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Como Chegar

Praça Ruy Barbosa, 104 | Centro
Belo Horizonte | MG | 30.160-000
Telefone: (31) 3222-6457
contato@centoequatro.org

Funcionamento:
Café 104, Cine 104 e espaços multiuso: consulte a programação

Acesso para deficientes

Detalhes

Agenda

12 mai

A primeira edição do TEDx Belo Horizonte reunirá cerca de 12 pensadores e realizadores nacionais e internacionais de áreas de conhecimento diversas, como arte, tecnologia, ciências, negócios, entre outras. Na programação, experiências e ideias que nos permitam expandir os horizontes da forma como vivemos hoje, através de novas possibilidades de interações sociais, culturais, ambientais e econômicas.

As inscrições acontecem de 14 de março a 13 de abril e devem ser feitas pelo site do evento.

Confira os nomes dos palestrantes:

Satyabrata Dam
Satya é um explorador, alpinista e aventureiro polar. É o primeiro homem na terra a liderar expedições bem sucedidas para os ‘três pólos’ – Monte Everest e Pólos Norte e Sul. Ele escalou os picos mais altos de todos os sete continentes e já fez várias travessias de esqui nos árticos, incluindo a calota de gelo da Groenlândia. Ele conquistou mais de 350 picos em todo o mundo em cada cordilheira importante, e continua a buscar novos e mais extremos desafios para o corpo e a mente. Suas outras grandes aventuras incluem um passeio pela África, da Tunísia à África do Sul, a Rota da Seda, da Mongólia à Turquia e já navegou ao redor do mundo em um barco a vela duas vezes. Ele também conduz seminários sobre liderança, trabalho em equipe, gestão de crises e gerenciamento de metas. No segmento das responsabilidades sociais ele trabalha como consultor de grande altitude para estudos de mudança climática junto à alguns dos mais renomados glaciólogos no mundo. Himalaya é sua verdadeira casa e Satya adotou quatro aldeias Himalaias para contribuir diretamente com seus desenvolvimentos econômico e social.

Camillo Rodriguez-Beltran
Após 7 anos de trabalhando em pesquisa institucionalizada na academia, Camilo vive uma vida nômade, dedicada a projetos voltados a desmistificação da ciência e da arte na África Ocidental (Benin, Mali), América do Sul (Chile, Brasil, Bolívia), sudeste da Ásia (Malásia, Filipinas), Ilhas Salomão, México e País Basco. Trabalhando para capacitar sociedades marginalizadas, particularmente nos países em desenvolvimento, o espectro de seus projetos varia de biologia molecular a arte urbana, centrados nos temas de cultura, comunidade e heterogeneidade como bases para criação e inovação. Camillo detém um mestrado em Bioquímica e Ciência de Alimentos do INSA (França), com especialização em pós genômica. Ele esteve envolvido em projetos relacionados à biologia molecular da transferência horizontal de genes e desenvolvimento sobre a avaliação de risco dos organismos geneticamente modificados. Ele tem trabalhado como consultor independente em biossegurança, biodiversidade e questões globais e participa como um orador convidado em uma série de seminários públicos, conferências, cursos, eventos da ONU e entrevistas de mídia em todo o mundo. Camillo fundou a iniciativa Taleo como um sistema idealizado onde ideias sobre os desafios globais podem ser envisionados através da observação e pensamento alternativo. Em 2012, Camillo foi nomeado Chefe de Inovação de Engenharia da Universidad del Desarrollo (Chile) onde também é professor na inovação interdisciplinar e compreensão crítica de tecnologia avançada.

