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Como Chegar

Praça Ruy Barbosa, 104 | Centro
Belo Horizonte | MG | 30.160-000
Telefone: (31) 3222-6457
contato@centoequatro.org

Funcionamento:
Café 104, Cine 104 e espaços multiuso: consulte a programação

Estacionamento conveniado: Park Box | Av. Santos Dumont, 218 | Centro | R$ 5,00 (preço único) | Em função das obras do BRT, fique atento à sinalização para saber como fica o acesso

Acesso para deficientes

Programação

  • 30 abr 30 mai 2015

    Cine 104 abre inscrições para o projeto “Escola Vai ao Cinema”

    [A Escola Vai ao Cinema] Iniciativa é gratuita e voltada para alunos de escolas públicas

    Foto do filme “O Menino e o Mundo”, um dos filmes disponíveis no Projeto “A Escola Vai ao Cinema”

    Com o objetivo de propiciar o contato de estudantes com importantes filmes da cinematografia brasileira recente, o CentoeQuatro dá continuidade ao programa educativo Escola Vai ao Cinema. A ideia do projeto é ir além do entretenimento. Para isso, todas as sessões contam com a presença de especialistas convidados que, após a exibição do filme, participam de um bate-papo com os jovens sobre cinema, linguagem cinematográfica e também sobre questões sociais e políticas trazidas por cada filme. As inscrições podem ser feitas aqui. A proposta é para alunos acima de 10 anos.

    A escola pode escolher um filme entre os três títulos disponíveis, agendar a data e horário da sessão – no turno da manhã ou tarde – e levar a(s) turma(s) para ver o filme e participar de um debate, logo após a exibição. As atividades acontecem no Cine 104, que tem capacidade para 90 pessoas.

    A atividade é gratuita para escolas públicas, devendo a escola ficar responsável apenas pelo transporte dos alunos. As escolas particulares que tiverem interesse, também podem participar do programa, basta entrar em contato pelo e-mail cine@centoequatro.org para saber as condições e valores.

    Filmes disponíveis para agendamento de sessões para escolas, no Cine 104, em 2015:

    → Branco Sai, Preto Fica (dir. Adirley Queirós, 2014, 90 min, 12 anos)
    → Hoje eu quero voltar sozinho (dir. Daniel Ribeiro, 2014, 96 min, 12 anos)
    → O Menino e o Mundo (dir. Alê Abreu, 2013, 85 min, livre)

    Moderadores participantes:

    Carla Maia – ensaísta e pesquisadora de cinema, atua também como curadora, professora, realizadora e produtora. Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da FAFICH/UFMG. Diretora do documentário Roda, co-dirigido por Raquel Junqueira. Integra o coletivo Filmes de Quintal, que realiza o forumdoc.bh: Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte.

    Ewerton Belico – professor, pesquisador e curador de cinema, integra a Associação Filmes de Quintal e é um dos organizadores do forumdoc.bh. Foi curador do Festival Internacional de Curtas-Metragem de Belo Horizonte (2012-2014) e é curador do II Fronteira – Festival de cinema documentário e experimental de Goiânia. Foi jurado do da Mostra de Cinema de Tiradentes (2015) e atualmente trabalha na pré-produção do seu primeiro longa metragem.

    Gustavo Jardim – realizador audiovisual, dirigiu os filmes “Rivadavia 2010″, “A Hora do Primeiro Tiro” e “O Bagre Africano de Ataléia”. Trabalha com suportes variados entre diversas artes e o cinema. É professor do programa Imagens em Movimento em parceria com a Cinemateca Francesa e pesquisador em Cinema e Educação pelo mestrado da FAE/UFMG.

    Maria Elisa Macedo – mestranda em Cine y Teatro latinoamericano na Universidad de Buenos Aires e graduou-se em Jornalismo UNI-BH. Professora em oficinas e cursos livres de audiovisual e comunicação de projetos como Além dos muros das escolas, parceria entre Faculdade de Educação da UFMG e o Espaço Cultural CentoeQuatro; o MVMOB, Tela Mágica – circulação de cinema no interior de MG. Entre seus trabalhos autorais estão o curta metragem Ciudad Visible, exibido em Buenos Aires e BH e sua primeira exposição individual de fotografia Mira, um olhar sobre Cuba.

    Informações dos filmes

    Branco Sai, Preto Fica
    Direção – Adirley Queirós - Brasil/ DF, 2014, 90 min - Classificação indicativa – 12 anos
    Sinopse – Tiros em um baile black na periferia de Brasília ferem dois homens. Um terceiro vem do futuro para investigar o acontecido e provar que a culpa é da sociedade repressiva.

    Hoje Eu Quero Voltar Sozinho
    Direção – Daniel Ribeiro - Brasil, 2014, 96 min - Classificação indicativa – 12 anos
    Sinopse – Leonardo, um adolescente cego, tenta lidar com a mãe superprotetora ao mesmo tempo em que busca sua independência. Quando Gabriel chega na cidade, novos sentimentos começam a surgir em Leonardo, fazendo com que ele descubra mais sobre si mesmo e sua sexualidade.

    O Menino e o Mundo
    Direção – Alê Abreu - Brasil, 2013, 85 min - Classificação indicativa – livre
    Sinopse – Sofrendo com a falta do pai, um menino deixa sua aldeia e descobre um mundo fantástico dominado por máquinas-bichos e estranhos seres. Uma inusitada animação com várias técnicas artísticas que retrata as questões do mundo moderno através do olhar de uma criança.

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  • 08 mai 30 jun 2015

    Cine 104 exibe curtas-metragens na hora do almoço

    [Curta no Almoço 104]  Projeto começa no dia 08.05, com exibição gratuita de curtas às terças e sextas-feiras, no Cine 104

    A hora do almoço é um momento de fazer aquela pausa no trabalho, certo? Pensando em conciliar esse momento de descontração com cinema, o Cine 104 promove a partir do dia 08 de maio (sexta-feira), o Projeto Curta no Almoço 104, com exibição gratuita de curtas-metragens duas vezes por semana. As sessões acontecem às terças e sextas-feiras, às 13 horas, com reprise às 13h30. O Cine 104 fica no Espaço CentoeQuatro, na Praça Ruy Barbosa, 104, no Centro, em BH. No mesmo espaço funciona ainda o Café 104, restaurante que funciona de segunda a sexta-feira, das 12 às 15 horas.

    Com ótimas opções para almoçar e lanchar, o Café 104 tem entradas frias e quentes, pratos principais e sobremesas que homenageiam avenidas, prédios e monumentos próximos ao CentoeQuatro, um espaço que reserva muitas surpresas, bem no marco zero da capital mineira. Paralelo ao Café 104, funciona ainda uma Bomboniere com diversas opções para lanches, além da carta de cafés, que inclui clássicos como espressos de diferentes tamanhos, cappuccino italiano e o tradicional pingadinho; além de café gelados como o Afrogatto (sorvete de creme com cobertura de ganache de chocolate e café espresso especial) e o Maragold (acidez de maracujá com leite condensado, sorvete e café espresso).

    Confira a programação do Curta no Almoço 104:

    8 e 12 de maio – 13h e 13h30
    Quinze (Maurílio Martins, 2014, 25 min)
    Sinopse: Na periferia de Contagem, sob paredes sem acabamento, Raquel tem alguns sonhos. Por ora, a festa da filha, que fará 15 anos, é o maior deles. Em meio a isso há contas a pagar, a busca pelo próximo modo de ganhar dinheiro e há o amor por Cleide.

    15 e 19 de maio – 13h e 13h30
    Sem Coração (Nara Normande e Tião, 2014, 25 min)
    Sinopse: Léo vai passar férias na casa de seu primo, em uma vila pesqueira. Lá, ele conhece uma menina apelidada de “Sem Coração”.

