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15 nov

MEMÓRIAS DE UM ESTRANGULADOR DE LOIRAS 

Direção – Júlio Bressane
Brasil/ Inglaterra, 1971, 71 min
Classificação indicativa– 16 anos

15 de novembro
Horário: 17h
Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

>> sessão seguida de conversa com o cineasta Geraldo Veloso e do crítico Marcelo Miranda

Um matador de jovens loiras (Guará Rodrigues) comete uma série de assassinatos, sempre realizados nos mesmos lugares e da mesma maneira. Um exercício de repetição e de obsessão com a imagem. Este foi o primeiro filme realizado por Júlio Bressane enquanto exilado em Londres, se tornando um dos mais cultuados, ainda que meno conhecido, filmes do diretor.

Esta será a primeira exibição pública de sua novíssima cópia digital – o filme foi escaneado em 2K e teve sua luz remarcada plano a plano. 

SOBRE O DIRETOR
Diretor com um estilo de cinema poético e ensaísta, Júlio Bressane nasceu no Rio de Janeiro em 1946. Começou sua carreira como assistente de direção de Walter Lima Jr. e, logo em seguida, dirigiu os curtas Lima Barreto, Trajetória e Bethania Bem de Perto, ambos em 1966. Em 1967, dirigiu seu primeiro longa-metragem, Cara a cara. Em 1969, fundou com Rogério Sganzerla a produtora Bel Air, realizando, quase ao mesmo tempo, dois filmes: O anjo nasceu e Matou a família e foi ao cinema, que se tornaram clássicos do então chamado Cinema Marginal. No ano seguinte, dirigiu mais três filmes e, ao ser exilado, continuou filmando em Marrocos e Londres, onde realizou Memórias de um Estrangulador de Loiras, com Guará Rodrigues. Retornou ao Brasil e dialogou com a chanchada, em O rei do baralho (1972), e também com a música e a literatura nos filmes produzidos nos anos 1980 e 1990. Em 2001, recebeu um prêmio no Festival de Veneza com Dias de Nietzsche em Turim. No ano seguinte, foi homenageado com a edição de um livro e a retrospectiva completa de sua obra no Festival de Turim, na Itália. Ao longo de 40 anos de carreira, já realizou mais de 30 filmes.

CRÍTICAS E ENTREVISTAS
> Contracampo | CRÍTICA [ Luís Alberto Rocha Melo ]: Memórias de um cinema inocente
> Críticos | ENTREVISTA: O cinema inocente de Júlio Bressane

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