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16 mai

Programação completa do ®NOVA Belo Horizonte

ROJO apresenta a 5ª edição do @NOVA pela primeira vez em Belo Horizonte. O festival multidimensional de arte colaborativa acontece entre os dias 15 e 27 de Maio, no espaço expositivo do CentoeQuatro, e apresentará um mix de artistas locais e internacionais.

O evento reúne a vanguarda contemporânea nacional e internacional em música, artes visuais e audiovisuais e apresenta ao público mineiro o conceito work in progress – onde os artistas trabalham em colaboração, ocupando os espaços em camadas, de forma que a exposição esteja sempre viva sendo finalizada na última semana.

MOSTRA WORK IN PROGRESS

:: 15 de Maio, Terça-feira
Penique Productions

Com instalações temporárias nada comuns, o coletivo Penique Productions cria espaços completamente ocupados por balões infláveis. Os trabalhos são baseados na relação entre cheio e vazio, público e espaço. Formas novas e talvez mais primitivas são geradas a partir das dobras e volume do material, dando ao espaço ocupado uma nova atmosfera e identidade. Os balões são construídos à partir de módulos regulares e ajustados de acordo com as características de cada espaço. Um passeio de balão como você nunca viu.

:: de 15 à 19 de Maio
Mello + Landini

A dupla Mello+Landini, formada pela mineira Janaina Mello e o italiano radicado em Belo Horizonte, Daniele Landini, traz a proposta site specific Ciclotrama, que tem como ponto de partida, a utilização de barbantes na criação de um universo pictórico/escultórico. A característica capilar do material, somada à maleabilidade e à tensão que ele suporta, são potências para desdobrar questões em torno da dinâmica dos fluxos, das relações sociais, das trajetórias, experiências, transformações, amadurecimentos e passagem do tempo. Relacionando estas esferas ou seja, entrelaçando estes fios, o trabalho desencadeia a construção de estruturas que nos remetem a forma de um rizoma ou de imagens microscópicas, interiores orgânicos ou dos mapas virtuais ou a um poema que traduz uma imagem de mundo.

EVENTO ABERTURA
:: 20 de Maio, domingo – entrada gratuita

>> Performance

Horário: 17h às 22h
Shima + Breno Spangler
“Eu não sei, cê que sabe/ Xá comigo, eu que faço” #1

O cliente que chegar no café do CentoeQuatro e pedir este prato (homônimo ao título do trabalho) receberá um prato-surpresa para degustar. Cada prato é único e totalmente diferente do outro, a partir da descrição do cliente feito pelo garçom, que poderá apenas dizer se o freguês é alérgico a algum tipo de prato, ou não come alguma coisa (ex: carne, ervilha, lactose, etc). A partir do pedido e da descrição do garçom, é elaborado um prato único ao ‘cliente’, que pagará um preço único pelo prato pedido. A surpresa é elemento fundamental do processo, e depois todas as receitas serão compiladas e publicadas em um blog.

Horário: 17h
Noemi Assumpção (Brasil)

Horário: 19h
| Artur Miglio + Felipe Turcheti + Vicente Pessôa (Brasil)

Artur Miglio, Felipe Turcheti e Vicente Pessôa se reúnem para fazer, mais uma vez, .alguma coisa., performance profética-cômica audiovisual que é o mais novo conceito em performance. .alguma coisa. é uma viagem a; o nada absoluto não há. Venha ver o mundo passar, num só dia e num só corpo, toda a história. Com participações de Maria, Júlio César etc.

>> Música

Horário: 18h às 23h
Akin + Tra (Brasil)
Akin

Brasileiro, Paulistano, músico e produtor de batidas e notas que vão além do convencional. Akin, 33 anos, teve seu primeiro contato com a música por volta dos anos 98/99 como um freestyle em batalhas de MCs da cena de rap underground. O principal ingrediente de seu estilo são suas próprias batidas, que deslizam entre sintetizadores analógicos e breaks secos e diretos. Ao longo dos anos, o instrumental tornou-se o seu maior interesse na música, fazendo com que até os vocais fossem tratados como mais um instrumento em suas produções e para isso Akin conta com a utilização de MPC e outros instrumentos de sampling. Akin faz parte também do duo Afasia, projeto conhecido por suas criações baseadas em ruídos e batidas industriais, ao lado de Carlos Issa do Objeto Amarelo. E é ainda, o anfitrião da rádio online Metanol FM, focada em música eletrônica instrumental e experimental.

