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Praça Ruy Barbosa, 104 | Centro
Belo Horizonte | MG | 30.160-000
Telefone: (31) 3222-6457
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Funcionamento:
Café 104, Cine 104 e espaços multiuso: consulte a programação

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Programação

  • 29 set 05 out 2016

    O SILÊNCIO DO CÉU [estreia]

    O SILÊNCIO DO CÉU


    [ alerta de gatilho ]

    Direção – Marco Dutra
    Brasil/ Chile, 2016, 102 min
    Com Carolina Dieckmann, Leonardo Sbaraglia e Chino Darín

    29 de setembro a 5 de outubro, exceto dias 01.10 (sábado) e 03.10 (segunda-feira)
    Horário: 16h
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)
    Classificação indicativa – 16 anos

    Após ser vítima de um estupro dentro de sua própria casa, Diana (Carolina Dieckmann) escolhe manter o trauma em segredo. Mario (Leonardo Sbaraglia), seu marido, também tem algo a esconder. O silêncio que toma conta do casal ao longo dos dias se transforma, aos poucos, em uma peculiar forma de violência.

    CORROÍDO PELO SILÊNCIO

    Adaptação do livro Era El Cielo, de Sergio Bizzio, O Silêncio do Céu recebeu três prêmios no Festival de Gramado de 2016, incluindo prêmio especial do Júri e o Prêmio da Crítica. Rodado em Montevidéu, no Uruguai, e falado em espanhol, este é o terceiro longa-metragem de Marco Dutra, diretor de Trabalhar Cansa (2011), que foi exibido na mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes, e de Quando Eu Era Vivo (2014). Acompanhando o silêncio que toma conta de um casal após uma grande violência, o filme observa o ponto de vista de cada um dos personagens.”Queria entender os processos internos deles e como não conseguem dialogar”, afirma o realizador.

    CRÍTICAS E ENTREVISTAS:

    > Estadão | CRÍTICA [ Luiz Carlos Merten ]: O longa “O Silêncio do Céu” flagra casal corroído pela dor
    > G1 | CRÍTICA [ Nayara Reynaud ]: ‘O Silêncio do Céu’ explora consequências do estupro
    >  Folha de S. Paulo | CRÍTICA [ Inácio Araújo ]: Identificação com marido é ponto forte do longa ‘O Silêncio do Céu’
    > Omelete | ENTREVISTA [ Carolina Dieckmann ]: “O cinema é um espaço para testar meus limites”, diz Carolina Dieckmann sobre filme de estupro
    > Folha de S. Paulo | ILUSTRADA: Marco Dutra retrata terror da falta de diálogo entre um casal após estupro

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  • 29 set 05 out 2016

    AQUARIUS [quinta semana]

    AQUARIUS

    * seleção oficial Festival de Cannes 2016
    Direção – Kleber Mendonça Filho
    Brasil/ PE, 2016, 141 min
    Com Sonia Braga, Maeve Jinkings, Irandhir Santos, Humberto Carrão, Carla Ribas

    → 29 de setembro a 5 de outubro, exceto dias 01.10 (sábado) e 03.10 (segunda-feira)
    Horário:
    18h
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Classificação indicativa – 16 anos

    Clara (Sonia Braga) mora de frente para o mar no Aquarius, último prédio de estilo antigo da Av. Boa Viagem, no Recife. Jornalista aposentada e escritora, viúva com três filhos adultos e dona de um aconchegante apartamento repleto de discos e livros, ela irá enfrentar as investidas de uma construtora que tem outros planos para aquele terreno: demolir o Aquarius e dar lugar a um novo empreendimento.

     

    UMA METÁFORA DO BRASIL

    Aquarius, segundo longa-metragem de ficção de Kleber Mendonça Filho (o primeiro foi O Som ao Redor, de 2012), teve sua estreia mundial na França, como parte da seleção oficial competitiva do festival de Cannes e ganhou o prêmio de melhor filme no Festival de Cinema de Sydney. O aclamado e premiado filme, que atraiu mais de 50 mil pessoas em seu final de semana de estreia no país, é uma metáfora do Brasil e dialoga com as temáticas contemporâneas do cinema nacional. De acordo com o diretor, em entrevista para o jornal A Tarde, “o filme se passa em pequenos conflitos da vida real, da vida em sociedade, da vida em condomínio, da vida na rua, e aí as situações efetivamente se transformam em inquietações políticas (…). Acho que o filme inteiro pode ser interpretado como uma metáfora do Brasil, da vida em sociedade. O filme tem tido uma aceitação muito grande fora do Brasil também. A estrutura de mercado, ela pertence ao mundo inteiro, da Rússia ao Havaí, Argentina, África. As pessoas entendem essa lógica de mercado. Ela não faz sentido”. O longa também participou do Festival de Karlovy Vary (república Tcheca), do Festival Internacional de Cinema da Nova Zelândia, do Festival Internacional de Cinema de Melbourne, e do Festiva de Sarajevo, na Bosnia.

    Filmografia selecionada:

    Enjaulado (1997, Betacam, 33’)
    A Menina do Algodão(2003, Mini DV / 35mm, 6’)
    Vinil Verde (2004, stills / 35mm, 16’)
    Eletrodoméstica (2005, 35mm, 22’)
    Noite de Sexta, Manhã de Sábado (2006, Mini DV / 35mm, 14’)
    Crítico (2008, Mini DV / 35mm, documentary, 75’)
    Luz Industrial Mágica (2009, HD, 10’)
    Recife Frio (2010, HD / 35mm, 25’)
    O Som ao Redor (35mm, 131’)
    A Copa do Mundo no Recife (HD, 14’)

    Entrevistas com o diretor:

    > Revista de Cinema | ENTREVISTA: A consagração de Kleber Mendonça
    > The Intercept | ENTREVISTA
    : Kleber Mendonça Filho fala sobre onda reacionária contra Aquarius após sua manifestação em Cannes

    > Adoro Cinema | ENTREVISTA
    : “Conversamos com Kleber Mendonça Filho, diretor do elogiado Aquarius”

    > Cinema UOL | NOTÍCIA:
    Justiça volta atrás e reduz classificação de “Aquarius” para 16 anos

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  • 29 set 05 out 2016

    MATE-ME POR FAVOR [estreia no Cine 104]

    MATE-ME POR FAVOR


    * Seleção oficial do Festival de Veneza – Mostra Horizontes; Prêmios de Melhor Direção e Atriz no Festival do Rio

    Direção – Anita Rocha da Silveira
    Brasil/ RJ, 2015, 101 min
    Com Valentina Herszage, Dora Freind, Julia Roliz, Mariana Oliveira, Bernardo Marinho

    29 de setembro a 5 de outubro, exceto dias 01.10 (sábado) e 04.10 (terça-feira)
    Horário: 20h30
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)
    Classificação indicativa – 14 anos

    Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Uma onda de assassinatos invade o bairro. O que começa como uma curiosidade mórbida se apodera cada vez mais da vida dos jovens habitantes. Entre eles, Bia, uma garota de 15 anos. Após um encontro com a morte, ela fará de tudo para ter a certeza de que está viva.

