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Praça Ruy Barbosa, 104 | Centro
Belo Horizonte | MG | 30.160-000
Telefone: (31) 3222-6457
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Funcionamento:
Café 104, Cine 104 e espaços multiuso: consulte a programação

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Programação

  • 21 jul 27 jul 2016

    [últimos dias] Futuro Junho

    Futuro Junho

    * Prêmio de Melhor Filme no VIII Janela Internacional de Cinema de Recife e Prêmio de Melhor Direção no Festival de Cinema do Rio, em 2015.

    Direção – Maria Augusta Ramos
    Brasil/ SP, 2015, 100 min

    →21 a 27 de julho, 17h (exceto segunda, dia 25)

    Classificação indicativa – 12 anos

    Sinopse – Semanas antes da Copa do Mundo de 2014, quatro trabalhadores em São Paulo são seguidos pela câmera clínica e rigorosa de Maria Augusta Ramos. Entre situações profissionais e momentos de intimidade, esses personagens da vida real expõem utopias e desilusões ao enfrentarem os desafios da maior metrópole do país.

    A diretora se detém na pluralidade de vivências urbanas e nos paradoxos e contradições típicos da sociedade brasileira.

    Sobre o filme

    A cineasta Maria Augusta Ramos continua a radiografar a realidade social e política brasileira com uma câmera clínica e direta em Futuro Junho, seu mais novo documentário. André Perfeito, analista financeiro; Alex Fernandes, metroviário; Anderson dos Anjos, metalúrgico; Alex Cientista, motoboy: quatro homens seguidos no dia a dia particular de cada um, semanas antes da abertura da Copa do Mundo FIFA de 2014.

    Se a realizadora antes construiu novas formas de olhar para os ambientes dos tribunais públicos (Justiça
 e Juízo), para a relação das comunidades cariocas com a polícia (Morro dos Prazeres) e para uma situação calamitosa de luta pela sobrevivência (Seca), em Futuro Junho ela estrutura uma visão múltipla sobre o dia a dia de algumas pessoas em São Paulo às vésperas do mais aguardado evento esportivo do mundo. São figuras da vida real que, ao longo do filme, expõem utopias e desilusões diante dos desafios que lhes surgem a cada instante. Entre imagens aéreas de prédios infinitos e instantes de intimidade em casa ou no trabalho, o filme se constrói na pluralidade de vivências urbanas e nos paradoxos e contradições da sociedade brasileira.

    A fotografia de Camila Freitas e Lucas Barbi e a montagem de Karen Akerman auxiliam na expressividade e na distância necessárias para que Maria Augusta Ramos se aproxime de cada personagem sem, para isso, tomar seus espaços. Futuro Junho se afasta do que registra para então ficar mais perto.

    Os espaços também se tornam personagens ao refletirem as personalidades dos trabalhadores em cena. O ambiente frio do mercado financeiro, o barulho ensurdecedor de uma linha de montagem, o risco das andanças de moto pelo trânsito de São Paulo ou a tensão com as forças policiais durante um movimento grevista dão a tônica do filme.

    Futuro Junho, sétimo longa-metragem de Maria Augusta Ramos, sedimenta a maneira singular da cineasta de se equilibrar entre a urgência dos temas que aborda e a potência política da forma estética de seus filmes.

    (texto de Marcelo Miranda)

    Crítica

    José Geraldo Couto – Blog do Instituto Moreira Sales
    http://blogdoims.com.br/ims/memorias-do-presente

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  • 21 jul 27 jul 2016

    [estreia] Mãe só há uma

    Mãe só há uma

    *da mesma diretora do filme “Que Horas Ela Volta?”;
    Prêmio “Teddy Award” no Festival de Berlim – Mostra Panorama

    Direção – Anna Muylaerte
    Brasil/ SP, 2016, 82 min

    com Naomi Nero, Matheus Nachtergaele, Dani Nefussi, Daniel Botelho

    Classificação indicativa – 16 anos

    →21 a 27 de Julho de 2016 (exceto segunda, dia 25)
    Horário: 19h
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Após denúncia anônima, o adolescente Pierre é obrigado a fazer um teste de DNA. Ele descobre que foi roubado da maternidade e que a mulher que o criou não é sua mãe biológica. Após a revelação o garoto é obrigado a trocar de família, de nome, de casa, de escola, tudo isso em meio às descobertas da juventude.

    Entrevista com a diretora Anna Muylaerte

    http://telatela.cartacapital.com.br/4328-2/

    Detalhes

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  • 21 jul 27 jul 2016

    [3ª semana] Janis: Little Girl Blue

    Janis: Little Girl Blue

    *Direção – Amy J. Berg
    EUA, 2015, 107 min
    Classificação indicativa: 14 anos

    →21 a 27 de Julho de 2016 (exceto segunda e terça, dias 25 e 26)
    Horário: 20h30
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela criou um lugar para as mulheres no mundo do rock. Ela foi a pioneira. Seu nome: Janis Joplin. A garota branca com uma voz feroz, com soul, que invadiu a cena musical dominado pelos homens. Nascida em uma pequena cidade do Texas, Janis, que morreu em 1970, aos 27 anos, ganha agora um documentário que revela a história de um ícone, uma mulher em uma América ultra-conservadora, lutando contra seus demônios interiores e vícios, e que em apenas poucos anos de carreira marcou para sempre a história do rock and roll.