Christopher Scullion (Irlanda)

Ele toca música. Ele gosta de pipas. E é da Irlanda. Ele é Chris.

Droid-on (Brasil)

Droid-On, projeto de Eduardo V. Melo, integrante do selo de chiptune chippanze.org, consiste natransposição de música de baixa resolução e ambiências de videogame com inspiração em jogos de Nintendo 8bit para a vida cotidiana. Através do uso de sucata tecnológica, Droid-On explora recursos ultrapassados de emulação sonora em resposta à modernidade hi-tech. Sua peculiar sonoridade pode ser definida como algo entre o Ninja Gaiden na pista de dança e o Luigi vomitando cogumelo ao sugo.

| .O.F.A.C. (Brasil)

.O.F.A.C. é o projeto musical experimental do artista plástico Hugo Frasa, formado pela Fundação Armando Alvares Penteado. Logo após participar da coletiva Vorazes, Grotescos & Malvados no Paço das Artes em 2006,Frasa saiu em turnê com a artista multifacetada Dora Longo Bahia para se apresentar ao lado de Chelpa Ferro eDevotos do Ódio em Recife. Como artista plástico integrou várias mostras coletivas na Galeria Polinésia, fez parte do grupo de músicos no projeto “OIDARADIO” de Kiki Mazzucchelli e Nick Graham-Smith em outubro de 2009 e participa ativamente de várias apresentações na Galeria Vermelho desde sua abertura. Atualmente integra o grupo de artistas da Galeria Phosphorus de Maria Montero e está com uma exposição individual em cartaz até junho de 2012.

| Jason Forrest (EUA)

INSTALAÇÃO, MURAL, VÍDEO, ao VIVO
:: de 20 à 27 de Maio

| Andre Hallak (Brasil)

Yoshi Sodeoka (EUA)

Yoshi Sodeoka é um artista multidisciplinar e músico de Yokohama, Japão, que vive e trabalha em Nova York há mais de duas décadas. Seus vídeos psicodélicos são resultado de seu repertório como pintor, roqueiro punk e produtor de música eletrônica. Os trabalhos de Sodeoka têm sido exibidos em instituições por todo o globo: Tate Britain e OneDotZero (Londres), Deitch Projects e Whitney Museum (NY), MU em Edimburgo, Rojo Nova (SP), OFFF e Sonar (Barcelona), Museu de Arte de Baltimore, Transmediale (Berlim), Krakow Film Festival (Polônia), dentre outros.

Frederik Heynan (Bélgica)

Frederik Heyman é formado pela Royal Academy da Antuérpia, onde fez sua graduação em design gráfico e ilustração, e mestrado em fotografia. Além de artista plástico, ele trabalha também como fotógrafo de moda, levando sua linguagem estilizada para além da arte. Heyman é extremamente meticuloso no styling e ambientação de seus trabalhos, como ele próprio diz “Minhas imagens são ilustrações e fotografias. Elas partem do mesmo ponto, mas a sua tradução pode variar dependendo do meio”.

Jonathan McCabe (Austrália)

Jonathan McCabe é um artista australiano que vive em Canberra, subúrbio de Ainslie. McCabe se interessa por teorias da evolução e de formação de padrões biológicos; e sua aplicação na arte digital. Seus trabalhos são baseados em abordagens generativas e algorítmicas para a geração de imagens e têm como fonte o trabalho de Alan TuringMcCabe fez seu mestrado em Artes na Australian National University.