Panmela Castro
Panmela Castro é uma jovem artista multimídia do Brasil que usa grafite e arte de rua para promover conscientização e mudança social. Ela torna sua visão realidade com a organização de direitos humanos Comcausa e Grafiteiras Pela Lei Maria da Penha, um projeto que vincula o graffiti e cultura urbana para o combate à violência contra as mulheres. Através deste projeto, Comcausa realizou uma campanha para educar mulheres desfavorecidas sobre a recentemente passada Lei Maria da Penha sobre violência doméstica e familiar contra as mulheres, uma lei nomeada em homenagem a uma mulher que foi tão severamente espancada por seu marido que ela ficou paralisada pelo resto de sua vida.Para mover o projeto em frente, Panmela se aventurou em favelas do Rio de Janeiro para criar murais para promover a conscientização sobre a existência da Lei Maria da Penha e educar as mulheres sobre os seus direitos na nova legislação. Panmela utiliza sua arte para estender uma corda de salvamento a vítimas ou testemunhas amedrontadas demais para falar por si mesmas anteriormente, mas que agora são informadas dos seus direitos, impossibilitadas de ignorar ou evitar as mensagens que seus murais retratam sobre a importância de Maria da Penha e da lei que leva seu nome. Maria da Penha em pessoa tem sido destaque em alguns dos trabalhos de Panmela. Junto com o grupo que se formou durante o projeto, Panmela co-fundou a Artefeito, uma organização que realiza projetos sociais e utiliza a arte como instrumento de transformação cultural. Panmela acredita que ela pode tornar o mundo um lugar melhor, usando grafite para retratar mensagens de mudanças sociais positivas. Além de estudar na prestigiada Escola de Arte da Universidade Federal no Rio de Janeiro, Panmela ela conquistou um lugar entre as figuras mais importantes do movimento do graffiti brasileiro através de sua arte socialmente consciente. Ela também abriu caminho para mulheres grafiteiras no Brasil através da rede Graffiteiras BR. Panmela é, hoje, Presidente da Rede Nami e Rede Feminista de Arte Urbana que promove os direitos das mulheres através da cultura e das artes. Ela viaja internacionalmente para compartilhar sua visão através de palestras, exposições e workshops realizados pelas Nações Unidas, o Fórum de Arte OSA, Fundação Alemã Rosa Luxemburg, a La Familia Ayara e Organização Caramundo. Ela recebeu vários prêmios e reconhecimentos, incluindo o prêmio Hutúz, o mais importante prêmio de Hip Hop da América Latina. Em Março de 2012, ela foi homenageada no DVF Awards na cidade de Nova Iorque.

Raquel Helen dos Santos Silva
Em 2011 o programa Global Changemakers do Conselho Britânico selecionou, entre 1500 propostas, 18 pessoas para participarem do 40º Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Raquel, com apenas 19 anos, foi a única brasileira selecionada. Seu projeto propõe o engajamento político dos jovem como uma alternativa de ajuste na desigualdade entre os gêneros. No ano seguinte o mesmo projeto levou-a a participar do projeto Jovens Embaixadores, da embaixada dos EUA em Brasília que rendeu-lhe elogios de Michelle Obama: “Você vai conseguir tudo o que quiser porque é determinada. Vou ouvir falar muito do seu nome”. Além da participação em Davos e dos elogios da primeira dama, o trabalho da jovem rendeu-lhe uma bolsa para conclusão do seu curso em Relações Internacionais na Universidade de São Francisco.

Roberto Andrés
Roberto Andrés é arquiteto e atua na interface entre cidades, artes e tecnologia da informação. É editor da revista PISEAGRAMA (www.piseagrama.org), onde publicou artigos sobre bicicletas, powerpoints e zoológicos em Brasília. Colabora eventualmente com a revista Piauí, na qual publicou uma prospecção sobre os desdobramentos do pensamento urbano brasileiro nos rios mundo afora. É co-autor, com Fernanda Regaldo, de a Natureza mora ao lado, um ensaio-visita sobre o bairro Jardim Canadá. Como professor na escola de arquitetura da UFMG, trabalha experimentos didáticos de intervenção e pensamento sobre a cidade. Sócio do escritório Superficie.org, foi um dos criadores do bim.bon, ferramenta online para orçamentos de projetos de arquitetura.

Eloan Pinheiro dos Santos
Eloan dos Santos Pinheiro é a ex-diretora executiva da Manguinhos Instituto de Tecnologia Farmacêutica, Brasil. Ela é uma ativista comprometida focada em promover a saúde e direitos humanos. Envolvida em questões controversas, como o preço do medicamento para tratamento da AIDS, Eloan foi uma líder primordial em rever leis internacionais sobre patentes e propriedades intelectuais – especialmente em países onde a pandemia atinge níveis alarmantes. Ao longo de sua carreira, Eloan tem se dedicado a melhorar a qualidade de vida e saúde para os brasileiros e se esforça para ampliar suas atividades para incluir auxílio aos direitos humanos das pessoas nos países em desenvolvimento. Em 1973 ela começou sua carreira no sector farmacêutico privado como o chefe de desenvolvimento de novos produtos no laboratório Beecham e Sidney Ross co.. Em 1987, ela escolheu seguir o seu interesse no setor farmacêutico público e foi para o Instituto Vital Brasil, onde ela atuou nas atividades de produção e de área de trabalho remota. Dois anos mais tarde, mudou-se para Instituto de Tecnologia de Medicamentos (Far-Manguinhos), que é uma parte da Fundação Oswaldo Cruz e é o laboratório oficial do Ministério da Saúde. Ela é formada em química.

Ângelo Augusto dos Santos
Ângelo é o ex Coordenador de Biodiversidade da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável (FBDS) e Chefe do departamento de Ecologia do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA onde também atuou como Coordenador Científico do Projeto Dinâmica Biológica de Fragmentos Florestais e realizou pesquisas em mudanças climáticas e biodiversidade. Ângelo é atualmente o responsável pela área de Mudanças Climáticas e Energia Limpa do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade – FUNBIO.

