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03 ago

CentoeQuatro recebe Mostra de Documentários Franceses com entrada gratuita

Através de uma parceria entre o CentoeQuatro, a Aliança Francesa de Belo Horizonte e Cinemateca Francesa acontece no Cine 104, entre os dias 10 e 12 de agosto, com entrada gratuita, a Mostra de Documentários Franceses

Confirmando mais uma vez a qualidade da programação do festivais de documentários franceses – o FIPA, o Cinema do Real, o FID Marselha os “Encontros gerais de Lussas”- esta seleção, necessariamente parcial, reflete a vitalidade e a pujança da produção nunca pára de explorar, de alargar os nossos horizontes, de contestar os preconceito.

Os filmes selecionados brinda-nos com uma diversidade de pontos de vista sobre o estado do mundo, na área geopolítica e histórica com formas inovadoras e diversificadas: crônicas, grandes reportagens, ensaios.

Confira sinopse dos filmes:

IItchkeri Kenti os filhos da Tchetchênia (Itchkeri Kenti les fils de L’Itchkerie) | França, 2006 | PB | Duração 145’| De Florent Marcie
Tchetchênia, inverno de 1996. Florent Marcie, jovem diretor francês, percorre e filma clandestinamente o país em guerra, indo ao encontro de um povo em resistência. Nos escombros de Grozni, quadrilhada pelo exército russo, uma grande passeata independentista desafia o ocupante… Montado dez anos mais tarde para dar testemunho de uma história olvidada, Itchkeri Kenti representa, para os tchetchenos, um filme simbólico. Um filme universal sobre o ser humano na guerra da resistência.
Classificação: 16 anos

Os LIP, a imaginação no poder (Les LIP, L’imagination au Pouvoir) | França, 2006 | PB | Duração: 118′ | De Christian Rouaud
Este filme vai atrás dos homens que fizeram a greve operária mais emblemática do período pós 68, a dos LIP em Besançon. Um movimento de luta inrível, que durou vários anos, mobilizou multidões na França e na Europa, multiplicou as ações ilegais sem jamais ceder à tentação da violência, levou a imaginação e a exigência de democracia a patamares jamais atingindos até então. Retratos, uma história coletiva, narrativas cruzadas para tentar entender entender porque essa greve representou a esperança e os sonhos de uma geração inteira.
Classificação: 16 anos

Rafah, Crônicas de uma Cidade da Faixa de Gaza (Rafah, Chroniques d’une Ville dans la Bande de Gaza) | França, 2006 | PB | Duração 52’| De Alexis Monchovet
Retrato íntimo de uma cidade palestina, filmado durante o ano de transtornos de setembro de 2005 a setembro de 2006. Rafah, situado ao sul da Faixa de Gaza, é uma cidade dividida em duas por um corredor de segurança que traça a fronteira entre o Egito e a Faixa de Gaza. Rafah é a capital do tráfico de armas desse lugar. Desde a retirada israelense da Faixa de Gaza em 12 de setembro de 2005, estas armas alimentam guerras sangrentas entre as famílias. Após a vitória do Hamas, a cidade afunda numa crise econômica grave. No dia 25 de junho de 2006, o cabo israelense Gilad Shalitz foi raptado num túnel cavado a partir de Rafah. Tsahal, em retaliação, bombardeaira as casas dos traficantes de armas, situadas ao longo da Estrada Filadélfia. No dia 12 de setembro de 2006, uma ano após a retirada, todas as esperanças de melhora desaparecem.
Classificação: 16 anos

Papel não embrulha brasas (Le papier ne pas peut envelopper la braise) | França, 2006 | Cores | Duração: 86’ | De Rithy Panh
O cineasta cambojano acompanha o processo de exclusão social de uma prostituta, que sente-se impedida de voltar à cidade natal por medo de que os habitantes saibam o que ela fazia para sobreviver em Phnom Penh. Neste contexto, a decadência do corpo iguala-se a uma espécie de morte civil.
Classificação: 18 anos

Nisida, Crescer na prisão (Nisida, Grandir en Prison) | França, 2006 | PB | Duração 100’| De Lara Rastelli
Na prisão da ilha de Nisida, ao largo de Nápoles, vivem cerca de quarenta jovens entre 14 e 21 anos. Para proteger seu anonimato e facilitar a filmagem, eles próprios confeccionam máscaras, possibilitando uma relação cada vez mais íntima com três dentre eles. Enzo, Rosario e Samir, confrontados diariamente ao cárcere, nos contam seu dia a dia entre escola e trabalho, aborrecimento e encerramento. Contam também a sua história, partilhando conosco momentos de tristeza e de esperança. Com eles, ao fio dos meses, Lara Rastelli explora o sentido de um encerramento que se pretende educativo.
Classificação: 16 anos

Apoio:
Aliança Francesa de Belo Horizonte | Embaixada da França | Instituto Francês | Cinemateca da Embaixada da França no Brasil

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