    Sobre o filme

    Dirigido pela americana Amy J. Berg, indicada ao Oscar de Melhor Documentário em 2007 por Deliver Us from Evil, o filme demorou sete anos para ser concluído e foi produzido por Alex Gibney (vencedor do Oscar por Taxi to the Dark Side) e tem narração de Chan Marshall (mais conhecida como Cat Power).

    Janis: Little Girl Blue traz imagens de arquivo inéditas, correspondências pessoais de Janis para a família e amigos, entrevistas com a cantora e com seus contemporâneos (ex-companheiros da Big Brother and the Holding Company, músicos, namorados, amigos e familiares), além da sua passagem pelo Brasil. O filme traz também suas extraordinárias performances ao vivo de clássicos como “Piece of My Heart”, “Cry Baby”, e “Me and Bobby McGee”. O último álbum de Joplin, “Pearl”, lançado postumamente em 1971, completa 45 anos este ano.

    Sobre a diretora

    Amy J. Berg nasceu em Los Angeles, Estados Unidos, em 1970. Diretora, produtora e roteirista, Berg dirigiu diversos documentários, entre eles, Deliver Us from Evil (2006), que foi indicado ao Oscar em 2007; e o filme de ficção Every Secret Thing (2014). Janis: Little Girl Blue é seu quinto filme documental.

    Filmografia

    Prophet’s Prey (2014)
    An Open Secret (2014)
    Every Secret Thing (2012)
    West of Memphis (2007)
    Polarized (Curta, 2006)
    Deliver Us from Evil (2006)

    Festivais

    Venice Film Festival 2015
    Toronto International Film Festival 2015
    BFI London Film Festival 2015
    Deauville American Film Festival 2015
    Loft Film Festival 2015
    Houston Cinema Arts Festival 2015
    The International Documentary Film Festival Amsterdam 2015
    Key West Film Festival 2015
    Festival do Rio 2015

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  • 26 jul 2016

    [sessão especial] Itinerância Mostra Bicicultura

    [sessão especial] Itinerância Mostra Bicicultura

    →26 de julho, 20h30
    entrada gratuita, com distribuição de ingressos 30 min antes da sessão

    classificação indicativa – 12 anos

    Apresentação

    O Bicicultura é o maior encontro nacional de mobilidade por bicicleta e cicloativismo, acontece em São Paulo e busca ser o expoente máximo da bicicleta em todas as suas vertentes: cultural, social, política, artística, econômica e ambiental.

    O evento abre espaço para o convívio, o compartilhamento de conhecimento e a formação de alianças entre ciclistas, cicloativistas, entusiastas e interessados na democratização urbana, na sustentabilidade ambiental e na qualidade de vida que a bicicleta proporciona.

    Uma itinerância da mostra de filmes do evento chega a Belo Horizonte, com a seleção de 13 curtas, incluindo 07 trabalhos de Minas Gerais, que marcou forte presença.

    Após a exibição dos filmes, os realizadores de Minas presentes à sessão participarão de um bate papo com o público.

    Programação

    Ciclovia CaranAlter (Palestina Israel – Coletivo PI, MG/ PA, 4’41’’)
    Vá de Bicicleta (Fernando Biagioni, MG, 3’48’’)
    Praga da Ciclofaixa (Nigéria Filems, CE, 3’)
    Ravelli, uma Vida Dedicada ao Ciclismo (Ednei Sulzbach, SP, 5’58’’)
    Bicíclico (Igor Amin e Bruna Carvalho, MG, 5’)
    Respeita as Minas (Nina Tangerina, CE, 1’21’’)
    Circulação Exclusiva (Gustavo Adriano Ribeiro – Coletivo Omicron, PR, 4’11’’)
    Expedição Serra do Espinhaço (Fabiano Zig, SP, 10’)
    Drop Doc (Raphael Borges, SP, 5’25’’)
    Deu Rolê (Rafael Lage, MG, 7’41’’)
    Hora Marcada (Diego Duarte, MG, 6’)
    Bike Anjo na Virada Cultural (Marcos Gomes de Sousa, MG, 5’37’’)
    De Magrela (Marcelo Lin e Michel Brasil, MG, 3’08’’)

    Confira aqui release sobre a programação:
    https://bhcyclechic.wordpress.com/2016/07/19/mostra-itinerante-de-videos-do-bicicultura-2016-chega-a-bh/

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  • 28 jul 03 ago 2016

    [4ª semana] Janis: Little Girl Blue

    Janis: Little Girl Blue

    *Direção – Amy J. Berg
    EUA, 2015, 107 min
    Classificação indicativa: 14 anos

    →28 de Julho a 03 de Agosto de 2016 (exceto segunda, dia 01)
    Horário: 17h
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela criou um lugar para as mulheres no mundo do rock. Ela foi a pioneira. Seu nome: Janis Joplin. A garota branca com uma voz feroz, com soul, que invadiu a cena musical dominado pelos homens. Nascida em uma pequena cidade do Texas, Janis, que morreu em 1970, aos 27 anos, ganha agora um documentário que revela a história de um ícone, uma mulher em uma América ultra-conservadora, lutando contra seus demônios interiores e vícios, e que em apenas poucos anos de carreira marcou para sempre a história do rock and roll.