Meninas de Sinhá
O grupo Meninas de Sinhá é formado por mulheres entre 50 e 92 anos de idade, moradoras dos bairros Alto Vera Cruz, Taquaril e Granja de Freitas  em  Belo Horizonte. Dona Valdete, que buscava entender os problemas comuns das mulheres que viviam nessas comunidades e compartilhavam das mesmas necessidades  e ansiedades, criou o grupo em 1996. Através dos encontros semanais,nasceu o desejo de cantar e dançar, relembrando canções antigas, cantigas de roda (cirandas) e brincadeiras infantis.  A partir dessas canções, cirandas e brincadeiras, o grupo encontrou seu principal objeto de trabalho: preservar a cultura. Em 2007 elas lançaram seu primeiro album solo “Tá Caindo Fulô” pelo Selo Mais Brasil, vencendo na sequência os prêmios Cultura Viva também em 2007 e o Aval do Rival Petrobrás de Música em  2008. Meninas de Sinhá é um dos mais importantes grupos culturais de Minas Gerais hoje.

Erica Goldson
Erica Goldson vem falando, escrevendo e explorando o tema Educação Alternativa desde seu controverso discurso de formatura há dois anos. Seu discurso não consta apenas no YouTube e vários sites por toda web, mas também publicado na Pearson’s Writing Arguments: 9th Edition. Erica é originalmente do Norte do estado de Nova York, mas tem passado grande parte do tempo viajando e vivenciando processos de imersão em diferentes culturas para formar uma cosmovisão diferente da existente hoje no sistema tradicional das Universidades Americanas. Atualmente está vivendo na Guatemala, trabalhando como professora de inglês voluntária em uma escola para meninas. Depois de aprender sobre a dificuldade desse povo em dialogar com turistas de limitada compreensão do espanhol, ela criou sua própria escola de inglês na esperança de contribuir para uma economia melhor.

Christopher Howe
Christopher Howe caminhou a pé de Los Angeles ao interior da Amazona no Brasil, trocando orações de pessoas que ele conheceu na estrada e rezando por elas. Ele também oferecia pedaços de papel em branco para que as pessoas escrevessem aquilo que sentissem necessidade naquele momento, sem fingimentos, e repassava à diante as palavras, desejos e desabafos de qualquer um que encontrasse no caminho. Um dos principais objetivos do projeto era ajudar as pessoas a se livrarem dos anseios e culpas do passado ou, pelo menos, caminharem juntos nessa direção simplesmente escrevendo. Um passado completo deixa um horizonte aberto para qualquer possibilidade no futuro que a mente possa imaginar. Christopher usa os aspectos alegóricos da peregrinação e promessa, o caminhar para o desconhecido na fé, deixando sua bagagem e histórias por trás e tornando presentes os significados poderosos e práticos que a peregrinação pode ter em nosso cotidiano. É graduado em História e Teologia e em História do Cristianismo Ortodoxo Oriental e Ocidental. Ele é professor do ensino fundamental no s Estados Unidos e na Alemanha há cinco anos. Antes de sair em sua peregrinação, trabalho na produção de filmes para a Muse Production no Quênia e em Los Angeles, Califórnia.

Fernando Braga da Costa
Uma vez por semana, Fernando Braga da Costa veste uniforme e varre ruas. Carrega esterco, limpa fossas, trabalha debaixo de chuva ou sol. Por causa disso, desenvolveu tendinite nos antebraços. Sua rotina começou há 10 anos, como um trabalho para uma disciplina de Psicologia, que Fernando cursava na USP e que propunha aos alunos trabalharem em uma profissão de classe mais baixa por um dia. Esse foi o início da tese sobre a “invisibilidade pública”, que diz que profissionais como faxineiros, ascensoristas, empacotadores e garis não são “vistos” pela sociedade, que os enxerga como uma função, não uma pessoa. O estudo resultou no livro: Homens Invisíveis – Relatos de uma Humilhação Social.

Sarah Harmer
Sarah Harmer é uma cantora, compositora e ativista candense. Ela já lançou cinco álbuns e ganhou inúmeros Juno Awards (Grammy Award Canadense). Em 2005 Harmer foi co-fundadora da organização não governamental PERL (Protecting Escarpment Rural Land) para ajudar a Escarpa Niágara, uma reserva ambiental mundial da UNESCO localizada em Ontário, de ter uma pedreira aberto no coração do Monte Nemo. Recentemente, testemunhou contra o impacto ambiental que ameaça de extinção uma espécie de salamandra típico do sul de Ontário, em audiência pública contra a Nelson Global Ltda. Para contribuir com a Organização, Sarah saiu em turnê com sua banda, a “Escarpment Blues”, que gerou um DVD homônimo em 2006, contando sua história, vencedor do Juno Award de Melhor DVD Musical. No início de 2012, Sarah participou da delegação que compõe o Nobel Women´s Iniciative no México, Honduras e Guatemala. A delegação ouviu testemunhos da extrema violência que as mulheres nestes países enfrentam e da extração de recursos que está prejudicando o meio ambiente e colocando em risco os direitos humanos.