    UM CONVITE AO ESTRANHO

    Primeiro longa-metragem da diretora Anita Rocha da Silveira – realizadora dos curtas-metragens O vampiro do meio-dia (2008), Handebol (2010, ganhador do Prêmio FIPRESCI no 57º Festival Internacional de Curtas de Oberhausen) e Os Mortos-vivos (2012, selecionado para a Quinzena dos Realizadores, no Festival de Cannes) – faz uma imersão radical no universo adolescente. “Em Mate-me por Favor, os adultos estão ausentes. Não são vistos, na prática. Às vezes, ouvem-se suas vozes, em especial no colégio. Mas são nulos. É um mundo jovem. E este é o mundo da perplexidade, tanto que às vezes nem se dá conta dessa situação. Se o medo e a insegurança os envolvem, a opção é muito mais pela atmosfera, pelo clima do terror, do que por cenas explícitas. Há essa atmosfera de expectativa, uma angústia desenhada em planos longos, com uma trilha sonora inspirada e uma edição de som muito boa”, analisa Luiz Zanin Oricchio.

    CRÍTICAS E ENTREVISTAS:
    >> Folha de S. Paulo | CRÍTICA [ Cassio Starling Carlos ]: Talento de diretora de ‘Mate-me Por Favor’ se destaca do óbvio
    >> Almanaque Virtual | CRÍTICA [ Filippo Pitanga ]: Quando a Caça se torna o caçador de si mesmo
    >> Cinema em Cena | CRÍTICA [ Pablo Villaça ]: Mate-me Por Favor
    >> Estadão | CRÍTICA [ Luiz Zanin Oricchio ]: ‘Mate-me por Favor’ navega por dentro do universo teen brasileiro

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  • 01 out 2016

    [ VIRADA POLÍTICA ] O PREFEITO

    [ VIRADA POLÍTICA ] O PREFEITO

    Sessão especial de lançamento do filme em Belo Horizonte, seguida de debate com o diretor Bruno Safadi.

    Direção – Bruno Safadi
    Brasil/ RJ, 2015, 70 min
    Com Djin Sganzerla, Nizo Neto e Gustavo Novaes

    1º de outubro
    Horário: 18h

    ENTRADA GRATUITA, com distribuição de ingressos meia hora antes da sessão
    Classificação indicativa – 14 anos

    O Prefeito do Rio de Janeiro quer fazer história. Para alcançar seu objetivo, ele decide separar a cidade do resto do Brasil, fundando um novo país.

    SOBRE O DIRETOR

    Bruno Safadi nasceu no Brasil em 1980 e estudou cinema na Universidade Federal Fluminense. Dirigiu O fim de uma era (2014), O uivo da gaita (2013), Éden (2012), Belair (2009), Meu nome é Dindi (2007), Uma estrela pra Ioiô (2004) e Na idade da imagem ou projeção nas cavernas (2002).

    SOBRE A VIRADA POLÍTICA
    A Virada Política é um encontro anual que reúne cidadãos comuns, sejam eles estudantes, profissionais, pensadores, ativistas ou artistas, com o objetivo de pensar e rever a relação de cada um com a política, aprofundar ideias, conectar ações e se inspirar // mais informações: www.viradapoliticabh.com.br

    CRÍTICAS:
    >> Revista de Cinema | CRÍTICA [ Rodrigo Fonseca ]: Comédia satiriza política em meio ao caos
    >> Cine Festivais | CRÍTICA [ Ivan Oliveira ]: O prefeito, de Bruno Safadi
    >> Diário de um cinéfilo | CRÍTICA [ Hsu ]: O prefeito

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  • 04 out 2016

    CINE 104 MOSTRA: O CINEMA DE BH | Sertão como se fala

    CINE 104 MOSTRA: O CINEMA DE BH | LANÇAMENTO: Sertão como se fala

    Direção – Leandro Lopes
    Brasil/ MG, 2016, 71 min

    4 de outubro, terça-feira
    Horário: 20h30

    ENTRADA GRATUITA, distribuição de ingressos 30 minutos antes da sessão
    Classificação indicativa – livre

    Sessão seguida de debate com o realizador.

    “Sertão como se fala” é um documentário que percorreu 9.500 quilômetros em sete estados do Nordeste brasileiro para investigar as raízes e a permanência do abcedário do sertão, um modo foneticamente diferente de falar o alfabeto. Entrevistando sertanejos, entre eles professores e alunos, o filme retrata a quase extinção de letras como “mê” (no lugar de “eme”), “lê” (no lugar de “éle”) e “nê” (no lugar de “éne”) no cotidiano do lugar, além de revelar um sertão em busca do seu pertencimento histórico, onde homens e mulheres reivindicam suas heranças culturais e identitárias e valorizam as expressões culturais do povo sertanejo.

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  • 06 out 2016

    [ OLHO - vídeo art cinema ] ABERTURA: Slow Action

    [ OLHO - vídeo art cinema ] ABERTURA: Slow Action

    → 6 de outubro
    Horário:
    20h
    ENTRADA GRATUITA, com distribuição de ingressos meia hora antes das sessões
    Classificação indicativa – 14 anos

    Sessão comentada pela curadora Alessandra Bergamaschi.

    Slow Action
    Direção – Ben Rivers (Reino Unido, 2011, 45 min)

    Slow Action, um filme situado no limiar entre o documentário, o estudo etnográfico e a ficção científica, oferece um panorama extraordinário de locações e imagens que evocam um hipotético futuro em ilhas na Terra. Reunindo quatro obras, encarna o espírito de exploração e pesquisa ativa que veio a caracterizar a prática de Ben Rivers.

    Sobre a Mostra OLHO
    Fundado em 2014 por Alessandra Bergamaschi e Vanina Saracino, OLHO é um projeto curatorial que nasce com o objetivo de pesquisar e explorar as relações existentes entre a produção contemporânea de obras de arte em vídeo e o cinema. A premissa inicial, que ainda direciona sua pesquisa, é a forma como a arquitetura de um espaço imersivo pode contextualizar, influenciar e até mesmo redefinir a experiência do espectador com uma obra de arte, especialmente no que tange a percepção de obras baseadas no tempo e de imagens em movimento. Tem como objetivo pesquisar, analisar e reunir em sequências cuidadosamente curadas obras de arte em vídeo que estejam repensando a linguagem do Cinema, para que sejam exibidas em suas telas. Essa experiência visual envolvente é o ponto de partida para a realização de conferências, palestras e publicações que visem a construção de um diálogo interdisciplinar, com a contribuição de profissionais de várias áreas. [+ informações ]

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  • 07 out 2016

    [ OLHO - vídeo art cinema ] A SOLIDÃO DO CRIADOR

    [ OLHO - vídeo art cinema ] Programa 1: A SOLIDÃO DO CRIADOR

    → 7 de outubro
    Horário:
    20h
    ENTRADA GRATUITA, com distribuição de ingressos meia hora antes das sessões
    Classificação indicativa –14 anos

    Qual é a origem do nosso saber? Como distinguimos fatos que decorrem da investigação científica de uma narrativa literária? De que maneira uma simples teoria se torna a realidade em que acreditamos? Passando do filme-ensaio ao documentário ficcional, este programa reúne obras que tentam responder a essas perguntas, introduzindo quatro histórias extraordinárias.