    Sobre o filme

    Dirigido pela americana Amy J. Berg, indicada ao Oscar de Melhor Documentário em 2007 por Deliver Us from Evil, o filme demorou sete anos para ser concluído e foi produzido por Alex Gibney (vencedor do Oscar por Taxi to the Dark Side) e tem narração de Chan Marshall (mais conhecida como Cat Power).

    Janis: Little Girl Blue traz imagens de arquivo inéditas, correspondências pessoais de Janis para a família e amigos, entrevistas com a cantora e com seus contemporâneos (ex-companheiros da Big Brother and the Holding Company, músicos, namorados, amigos e familiares), além da sua passagem pelo Brasil. O filme traz também suas extraordinárias performances ao vivo de clássicos como “Piece of My Heart”, “Cry Baby”, e “Me and Bobby McGee”. O último álbum de Joplin, “Pearl”, lançado postumamente em 1971, completa 45 anos este ano.

    Sobre a diretora

    Amy J. Berg nasceu em Los Angeles, Estados Unidos, em 1970. Diretora, produtora e roteirista, Berg dirigiu diversos documentários, entre eles, Deliver Us from Evil (2006), que foi indicado ao Oscar em 2007; e o filme de ficção Every Secret Thing (2014). Janis: Little Girl Blue é seu quinto filme documental.

    Filmografia

    Prophet’s Prey (2014)
    An Open Secret (2014)
    Every Secret Thing (2012)
    West of Memphis (2007)
    Polarized (Curta, 2006)
    Deliver Us from Evil (2006)

    Festivais

    Venice Film Festival 2015
    Toronto International Film Festival 2015
    BFI London Film Festival 2015
    Deauville American Film Festival 2015
    Loft Film Festival 2015
    Houston Cinema Arts Festival 2015
    The International Documentary Film Festival Amsterdam 2015
    Key West Film Festival 2015
    Festival do Rio 2015

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  • 28 jul 03 ago 2016

    [2ª semana] Mãe só há uma

    Mãe só há uma

    *da mesma diretora do filme “Que Horas Ela Volta?”;
    Prêmio “Teddy Award” no Festival de Berlim – Mostra Panorama

    Direção – Anna Muylaerte
    Brasil/ SP, 2016, 82 min

    com Naomi Nero, Matheus Nachtergaele, Dani Nefussi, Daniel Botelho

    Classificação indicativa – 16 anos

    →28 de Julho a 03 de Agosto de 2016 (exceto segunda, dia 01)
    Horário: 19h
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Após denúncia anônima, o adolescente Pierre é obrigado a fazer um teste de DNA. Ele descobre que foi roubado da maternidade e que a mulher que o criou não é sua mãe biológica. Após a revelação o garoto é obrigado a trocar de família, de nome, de casa, de escola, tudo isso em meio às descobertas da juventude.

    Entrevista com a diretora Anna Muylaerte

    http://telatela.cartacapital.com.br/4328-2/

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  • 28 jul 03 ago 2016

    [estreia] São Paulo em Hi-Fi

    São Paulo em Hi-Fi

    Direção – Lufe Steffen
    Brasil/ SP, 2016, 101 min

    →28 de Julho a 03 de Agosto (exceto segunda, dia 01)
    Horário: 20h30
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Classificação indicativa – 14 anos

    Sinopse – Documentário histórico que resgata a era de ouro da noite gay paulistana, fazendo uma viagem pelas décadas de 1960, 70 e 80 – a bordo das lembranças de testemunhas do período, trazendo à tona as casas noturnas que marcaram época, as estrelas, as transformistas, os heróis, e até os vilões: a ditadura militar e a explosão da aids.

    Sinopse curta – Documentário que resgata a era de ouro da noite gay paulistana nas décadas de 60, 70 e 80 – com as casas noturnas, as transformistas, os militantes, em plena época da ditadura militar.

    Sobre o filme

    Entrevistas

    Ao longo das gravações, registradas em junho de 2013, a equipe entrevistou cerca de vinte pessoas, que revelaram suas memórias e experiências. O escritor João Silvério Trevisan, o jornalista Celso Curi – autor da pioneira “Coluna do Meio”, primeira coluna gay do jornalismo brasileiro, em 1976 –, o historiador norte- americano James Green e os jornalistas Leão Lobo e Mário Mendes, entre outros, dão seus depoimentos no filme.

    A empresária Elisa Mascaro é outro destaque. Ao lado do marido, Fernando Simões, ela foi proprietária de três casas noturnas que marcaram o cenário gay da cidade: o K-7, o Medieval e a Corintho. A transformista Miss Biá, que começou a carreira em 1960, a transexual Gretta Starr e a drag queen Kaká di Polly também comparecem com histórias pitorescas, emocionantes e inesquecíveis.

    Locais

    Ao longo das entrevistas, diversas casas noturnas e bares foram relembrados, como a boate Homo Sapiens ( a famosa “HS”, onde hoje funciona a boate gay Bailão ), a danceteria Off, o “inferninho” Val Improviso e os bares lésbicos Ferro’s Bar, Moustache e Feitiço’s. Além, naturalmente, da boate Nostro Mondo, inaugurada em 1971 e que durou 42 anos.