Chefe Almir Suruí e Rebecca Moore
Em 2008 a luta pela preservação das terras do povo Suruí ganhou um importante e inusitado aliado: o Google. O Chefe Almir Suruí, líder da tribo, e Rebecca Moore, diretora do Google Earth Solidário, assinaram um termo de cooperação e compartilhamento de tecnologias, no qual os indígenas recebem equipamentos e treinamentos para que possam disponibilizar na web parte da sua história e dos seus conhecimentos determinando assim um marco histórico, no qual as tecnologias de comunicação em rede começam a fazer parte do fortalecimento de identidades culturais tradicionais.

Chefe Almir Suruí
Um ambientalista, ativista político e chefe tribal, Almir Narayamoga Suruí tem lutado para salvar sua tribo Suruí (pronunciado SOO-ROO-EE) e a floresta amazônica há mais de 20 anos. Os esforços do Almir são creditados como quase sozinho trazendo de volta sua tribo da beira da extinção. Mais notavelmente, sua capacidade de reunir seu povo e parceiros em favor da busca de soluções para tornar florestas mais valiosas vivas do que mortas, trouxe-lhe reconhecimento ao redor do mundo e em 2009 fez dele uma das 100 pessoas mais influentes do Brasil de acordo com uma revista de notícias brasileira líder de mercado. Como Almir disse a revista Smithsonian em um perfil de Março de 2007, “Eu confio no espírito da floresta para me proteger.” Os sucessos políticos de Almir na floresta tropical são consideráveis. Ele convenceu o Banco Mundial a reestruturar um programa de desenvolvimento regional, assegurando que os fundos para a Comunidade deveriam ser distribuídos diretamente para as comunidades indígenas, ao invés de através de um intermediário do governo, onde a capacidade de distribuir sua aplicação era mínima. Ele também pressionou com sucesso o governo do estado para construir escolas, poços e clínicas médicas para os Suruí e outras tribos na reserva florestal que lhes está reservada. Educação e assistência médica são duas das questões vitais que enfrentam os povos indígenas da Amazônia. Almir também se juntou com outros líderes tribais para formular um “plano de 50 anos” para garantir a vitalidade econômica dos habitantes nativos da região. Seu plano engloba um projeto de reflorestamento em larga escala para áreas que tenham sido afetadas pela exploração madeireira ilegal, bem como planos de renda alternativa e proteção. Além disso, Chefe Almir lidera um dos primeiros projetos para o pagamento de créditos de carbono em terras indígenas na Amazônia brasileira. Para isso ele uniu organizações de três continentes diferentes para colaborar com o Suruí em fazer esse projeto se realizar. (Fonte: www.wise-qatar.org )

Rebecca Moore
Rebecca Moore é uma cientista de computação, e profissional de software. No Google, ela planejou e lidera o projeto Google Earth Outreach , que apoia organizações não governamentais, comunidades e povos indígenas no mundo inteiro, ao usar as ferramentas de mapeamento do Google nos problemas mundiais mais urgentes tais como áreas de preservação ambiental, direitos humanos e a criação de uma sociedade sustentável. Seu trabalho com o Google Earth foi fundamental para frear o desmatamento de mais de mil acres de sequóias em sua comunidade na Montanha de Santa Cruz. Rebeca também iniciou e lidera o desenvolvimento do Google Earth Engine, uma nova plataforma tecnológica que sustenta monitoramento de imagens de satélite em uma escala global para o benefício da sociedade. Rebecca recebeu um bacharelado com honras pela Universidade de Brown em Inteligência Artificial, um mestrado pela Universidade de Stanford e está atualmente de licença do programa Ph.D. em ciência da computação de Stanford.

:: Sábado, 12 de maio de 2012
Horário: 8h às 18h

O preenchimento do formulário de inscrição não garante a participação no evento. Haverá um processo de seleção para a escolha dos participantes mais comprometidos com as propostas do TED e TEDxBeloHorizonte. Após a aprovação, será solicitado o pagamento no valor de R$50,00 (cinquenta reais).

Saiba mais

Estacionamento conveniado: Park Box | Av. Santos Dumont, 208 | Centro | R$5,00 (preço único)

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Vá de ônibus, táxi, bicicleta ou metrô | Próximo a Estação Central de metrô

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