    22 e 26 de maio – 13h e 13h30
    Vailamideus (Ticiana Augusto Lima, 2014, 8 min)
    Sinopse: Festa em família.
    La Llamada (Gustavo Vinagre, 2014, 19 min)
    Sinopse: Lázaro Escarze, um cubano revolucionário de 87 anos, vive num pequeno povoado e terá seu telefone instalado pela primeira vez na vida. Para quem ele vai ligar?

    29 de maio e 2 de junho – 13h e 13h30
    A Era de Ouro (Leonardo Mouramateus e Miguel Antunes Ramos, 2014, 24 min)
    Sinopse: “Ontem, tarde da noite, fui ao jardim, ver se nosso teatro ainda estava de pé. E ele está lá até hoje.”

    5 e 9 de junho – 13h e 13h30
    Casa Forte (Rodrigo Almeida, 2013, 11 min)
    Sinopse: Um bairro povoado por fantasmas de um relacionamento e de uma tradição.
    Cloro (Marcelo Grabowsky, 2014, 18 min)
    Sinopse: Sob o sol ofuscante, Clara se esforça para enxergar sua família e a realidade que a cerca.

    12 e 16 de junho – 13h e 13h30
    Kyoto (Deborah Viegas, 2014, 8 min)
    Sinopse: Julia não reescreveu sua redação.
    Loja de Répteis (Pedro Severien, 2014, 17 min)
    Sinopse: Aluísio ama a loja e seus animais. Cristina não vê a hora de vender o lugar.

    19 e 23 de junho – 13h e 13h30
    Ano Branco (Luiz Roque, 2013, 7 min)
    Sinopse: A partir do dia primeiro de janeiro de 2031 a Organização Mundial de Saúde irá remover o transexualismo – CID 10 F 64 – de sua lista de doenças.
    O Porto (Clarissa Campolina, Júlia De Simone, Luiz Pretti e Ricardo Pretti, 2013, 20 min)
    Sinopse: Cais do Vallongo – Cais da Imperatriz – Porto do Rio – Porto Maravilha: camadas de uma cidade assombrada pelo progresso. Para filmar a cidade hoje é preciso olhar por baixo e para além da paisagem. A câmera pode ser uma ferramenta.

    26 e 30 de junho – 13h e 13h30

    Retrato n. 1 Povo Acordado e suas Mil Bandeiras (Edu Ioschpe, 2013, 5 min)
    Sinopse: Um rosto em quadro, um grupo furioso fora dele. Um pequeno fragmento das manifestações de 2013, na tentativa de revelar as enormes contradições do contemporâneo.

    Ameaçados (Júlia Mariano, 2014, 22 min)
    Sinopse: No Brasil profundo, onde a lei e a justiça dependem de nome e sobrenome, a luta por um pedaço de terra vira uma questão de vida ou morte. “Ameaçados” mostra pequenos agricultores do sul e sudeste do Pará que lutam por um pedaço de terra para plantar e viver.

    SERVIÇO
    Curta no Almoço 104
    Quando: terças e sextas-feiras
    A partir do dia 08 de maio
    Horário: 13 horas e reprise às 13h30
    Entrada franca
    Local: Cine 104
    Espaço CentoeQuatro
    Praça Ruy Barbosa, 104 – Centro – BH

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  • 22 mai 24 mai 2015

    Mostra de filmes e Encontro com o diretor Andrea Tonacci

    [encontros com realizadores] Cine 104 promove mostra de filmes e Encontro com o diretor Andrea Tonacci

    Projeto “Encontros com Realizadores” visa troca de conhecimento entre realizadores, estudantes, profissionais e público interessado em cinema; Mostra e Encontro com o diretor Andrea Tonacci acontecem nos dias 22 a 24 de maio, no CentoeQuatro

    O Cine 104, localizado no Espaço CentoeQuatro (Praça Ruy Barbosa, 104 – Centro – BH), promove entre os dias 22 e 24 de maio, mais uma edição do projeto “Encontros com Realizadores”, que propõe a troca de conhecimento entre realizadores e estudantes, profissionais e pessoas interessadas em cinema. O cineasta Andrea Tonacci virá a Belo Horizonte para apresentar uma mostra de seus filmes, sessões comentadas e participar de dois “encontros” com o público. As inscrições podem ser feitas pelo Sympla. O valor é R$50,00 e a inscrição inclui acesso à mostra de filmes do diretor. O público também pode apenas conferir aos filmes de Tonacci, neste caso o valor do ingresso é R$ 10 e R$ 5 (meia entrada) para cada um deles.

    Segundo Tonacci, a proposta é fazer uma reflexão sobre a motivação e o processo de realização de seus filmes, da responsabilidade de cometê-los, da imprevisibilidade das consequências, do aprendizado da atenção, da observação da experiência, da vivência do cinema como procedimento de busca, conhecimento e revelação.

    Sobre Andrea Tonacci – Nascido em Roma, em 1944, Andrea Tonacci se mudou para São Paulo em 1953, onde reside até hoje. Estuda engenharia, arquitetura, fotografia, gravura e desenho, dirige, fotografa e monta curtas metragens até 1970 quando realiza o clássico Bang Bang, longa metragem de referência obrigatória no cinema brasileiro. Foi um dos primeiros a utilizar equipamento de vídeo portátil no Brasil, e entre 1977 e 1984 realiza ampla documentação da situação social indígena nas Américas e pesquisa a utilização da mídia pelos índios, participa das expedições de primeiro contato com os índios Arara e trabalha realizando filmes institucionais.

    Pesquisador de linguagem audiovisual, em 1992 cria a Extrema, produtora para filmes independentes, e em 2002 narra a saga do índio Carapirú no premiado longa Serras da Desordem. Seus trabalhos são identificados como um processo de investigação de nós mesmos e sua obra é referida como pertencente ao ciclo do cinema “marginal”, ou de “invenção”.

    Programação
    Sexta-feira, dia 22 de maio
    21h – Bang-Bang (85’)

    Sábado, dia 23 de maio
    15h – Olho por Olho + Blá, Blá, Blá (48’)
    16h30 às 18h30 – Encontro com Tonacci – parte I (atividade para participantes previamente inscritos)
    19h – Conversas no Maranhão (120’) – sessão comentada
    21h30 – Bienal Brasil Século XX + Theatro Mvnicipal de SP (120’)

    Domingo, dia 24 de maio
    15h – Serras da Desordem (136’)
    17h30 a 19h30 – Encontro com Tonacci – parte II (atividade para participantes previamente inscritos)
    20h – Já Visto, Jamais Visto (54’) – sessão comentada

    Informações dos filmes da Mostra
    Olho por olho (Andrea Tonacci, 1966, 22 min)
    Um grupo de amigos da classe média circula de carro pela cidade de São Paulo, reagindo ao sentimento de impotência e frustração que lhes invade a vida. Primeiro filme dirigido por Andrea Tonacci, com montagem de Rogério Sganzerla.

    Blá, blá, blá (Andrea Tonacci, 1968, 26 min)
    O sentido do poder e da palavra em crise situam o homem (Paulo Gracindo) que os manipula numa idêntica crise pessoal, humana. A farsa do discurso de intenção humanista é total e absoluta. Um ditador num momento de grave crise nacional, confrontado na cidade e no campo por revoltas e guerrilha, na busca de uma paz ilusória, faz um longo pronunciamento pela televisão. Mas a realidade impõe-se à sua ficção e o controle da situação escapa-lhe das mãos. Sobra-lhe uma patética confissão antes de ser tirado do ar.