    Turtles all the way down/ Tartarugas até lá no fundo
    Direção – Basim Magdy (2009, 10 min)
    Turtles All The Way Down é um ensaio cinematográfico construído a partir de quatro histórias diferentes que se entrelaçam, confrontando crenças e dados científicos documentados. A obra toma seu título de um debate sobre a natureza do universo entre um cientista e uma velha senhora, em que a mulher afirma que o mundo é um disco apoiado no casco de uma tartaruga gigante. “E sobre o que estaria apoiada a tartaruga?”, pergunta o cientista. “Existem tartarugas até lá no fundo”.

    Grão
    Direção – Leticia Ramos (2016, 7 min)

    Inteiramente realizado com modelos e manipulação de imagens de microscópio, Grão conta a história de uma colônia humana em um planeta desconhecido, onde foi construído um silo de cereais. Fenômenos naturais e mudanças climáticas fazem com que o silo desmorone, e uma estranha plantação de comece a crescer.

    The Origin of the Species / A Origem das Espécies
    Direção – Ben Rivers (2008, 15 min)

    A Origem das Espécies oferece o retrato clandestino de um homem idoso que vive em uma casa em ruínas no deserto das montanhas escocesas. O homem inventa suas próprias tecnologias para a subsistência cotidiana, enquanto pondera sobre o funcionamento do universo e o escopo do conhecimento humano.

    Sitting in Darkness / Sentando no Escuro
    Direção – Graeme Arnfield (2015, 15 min)

    Lá fora, na escuridão, surge um som. Ecoa e gera um zumbido. Pessoas aterrorizadas saem às ruas em busca de sua origem. Elas sacam suas câmaras para documentar o céu, procurando um autor. Sitting in Darkness explora o lugar do espectador e as regras ocultas que orientam a troca contemporânea de imagens na rede.

    Sobre a Mostra OLHO
    Fundado em 2014 por Alessandra Bergamaschi e Vanina Saracino, OLHO é um projeto curatorial que nasce com o objetivo de pesquisar e explorar as relações existentes entre a produção contemporânea de obras de arte em vídeo e o cinema. A premissa inicial, que ainda direciona sua pesquisa, é a forma como a arquitetura de um espaço imersivo pode contextualizar, influenciar e até mesmo redefinir a experiência do espectador com uma obra de arte, especialmente no que tange a percepção de obras baseadas no tempo e de imagens em movimento. Tem como objetivo pesquisar, analisar e reunir em sequências cuidadosamente curadas obras de arte em vídeo que estejam repensando a linguagem do Cinema, para que sejam exibidas em suas telas. Essa experiência visual envolvente é o ponto de partida para a realização de conferências, palestras e publicações que visem a construção de um diálogo interdisciplinar, com a contribuição de profissionais de várias áreas. [+ informações ]

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  • 07 out 2016

    [ OLHO - vídeo art cinema ] IMPÉRIOS VULNERÁVEIS

    [ OLHO - vídeo art cinema ] Programa 2: IMPÉRIOS VULNERÁVEIS

    → 7 de outubro
    Horário:
    21h
    ENTRADA GRATUITA, com distribuição de ingressos meia hora antes das sessões
    Classificação indicativa –14 anos

    Como em um círculo, nossa história tende a se repetir. De fato, quando a memória é perdida, estamos condenados a repetir o que já vivemos. Este programa reúne obras que tentam reconstruir e lembrar a nossa história, tendo em mente que para o futuro ser diferente do passado, tem de ser um projeto reminiscente desse passado, mais do que uma mera esperança evanescente.

    Dammi i Colori / Me dê as Cores
    Direção – Anri Sala (2003, 15 min)
    O filme aborda as mudanças em Tirana, capital da Albânia, três anos depois de um projeto de transformação urbana que envolveu a pintura de seus edifícios com cores vivas. “Queria mostrar imagens de um lugar onde falar de utopia é realmente impossível, e, por isso, utópico. Eu escolhi a noção de esperança, em vez de utopia. Foquei na ideia de trazer esperança a um lugar onde ela não existe. O filme é sobre como lidar com a realidade onde falta o luxo do tempo e do dinheiro.

    News From the Near Future / Notícias de um Futuro Próximo
    Direção – Fiona Tan (2003, 9 min)
    Neste filme, cenas de arquivo de cinema mudo do início do século 20 foram editadas numa narrativa rítimica precisa, que oferece pistas de um futuro possível. A água, em todas as suas formas – jocosa, feroz ou implacável – é apresentada em sua relação com a vida humana, levantando questões sobre como nossa vida será afetada por um iminente aumento de seus níveis na Terra.

    Coagulate / Coagular
    Direção – Mihai Grecu (2008, 6 min)

    Ausência, presença e distorções aquáticas nesta coreografia de fluidos, onde forças misteriosas torcem as leis físicas e afetam o comportamento dos seres vivos em espaços purificados.

    Occidente
    Direção – Ana Vaz (2014, 15 min)
    Um filme-poema de uma ecologia de sinais, que fala da história colonial que repete a si mesma. Subalternos se tornam os senhores, antiguidades tornam-se conjuntos de jantar reproduzíveis, aves exóticas tornam-se moeda de luxo, exploração torna-se turismo de esportes extremos, monumentos tornam-se dados geográficos. Uma viagem esférica para Oriente e Ocidente, em círculos  de expansão crescente em busca do lugar próprio de cada um, o lugar de cada um ao redor da mesa.

    I’m Sorry. I have to Run / Desculpe, mas eu tenho de correr
    Direção – Graeme Arnfield (2014, 10 min)

    Um homem é perseguido em um canteiro de obras, aparentemente por ninguém. Mensagens de texto são escritas – incansavelmente – sem receber resposta. Uma balada dos anos 60 toca sem explicação. Juntos, esses elementos contam uma história interminável de potenciais perdidos e de futuros que falharam.