    Prêmios

    Prêmio do Público: Melhor Documentário – 18o Queer Lisboa / Lisboa, Portugal
    3o Prêmio Papo Mix da Diversidade – Categoria Cultura LGBT
    Prêmio Câmara Municipal de São Paulo – Dia Municipal de Combate à Homofobia
    Troféu Ida Feldman – 21º Festival Mix Brasil da Diversidade Sexual

    FESTIVAIS

    21º Festival Mix Brasil da Diversidade Sexual / São Paulo, SP / Rio de Janeiro, RJ / 2013
    4º Close – Festival da Diversidade Sexual / Porto Alegre, RS / 2013
    6º In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical / São Paulo, SP / 2014
    3ª Sansex – Mostra de Cinema da Diversidade / Santos, SP / 2014
    28º Mix Milano Festival / Milão, Itália / 2014
    4º Rio Festival Gay de Cinema / Rio de Janeiro, RJ / 2014
    18º Queer Lisboa / Lisboa, Portugal / 2014
    7ª Mostra Possíveis Sexualidades / Salvador, BA / 2014
    4ª Mostra Interiores de Cinema da Diversidade Sexual / Rio Preto, SP / 2014
    2º Recifest / Recife, PE / 2014
    14º For Rainbow / Fortaleza, CE / 2014

    Histórico do filme

    “São Paulo em Hi-Fi” foi exibido pela 1a vez em novembro de 2013 no Festival Mix Brasil da Diversidade Sexual, em São Paulo. No fim de 2014, o projeto foi premiado pelo programa “Fomento ao Cinema Paulista” do ProAC – Governo do Estado de São Paulo, e recebeu apoio da Sabesp para ser finalizado. Assim, o filme ganhou nova mixagem de cor, de som, trilha sonora original, nova direção de arte e repaginação geral. Transformou-se num novo filme, a versão definitiva da obra – e é essa versão que finalmente estreia nos cinemas, em maio de 2016, pela 1a vez em circuito.

    Currículo do Diretor

    Lufe Steffen é cineasta, roteirista, escritor e jornalista. “São Paulo em Hi-Fi” é o segundo longa-metragem dirigido por ele. O primeiro é “A Volta da Pauliceia Desvairada”, também documentário, rodado em 2012, focalizando a noite gay de São Paulo nos dias atuais.

    Em 2016, lançou seu segundo livro: “O Cinema que Ousa Dizer Seu Nome” ( Editora Giostri ), coletânea de entrevistas com 24 cineastas brasileiros cujos filmes abordam o universo LGBT – entre eles, o autor entrevistou a si próprio. Em 2008, ele havia lançado o livro “Tragam os Cavalos Dançantes”, pela Dynamite Produções. A obra é um livro-reportagem sobre os dez anos de existência da festa Grind, sediada na casa noturna paulistana A Lôca.

    Como jornalista, atuou como repórter, redator e fotógrafo para veículos LGBT ( site Mix Brasil, revista G Magazine, revista e site A Capa ) e de cultura geral ( sites Virgula e iG ), além de apresentar programas de TV via internet, como “Boa Noite Bee” (2008), “Direto da Redação” (2011) e “Tricotando Lurex” (2014).

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  • 30 jul 2016

    [Cine 104 Mostra: o cinema de BH] Capitão do Mato

    Capitão do Mato

    Direção – Ray Evans
    Brasil/ MG, 2016, 148 min

    sábado, 30 de julho, 14h
    entrada gratuita, com distribuição de ingressos 30 minutos antes da sessão

    Classificação indicativa – 14 anos

    Sinopse – Primeira historia contada de um corajoso Capitão do Mato, que nos idos de 1781, enfrentou fazendeiros, jagunços e quilombolas, pelo amor aos irmãos de sangue para protegê-los e vingá-los. Capitão Ambrósio perde seu irmão Bonifácio assassinado pela fúria de seu patrão um comerciante de escravos, por ele ter roubado um pouco de fubá. Logo depois sinhazinha é estuprada pelo enrustido Dawson filho de banqueiros de São Paulo. Logo a culpa cai como uma sentença no ausente Capitão Ambrósio. Patrulhas em fazendas centenárias, levam a um desfecho trágico e um final surpreendente. Aspectos das raízes afro-descendentes como dança, musica, comercio, fuga e prisão de quilombolas tecem uma moldura de um dos mais realistas quadros da historia das Minas Gerais.

    Sobre o filme

    O  Capitão do Mato é um filme regional com viés ideológico de preconceito racial e épico. Foi rodado  em várias cidades centenárias de Minas Gerais, garimpando informações históricas a partir do século XVIII, para apurar um quadro vivencial de negros e brancos em conflito com as leis, o preconceito, a maldade, a justiça e o desejo de ser livre.

    A figura do Capitão Ambrósio, negro alforriado, luta heroicamente para também alforriar seu irmão Bonifácio, único elo  de sangue da família vinda da mãe África. Bonifácio, encantado com a negra Ana, se perde por roubar alguns queijos e um pouco de fubá junto com seu amigo,  o negro Damião. Ambos são mortos com tiros de carabina, por Major Getúlio fazendeiro e comerciante de escravos. Sinhazinha Raquel filha do Major se envolve com Dawson Frederico um janota vindo de São Paulo sendo estuprada pelo mesmo. A culpa cai inevitável em Capitão Ambrósio, que é obrigado a declarar guerra ao Major e seus jagunços. Nesta luta , onde o preconceito, o ódio, a injustiça, prevalecem, Capitão Ambrósio tem de se valer de toda a sua inteligência e destemor para provar e sua inocência, e fazer valer a justiça dos de sua raça em um final emocionante.