    Bang-Bang (Andrea Tonacci, 1970, 85 min)
    O ator de um filme em realização vive sem distinção a sua realidade pessoal e a ficção de seu personagem. Como objeto involuntário do acaso e da circunstância busca um sentido e uma saída daquela situação enquanto é perseguido por bandidos, um mágico, uma fantasia amorosa, um bêbado, sua auto imagem…. A comicidade, os motivos da perseguição, as situações, os personagens, a cenografia, os diálogos e a trilha sonora, que utiliza temas conhecidos de outros filmes, remetem a símbolos, metáforas e à recusa da possível lógica narrativa, no sentido de permitir ao espectador uma sensação análoga à do personagem central, induzindo-o à necessidade de pensar um sentido enquanto perdido e conduzido pela expectativa sustentada, e pelo anticlimax intencionalmente recorrente. Uma viagem bem humorada e visualmente moderna. Na época, 1970, o filme foi interditado para menores de 18 anos e proibida a exportação. No sentido de contextualizar o filme, os anos 70 foram os anos do auge da repressão política e cultural das ditaduras militares impostas pelos interesses do planejamento econômico para o continente.

    Conversas no Maranhão (Andrea Tonacci, 1977, 120 min)
    Durante a demarcação oficial de suas terras pela Fundação Nacional do Índio, os Canela Apaniekra ou Timbira orientais, decidem interromper o trabalho dos topógrafos e enviar suas reivindicações para Brasília na forma de carta, gravação e filme. Assim eles expressam sua insatisfação para com os limites territoriais impostos pela Funai. O filme foi realizado com a participação e a orientação dos mais velhos do Conselho da aldeia e pretende ser um documento oficial da nação Canela ao estado Brasileiro. A história do grupo, os massacres, a dispersão, o reencontro, os posseiros e os limites imemoriais do território são revelados através de imagens do cotidiano na aldeia.

    Bienal Brasil Século XX (Andrea Tonacci, 1992, 65 min)
    Um olhar sobre a evolução das artes plásticas brasileiras durante o Século XX. Realizado para a Fundação Bienal de São Paulo.

    Theatro Mvnicipal de São Paulo (Andrea Tonacci, 1998, 60 min)
    Um olhar sobre o Theatro Mvnicipal de São Paulo. Realizado para o Ministério da Cultura.

    Serras da Desordem (Andrea Tonacci, 2006, 136 min)
    Carapirú é um índio nômade, que escapa de um ataque surpresa de fazendeiros. Durante 10 anos ele perambula sozinho pelas serras do Brasil central, até ser capturado em novembro de 1988, a 2000 km de distância de sua fuga inicial. Levado a Brasília pelo sertanista Sydney Ferreira Possuelo, em uma semana ele se torna manchete por todo país e centro de uma polêmica entre antropólogos e linguistas em relação à sua origem e identidade. Na tentativa de identificar sua origem ele reencontra um filho, com quem retorna ao Maranhão. Porém o que Carapirú encontra ao retornar já não está mais de acordo com sua vida nômade.

    Já Visto, Jamais Visto (Andrea Tonacci, 2013, 54 min)
    Um diálogo entre as memórias de um autor e as imagens que filmou e guardou ao longo de 50 anos de atividade cinematográfica. Segmentos de vida nunca exibidos, nunca revistos e nunca editados. Uma reflexão sobre imagens que permaneceram à margem da memória, e de memórias à beira do esquecimento. A imagem captada é um outro, o outro, ela provoca sentidos em quem a vê, altera a visão do mundo, é a presença da uma intenção interferindo numa realidade que lhe é externa, como os efeitos de qualquer ação na realidade cotidiana. Contudo memórias e registros são ambos transitórios, fragmentos impermanentes na mente e na matéria, constituem a narrativa da momentânea consciência progressiva que temos de solidez do ser e do mundo.

    SERVIÇO
    Encontros com Realizadores – Encontro com o diretor Andrea Tonacci
    Cine 104 – 22 a 24 de maio
    Encontro com Tonacci – parte I – dia 23 de maio, 16h30 às 18h30
    Encontro com Tonacci – parte II – dia 24 de maio, 17h30 às 19h30
    Valor – R$50,00 (para participação nos Encontros, inclui entrada em todas as sessões da mostra)
    Obs. Público não inscrito para o “Encontro” poderá assistir às sessões de filmes (ingressos a R$10,00 a inteira e R$5,00 a meia)
    Inscrições – www.sympla.com.br
    Informações – www.centoequatro.org

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  • 22 mai 2015

    [Mostra Andrea Tonacci] Bang-Bang

    [Mostra Andrea Tonacci] Bang-Bang

    Direção: Andrea Tonacci, 1970, 85 min

    Sinopse: O ator de um filme em realização vive sem distinção a sua realidade pessoal e a ficção de seu personagem. Como objeto involuntário do acaso e da circunstância busca um sentido e uma saída daquela situação enquanto é perseguido por bandidos, um mágico, uma fantasia amorosa, um bêbado, sua auto imagem…. A comicidade, os motivos da perseguição, as situações, os personagens, a cenografia, os diálogos e a trilha sonora, que utiliza temas conhecidos de outros filmes, remetem a símbolos, metáforas e à recusa da possível lógica narrativa, no sentido de permitir ao espectador uma sensação análoga à do personagem central, induzindo-o à necessidade de pensar um sentido enquanto perdido e conduzido pela expectativa sustentada, e pelo anticlimax intencionalmente recorrente. Uma viagem bem humorada e visualmente moderna. Na época, 1970, o filme foi interditado para menores de 18 anos e proibida a exportação. No sentido de contextualizar o filme, os anos 70 foram os anos do auge da repressão política e cultural das ditaduras militares impostas pelos interesses do planejamento econômico para o continente.

    → Dia 22 de maio de 2015
    Horário: 21 horas
    Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)
    Obs) Este filme integra a Mostra de filmes do diretor Andrea Tonacci e ainda um encontro do diretor com profissionais, estudantes e público interessado em cinema. Para ter acesso à mostra de filmes + encontro com Tonacci, basta se inscrever aqui. Valor: R$ 50,00 (acesso a todos os filmes da mostra Tonacci + Encontro com o diretor).

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  • 23 mai 2015

    [Mostra Andrea Tonacci] Olho por Olho e Blá, blá, blá

    [Mostra Andrea Tonacci] Olho por Olho e Blá, blá, blá

    Olho por olho
    Direção: Andrea Tonacci, 1966, 22 min
    Sinopse: Um grupo de amigos da classe média circula de carro pela cidade de São Paulo, reagindo ao sentimento de impotência e frustração que lhes invade a vida. Primeiro filme dirigido por Andrea Tonacci, com montagem de Rogério Sganzerla.

    Blá, blá, blá
    Direção: Andrea Tonacci, 1968, 26 min
    Sinopse: O sentido do poder e da palavra em crise situam o homem (Paulo Gracindo) que os manipula numa idêntica crise pessoal, humana. A farsa do discurso de intenção humanista é total e absoluta. Um ditador num momento de grave crise nacional, confrontado na cidade e no campo por revoltas e guerrilha, na busca de uma paz ilusória, faz um longo pronunciamento pela televisão. Mas a realidade impõe-se à sua ficção e o controle da situação escapa-lhe das mãos. Sobra-lhe uma patética confissão antes de ser tirado do ar.

    → Dia 23 de maio de 2015
    Horário: 15 horas
    Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)
    Obs) Este filme integra a Mostra de filmes do diretor Andrea Tonacci e ainda um encontro do diretor com profissionais, estudantes e público interessado em cinema. Para ter acesso à mostra de filmes + encontro com Tonacci, basta se inscrever aqui. Valor: R$ 50,00 (acesso a todos os filmes da mostra Tonacci + Encontro com o diretor).