    Sobre a Mostra OLHO
    Fundado em 2014 por Alessandra Bergamaschi e Vanina Saracino, OLHO é um projeto curatorial que nasce com o objetivo de pesquisar e explorar as relações existentes entre a produção contemporânea de obras de arte em vídeo e o cinema. A premissa inicial, que ainda direciona sua pesquisa, é a forma como a arquitetura de um espaço imersivo pode contextualizar, influenciar e até mesmo redefinir a experiência do espectador com uma obra de arte, especialmente no que tange a percepção de obras baseadas no tempo e de imagens em movimento. Tem como objetivo pesquisar, analisar e reunir em sequências cuidadosamente curadas obras de arte em vídeo que estejam repensando a linguagem do Cinema, para que sejam exibidas em suas telas. Essa experiência visual envolvente é o ponto de partida para a realização de conferências, palestras e publicações que visem a construção de um diálogo interdisciplinar, com a contribuição de profissionais de várias áreas. [+ informações ]

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  • 08 out 2016

    [ OLHO - vídeo art cinema ] VIAGEM AO CENTRO DA TERRA

    [ OLHO - vídeo art cinema ] Programa 3: VIAGEM AO CENTRO DA TERRA

    → 8 de outubro
    Horário:
    20h
    ENTRADA GRATUITA, com distribuição de ingressos meia hora antes das sessões
    Classificação indicativa –14 anos

    Do Cosmos aos Esquimós, passando por terras imaginárias e lugares inventados, das referências de conquistas coloniais à exploração do espaço, num diário pessoal ou numa narrativa não linear. Este programa reúne quatro obras caracterizadas por um forte espírito de exploração, que vai levar o espectador a uma viagem através de territórios familiares e desconhecidos.

    Exland
    Direção – Mihai Grecu (2013, 7 min)
    Em algum lugar perdido entre fiordes majestosos e cumes nevados, misteriosos monumentos pós-modernos indicam uma presença humana ambígua, que tenta modificar a paisagem através de um simbolismo ideológico abstrato. O filme é, ao mesmo tempo, a visualização de trabalhos utópicos de land art, uma crítica à sociedade de consumo e um comentário irônico às catástrofes do imaginário contemporâneo.

    On the Good Earth / Na Boa Terra
    Direção – Basim Magdy (2011, 5 min)
    O filme mostra misteriosas imagens granuladas em preto e branco de dois astronautas sentados atrás de grades em um espaço não identificável, mas cercado de objetos quotidianos, que testemunham a morte do maior sonho do homem.

    The End of the Day and the Beginning of the World/ O Fim do Dia e o Início do Mundo
    Direção – Shingo Yoshida (2015, 12 min)
    Inspirado em contos folclóricos, este projeto foi realizado nas regiões siberianas de Chukotka e Beríngia, onde corre o Meridiano 180, a linha sobre a qual o hoje e o amanhã coincidem.

    Há Terra!
    Direção – Ana Vaz (2016, 11 min)
    Há Terra! é um encontro, uma caçada, um conto diacrônico sobre o olhar e o devir. Como em um jogo, como em uma perseguição, o filme erra entre o personagem e a terra, a terra e a personagem, o predador e a presa.

    Sobre a Mostra OLHO
    Fundado em 2014 por Alessandra Bergamaschi e Vanina Saracino, OLHO é um projeto curatorial que nasce com o objetivo de pesquisar e explorar as relações existentes entre a produção contemporânea de obras de arte em vídeo e o cinema. A premissa inicial, que ainda direciona sua pesquisa, é a forma como a arquitetura de um espaço imersivo pode contextualizar, influenciar e até mesmo redefinir a experiência do espectador com uma obra de arte, especialmente no que tange a percepção de obras baseadas no tempo e de imagens em movimento. Tem como objetivo pesquisar, analisar e reunir em sequências cuidadosamente curadas obras de arte em vídeo que estejam repensando a linguagem do Cinema, para que sejam exibidas em suas telas. Essa experiência visual envolvente é o ponto de partida para a realização de conferências, palestras e publicações que visem a construção de um diálogo interdisciplinar, com a contribuição de profissionais de várias áreas. [+ informações ]

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  • 08 out 2016

    [ OLHO - vídeo art cinema ] TERRA BRASILIS

    [ OLHO - vídeo art cinema ] Programa 4: TERRA BRASILIS

    → 8 de outubro
    Horário:
    21h
    ENTRADA GRATUITA, com distribuição de ingressos meia hora antes das sessões
    Classificação indicativa –14 anos

    As ruínas do passado são ineludíveis em qualquer nova construção. Construímos a partir de seu reconhecimento, de sua destruição e da tentativa de copiá-las, mas elas sempre incorporam uma referência espacial e temporal. De que maneiras o peso da história a que elas pertencem afeta o futuro que se pode antever depois? Através da reconstrução do Templo de Salomão em São Paulo e da edificação de Brasília, Yael Bartana e Ana Vaz oferecem uma reflexão poderosa sobre dois destinos diferentes de ruínas reconstruídas.

    Inferno
    Direção – Yael Bartana (2013, 21 min)
    O ponto de partida de Inferno é a construção do Terceiro Templo de Salomão, em São Paulo, por uma igreja neopentecostal brasileira, a Igreja Universal do Reino de Deus, fundada no Rio de Janeiro no final da década de 1970, com milhões de adeptos no Brasil e no mundo. Construído segundo especificações bíblicas, esse novo templo replica o primeiro templo em Jerusalém, cuja violenta destruição sinalizou o início da diáspora do povo judeu no VI século a.C. Bartana emprega a estratégia que ela chama de “pré-encenação histórica”, uma metodologia que combina fatos e ficção, profecia e história. Seu trabalho aborda o projeto grandioso do templo através uma visão do seu futuro: será que a sua construção, necessariamente, prefigura a sua destruição?

    A idade da Pedra
    Direção – Ana Vaz (2013, 29 min)
    Uma viagem para o extremo oeste do Brasil nos leva a uma estrutura monumental petrificada no Sertão Brasileiro. Inspirado pela construção épica da cidade de Brasília, o filme usa essa história para imaginar o contrário. “Eu olho para Brasília do mesmo modo que olho Roma: Brasília começou como simplificação extrema de ruínas”. Através dos vestígios geológicos que nos levam a este monumento fictício, o filme descobre uma história de exploração, profecias e mitos.