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  • 21 jul 27 jul 2016

    [últimos dias] Futuro Junho

    Futuro Junho

    * Prêmio de Melhor Filme no VIII Janela Internacional de Cinema de Recife e Prêmio de Melhor Direção no Festival de Cinema do Rio, em 2015.

    Direção – Maria Augusta Ramos
    Brasil/ SP, 2015, 100 min

    →21 a 27 de julho, 17h (exceto segunda, dia 25)

    Classificação indicativa – 12 anos

    Sinopse – Semanas antes da Copa do Mundo de 2014, quatro trabalhadores em São Paulo são seguidos pela câmera clínica e rigorosa de Maria Augusta Ramos. Entre situações profissionais e momentos de intimidade, esses personagens da vida real expõem utopias e desilusões ao enfrentarem os desafios da maior metrópole do país.

    A diretora se detém na pluralidade de vivências urbanas e nos paradoxos e contradições típicos da sociedade brasileira.

    Sobre o filme

    A cineasta Maria Augusta Ramos continua a radiografar a realidade social e política brasileira com uma câmera clínica e direta em Futuro Junho, seu mais novo documentário. André Perfeito, analista financeiro; Alex Fernandes, metroviário; Anderson dos Anjos, metalúrgico; Alex Cientista, motoboy: quatro homens seguidos no dia a dia particular de cada um, semanas antes da abertura da Copa do Mundo FIFA de 2014.

    Se a realizadora antes construiu novas formas de olhar para os ambientes dos tribunais públicos (Justiça
 e Juízo), para a relação das comunidades cariocas com a polícia (Morro dos Prazeres) e para uma situação calamitosa de luta pela sobrevivência (Seca), em Futuro Junho ela estrutura uma visão múltipla sobre o dia a dia de algumas pessoas em São Paulo às vésperas do mais aguardado evento esportivo do mundo. São figuras da vida real que, ao longo do filme, expõem utopias e desilusões diante dos desafios que lhes surgem a cada instante. Entre imagens aéreas de prédios infinitos e instantes de intimidade em casa ou no trabalho, o filme se constrói na pluralidade de vivências urbanas e nos paradoxos e contradições da sociedade brasileira.

    A fotografia de Camila Freitas e Lucas Barbi e a montagem de Karen Akerman auxiliam na expressividade e na distância necessárias para que Maria Augusta Ramos se aproxime de cada personagem sem, para isso, tomar seus espaços. Futuro Junho se afasta do que registra para então ficar mais perto.

    Os espaços também se tornam personagens ao refletirem as personalidades dos trabalhadores em cena. O ambiente frio do mercado financeiro, o barulho ensurdecedor de uma linha de montagem, o risco das andanças de moto pelo trânsito de São Paulo ou a tensão com as forças policiais durante um movimento grevista dão a tônica do filme.

    Futuro Junho, sétimo longa-metragem de Maria Augusta Ramos, sedimenta a maneira singular da cineasta de se equilibrar entre a urgência dos temas que aborda e a potência política da forma estética de seus filmes.

    (texto de Marcelo Miranda)

    Crítica

    José Geraldo Couto – Blog do Instituto Moreira Sales
    http://blogdoims.com.br/ims/memorias-do-presente

    Detalhes

    Saiba mais
  • 21 jul 27 jul 2016

    [estreia] Mãe só há uma

    Mãe só há uma

    *da mesma diretora do filme “Que Horas Ela Volta?”;
    Prêmio “Teddy Award” no Festival de Berlim – Mostra Panorama

    Direção – Anna Muylaerte
    Brasil/ SP, 2016, 82 min

    com Naomi Nero, Matheus Nachtergaele, Dani Nefussi, Daniel Botelho

    Classificação indicativa – 16 anos

    →21 a 27 de Julho de 2016 (exceto segunda, dia 25)
    Horário: 19h
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Após denúncia anônima, o adolescente Pierre é obrigado a fazer um teste de DNA. Ele descobre que foi roubado da maternidade e que a mulher que o criou não é sua mãe biológica. Após a revelação o garoto é obrigado a trocar de família, de nome, de casa, de escola, tudo isso em meio às descobertas da juventude.

    Entrevista com a diretora Anna Muylaerte

    http://telatela.cartacapital.com.br/4328-2/

    Detalhes

    Saiba mais
  • 21 jul 27 jul 2016

    [3ª semana] Janis: Little Girl Blue

    Janis: Little Girl Blue

    *Direção – Amy J. Berg
    EUA, 2015, 107 min
    Classificação indicativa: 14 anos

    →21 a 27 de Julho de 2016 (exceto segunda e terça, dias 25 e 26)
    Horário: 20h30
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela criou um lugar para as mulheres no mundo do rock. Ela foi a pioneira. Seu nome: Janis Joplin. A garota branca com uma voz feroz, com soul, que invadiu a cena musical dominado pelos homens. Nascida em uma pequena cidade do Texas, Janis, que morreu em 1970, aos 27 anos, ganha agora um documentário que revela a história de um ícone, uma mulher em uma América ultra-conservadora, lutando contra seus demônios interiores e vícios, e que em apenas poucos anos de carreira marcou para sempre a história do rock and roll.