Levi Van Veluw (Holanda)

O trabalho de Levi van Veluw é formado por uma série de auto-retratos, desenhados e fotografados por ele mesmo: um one-man-process. Trabalhos anteriores de Veluw foram denominados ‘transferências elementares’ pois o processo de modificar seu próprio rosto como um objeto e combiná-lo com outros elementos criam um terceiro objeto. Uma obra, que já não pode mais ser chamada de retrato e de grande impacto visual, rico em cor, forma, textura e que contém a história de um processo, no qual o artista sedesloca entre as entidades de sujeito e objeto.

Plink Flojd (EUA)

Plink Flojd é um super coletivo audiovisual, um projeto iniciado por David Quiles Guilló, com Yoshi Sodeoka e Eric Mast como co-fundadores. O projeto visa criar uma entidade artística única, que opera por conta própria através da criação de colaborações de longo prazo com artistas de todo o mundo. A estréia mundial de Plink Flojd vai mostrar suas novas criações audiovisuais em forma de instalação na área de exposição do NOVA. Alguns dos artistas que colaboram nesta primera leva de trabalhos são: Akin, Lorna Mills, Rollin Leonard, Andrew Benson, Sabrina Ratté, A.Bill Miller, Jesús Olmo, Jason Forrest. A primeira arte de capa da compilação A/V de Pink Flojd foi criada por Shane McAdams.

Jesús Olmo (Espanha)

O negócio de Jesús Olmo é escrever roteiros, fazer vídeos e fotografar, mas o que ele realmente gosta é não fazer nada, apenas abrir os olhos e olhar. Recentemente, Olmo percebeu que tudo é “um” e que na realidade não há ninguém aqui para olhar.

| Mariana Rocha (Brasil)

Advogada, cursa Artes Plásticas na Escola Guignard – UEMG, com habilitação em desenho e escultura e Pós Graduação Movimento e ação: arte da performance da Faculdade Angel Vianna. Trabalha com diversas mídias. Participou de exposições coletivas e do programa de residência Conversas do CEIA e da fundação Clóvis Salgado. Vive e trabalha em Belo Horizonte.

| Luciana Monte-Mór (Brasil)

Arquiteta e artista plástica nascida em Belo Horizonte. Formou-se na escola Guignard. Seu trabalho artístico usa de diversos materiais e ferramentas, utilizando-se da pintura, escultura, cerâmica, intervenção urbana, instalação e vídeo como suporte. Busca em todos os trabalhos a poética na percepção do espaço.

| Deise Oliveira (Brasil)

CINEMA
:: 23 de Maio, quarta-feira
Entrada R$5,00

Emilio Gomariz (Espanha) – às 20h

É um artista e engenheiro técnico em Desenho Insdustrial que incorpora fotografia, design, arquitetura e animação em suas experiências com mídias digitais. Suas obras são baseadas em redes digitais e exploram o mundo virtual de onde ele capta novas estéticas RGB e combina diferentes movimentos digitais. É fundador e editor do blog Triangulation, blog diário que tem como base um conceito triangular, arte abstrata, experimental e contemporânea. Atualmente vive e trabalha em Londres.

Astrid Rieger (Alemanha) – às 21h

Cineasta e autora, a artista romena Astrid Rieger nascida em Brasov em 1979, se mudou para a Alemanha em 1990 onde estudou Arte e Design – na Academy Offenbach – e se formou em Cinema e Vídeo. Em 2009, foi premiada com a bolsa de estudos Cast&Cut pela Kulturregion Stiftung Hannover e Nordmedia. Seus filmes e curtas que chamam a atenção pela simplicidade de suas narrativas ou por suas montagens mais complexas, foram exibidos em diversos festivais internacionais de cinema.

Thorsten Fleisch (Alemanha) – 22h

Thorsten Fleisch nasceu em Koblenz, Alemanha, em 1972. Ele começou a experimentar filmes com super 8 enquanto estava no colégio. Depois do colegial e de prestar serviço comunitário em uma instituição para doentes mentais ele foi para Marburg para estudar música, arte e mídia na Philips Universität. Um ano depois se mudou para o Städelschule em Frankfurt para estudar cinema com o professor Peter Kubelka e começou a trabalhar com filme de 16mm. Pouco depois de seus estudos ele fez o filme “blutrausch/bloodlust”, que não só chamou atenção para o seu trabalho como lhe rendeu o prémio Ann Arbor Filmcoop. Desde 2001, Thorsten Fleisch é membro do conselho de diretores artísticos da exposição de cinema experimental internacional. Seus filmes foram exibidos em festivais de cinema do mundo inteiro incluindo o festival de cinema de Nova Yorque, de Sarajevo, Milão, Rotterdam, Media Art Festival europeu, entre outros. Ele vive e trabalha em Berlim.

