 maio 2016

    [sessão comentada] Proxy Reverso

    Proxy Reverso
    * longa metragem vencedor da VII Semana dos Realizadores

    Direção – Guilherme Peters e Roberto Winter
    Brasil/ SP, 2015, 87 min

    Sinopse – Davi Reis é um jovem técnico em informática que, após perder seu emprego, acaba se envolvendo com seu amigo Luis Pires num arriscado plano. Luis, um jornalista independente narcisista e obcecado pela fama, quer usar as habilidades de hacker de Davi para vazar dados confidenciais que comprovariam uma fraude nas pesquisas de intenção de voto das eleições presidenciais de 2014.

    Sobre os diretores – Roberto nasceu em São Paulo, em 1983. Artista, formou-se Bacharel em física pela USP em 2005. Dirigiu Revolution Institution (2014), Metanoia (2011) e Video (2005). Guilherme nasceu em São Paulo, em 1987. É formado em artes plásticas pela FAAP. Dirigiu Le retourdes sans-culotte (2014) e Inimigo

    03 de maio, terça-feira, 20h30
    debate com os diretores após a exibição
    entrada gratuita, com distribuição de ingressos 30 minutos antes da sessão
    classificação indicativa – 14 anos

    Proxy reverso (trailer) from guilherme peters on Vimeo.

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  • 04 maio 11 maio 2016

    [2ª semana] Yorimatã

    Yorimatã
    * Melhor filme – júri oficial e júri popular – 7º Festival Internacional do Documentário Musical, In-Edit Brasil
    Direção – Rafael Saar
    Brasil/ RJ, 2014, 116 min

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 16h30
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Com Luhli, Lucina, Luiz Fernando Borges da Fonseca, Ney Matogrosso, Gilberto Gil, Itamar Assumpção, Secos & Molhados, Tetê Espíndola, Zélia Duncan e muitos outros nomes da música brasileira.

    Sinopse – Luhli e Lucina são duas mulheres brasileiras que buscam liberdade no movimento hippie, nos anos 1970. Elas desenvolvem composições musicais experimentando instrumentos e são pioneiras da música independente brasileira. Luhli e Lucina vivem um relacionamento a três com o fotógrafo Luiz Fernando Borges da Fonseca, que registra a vida deles em filmes 8mm.
    Classificação indicativa – 10 anos

    Sobre o filme

    Eleito o Melhor Filme pelo júri e pelo público no Festival In-Edit Brasil em 2015, YORIMATÃ é o primeiro longa-metragem dirigido por Rafael Saar, e retoma a história destas duas artistas de obra e vida incomum que marcaram o cenário musical brasileiro nas décadas de 70 e 80. Luhli e Lucina não formam apenas uma dupla musical, formaram juntas também um casal e uma família ao lado do fotógrafo Luiz Fernando Borges da Fonseca.

    Ao mesclar preciosas e inéditas imagens de arquivo, com depoimentos de parceiros, intérpretes e registros cotidianos da vida atual de Luhli e Lucina, YORIMATÃ devolve à dupla o seu lugar de direito como parte fundamental da História da música brasileira, e entre seus intérpretes estão artistas como Nana Caymmi, Tetê Espíndola, Zélia Duncan, Secos e Molhados, e especialmente Ney Matogrosso, que entre muitas outras canções da dupla gravou “Bandoleiro”, “O Vira” e “Fala”.
    Definido pelo crítico Carlos Alberto Mattos como “um necessário manifesto anticonservadorismo”, YORIMATÃ foi também um dos 10 filmes mais votados pelo público na Mostra Internacional de Cinema SP, em 2014. O documentário é uma coprodução Imagem-Tempo, Dilúvio, Tela Brasilis e Canal Brasil, com patrocínio da Riofilme, reunindo filmagens atuais com cenas, shows e depoimentos das artistas Luhli e Lucina; registros e depoimentos de seus encontros musicais com Ney Matogrosso, Joyce Moreno, Gilberto Gil, Tetê Espíndola, Alzira Espíndola, Zélia Duncan, Antonio Adolfo, Luiz Carlos Sá, dentre outros; junto a um o vasto material de arquivo recuperado para o projeto, que inclui filmes raros em super‐8mm como shows e momentos familiares, registrados pelo companheiro Luiz Fernando Borges da Fonseca.