    Sobre a Mostra OLHO
    Fundado em 2014 por Alessandra Bergamaschi e Vanina Saracino, OLHO é um projeto curatorial que nasce com o objetivo de pesquisar e explorar as relações existentes entre a produção contemporânea de obras de arte em vídeo e o cinema. A premissa inicial, que ainda direciona sua pesquisa, é a forma como a arquitetura de um espaço imersivo pode contextualizar, influenciar e até mesmo redefinir a experiência do espectador com uma obra de arte, especialmente no que tange a percepção de obras baseadas no tempo e de imagens em movimento. Tem como objetivo pesquisar, analisar e reunir em sequências cuidadosamente curadas obras de arte em vídeo que estejam repensando a linguagem do Cinema, para que sejam exibidas em suas telas. Essa experiência visual envolvente é o ponto de partida para a realização de conferências, palestras e publicações que visem a construção de um diálogo interdisciplinar, com a contribuição de profissionais de várias áreas. [+ informações ]

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  • 29 set 05 out 2016

    O SILÊNCIO DO CÉU [estreia]

    O SILÊNCIO DO CÉU


    [ alerta de gatilho ]

    Direção – Marco Dutra
    Brasil/ Chile, 2016, 102 min
    Com Carolina Dieckmann, Leonardo Sbaraglia e Chino Darín

    29 de setembro a 5 de outubro, exceto dias 01.10 (sábado) e 03.10 (segunda-feira)
    Horário: 16h
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)
    Classificação indicativa – 16 anos

    Após ser vítima de um estupro dentro de sua própria casa, Diana (Carolina Dieckmann) escolhe manter o trauma em segredo. Mario (Leonardo Sbaraglia), seu marido, também tem algo a esconder. O silêncio que toma conta do casal ao longo dos dias se transforma, aos poucos, em uma peculiar forma de violência.

    CORROÍDO PELO SILÊNCIO

    Adaptação do livro Era El Cielo, de Sergio Bizzio, O Silêncio do Céu recebeu três prêmios no Festival de Gramado de 2016, incluindo prêmio especial do Júri e o Prêmio da Crítica. Rodado em Montevidéu, no Uruguai, e falado em espanhol, este é o terceiro longa-metragem de Marco Dutra, diretor de Trabalhar Cansa (2011), que foi exibido na mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes, e de Quando Eu Era Vivo (2014). Acompanhando o silêncio que toma conta de um casal após uma grande violência, o filme observa o ponto de vista de cada um dos personagens.”Queria entender os processos internos deles e como não conseguem dialogar”, afirma o realizador.

    CRÍTICAS E ENTREVISTAS:

    > Estadão | CRÍTICA [ Luiz Carlos Merten ]: O longa “O Silêncio do Céu” flagra casal corroído pela dor
    > G1 | CRÍTICA [ Nayara Reynaud ]: ‘O Silêncio do Céu’ explora consequências do estupro
    >  Folha de S. Paulo | CRÍTICA [ Inácio Araújo ]: Identificação com marido é ponto forte do longa ‘O Silêncio do Céu’
    > Omelete | ENTREVISTA [ Carolina Dieckmann ]: “O cinema é um espaço para testar meus limites”, diz Carolina Dieckmann sobre filme de estupro
    > Folha de S. Paulo | ILUSTRADA: Marco Dutra retrata terror da falta de diálogo entre um casal após estupro

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  • 29 set 05 out 2016

    AQUARIUS [quinta semana]

    AQUARIUS

    * seleção oficial Festival de Cannes 2016
    Direção – Kleber Mendonça Filho
    Brasil/ PE, 2016, 141 min
    Com Sonia Braga, Maeve Jinkings, Irandhir Santos, Humberto Carrão, Carla Ribas

    → 29 de setembro a 5 de outubro, exceto dias 01.10 (sábado) e 03.10 (segunda-feira)
    Horário:
    18h
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

    Classificação indicativa – 16 anos

    Clara (Sonia Braga) mora de frente para o mar no Aquarius, último prédio de estilo antigo da Av. Boa Viagem, no Recife. Jornalista aposentada e escritora, viúva com três filhos adultos e dona de um aconchegante apartamento repleto de discos e livros, ela irá enfrentar as investidas de uma construtora que tem outros planos para aquele terreno: demolir o Aquarius e dar lugar a um novo empreendimento.

     

    UMA METÁFORA DO BRASIL

    Aquarius, segundo longa-metragem de ficção de Kleber Mendonça Filho (o primeiro foi O Som ao Redor, de 2012), teve sua estreia mundial na França, como parte da seleção oficial competitiva do festival de Cannes e ganhou o prêmio de melhor filme no Festival de Cinema de Sydney. O aclamado e premiado filme, que atraiu mais de 50 mil pessoas em seu final de semana de estreia no país, é uma metáfora do Brasil e dialoga com as temáticas contemporâneas do cinema nacional. De acordo com o diretor, em entrevista para o jornal A Tarde, “o filme se passa em pequenos conflitos da vida real, da vida em sociedade, da vida em condomínio, da vida na rua, e aí as situações efetivamente se transformam em inquietações políticas (…). Acho que o filme inteiro pode ser interpretado como uma metáfora do Brasil, da vida em sociedade. O filme tem tido uma aceitação muito grande fora do Brasil também. A estrutura de mercado, ela pertence ao mundo inteiro, da Rússia ao Havaí, Argentina, África. As pessoas entendem essa lógica de mercado. Ela não faz sentido”. O longa também participou do Festival de Karlovy Vary (república Tcheca), do Festival Internacional de Cinema da Nova Zelândia, do Festival Internacional de Cinema de Melbourne, e do Festiva de Sarajevo, na Bosnia.

    Filmografia selecionada:

    Enjaulado (1997, Betacam, 33’)
    A Menina do Algodão(2003, Mini DV / 35mm, 6’)
    Vinil Verde (2004, stills / 35mm, 16’)
    Eletrodoméstica (2005, 35mm, 22’)
    Noite de Sexta, Manhã de Sábado (2006, Mini DV / 35mm, 14’)
    Crítico (2008, Mini DV / 35mm, documentary, 75’)
    Luz Industrial Mágica (2009, HD, 10’)
    Recife Frio (2010, HD / 35mm, 25’)
    O Som ao Redor (35mm, 131’)
    A Copa do Mundo no Recife (HD, 14’)

    Entrevistas com o diretor:

    > Revista de Cinema | ENTREVISTA: A consagração de Kleber Mendonça
    > The Intercept | ENTREVISTA
    : Kleber Mendonça Filho fala sobre onda reacionária contra Aquarius após sua manifestação em Cannes

    > Adoro Cinema | ENTREVISTA
    : “Conversamos com Kleber Mendonça Filho, diretor do elogiado Aquarius”

    > Cinema UOL | NOTÍCIA:
    Justiça volta atrás e reduz classificação de “Aquarius” para 16 anos

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  • 29 set 05 out 2016

    MATE-ME POR FAVOR [estreia no Cine 104]

    MATE-ME POR FAVOR


    * Seleção oficial do Festival de Veneza – Mostra Horizontes; Prêmios de Melhor Direção e Atriz no Festival do Rio

    Direção – Anita Rocha da Silveira
    Brasil/ RJ, 2015, 101 min
    Com Valentina Herszage, Dora Freind, Julia Roliz, Mariana Oliveira, Bernardo Marinho

    29 de setembro a 5 de outubro, exceto dias 01.10 (sábado) e 04.10 (terça-feira)
    Horário: 20h30
    Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)
    Classificação indicativa – 14 anos

    Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Uma onda de assassinatos invade o bairro. O que começa como uma curiosidade mórbida se apodera cada vez mais da vida dos jovens habitantes. Entre eles, Bia, uma garota de 15 anos. Após um encontro com a morte, ela fará de tudo para ter a certeza de que está viva.