    Sobre o filme

    Dirigido pela americana Amy J. Berg, indicada ao Oscar de Melhor Documentário em 2007 por Deliver Us from Evil, o filme demorou sete anos para ser concluído e foi produzido por Alex Gibney (vencedor do Oscar por Taxi to the Dark Side) e tem narração de Chan Marshall (mais conhecida como Cat Power).

    Janis: Little Girl Blue traz imagens de arquivo inéditas, correspondências pessoais de Janis para a família e amigos, entrevistas com a cantora e com seus contemporâneos (ex-companheiros da Big Brother and the Holding Company, músicos, namorados, amigos e familiares), além da sua passagem pelo Brasil. O filme traz também suas extraordinárias performances ao vivo de clássicos como “Piece of My Heart”, “Cry Baby”, e “Me and Bobby McGee”. O último álbum de Joplin, “Pearl”, lançado postumamente em 1971, completa 45 anos este ano.

    Sobre a diretora

    Amy J. Berg nasceu em Los Angeles, Estados Unidos, em 1970. Diretora, produtora e roteirista, Berg dirigiu diversos documentários, entre eles, Deliver Us from Evil (2006), que foi indicado ao Oscar em 2007; e o filme de ficção Every Secret Thing (2014). Janis: Little Girl Blue é seu quinto filme documental.

    Filmografia

    Prophet’s Prey (2014)
    An Open Secret (2014)
    Every Secret Thing (2012)
    West of Memphis (2007)
    Polarized (Curta, 2006)
    Deliver Us from Evil (2006)

    Festivais

    Venice Film Festival 2015
    Toronto International Film Festival 2015
    BFI London Film Festival 2015
    Deauville American Film Festival 2015
    Loft Film Festival 2015
    Houston Cinema Arts Festival 2015
    The International Documentary Film Festival Amsterdam 2015
    Key West Film Festival 2015
    Festival do Rio 2015

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  • 26 jul 2016

    [sessão especial] Itinerância Mostra Bicicultura

    [sessão especial] Itinerância Mostra Bicicultura

    →26 de julho, 20h30
    entrada gratuita, com distribuição de ingressos 30 min antes da sessão

    classificação indicativa – 12 anos

    Apresentação

    O Bicicultura é o maior encontro nacional de mobilidade por bicicleta e cicloativismo, acontece em São Paulo e busca ser o expoente máximo da bicicleta em todas as suas vertentes: cultural, social, política, artística, econômica e ambiental.

    O evento abre espaço para o convívio, o compartilhamento de conhecimento e a formação de alianças entre ciclistas, cicloativistas, entusiastas e interessados na democratização urbana, na sustentabilidade ambiental e na qualidade de vida que a bicicleta proporciona.

    Uma itinerância da mostra de filmes do evento chega a Belo Horizonte, com a seleção de 13 curtas, incluindo 07 trabalhos de Minas Gerais, que marcou forte presença.

    Após a exibição dos filmes, os realizadores de Minas presentes à sessão participarão de um bate papo com o público.

    Programação

    Ciclovia CaranAlter (Palestina Israel – Coletivo PI, MG/ PA, 4’41’’)
    Vá de Bicicleta (Fernando Biagioni, MG, 3’48’’)
    Praga da Ciclofaixa (Nigéria Filems, CE, 3’)
    Ravelli, uma Vida Dedicada ao Ciclismo (Ednei Sulzbach, SP, 5’58’’)
    Bicíclico (Igor Amin e Bruna Carvalho, MG, 5’)
    Respeita as Minas (Nina Tangerina, CE, 1’21’’)
    Circulação Exclusiva (Gustavo Adriano Ribeiro – Coletivo Omicron, PR, 4’11’’)
    Expedição Serra do Espinhaço (Fabiano Zig, SP, 10’)
    Drop Doc (Raphael Borges, SP, 5’25’’)
    Deu Rolê (Rafael Lage, MG, 7’41’’)
    Hora Marcada (Diego Duarte, MG, 6’)
    Bike Anjo na Virada Cultural (Marcos Gomes de Sousa, MG, 5’37’’)
    De Magrela (Marcelo Lin e Michel Brasil, MG, 3’08’’)

    Confira aqui release sobre a programação:
    https://bhcyclechic.wordpress.com/2016/07/19/mostra-itinerante-de-videos-do-bicicultura-2016-chega-a-bh/

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  • 28 jul 03 ago 2016

    [4ª semana] Janis: Little Girl Blue

    Janis: Little Girl Blue

    *Direção – Amy J. Berg
    EUA, 2015, 107 min
    Classificação indicativa: 14 anos

    →28 de Julho a 03 de Agosto de 2016 (exceto segunda, dia 01)
    Horário: 17h
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Ela criou um lugar para as mulheres no mundo do rock. Ela foi a pioneira. Seu nome: Janis Joplin. A garota branca com uma voz feroz, com soul, que invadiu a cena musical dominado pelos homens. Nascida em uma pequena cidade do Texas, Janis, que morreu em 1970, aos 27 anos, ganha agora um documentário que revela a história de um ícone, uma mulher em uma América ultra-conservadora, lutando contra seus demônios interiores e vícios, e que em apenas poucos anos de carreira marcou para sempre a história do rock and roll.

    Sobre o filme

    Dirigido pela americana Amy J. Berg, indicada ao Oscar de Melhor Documentário em 2007 por Deliver Us from Evil, o filme demorou sete anos para ser concluído e foi produzido por Alex Gibney (vencedor do Oscar por Taxi to the Dark Side) e tem narração de Chan Marshall (mais conhecida como Cat Power).