    Trajetória musical calcada na liberdade e diversidade artística
    “Yorimatã faz jus a uma das duplas mais importantes e menos reconhecidas da vasta história de nossa música popular” – Jair Tadeu da Fonseca

    Com mais de 800 canções que passeiam pelo folk, rock hippie, bossa nova, música caipira, samba, pontos de umbanda, cantos indígenas e uma vida pessoal abertamente libertária, a dupla Luhli & Lucina nunca se encaixou em padrões. Seu disco de estreia, Luli & Lucinha, em 1979 é ainda um dos grandes tesouros escondidos da música brasileira. A dupla representa um papel fundamental na MPB, até então marcada por mulheres intérpretes de grandes compositores homens. Não aceitaram concessões às gravadoras, tornando-se pioneiras na música independente nacional; após Antonio Adolfo e Danilo Caymmi, foram as primeiras mulheres a produzirem e distribuírem seu próprio LP Luli & Lucinha. Seu segundo disco Yorimatã – Amor de Mulher, de 1981, foi feito através de uma espécie de financiamento coletivo pioneiro – uma campanha intitulada “Canção entre amigos”, na qual o público comprava antecipadamente os LPs, custeando antecipadamente a sua produção. Seguiram com “Porque sim porque não”, que as leva para uma turnê na Europa; “Elis e Elas”, de releituras em homenagem a Elis Regina; e um disco comemorativo de 25 anos de carreira.

    Sobre o diretor
    Formado em cinema pela UFF, Rafael Saar dirigiu 4 curtas-metragens, entre eles “Depois de tudo”, com Ney Matogrosso e Nildo Parente, vencedor de mais de 10 prêmios nacionais e internacionais. Foi assistente de direção e pesquisador do filme “Olho nu”, de Joel Pizzini, sobre o cantor Ney Matogrosso. Atualmente dirige uma cinebiografia sobre a cantora Baby do Brasil. YORIMATÃ é o seu primeiro longa-metragem.

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  • 04 maio 11 maio 2016

    [estreia] Cemitério do Esplendor (Rak ti Khon Kaen)

    Cemitério do Esplendor (Rak ti Khon Kaen)
    * Seleção oficial do Festival de Cannes, em 2015 (Un Certain Regard)
    Direção – Apichatpong Weerasethakul
    Tailândia, 2015, 122 min
    Classificação indicativa – 12 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 18h30
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Soldados com uma misteriosa doença do sono são transferidos para um hospital provisório instalado em uma antiga escola abandonada. Jenjira torna-se voluntária para tratar de Itt, um belo soldado que ninguém vem visitar. No hospital, ela faz amizade com a jovem médium Keng que utiliza os seus poderes para ajudar os parentes a se comunicarem com os homens adormecidos. Um dia, Jenjira encontra o diário de Itt preenchido com palavras e desenhos estranhos. Talvez haja uma conexão entre a síndrome enigmática dos soldados e o mítico local em que o hospital se encontra. A magia, a cura, o romance e os sonhos misturam-se no frágil caminho de Jenjira em direção ao conhecimento profundo de si própria e do mundo a sua volta.

    Sobre o diretor – Apichatpong Weerasethakul nasceu em 1970 na cidade de Bangkok, Tailândia. Se formou arquiteto na Universidade de Khon Kaen, e artista visual no Art Institute of Chicago. Temas recorrentes dos seus filmes incluem religião e misticismo, a natureza e a sexualidade humana, além da realidade de diferentes povos no Sudeste Asiático. Venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes de 2010 pelo filme Tio Boonmee que pode recordar suas vidas passadas.
    Seu filme anterior, Hotel Mekong (2012) foi lançado comercialmente nos cinemas do Brasil em 2013.

    Cemiterio do Esplendor_trailer from Zeta Filmes on Vimeo.

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  • 04 maio 11 maio 2016

    [estreia] Exilados do Vulcão

    Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

    Saiba mais
  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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  • Exilados do Vulcão
    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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    * Melhor filme no 46 o Festival de Brasília
    Direção – Paula Gaitán
    Brasil, 2013, 125 min
    Classificação indicativa – 14 anos

    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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    →04 a 11 de Maio de 2016
    (exceto segunda, dia 09 de Maio)
    Horário: 20h40
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Sobre a diretora – Paula Gaitán nasceu em Paris, em 1954. Artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta, formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia, Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, quando foi Diretora de Arte no clássico de Glauber Rocha A Idade da Terra. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, ficções, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas.

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