    UM CONVITE AO ESTRANHO

    Primeiro longa-metragem da diretora Anita Rocha da Silveira – realizadora dos curtas-metragens O vampiro do meio-dia (2008), Handebol (2010, ganhador do Prêmio FIPRESCI no 57º Festival Internacional de Curtas de Oberhausen) e Os Mortos-vivos (2012, selecionado para a Quinzena dos Realizadores, no Festival de Cannes) – faz uma imersão radical no universo adolescente. “Em Mate-me por Favor, os adultos estão ausentes. Não são vistos, na prática. Às vezes, ouvem-se suas vozes, em especial no colégio. Mas são nulos. É um mundo jovem. E este é o mundo da perplexidade, tanto que às vezes nem se dá conta dessa situação. Se o medo e a insegurança os envolvem, a opção é muito mais pela atmosfera, pelo clima do terror, do que por cenas explícitas. Há essa atmosfera de expectativa, uma angústia desenhada em planos longos, com uma trilha sonora inspirada e uma edição de som muito boa”, analisa Luiz Zanin Oricchio.

    CRÍTICAS E ENTREVISTAS:
    >> Folha de S. Paulo | CRÍTICA [ Cassio Starling Carlos ]: Talento de diretora de ‘Mate-me Por Favor’ se destaca do óbvio
    >> Almanaque Virtual | CRÍTICA [ Filippo Pitanga ]: Quando a Caça se torna o caçador de si mesmo
    >> Cinema em Cena | CRÍTICA [ Pablo Villaça ]: Mate-me Por Favor
    >> Estadão | CRÍTICA [ Luiz Zanin Oricchio ]: ‘Mate-me por Favor’ navega por dentro do universo teen brasileiro

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  • 01 out 2016

    [ VIRADA POLÍTICA ] O PREFEITO

    [ VIRADA POLÍTICA ] O PREFEITO

    Sessão especial de lançamento do filme em Belo Horizonte, seguida de debate com o diretor Bruno Safadi.

    Direção – Bruno Safadi
    Brasil/ RJ, 2015, 70 min
    Com Djin Sganzerla, Nizo Neto e Gustavo Novaes

    1º de outubro
    Horário: 18h

    ENTRADA GRATUITA, com distribuição de ingressos meia hora antes da sessão
    Classificação indicativa – 14 anos

    O Prefeito do Rio de Janeiro quer fazer história. Para alcançar seu objetivo, ele decide separar a cidade do resto do Brasil, fundando um novo país.

    SOBRE O DIRETOR

    Bruno Safadi nasceu no Brasil em 1980 e estudou cinema na Universidade Federal Fluminense. Dirigiu O fim de uma era (2014), O uivo da gaita (2013), Éden (2012), Belair (2009), Meu nome é Dindi (2007), Uma estrela pra Ioiô (2004) e Na idade da imagem ou projeção nas cavernas (2002).

    SOBRE A VIRADA POLÍTICA
    A Virada Política é um encontro anual que reúne cidadãos comuns, sejam eles estudantes, profissionais, pensadores, ativistas ou artistas, com o objetivo de pensar e rever a relação de cada um com a política, aprofundar ideias, conectar ações e se inspirar // mais informações: www.viradapoliticabh.com.br

    CRÍTICAS:
    >> Revista de Cinema | CRÍTICA [ Rodrigo Fonseca ]: Comédia satiriza política em meio ao caos
    >> Cine Festivais | CRÍTICA [ Ivan Oliveira ]: O prefeito, de Bruno Safadi
    >> Diário de um cinéfilo | CRÍTICA [ Hsu ]: O prefeito

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  • 04 out 2016

    CINE 104 MOSTRA: O CINEMA DE BH | Sertão como se fala

    CINE 104 MOSTRA: O CINEMA DE BH | LANÇAMENTO: Sertão como se fala

    Direção – Leandro Lopes
    Brasil/ MG, 2016, 71 min

    4 de outubro, terça-feira
    Horário: 20h30

    ENTRADA GRATUITA, distribuição de ingressos 30 minutos antes da sessão
    Classificação indicativa – livre

    Sessão seguida de debate com o realizador.

    “Sertão como se fala” é um documentário que percorreu 9.500 quilômetros em sete estados do Nordeste brasileiro para investigar as raízes e a permanência do abcedário do sertão, um modo foneticamente diferente de falar o alfabeto. Entrevistando sertanejos, entre eles professores e alunos, o filme retrata a quase extinção de letras como “mê” (no lugar de “eme”), “lê” (no lugar de “éle”) e “nê” (no lugar de “éne”) no cotidiano do lugar, além de revelar um sertão em busca do seu pertencimento histórico, onde homens e mulheres reivindicam suas heranças culturais e identitárias e valorizam as expressões culturais do povo sertanejo.

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  • 06 out 2016

    [ OLHO - vídeo art cinema ] ABERTURA: Slow Action

    [ OLHO - vídeo art cinema ] ABERTURA: Slow Action

    → 6 de outubro
    Horário:
    20h
    ENTRADA GRATUITA, com distribuição de ingressos meia hora antes das sessões
    Classificação indicativa – 14 anos

    Sessão comentada pela curadora Alessandra Bergamaschi.

    Slow Action
    Direção – Ben Rivers (Reino Unido, 2011, 45 min)

    Slow Action, um filme situado no limiar entre o documentário, o estudo etnográfico e a ficção científica, oferece um panorama extraordinário de locações e imagens que evocam um hipotético futuro em ilhas na Terra. Reunindo quatro obras, encarna o espírito de exploração e pesquisa ativa que veio a caracterizar a prática de Ben Rivers.

    Sobre a Mostra OLHO
    Fundado em 2014 por Alessandra Bergamaschi e Vanina Saracino, OLHO é um projeto curatorial que nasce com o objetivo de pesquisar e explorar as relações existentes entre a produção contemporânea de obras de arte em vídeo e o cinema. A premissa inicial, que ainda direciona sua pesquisa, é a forma como a arquitetura de um espaço imersivo pode contextualizar, influenciar e até mesmo redefinir a experiência do espectador com uma obra de arte, especialmente no que tange a percepção de obras baseadas no tempo e de imagens em movimento. Tem como objetivo pesquisar, analisar e reunir em sequências cuidadosamente curadas obras de arte em vídeo que estejam repensando a linguagem do Cinema, para que sejam exibidas em suas telas. Essa experiência visual envolvente é o ponto de partida para a realização de conferências, palestras e publicações que visem a construção de um diálogo interdisciplinar, com a contribuição de profissionais de várias áreas. [+ informações ]

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  • 07 out 2016

    [ OLHO - vídeo art cinema ] A SOLIDÃO DO CRIADOR

    [ OLHO - vídeo art cinema ] Programa 1: A SOLIDÃO DO CRIADOR

    → 7 de outubro
    Horário:
    20h
    ENTRADA GRATUITA, com distribuição de ingressos meia hora antes das sessões
    Classificação indicativa –14 anos

    Qual é a origem do nosso saber? Como distinguimos fatos que decorrem da investigação científica de uma narrativa literária? De que maneira uma simples teoria se torna a realidade em que acreditamos? Passando do filme-ensaio ao documentário ficcional, este programa reúne obras que tentam responder a essas perguntas, introduzindo quatro histórias extraordinárias.