    Janis: Little Girl Blue traz imagens de arquivo inéditas, correspondências pessoais de Janis para a família e amigos, entrevistas com a cantora e com seus contemporâneos (ex-companheiros da Big Brother and the Holding Company, músicos, namorados, amigos e familiares), além da sua passagem pelo Brasil. O filme traz também suas extraordinárias performances ao vivo de clássicos como “Piece of My Heart”, “Cry Baby”, e “Me and Bobby McGee”. O último álbum de Joplin, “Pearl”, lançado postumamente em 1971, completa 45 anos este ano.

    Sobre a diretora

    Amy J. Berg nasceu em Los Angeles, Estados Unidos, em 1970. Diretora, produtora e roteirista, Berg dirigiu diversos documentários, entre eles, Deliver Us from Evil (2006), que foi indicado ao Oscar em 2007; e o filme de ficção Every Secret Thing (2014). Janis: Little Girl Blue é seu quinto filme documental.

    Filmografia

    Prophet’s Prey (2014)
    An Open Secret (2014)
    Every Secret Thing (2012)
    West of Memphis (2007)
    Polarized (Curta, 2006)
    Deliver Us from Evil (2006)

    Festivais

    Venice Film Festival 2015
    Toronto International Film Festival 2015
    BFI London Film Festival 2015
    Deauville American Film Festival 2015
    Loft Film Festival 2015
    Houston Cinema Arts Festival 2015
    The International Documentary Film Festival Amsterdam 2015
    Key West Film Festival 2015
    Festival do Rio 2015

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  • 28 jul 03 ago 2016

    [2ª semana] Mãe só há uma

    Mãe só há uma

    *da mesma diretora do filme “Que Horas Ela Volta?”;
    Prêmio “Teddy Award” no Festival de Berlim – Mostra Panorama

    Direção – Anna Muylaerte
    Brasil/ SP, 2016, 82 min

    com Naomi Nero, Matheus Nachtergaele, Dani Nefussi, Daniel Botelho

    Classificação indicativa – 16 anos

    →28 de Julho a 03 de Agosto de 2016 (exceto segunda, dia 01)
    Horário: 19h
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Sinopse – Após denúncia anônima, o adolescente Pierre é obrigado a fazer um teste de DNA. Ele descobre que foi roubado da maternidade e que a mulher que o criou não é sua mãe biológica. Após a revelação o garoto é obrigado a trocar de família, de nome, de casa, de escola, tudo isso em meio às descobertas da juventude.

    Entrevista com a diretora Anna Muylaerte

    http://telatela.cartacapital.com.br/4328-2/

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  • 28 jul 03 ago 2016

    [estreia] São Paulo em Hi-Fi

    São Paulo em Hi-Fi

    Direção – Lufe Steffen
    Brasil/ SP, 2016, 101 min

    →28 de Julho a 03 de Agosto (exceto segunda, dia 01)
    Horário: 20h30
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Classificação indicativa – 14 anos

    Sinopse – Documentário histórico que resgata a era de ouro da noite gay paulistana, fazendo uma viagem pelas décadas de 1960, 70 e 80 – a bordo das lembranças de testemunhas do período, trazendo à tona as casas noturnas que marcaram época, as estrelas, as transformistas, os heróis, e até os vilões: a ditadura militar e a explosão da aids.

    Sinopse curta – Documentário que resgata a era de ouro da noite gay paulistana nas décadas de 60, 70 e 80 – com as casas noturnas, as transformistas, os militantes, em plena época da ditadura militar.

    Sobre o filme

    Entrevistas

    Ao longo das gravações, registradas em junho de 2013, a equipe entrevistou cerca de vinte pessoas, que revelaram suas memórias e experiências. O escritor João Silvério Trevisan, o jornalista Celso Curi – autor da pioneira “Coluna do Meio”, primeira coluna gay do jornalismo brasileiro, em 1976 –, o historiador norte- americano James Green e os jornalistas Leão Lobo e Mário Mendes, entre outros, dão seus depoimentos no filme.

    A empresária Elisa Mascaro é outro destaque. Ao lado do marido, Fernando Simões, ela foi proprietária de três casas noturnas que marcaram o cenário gay da cidade: o K-7, o Medieval e a Corintho. A transformista Miss Biá, que começou a carreira em 1960, a transexual Gretta Starr e a drag queen Kaká di Polly também comparecem com histórias pitorescas, emocionantes e inesquecíveis.

    Locais

    Ao longo das entrevistas, diversas casas noturnas e bares foram relembrados, como a boate Homo Sapiens ( a famosa “HS”, onde hoje funciona a boate gay Bailão ), a danceteria Off, o “inferninho” Val Improviso e os bares lésbicos Ferro’s Bar, Moustache e Feitiço’s. Além, naturalmente, da boate Nostro Mondo, inaugurada em 1971 e que durou 42 anos.