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  • 23 mai 2015

    [Mostra Andrea Tonacci] Conversas no Maranhão

    [Mostra Andrea Tonacci] Conversas no Maranhão

    Sessão comentada pelo diretor Andrea Tonacci

    Direção: Andrea Tonacci, 1977, 120 min

    Sinopse: Durante a demarcação oficial de suas terras pela Fundação Nacional do Índio, os Canela Apaniekra ou Timbira orientais, decidem interromper o trabalho dos topógrafos e enviar suas reivindicações para Brasília na forma de carta, gravação e filme. Assim eles expressam sua insatisfação para com os limites territoriais impostos pela Funai. O filme foi realizado com a participação e a orientação dos mais velhos do Conselho da aldeia e pretende ser um documento oficial da nação Canela ao estado Brasileiro. A história do grupo, os massacres, a dispersão, o reencontro, os posseiros e os limites imemoriais do território são revelados através de imagens do cotidiano na aldeia.

    → Dia 23 de maio de 2015
    Horário: 19 horas
    Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)
    Obs) Este filme integra a Mostra de filmes do diretor Andrea Tonacci e ainda um encontro do diretor com profissionais, estudantes e público interessado em cinema. Para ter acesso à mostra de filmes + encontro com Tonacci, basta se inscrever aqui. Valor: R$ 50,00 (acesso a todos os filmes da mostra Tonacci + Encontro com o diretor).

     

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  • 23 mai 2015

    [Mostra Andrea Tonacci] Bienal Brasil Século XX e Theatro Mvnicipal de São Paulo

    [Mostra Andrea Tonacci] Bienal Brasil Século XX e Theatro Mvnicipal de São Paulo

    Bienal Brasil Século XX
    Direção: Andrea Tonacci, 1992, 65 min
    Sinopse: Um olhar sobre a evolução das artes plásticas brasileiras durante o Século XX. Realizado para a Fundação Bienal de São Paulo.

    Theatro Mvnicipal de São Paulo
    Direção: Andrea Tonacci, 1998, 60 min
    Sinopse: Um olhar sobre o Theatro Mvnicipal de São Paulo. Realizado para o Ministério da Cultura.

    → Dia 23 de maio de 2015
    Horário: 21h30
    Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)
    Obs) Este filme integra a Mostra de filmes do diretor Andrea Tonacci e ainda um encontro do diretor com profissionais, estudantes e público interessado em cinema. Para ter acesso à mostra de filmes + encontro com Tonacci, basta se inscrever aqui. Valor: R$ 50,00 (acesso a todos os filmes da mostra Tonacci + Encontro com o diretor).

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  • 24 mai 2015

    [Mostra Andrea Tonacci] Serras da Desordem

    [Mostra Andrea Tonacci] Serras da Desordem

    Direção: Andrea Tonacci, 2006, 136 min

    Sinopse: Carapirú é um índio nômade, que escapa de um ataque surpresa de fazendeiros. Durante 10 anos ele perambula sozinho pelas serras do Brasil central, até ser capturado em novembro de 1988, a 2000 km de distância de sua fuga inicial. Levado a Brasília pelo sertanista Sydney Ferreira Possuelo, em uma semana ele se torna manchete por todo país e centro de uma polêmica entre antropólogos e linguistas em relação à sua origem e identidade. Na tentativa de identificar sua origem ele reencontra um filho, com quem retorna ao Maranhão. Porém o que Carapirú encontra ao retornar já não está mais de acordo com sua vida nômade.

    → Dia 24 de maio de 2015
    Horário: 15 horas
    Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)
    Obs) Este filme integra a Mostra de filmes do diretor Andrea Tonacci e ainda um encontro do diretor com profissionais, estudantes e público interessado em cinema. Para ter acesso à mostra de filmes + encontro com Tonacci, basta se inscrever aqui. Valor: R$ 50,00 (acesso a todos os filmes da mostra Tonacci + Encontro com o diretor).

     

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  • 24 mai 2015

    [Mostra Andrea Tonacci] Já Visto, Jamais Visto

    [Mostra Andrea Tonacci] Já Visto, Jamais Visto

    Direção: Andrea Tonacci, 2013, 54 min

    Sinopse: Um diálogo entre as memórias de um autor e as imagens que filmou e guardou ao longo de 50 anos de atividade cinematográfica. Segmentos de vida nunca exibidos, nunca revistos e nunca editados. Uma reflexão sobre imagens que permaneceram à margem da memória, e de memórias à beira do esquecimento. A imagem captada é um outro, o outro, ela provoca sentidos em quem a vê, altera a visão do mundo, é a presença da uma intenção interferindo numa realidade que lhe é externa, como os efeitos de qualquer ação na realidade cotidiana. Contudo memórias e registros são ambos transitórios, fragmentos impermanentes na mente e na matéria, constituem a narrativa da momentânea consciência progressiva que temos de solidez do ser e do mundo.

    → Dia 24 de maio de 2015
    Horário: 20 horas
    Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)
    Obs) Este filme integra a Mostra de filmes do diretor Andrea Tonacci e ainda um encontro do diretor com profissionais, estudantes e público interessado em cinema. Para ter acesso à mostra de filmes + encontro com Tonacci, basta se inscrever aqui. Valor: R$ 50,00 (acesso a todos os filmes da mostra Tonacci + Encontro com o diretor).

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  • 26 mai 2015

    Cine 104 Mostra: o Cinema de BH – Lançamento de curtas mineiros

    [Cine 104 Mostra: o Cinema de BH] Lançamento dos curtas-metragens mineiros: “Isso Também Passa”, “Bufali” e “Eu, eu mesmo e os outros eus – Uma cinebiografia de fricção de Ataídes Braga”

    Entrada franca, com distribuição de ingressos meia hora antes da sessão – Classificação indicativa – 12 anos

    Isso Também Passa
    Direção – M. Basílio – Brasil/ BH, 2015, 18 min
    Sinopse – Dois homens de personalidades opostas, Félix e Nicolas, ficam presos em um elevador e começam a falar de seus problemas. Félix é a representação da depressão, enquanto Nicolas é a representação da felicidade.


    Bufali
    Direção – Pedro Quintero, Vitor Brandão e Lucas Marçal
    Brasil/ BH, 2014, 8 min
    Sinopse – Fragmento de um cotidiano em tédio. Uma sala de Tv e uma cozinha.


    Eu, eu mesmo e os outros eus – Uma cinebiografia de fricção de Ataídes Braga
    Direção – Jefferson Assunção - Brasil/ BH, 2015, 18 min
    Sinopse – A partir de imagens documentárias foi montado um mosaico caleidoscópico de possibilidades de pensamento do ser na era de reprodutibilidade técnica.

    → Cine 104 Mostra: o Cinema de BH – Exibição dos curtas-metragens “Isso Também Passa”, “Bufali” e “Eu, eu mesmo e os outros eus – Uma cinebiografia de fricção de Ataídes Braga”
    Dia 26 de maio de 2015
    Horário: 20h30
    Entrada gratuita, com distribuição dos ingressos meia hora antes da sessão

    Detalhes

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  • 26 mai 27 mai 2015

    Cine 104 promove Mostra Jean Cocteau

    Nos dias 26 e 27 de maio serão exibidos dois longas-metragens do diretor e outros dois documentários sobre o artista francês. A entrada é franca.

    Nos dias 26 e 27 de maio, terça e quarta-feira, o Cine 104 apresenta a Mostra Jean Cocteau, com a exibição de dois longas-metragens (os clássicos Sangue de um Poeta e A Bela e a Fera) e dois documentários sobre o artista francês. A Mostra acontece em razão do lançamento da tradução brasileira do livro “A dificuldade de Ser”, de Jean Cocteau, realizada por Wellington Júnio Costa, que participará de um debate e de um lançamento do livro, no Café 104, no dia 26 de maio, terça-feira, às 20 horas (logo após a exibição do documentário Cocteau et Compagnie, programado para as 19 horas). Os filmes da Mostra Jean Cocteau têm entrada franca, com distribuição dos ingressos meia hora antes de cada sessão.