    Turtles all the way down/ Tartarugas até lá no fundo
    Direção – Basim Magdy (2009, 10 min)
    Turtles All The Way Down é um ensaio cinematográfico construído a partir de quatro histórias diferentes que se entrelaçam, confrontando crenças e dados científicos documentados. A obra toma seu título de um debate sobre a natureza do universo entre um cientista e uma velha senhora, em que a mulher afirma que o mundo é um disco apoiado no casco de uma tartaruga gigante. “E sobre o que estaria apoiada a tartaruga?”, pergunta o cientista. “Existem tartarugas até lá no fundo”.

    Grão
    Direção – Leticia Ramos (2016, 7 min)

    Inteiramente realizado com modelos e manipulação de imagens de microscópio, Grão conta a história de uma colônia humana em um planeta desconhecido, onde foi construído um silo de cereais. Fenômenos naturais e mudanças climáticas fazem com que o silo desmorone, e uma estranha plantação de comece a crescer.

    The Origin of the Species / A Origem das Espécies
    Direção – Ben Rivers (2008, 15 min)

    A Origem das Espécies oferece o retrato clandestino de um homem idoso que vive em uma casa em ruínas no deserto das montanhas escocesas. O homem inventa suas próprias tecnologias para a subsistência cotidiana, enquanto pondera sobre o funcionamento do universo e o escopo do conhecimento humano.

    Sitting in Darkness / Sentando no Escuro
    Direção – Graeme Arnfield (2015, 15 min)

    Lá fora, na escuridão, surge um som. Ecoa e gera um zumbido. Pessoas aterrorizadas saem às ruas em busca de sua origem. Elas sacam suas câmaras para documentar o céu, procurando um autor. Sitting in Darkness explora o lugar do espectador e as regras ocultas que orientam a troca contemporânea de imagens na rede.

    Sobre a Mostra OLHO
    Fundado em 2014 por Alessandra Bergamaschi e Vanina Saracino, OLHO é um projeto curatorial que nasce com o objetivo de pesquisar e explorar as relações existentes entre a produção contemporânea de obras de arte em vídeo e o cinema. A premissa inicial, que ainda direciona sua pesquisa, é a forma como a arquitetura de um espaço imersivo pode contextualizar, influenciar e até mesmo redefinir a experiência do espectador com uma obra de arte, especialmente no que tange a percepção de obras baseadas no tempo e de imagens em movimento. Tem como objetivo pesquisar, analisar e reunir em sequências cuidadosamente curadas obras de arte em vídeo que estejam repensando a linguagem do Cinema, para que sejam exibidas em suas telas. Essa experiência visual envolvente é o ponto de partida para a realização de conferências, palestras e publicações que visem a construção de um diálogo interdisciplinar, com a contribuição de profissionais de várias áreas. [+ informações ]

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  • 07 out 2016

    [ OLHO - vídeo art cinema ] IMPÉRIOS VULNERÁVEIS

    [ OLHO - vídeo art cinema ] Programa 2: IMPÉRIOS VULNERÁVEIS

    → 7 de outubro
    Horário:
    21h
    ENTRADA GRATUITA, com distribuição de ingressos meia hora antes das sessões
    Classificação indicativa –14 anos

    Como em um círculo, nossa história tende a se repetir. De fato, quando a memória é perdida, estamos condenados a repetir o que já vivemos. Este programa reúne obras que tentam reconstruir e lembrar a nossa história, tendo em mente que para o futuro ser diferente do passado, tem de ser um projeto reminiscente desse passado, mais do que uma mera esperança evanescente.

    Dammi i Colori / Me dê as Cores
    Direção – Anri Sala (2003, 15 min)
    O filme aborda as mudanças em Tirana, capital da Albânia, três anos depois de um projeto de transformação urbana que envolveu a pintura de seus edifícios com cores vivas. “Queria mostrar imagens de um lugar onde falar de utopia é realmente impossível, e, por isso, utópico. Eu escolhi a noção de esperança, em vez de utopia. Foquei na ideia de trazer esperança a um lugar onde ela não existe. O filme é sobre como lidar com a realidade onde falta o luxo do tempo e do dinheiro.

    News From the Near Future / Notícias de um Futuro Próximo
    Direção – Fiona Tan (2003, 9 min)
    Neste filme, cenas de arquivo de cinema mudo do início do século 20 foram editadas numa narrativa rítimica precisa, que oferece pistas de um futuro possível. A água, em todas as suas formas – jocosa, feroz ou implacável – é apresentada em sua relação com a vida humana, levantando questões sobre como nossa vida será afetada por um iminente aumento de seus níveis na Terra.

    Coagulate / Coagular
    Direção – Mihai Grecu (2008, 6 min)

    Ausência, presença e distorções aquáticas nesta coreografia de fluidos, onde forças misteriosas torcem as leis físicas e afetam o comportamento dos seres vivos em espaços purificados.

    Occidente
    Direção – Ana Vaz (2014, 15 min)
    Um filme-poema de uma ecologia de sinais, que fala da história colonial que repete a si mesma. Subalternos se tornam os senhores, antiguidades tornam-se conjuntos de jantar reproduzíveis, aves exóticas tornam-se moeda de luxo, exploração torna-se turismo de esportes extremos, monumentos tornam-se dados geográficos. Uma viagem esférica para Oriente e Ocidente, em círculos  de expansão crescente em busca do lugar próprio de cada um, o lugar de cada um ao redor da mesa.

    I’m Sorry. I have to Run / Desculpe, mas eu tenho de correr
    Direção – Graeme Arnfield (2014, 10 min)

    Um homem é perseguido em um canteiro de obras, aparentemente por ninguém. Mensagens de texto são escritas – incansavelmente – sem receber resposta. Uma balada dos anos 60 toca sem explicação. Juntos, esses elementos contam uma história interminável de potenciais perdidos e de futuros que falharam.