    Prêmios

    Prêmio do Público: Melhor Documentário – 18o Queer Lisboa / Lisboa, Portugal
    3o Prêmio Papo Mix da Diversidade – Categoria Cultura LGBT
    Prêmio Câmara Municipal de São Paulo – Dia Municipal de Combate à Homofobia
    Troféu Ida Feldman – 21º Festival Mix Brasil da Diversidade Sexual

    FESTIVAIS

    21º Festival Mix Brasil da Diversidade Sexual / São Paulo, SP / Rio de Janeiro, RJ / 2013
    4º Close – Festival da Diversidade Sexual / Porto Alegre, RS / 2013
    6º In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical / São Paulo, SP / 2014
    3ª Sansex – Mostra de Cinema da Diversidade / Santos, SP / 2014
    28º Mix Milano Festival / Milão, Itália / 2014
    4º Rio Festival Gay de Cinema / Rio de Janeiro, RJ / 2014
    18º Queer Lisboa / Lisboa, Portugal / 2014
    7ª Mostra Possíveis Sexualidades / Salvador, BA / 2014
    4ª Mostra Interiores de Cinema da Diversidade Sexual / Rio Preto, SP / 2014
    2º Recifest / Recife, PE / 2014
    14º For Rainbow / Fortaleza, CE / 2014

    Histórico do filme

    “São Paulo em Hi-Fi” foi exibido pela 1a vez em novembro de 2013 no Festival Mix Brasil da Diversidade Sexual, em São Paulo. No fim de 2014, o projeto foi premiado pelo programa “Fomento ao Cinema Paulista” do ProAC – Governo do Estado de São Paulo, e recebeu apoio da Sabesp para ser finalizado. Assim, o filme ganhou nova mixagem de cor, de som, trilha sonora original, nova direção de arte e repaginação geral. Transformou-se num novo filme, a versão definitiva da obra – e é essa versão que finalmente estreia nos cinemas, em maio de 2016, pela 1a vez em circuito.

    Currículo do Diretor

    Lufe Steffen é cineasta, roteirista, escritor e jornalista. “São Paulo em Hi-Fi” é o segundo longa-metragem dirigido por ele. O primeiro é “A Volta da Pauliceia Desvairada”, também documentário, rodado em 2012, focalizando a noite gay de São Paulo nos dias atuais.

    Em 2016, lançou seu segundo livro: “O Cinema que Ousa Dizer Seu Nome” ( Editora Giostri ), coletânea de entrevistas com 24 cineastas brasileiros cujos filmes abordam o universo LGBT – entre eles, o autor entrevistou a si próprio. Em 2008, ele havia lançado o livro “Tragam os Cavalos Dançantes”, pela Dynamite Produções. A obra é um livro-reportagem sobre os dez anos de existência da festa Grind, sediada na casa noturna paulistana A Lôca.

    Como jornalista, atuou como repórter, redator e fotógrafo para veículos LGBT ( site Mix Brasil, revista G Magazine, revista e site A Capa ) e de cultura geral ( sites Virgula e iG ), além de apresentar programas de TV via internet, como “Boa Noite Bee” (2008), “Direto da Redação” (2011) e “Tricotando Lurex” (2014).

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  • 30 jul 2016

    [Cine 104 Mostra: o cinema de BH] Capitão do Mato

    Capitão do Mato

    Direção – Ray Evans
    Brasil/ MG, 2016, 148 min

    sábado, 30 de julho, 14h
    entrada gratuita, com distribuição de ingressos 30 minutos antes da sessão

    Classificação indicativa – 14 anos

    Sinopse – Primeira historia contada de um corajoso Capitão do Mato, que nos idos de 1781, enfrentou fazendeiros, jagunços e quilombolas, pelo amor aos irmãos de sangue para protegê-los e vingá-los. Capitão Ambrósio perde seu irmão Bonifácio assassinado pela fúria de seu patrão um comerciante de escravos, por ele ter roubado um pouco de fubá. Logo depois sinhazinha é estuprada pelo enrustido Dawson filho de banqueiros de São Paulo. Logo a culpa cai como uma sentença no ausente Capitão Ambrósio. Patrulhas em fazendas centenárias, levam a um desfecho trágico e um final surpreendente. Aspectos das raízes afro-descendentes como dança, musica, comercio, fuga e prisão de quilombolas tecem uma moldura de um dos mais realistas quadros da historia das Minas Gerais.

    Sobre o filme

    O  Capitão do Mato é um filme regional com viés ideológico de preconceito racial e épico. Foi rodado  em várias cidades centenárias de Minas Gerais, garimpando informações históricas a partir do século XVIII, para apurar um quadro vivencial de negros e brancos em conflito com as leis, o preconceito, a maldade, a justiça e o desejo de ser livre.

    A figura do Capitão Ambrósio, negro alforriado, luta heroicamente para também alforriar seu irmão Bonifácio, único elo  de sangue da família vinda da mãe África. Bonifácio, encantado com a negra Ana, se perde por roubar alguns queijos e um pouco de fubá junto com seu amigo,  o negro Damião. Ambos são mortos com tiros de carabina, por Major Getúlio fazendeiro e comerciante de escravos. Sinhazinha Raquel filha do Major se envolve com Dawson Frederico um janota vindo de São Paulo sendo estuprada pelo mesmo. A culpa cai inevitável em Capitão Ambrósio, que é obrigado a declarar guerra ao Major e seus jagunços. Nesta luta , onde o preconceito, o ódio, a injustiça, prevalecem, Capitão Ambrósio tem de se valer de toda a sua inteligência e destemor para provar e sua inocência, e fazer valer a justiça dos de sua raça em um final emocionante.

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