    Confira a programação completa abaixo:

    Mostra Jean Cocteau – 26 e 27 de maio
    Classificação indicativa – 14 anos
    Entrada franca, com distribuição de ingressos meia hora antes das sessões.

    26 de maio – terça-feira
    17 horas – A Bela e a Fera (Jean Cocteau, 1946, 93 min)
    19 horas – Cocteau et Compagnie (Jean-Paul Fargier, 2003, 52 min)
    * legendas em espanhol
    ** sessão seguida de debate, no Café 104, com Wellington Júnio Costa, tradutor do livro Jean Cocteau – A Dificuldade de Ser (La Diffficulté d’être, 1983, Jean Cocteau), que será lançado na ocasião.

    27 de maio – quarta-feira
    17 horas – O Sangue de um Poeta (Jean Cocteau, 1930, 55 min)
    19 horas – Jean Cocteau, Autoretrato de um Desconhecido (Edgardo Cozarinsky, 68 min)
    20h30 – A Bela e a Fera (Jean Cocteau, 1946, 93 min)

    SINOPSE E INFOS DOS FILMES DA MOSTRA JEAN COCTEAU

    A Bela e a Fera (La Belle et la Bête)
    Direção – Jean Cocteau – França, 1946, 93 min
    Sinopse – Era uma vez, um mercador arruinado que, durante uma viagem, se perdeu na floresta e descobriu um castelo que parecia abandonado, de onde roubou uma rosa para oferecer a uma de suas filhas, a gentil Bela. O castelo pertencia a Fera, de aparência e estatura nobre, mas com o rosto e as mãos animalescos. Surpreendido no jardim, o mercador submete-se à imposição da Fera: para que sua vida seja salva, uma de suas filhas deve ser sacrificada. Então, Bela vai morar com a Fera no castelo e os dois vivem uma intensa relação. Adaptação do conto de Madame Leprince de Beaumont, esse clássico francês é muito mais que um simples filme. O diretor Jean Cocteau o realizou para ser contado e recontado por várias gerações.

    Cocteau et compagnie
    Direção – Jean-Paul Fargier – França, 2003, 52’
    * legendas em espanhol
    Sinopse – Um documentário tão poético quanto toda a obra de Jean Cocteau. Nele o poeta desenha diante da câmera e vemos evoluir a linha, definitivamente, à maneira de um músico de jazz, ou mesmo como a escrita em ação. Essa linha, que se expande, constitui a figura central do filme, que traça um retrato original e erudito do artista, mas também de uma época em que as experimentações e interações entre artistas revelavam uma pesquisa extensa e eclética. O filme foi selecionado para o Festival Internacional dos Programas Audiovisuais (FIPA) de Biarritz em 2004.

    O sangue de um poeta (Le Sang d’un Poète)
    Direção – Jean Cocteau – França, 1930, 55 min
    Sinopse – O sangue de um poeta mostra os sofrimentos e as obsessões de um artista em busca da sua arte, através de mundos sonhados. É o primeiro filme de Jean Cocteau e tornou-se uma grande referência para gerações posteriores, como por exemplo, François Truffaut e outros cineastas da Nouvelle Vague francesa.

    Jean Cocteau, autorretrato de um desconhecido (Jean Cocteau, Autoportrait d’un Inconnu)
    Direção – Edgardo Cozarinsky – França, 1985, 68 min
    Sinopse – A trama desse filme é dada pela voz e pela mão do poeta que ata e desata seu traço para passar da escrita ao desenho. Um documentário em que o tema fala de si mesmo e, pela sua fala, recria todo o seu universo.

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  • 06 jun 07 jun 2015

    Inscrições abertas para o BAU de junho

    Bazar de Arte e  Utilidades acontece nos dias 06 e 07 de junho


    O BAU {bazar de arte e utilidades} de junho funcionará em dois dias, reunindo trabalhos de artesãos, designers e artistas, além de uma programação de oficinas, performances e intervenções artísticas. No mês de junho, o bazar mais descolado de BH acontecerá nos dias 06 e 07 de junho, de 10 às 19 horas (sábado) e das 10 às 18 horas (domingo), no Espaço CentoeQuatro (Praça Ruy Barbosa, 104, Centro, BH).

    Valores dos estandes por edição:

    → R$ 240,00 (Duzentos e quarenta reais) – estandes no corredor principal;
    → R$ 200,00 (Duzentos Reais) estandes em outros setores.

    Quer participar do BAU?

    → Preencha este formulário para conhecermos melhor a sua marca. Você receberá uma reposta em breve.

    O BAU {bazar de arte e utilidades} é um evento de negócios criativos e autônomos que reúne designers, artistas e artesãos independentes para expor e comercializar produtos feitos à mão tais como móveis, objetos de decoração, bijuterias, joias, bolsas, cadernos, roupas, desenhos, pinturas, etc. Durante o BAU, o Café 104 funciona com um cardápio com opções para almoçar, petiscar ou lanchar.

    → Expositores do BAU têm:
    → O CentoeQuatro possui estacionamento conveniado, ou seja, os expositores interessados devem carimbar o ticket para obter o desconto. O valor é de R$ 5,00 por veículo pelo tempo de permanência no BAU;
    → 02 convites cortesias para o BAU;
    → Divulgação dos produtos e serviços dos expositores do BAU na imprensa e nas redes sociais (instagram, facebook, twitter e tumblr);
    → Envio de newsletter;
    → Distribuição de Folhetos e cartazes.

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  • 22 mai 24 mai 2015

    Mostra de filmes e Encontro com o diretor Andrea Tonacci

    [encontros com realizadores] Cine 104 promove mostra de filmes e Encontro com o diretor Andrea Tonacci

    Projeto “Encontros com Realizadores” visa troca de conhecimento entre realizadores, estudantes, profissionais e público interessado em cinema; Mostra e Encontro com o diretor Andrea Tonacci acontecem nos dias 22 a 24 de maio, no CentoeQuatro

    O Cine 104, localizado no Espaço CentoeQuatro (Praça Ruy Barbosa, 104 – Centro – BH), promove entre os dias 22 e 24 de maio, mais uma edição do projeto “Encontros com Realizadores”, que propõe a troca de conhecimento entre realizadores e estudantes, profissionais e pessoas interessadas em cinema. O cineasta Andrea Tonacci virá a Belo Horizonte para apresentar uma mostra de seus filmes, sessões comentadas e participar de dois “encontros” com o público. As inscrições podem ser feitas pelo Sympla. O valor é R$50,00 e a inscrição inclui acesso à mostra de filmes do diretor. O público também pode apenas conferir aos filmes de Tonacci, neste caso o valor do ingresso é R$ 10 e R$ 5 (meia entrada) para cada um deles.

    Segundo Tonacci, a proposta é fazer uma reflexão sobre a motivação e o processo de realização de seus filmes, da responsabilidade de cometê-los, da imprevisibilidade das consequências, do aprendizado da atenção, da observação da experiência, da vivência do cinema como procedimento de busca, conhecimento e revelação.

    Sobre Andrea Tonacci – Nascido em Roma, em 1944, Andrea Tonacci se mudou para São Paulo em 1953, onde reside até hoje. Estuda engenharia, arquitetura, fotografia, gravura e desenho, dirige, fotografa e monta curtas metragens até 1970 quando realiza o clássico Bang Bang, longa metragem de referência obrigatória no cinema brasileiro. Foi um dos primeiros a utilizar equipamento de vídeo portátil no Brasil, e entre 1977 e 1984 realiza ampla documentação da situação social indígena nas Américas e pesquisa a utilização da mídia pelos índios, participa das expedições de primeiro contato com os índios Arara e trabalha realizando filmes institucionais.