    Sobre a Mostra OLHO
    Fundado em 2014 por Alessandra Bergamaschi e Vanina Saracino, OLHO é um projeto curatorial que nasce com o objetivo de pesquisar e explorar as relações existentes entre a produção contemporânea de obras de arte em vídeo e o cinema. A premissa inicial, que ainda direciona sua pesquisa, é a forma como a arquitetura de um espaço imersivo pode contextualizar, influenciar e até mesmo redefinir a experiência do espectador com uma obra de arte, especialmente no que tange a percepção de obras baseadas no tempo e de imagens em movimento. Tem como objetivo pesquisar, analisar e reunir em sequências cuidadosamente curadas obras de arte em vídeo que estejam repensando a linguagem do Cinema, para que sejam exibidas em suas telas. Essa experiência visual envolvente é o ponto de partida para a realização de conferências, palestras e publicações que visem a construção de um diálogo interdisciplinar, com a contribuição de profissionais de várias áreas. [+ informações ]

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  • 08 out 2016

    [ OLHO - vídeo art cinema ] VIAGEM AO CENTRO DA TERRA

    [ OLHO - vídeo art cinema ] Programa 3: VIAGEM AO CENTRO DA TERRA

    → 8 de outubro
    Horário:
    20h
    ENTRADA GRATUITA, com distribuição de ingressos meia hora antes das sessões
    Classificação indicativa –14 anos

    Do Cosmos aos Esquimós, passando por terras imaginárias e lugares inventados, das referências de conquistas coloniais à exploração do espaço, num diário pessoal ou numa narrativa não linear. Este programa reúne quatro obras caracterizadas por um forte espírito de exploração, que vai levar o espectador a uma viagem através de territórios familiares e desconhecidos.

    Exland
    Direção – Mihai Grecu (2013, 7 min)
    Em algum lugar perdido entre fiordes majestosos e cumes nevados, misteriosos monumentos pós-modernos indicam uma presença humana ambígua, que tenta modificar a paisagem através de um simbolismo ideológico abstrato. O filme é, ao mesmo tempo, a visualização de trabalhos utópicos de land art, uma crítica à sociedade de consumo e um comentário irônico às catástrofes do imaginário contemporâneo.

    On the Good Earth / Na Boa Terra
    Direção – Basim Magdy (2011, 5 min)
    O filme mostra misteriosas imagens granuladas em preto e branco de dois astronautas sentados atrás de grades em um espaço não identificável, mas cercado de objetos quotidianos, que testemunham a morte do maior sonho do homem.

    The End of the Day and the Beginning of the World/ O Fim do Dia e o Início do Mundo
    Direção – Shingo Yoshida (2015, 12 min)
    Inspirado em contos folclóricos, este projeto foi realizado nas regiões siberianas de Chukotka e Beríngia, onde corre o Meridiano 180, a linha sobre a qual o hoje e o amanhã coincidem.

    Há Terra!
    Direção – Ana Vaz (2016, 11 min)
    Há Terra! é um encontro, uma caçada, um conto diacrônico sobre o olhar e o devir. Como em um jogo, como em uma perseguição, o filme erra entre o personagem e a terra, a terra e a personagem, o predador e a presa.

    Sobre a Mostra OLHO
    Fundado em 2014 por Alessandra Bergamaschi e Vanina Saracino, OLHO é um projeto curatorial que nasce com o objetivo de pesquisar e explorar as relações existentes entre a produção contemporânea de obras de arte em vídeo e o cinema. A premissa inicial, que ainda direciona sua pesquisa, é a forma como a arquitetura de um espaço imersivo pode contextualizar, influenciar e até mesmo redefinir a experiência do espectador com uma obra de arte, especialmente no que tange a percepção de obras baseadas no tempo e de imagens em movimento. Tem como objetivo pesquisar, analisar e reunir em sequências cuidadosamente curadas obras de arte em vídeo que estejam repensando a linguagem do Cinema, para que sejam exibidas em suas telas. Essa experiência visual envolvente é o ponto de partida para a realização de conferências, palestras e publicações que visem a construção de um diálogo interdisciplinar, com a contribuição de profissionais de várias áreas. [+ informações ]

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  • 08 out 2016

    [ OLHO - vídeo art cinema ] TERRA BRASILIS

    [ OLHO - vídeo art cinema ] Programa 4: TERRA BRASILIS

    → 8 de outubro
    Horário:
    21h
    ENTRADA GRATUITA, com distribuição de ingressos meia hora antes das sessões
    Classificação indicativa –14 anos

    As ruínas do passado são ineludíveis em qualquer nova construção. Construímos a partir de seu reconhecimento, de sua destruição e da tentativa de copiá-las, mas elas sempre incorporam uma referência espacial e temporal. De que maneiras o peso da história a que elas pertencem afeta o futuro que se pode antever depois? Através da reconstrução do Templo de Salomão em São Paulo e da edificação de Brasília, Yael Bartana e Ana Vaz oferecem uma reflexão poderosa sobre dois destinos diferentes de ruínas reconstruídas.

    Inferno
    Direção – Yael Bartana (2013, 21 min)
    O ponto de partida de Inferno é a construção do Terceiro Templo de Salomão, em São Paulo, por uma igreja neopentecostal brasileira, a Igreja Universal do Reino de Deus, fundada no Rio de Janeiro no final da década de 1970, com milhões de adeptos no Brasil e no mundo. Construído segundo especificações bíblicas, esse novo templo replica o primeiro templo em Jerusalém, cuja violenta destruição sinalizou o início da diáspora do povo judeu no VI século a.C. Bartana emprega a estratégia que ela chama de “pré-encenação histórica”, uma metodologia que combina fatos e ficção, profecia e história. Seu trabalho aborda o projeto grandioso do templo através uma visão do seu futuro: será que a sua construção, necessariamente, prefigura a sua destruição?

    A idade da Pedra
    Direção – Ana Vaz (2013, 29 min)
    Uma viagem para o extremo oeste do Brasil nos leva a uma estrutura monumental petrificada no Sertão Brasileiro. Inspirado pela construção épica da cidade de Brasília, o filme usa essa história para imaginar o contrário. “Eu olho para Brasília do mesmo modo que olho Roma: Brasília começou como simplificação extrema de ruínas”. Através dos vestígios geológicos que nos levam a este monumento fictício, o filme descobre uma história de exploração, profecias e mitos.

    Sobre a Mostra OLHO
    Fundado em 2014 por Alessandra Bergamaschi e Vanina Saracino, OLHO é um projeto curatorial que nasce com o objetivo de pesquisar e explorar as relações existentes entre a produção contemporânea de obras de arte em vídeo e o cinema. A premissa inicial, que ainda direciona sua pesquisa, é a forma como a arquitetura de um espaço imersivo pode contextualizar, influenciar e até mesmo redefinir a experiência do espectador com uma obra de arte, especialmente no que tange a percepção de obras baseadas no tempo e de imagens em movimento. Tem como objetivo pesquisar, analisar e reunir em sequências cuidadosamente curadas obras de arte em vídeo que estejam repensando a linguagem do Cinema, para que sejam exibidas em suas telas. Essa experiência visual envolvente é o ponto de partida para a realização de conferências, palestras e publicações que visem a construção de um diálogo interdisciplinar, com a contribuição de profissionais de várias áreas. [+ informações ]

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