    Pesquisador de linguagem audiovisual, em 1992 cria a Extrema, produtora para filmes independentes, e em 2002 narra a saga do índio Carapirú no premiado longa Serras da Desordem. Seus trabalhos são identificados como um processo de investigação de nós mesmos e sua obra é referida como pertencente ao ciclo do cinema “marginal”, ou de “invenção”.

    Programação
    Sexta-feira, dia 22 de maio
    21h – Bang-Bang (85’)

    Sábado, dia 23 de maio
    15h – Olho por Olho + Blá, Blá, Blá (48’)
    16h30 às 18h30 – Encontro com Tonacci – parte I (atividade para participantes previamente inscritos)
    19h – Conversas no Maranhão (120’) – sessão comentada
    21h30 – Bienal Brasil Século XX + Theatro Mvnicipal de SP (120’)

    Domingo, dia 24 de maio
    15h – Serras da Desordem (136’)
    17h30 a 19h30 – Encontro com Tonacci – parte II (atividade para participantes previamente inscritos)
    20h – Já Visto, Jamais Visto (54’) – sessão comentada

    Informações dos filmes da Mostra
    Olho por olho (Andrea Tonacci, 1966, 22 min)
    Um grupo de amigos da classe média circula de carro pela cidade de São Paulo, reagindo ao sentimento de impotência e frustração que lhes invade a vida. Primeiro filme dirigido por Andrea Tonacci, com montagem de Rogério Sganzerla.

    Blá, blá, blá (Andrea Tonacci, 1968, 26 min)
    O sentido do poder e da palavra em crise situam o homem (Paulo Gracindo) que os manipula numa idêntica crise pessoal, humana. A farsa do discurso de intenção humanista é total e absoluta. Um ditador num momento de grave crise nacional, confrontado na cidade e no campo por revoltas e guerrilha, na busca de uma paz ilusória, faz um longo pronunciamento pela televisão. Mas a realidade impõe-se à sua ficção e o controle da situação escapa-lhe das mãos. Sobra-lhe uma patética confissão antes de ser tirado do ar.

    Bang-Bang (Andrea Tonacci, 1970, 85 min)
    O ator de um filme em realização vive sem distinção a sua realidade pessoal e a ficção de seu personagem. Como objeto involuntário do acaso e da circunstância busca um sentido e uma saída daquela situação enquanto é perseguido por bandidos, um mágico, uma fantasia amorosa, um bêbado, sua auto imagem…. A comicidade, os motivos da perseguição, as situações, os personagens, a cenografia, os diálogos e a trilha sonora, que utiliza temas conhecidos de outros filmes, remetem a símbolos, metáforas e à recusa da possível lógica narrativa, no sentido de permitir ao espectador uma sensação análoga à do personagem central, induzindo-o à necessidade de pensar um sentido enquanto perdido e conduzido pela expectativa sustentada, e pelo anticlimax intencionalmente recorrente. Uma viagem bem humorada e visualmente moderna. Na época, 1970, o filme foi interditado para menores de 18 anos e proibida a exportação. No sentido de contextualizar o filme, os anos 70 foram os anos do auge da repressão política e cultural das ditaduras militares impostas pelos interesses do planejamento econômico para o continente.

    Conversas no Maranhão (Andrea Tonacci, 1977, 120 min)
    Durante a demarcação oficial de suas terras pela Fundação Nacional do Índio, os Canela Apaniekra ou Timbira orientais, decidem interromper o trabalho dos topógrafos e enviar suas reivindicações para Brasília na forma de carta, gravação e filme. Assim eles expressam sua insatisfação para com os limites territoriais impostos pela Funai. O filme foi realizado com a participação e a orientação dos mais velhos do Conselho da aldeia e pretende ser um documento oficial da nação Canela ao estado Brasileiro. A história do grupo, os massacres, a dispersão, o reencontro, os posseiros e os limites imemoriais do território são revelados através de imagens do cotidiano na aldeia.

    Bienal Brasil Século XX (Andrea Tonacci, 1992, 65 min)
    Um olhar sobre a evolução das artes plásticas brasileiras durante o Século XX. Realizado para a Fundação Bienal de São Paulo.

    Theatro Mvnicipal de São Paulo (Andrea Tonacci, 1998, 60 min)
    Um olhar sobre o Theatro Mvnicipal de São Paulo. Realizado para o Ministério da Cultura.

    Serras da Desordem (Andrea Tonacci, 2006, 136 min)
    Carapirú é um índio nômade, que escapa de um ataque surpresa de fazendeiros. Durante 10 anos ele perambula sozinho pelas serras do Brasil central, até ser capturado em novembro de 1988, a 2000 km de distância de sua fuga inicial. Levado a Brasília pelo sertanista Sydney Ferreira Possuelo, em uma semana ele se torna manchete por todo país e centro de uma polêmica entre antropólogos e linguistas em relação à sua origem e identidade. Na tentativa de identificar sua origem ele reencontra um filho, com quem retorna ao Maranhão. Porém o que Carapirú encontra ao retornar já não está mais de acordo com sua vida nômade.

    Já Visto, Jamais Visto (Andrea Tonacci, 2013, 54 min)
    Um diálogo entre as memórias de um autor e as imagens que filmou e guardou ao longo de 50 anos de atividade cinematográfica. Segmentos de vida nunca exibidos, nunca revistos e nunca editados. Uma reflexão sobre imagens que permaneceram à margem da memória, e de memórias à beira do esquecimento. A imagem captada é um outro, o outro, ela provoca sentidos em quem a vê, altera a visão do mundo, é a presença da uma intenção interferindo numa realidade que lhe é externa, como os efeitos de qualquer ação na realidade cotidiana. Contudo memórias e registros são ambos transitórios, fragmentos impermanentes na mente e na matéria, constituem a narrativa da momentânea consciência progressiva que temos de solidez do ser e do mundo.

    SERVIÇO
    Encontros com Realizadores – Encontro com o diretor Andrea Tonacci
    Cine 104 – 22 a 24 de maio
    Encontro com Tonacci – parte I – dia 23 de maio, 16h30 às 18h30
    Encontro com Tonacci – parte II – dia 24 de maio, 17h30 às 19h30
    Valor – R$50,00 (para participação nos Encontros, inclui entrada em todas as sessões da mostra)
    Obs. Público não inscrito para o “Encontro” poderá assistir às sessões de filmes (ingressos a R$10,00 a inteira e R$5,00 a meia)
    Inscrições – www.sympla.com.br
    Informações – www.centoequatro.org

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  • 22 mai 2015

    [Mostra Andrea Tonacci] Bang-Bang

    [Mostra Andrea Tonacci] Bang-Bang

    Direção: Andrea Tonacci, 1970, 85 min

    Sinopse: O ator de um filme em realização vive sem distinção a sua realidade pessoal e a ficção de seu personagem. Como objeto involuntário do acaso e da circunstância busca um sentido e uma saída daquela situação enquanto é perseguido por bandidos, um mágico, uma fantasia amorosa, um bêbado, sua auto imagem…. A comicidade, os motivos da perseguição, as situações, os personagens, a cenografia, os diálogos e a trilha sonora, que utiliza temas conhecidos de outros filmes, remetem a símbolos, metáforas e à recusa da possível lógica narrativa, no sentido de permitir ao espectador uma sensação análoga à do personagem central, induzindo-o à necessidade de pensar um sentido enquanto perdido e conduzido pela expectativa sustentada, e pelo anticlimax intencionalmente recorrente. Uma viagem bem humorada e visualmente moderna. Na época, 1970, o filme foi interditado para menores de 18 anos e proibida a exportação. No sentido de contextualizar o filme, os anos 70 foram os anos do auge da repressão política e cultural das ditaduras militares impostas pelos interesses do planejamento econômico para o continente.

    → Dia 22 de maio de 2015
    Horário: 21 horas
    Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)
    Obs) Este filme integra a Mostra de filmes do diretor Andrea Tonacci e ainda um encontro do diretor com profissionais, estudantes e público interessado em cinema. Para ter acesso à mostra de filmes + encontro com Tonacci, basta se inscrever aqui. Valor: R$ 50,00 (acesso a todos os filmes da mostra Tonacci + Encontro com o diretor).

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  • 23 mai 2015

    [Mostra Andrea Tonacci] Olho por Olho e Blá, blá, blá

    [Mostra Andrea Tonacci] Olho por Olho e Blá, blá, blá

    Olho por olho
    Direção: Andrea Tonacci, 1966, 22 min
    Sinopse: Um grupo de amigos da classe média circula de carro pela cidade de São Paulo, reagindo ao sentimento de impotência e frustração que lhes invade a vida. Primeiro filme dirigido por Andrea Tonacci, com montagem de Rogério Sganzerla.

    Blá, blá, blá
    Direção: Andrea Tonacci, 1968, 26 min
    Sinopse: O sentido do poder e da palavra em crise situam o homem (Paulo Gracindo) que os manipula numa idêntica crise pessoal, humana. A farsa do discurso de intenção humanista é total e absoluta. Um ditador num momento de grave crise nacional, confrontado na cidade e no campo por revoltas e guerrilha, na busca de uma paz ilusória, faz um longo pronunciamento pela televisão. Mas a realidade impõe-se à sua ficção e o controle da situação escapa-lhe das mãos. Sobra-lhe uma patética confissão antes de ser tirado do ar.

    → Dia 23 de maio de 2015
    Horário: 15 horas
    Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)
    Obs) Este filme integra a Mostra de filmes do diretor Andrea Tonacci e ainda um encontro do diretor com profissionais, estudantes e público interessado em cinema. Para ter acesso à mostra de filmes + encontro com Tonacci, basta se inscrever aqui. Valor: R$ 50,00 (acesso a todos os filmes da mostra Tonacci + Encontro com o diretor).

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  • 23 mai 2015

    [Mostra Andrea Tonacci] Conversas no Maranhão

    [Mostra Andrea Tonacci] Conversas no Maranhão

    Sessão comentada pelo diretor Andrea Tonacci

    Direção: Andrea Tonacci, 1977, 120 min

    Sinopse: Durante a demarcação oficial de suas terras pela Fundação Nacional do Índio, os Canela Apaniekra ou Timbira orientais, decidem interromper o trabalho dos topógrafos e enviar suas reivindicações para Brasília na forma de carta, gravação e filme. Assim eles expressam sua insatisfação para com os limites territoriais impostos pela Funai. O filme foi realizado com a participação e a orientação dos mais velhos do Conselho da aldeia e pretende ser um documento oficial da nação Canela ao estado Brasileiro. A história do grupo, os massacres, a dispersão, o reencontro, os posseiros e os limites imemoriais do território são revelados através de imagens do cotidiano na aldeia.

    → Dia 23 de maio de 2015
    Horário: 19 horas
    Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)
    Obs) Este filme integra a Mostra de filmes do diretor Andrea Tonacci e ainda um encontro do diretor com profissionais, estudantes e público interessado em cinema. Para ter acesso à mostra de filmes + encontro com Tonacci, basta se inscrever aqui. Valor: R$ 50,00 (acesso a todos os filmes da mostra Tonacci + Encontro com o diretor).

     

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  • 23 mai 2015

    [Mostra Andrea Tonacci] Bienal Brasil Século XX e Theatro Mvnicipal de São Paulo

    [Mostra Andrea Tonacci] Bienal Brasil Século XX e Theatro Mvnicipal de São Paulo

    Bienal Brasil Século XX
    Direção: Andrea Tonacci, 1992, 65 min
    Sinopse: Um olhar sobre a evolução das artes plásticas brasileiras durante o Século XX. Realizado para a Fundação Bienal de São Paulo.

    Theatro Mvnicipal de São Paulo
    Direção: Andrea Tonacci, 1998, 60 min
    Sinopse: Um olhar sobre o Theatro Mvnicipal de São Paulo. Realizado para o Ministério da Cultura.

    → Dia 23 de maio de 2015
    Horário: 21h30
    Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)
    Obs) Este filme integra a Mostra de filmes do diretor Andrea Tonacci e ainda um encontro do diretor com profissionais, estudantes e público interessado em cinema. Para ter acesso à mostra de filmes + encontro com Tonacci, basta se inscrever aqui. Valor: R$ 50,00 (acesso a todos os filmes da mostra Tonacci + Encontro com o diretor).

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  • 24 mai 2015

    [Mostra Andrea Tonacci] Serras da Desordem

    [Mostra Andrea Tonacci] Serras da Desordem

    Direção: Andrea Tonacci, 2006, 136 min

    Sinopse: Carapirú é um índio nômade, que escapa de um ataque surpresa de fazendeiros. Durante 10 anos ele perambula sozinho pelas serras do Brasil central, até ser capturado em novembro de 1988, a 2000 km de distância de sua fuga inicial. Levado a Brasília pelo sertanista Sydney Ferreira Possuelo, em uma semana ele se torna manchete por todo país e centro de uma polêmica entre antropólogos e linguistas em relação à sua origem e identidade. Na tentativa de identificar sua origem ele reencontra um filho, com quem retorna ao Maranhão. Porém o que Carapirú encontra ao retornar já não está mais de acordo com sua vida nômade.

    → Dia 24 de maio de 2015
    Horário: 15 horas
    Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)
    Obs) Este filme integra a Mostra de filmes do diretor Andrea Tonacci e ainda um encontro do diretor com profissionais, estudantes e público interessado em cinema. Para ter acesso à mostra de filmes + encontro com Tonacci, basta se inscrever aqui. Valor: R$ 50,00 (acesso a todos os filmes da mostra Tonacci + Encontro com o diretor).

     

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  • 24 mai 2015

    [Mostra Andrea Tonacci] Já Visto, Jamais Visto

    [Mostra Andrea Tonacci] Já Visto, Jamais Visto

    Direção: Andrea Tonacci, 2013, 54 min

    Sinopse: Um diálogo entre as memórias de um autor e as imagens que filmou e guardou ao longo de 50 anos de atividade cinematográfica. Segmentos de vida nunca exibidos, nunca revistos e nunca editados. Uma reflexão sobre imagens que permaneceram à margem da memória, e de memórias à beira do esquecimento. A imagem captada é um outro, o outro, ela provoca sentidos em quem a vê, altera a visão do mundo, é a presença da uma intenção interferindo numa realidade que lhe é externa, como os efeitos de qualquer ação na realidade cotidiana. Contudo memórias e registros são ambos transitórios, fragmentos impermanentes na mente e na matéria, constituem a narrativa da momentânea consciência progressiva que temos de solidez do ser e do mundo.

    → Dia 24 de maio de 2015
    Horário: 20 horas
    Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)
    Obs) Este filme integra a Mostra de filmes do diretor Andrea Tonacci e ainda um encontro do diretor com profissionais, estudantes e público interessado em cinema. Para ter acesso à mostra de filmes + encontro com Tonacci, basta se inscrever aqui. Valor: R$ 50,00 (acesso a todos os filmes da mostra Tonacci + Encontro com o diretor).

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  • 26 mai 2015

    Cine 104 Mostra: o Cinema de BH – Lançamento de curtas mineiros

    [Cine 104 Mostra: o Cinema de BH] Lançamento dos curtas-metragens mineiros: “Isso Também Passa”, “Bufali” e “Eu, eu mesmo e os outros eus – Uma cinebiografia de fricção de Ataídes Braga”

    Entrada franca, com distribuição de ingressos meia hora antes da sessão – Classificação indicativa – 12 anos

    Isso Também Passa
    Direção – M. Basílio – Brasil/ BH, 2015, 18 min
    Sinopse – Dois homens de personalidades opostas, Félix e Nicolas, ficam presos em um elevador e começam a falar de seus problemas. Félix é a representação da depressão, enquanto Nicolas é a representação da felicidade.


    Bufali
    Direção – Pedro Quintero, Vitor Brandão e Lucas Marçal
    Brasil/ BH, 2014, 8 min
    Sinopse – Fragmento de um cotidiano em tédio. Uma sala de Tv e uma cozinha.


    Eu, eu mesmo e os outros eus – Uma cinebiografia de fricção de Ataídes Braga
    Direção – Jefferson Assunção - Brasil/ BH, 2015, 18 min
    Sinopse – A partir de imagens documentárias foi montado um mosaico caleidoscópico de possibilidades de pensamento do ser na era de reprodutibilidade técnica.

    → Cine 104 Mostra: o Cinema de BH – Exibição dos curtas-metragens “Isso Também Passa”, “Bufali” e “Eu, eu mesmo e os outros eus – Uma cinebiografia de fricção de Ataídes Braga”
    Dia 26 de maio de 2015
    Horário: 20h30
    Entrada gratuita, com distribuição dos ingressos meia hora antes da sessão

    Detalhes

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  • 26 mai 27 mai 2015

    Cine 104 promove Mostra Jean Cocteau

    Nos dias 26 e 27 de maio serão exibidos dois longas-metragens do diretor e outros dois documentários sobre o artista francês. A entrada é franca.

    Nos dias 26 e 27 de maio, terça e quarta-feira, o Cine 104 apresenta a Mostra Jean Cocteau, com a exibição de dois longas-metragens (os clássicos Sangue de um Poeta e A Bela e a Fera) e dois documentários sobre o artista francês. A Mostra acontece em razão do lançamento da tradução brasileira do livro “A dificuldade de Ser”, de Jean Cocteau, realizada por Wellington Júnio Costa, que participará de um debate e de um lançamento do livro, no Café 104, no dia 26 de maio, terça-feira, às 20 horas (logo após a exibição do documentário Cocteau et Compagnie, programado para as 19 horas). Os filmes da Mostra Jean Cocteau têm entrada franca, com distribuição dos ingressos meia hora antes de cada sessão.

    Confira a programação completa abaixo:

    Mostra Jean Cocteau – 26 e 27 de maio
    Classificação indicativa – 14 anos
    Entrada franca, com distribuição de ingressos meia hora antes das sessões.

    26 de maio – terça-feira
    17 horas – A Bela e a Fera (Jean Cocteau, 1946, 93 min)
    19 horas – Cocteau et Compagnie (Jean-Paul Fargier, 2003, 52 min)
    * legendas em espanhol
    ** sessão seguida de debate, no Café 104, com Wellington Júnio Costa, tradutor do livro Jean Cocteau – A Dificuldade de Ser (La Diffficulté d’être, 1983, Jean Cocteau), que será lançado na ocasião.

    27 de maio – quarta-feira
    17 horas – O Sangue de um Poeta (Jean Cocteau, 1930, 55 min)
    19 horas – Jean Cocteau, Autoretrato de um Desconhecido (Edgardo Cozarinsky, 68 min)
    20h30 – A Bela e a Fera (Jean Cocteau, 1946, 93 min)

    SINOPSE E INFOS DOS FILMES DA MOSTRA JEAN COCTEAU

    A Bela e a Fera (La Belle et la Bête)
    Direção – Jean Cocteau – França, 1946, 93 min
    Sinopse – Era uma vez, um mercador arruinado que, durante uma viagem, se perdeu na floresta e descobriu um castelo que parecia abandonado, de onde roubou uma rosa para oferecer a uma de suas filhas, a gentil Bela. O castelo pertencia a Fera, de aparência e estatura nobre, mas com o rosto e as mãos animalescos. Surpreendido no jardim, o mercador submete-se à imposição da Fera: para que sua vida seja salva, uma de suas filhas deve ser sacrificada. Então, Bela vai morar com a Fera no castelo e os dois vivem uma intensa relação. Adaptação do conto de Madame Leprince de Beaumont, esse clássico francês é muito mais que um simples filme. O diretor Jean Cocteau o realizou para ser contado e recontado por várias gerações.

    Cocteau et compagnie
    Direção – Jean-Paul Fargier – França, 2003, 52’
    * legendas em espanhol
    Sinopse – Um documentário tão poético quanto toda a obra de Jean Cocteau. Nele o poeta desenha diante da câmera e vemos evoluir a linha, definitivamente, à maneira de um músico de jazz, ou mesmo como a escrita em ação. Essa linha, que se expande, constitui a figura central do filme, que traça um retrato original e erudito do artista, mas também de uma época em que as experimentações e interações entre artistas revelavam uma pesquisa extensa e eclética. O filme foi selecionado para o Festival Internacional dos Programas Audiovisuais (FIPA) de Biarritz em 2004.

    O sangue de um poeta (Le Sang d’un Poète)
    Direção – Jean Cocteau – França, 1930, 55 min
    Sinopse – O sangue de um poeta mostra os sofrimentos e as obsessões de um artista em busca da sua arte, através de mundos sonhados. É o primeiro filme de Jean Cocteau e tornou-se uma grande referência para gerações posteriores, como por exemplo, François Truffaut e outros cineastas da Nouvelle Vague francesa.

    Jean Cocteau, autorretrato de um desconhecido (Jean Cocteau, Autoportrait d’un Inconnu)
    Direção – Edgardo Cozarinsky – França, 1985, 68 min
    Sinopse – A trama desse filme é dada pela voz e pela mão do poeta que ata e desata seu traço para passar da escrita ao desenho. Um documentário em que o tema fala de si mesmo e, pela sua fala, recria todo o seu universo.

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  • 06 jun 07 jun 2015

    Inscrições abertas para o BAU de junho

    Bazar de Arte e  Utilidades acontece nos dias 06 e 07 de junho


    O BAU {bazar de arte e utilidades} de junho funcionará em dois dias, reunindo trabalhos de artesãos, designers e artistas, além de uma programação de oficinas, performances e intervenções artísticas. No mês de junho, o bazar mais descolado de BH acontecerá nos dias 06 e 07 de junho, de 10 às 19 horas (sábado) e das 10 às 18 horas (domingo), no Espaço CentoeQuatro (Praça Ruy Barbosa, 104, Centro, BH).

    Valores dos estandes por edição:

    → R$ 240,00 (Duzentos e quarenta reais) – estandes no corredor principal;
    → R$ 200,00 (Duzentos Reais) estandes em outros setores.

    Quer participar do BAU?

    → Preencha este formulário para conhecermos melhor a sua marca. Você receberá uma reposta em breve.

    O BAU {bazar de arte e utilidades} é um evento de negócios criativos e autônomos que reúne designers, artistas e artesãos independentes para expor e comercializar produtos feitos à mão tais como móveis, objetos de decoração, bijuterias, joias, bolsas, cadernos, roupas, desenhos, pinturas, etc. Durante o BAU, o Café 104 funciona com um cardápio com opções para almoçar, petiscar ou lanchar.

    → Expositores do BAU têm:
    → O CentoeQuatro possui estacionamento conveniado, ou seja, os expositores interessados devem carimbar o ticket para obter o desconto. O valor é de R$ 5,00 por veículo pelo tempo de permanência no BAU;
    → 02 convites cortesias para o BAU;
    → Divulgação dos produtos e serviços dos expositores do BAU na imprensa e nas redes sociais (instagram, facebook, twitter e tumblr);
    → Envio de newsletter;
    → Distribuição de Folhetos e cartazes.

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