:: 24 de Maio, quinta-feira

Juan Rayos (Espanha) – 20h

Fotógrafo e cineasta de Madrid, Juan Rayos faz barulho no mundo do vídeo de sk8 com seus trabalhos que extrapolam o mero registro do ambiente e vida das ruas sobre rodas.

Sabrina Ratté (Canadá) – 21h

Sabrina Ratté vive e trabalha em Montreal. Seu trabalho mescla técnicas de vídeo digital e analógica, lidando com as diversas manifestações da luz. Ela também tem interesse pela relação entre música eletrônica e imagem eletrônica, e muitas vezes colabora com músicos em diferentes contextos. Sabrina possui também uma colaboração contínua com o compositor Roger Tellier-Craig, com quem ela realiza projeções de vídeo ao vivo. Seu trabalho tem sido mostrado em diferentes galerias e festivais internacionais, e um de seus vídeos, Le Révélateur, foi lançado recentemente em DVD pela label Root Strata.

Olaf Breuning (Suiça) – 22h

Olaf Breuning: o rei supremo do mundo retardo e brilhante; e produtor. Possui uma vasta obra que inclui fotos, vídeos, instalações e performance ao vivo de uma linguagem iconográfica visual que se encontra em algum lugar entre o absurdo e antropologia pop.

MARATONA DE CINEMA
:: 25, 26 e 27 de Maio – às 20h
Bill Viola (EUA)

Bill Viola, nascido em 1951, é conhecido internacionalmente como um dos principais artistas da atualidade e foi peça fundamental para estabelecer o vídeo como uma forma vital de expressão da arte contemporânea, expandindo também os alcances do vídeo em termos de tecnologia, conteúdo e história. Durante 40 anos ele criou fitas de vídeo, vídeo-instalações arquitetônicas, ambientes sonoros, performances de música eletrônica, peças de vídeo para tela plana, e trabalhos para a televisão. Os espectadores são imergidos pelo som e imagem das vídeo-instalações de Bill Viola, que emprega a tecnologia com precisão e simplicidade direta. Suas obras se concentram ao redor de temas como as experiências humanas universais – nascimento, morte e o desdobramento da consciência – e têm suas raízes na arte oriental e ocidental, bem como tradições espirituais que incluem Zen Budismo, Sufismo Islâmico e o misticismo Cristão. Trabalhos estes, que podem ser encontrados em coleções de grandes museus e galerias ao redor do mundo.

ENCERRAMENTO
:: 27 de Maio, Domingo
>> Performance
Horário: 15h às 22h
ShimaAgnes Farkasvolgyi
“Não sei, cê que sabe. / Xá comigo, eu que faço!” #2 | Shima + Agnes Farkasvolgyi

>> Cinema
Entrada R$5,00
Horário:  15h às 18h30
Maratona de Cinema
| Bill Viola (EUA)

Horário: 19h
Shima Basavizi (Brasil)

Desde 2005, a vida cotidiana e a performance são a principal fonte de pesquisa de Shima. Ele desconstrói a prática cotidiana ordinária para analisar os padrões e os esquemas tradicionais do fazer. A plataforma de performance de Shima – que segue a fórmula: tempo versus espaço versus ação versus contexto – é uma ferramenta poderosa para pensar o processo e o resultado final; que podem ser instalações, objetos, fotografia, vídeo, e claro, performances. Shima gosta de criar formas inusitadas de ver as coisas comuns, combinando diferentes disciplinas e jogando com as suas semelhanças, diferenças, contrastes e harmonia, propondo uma nova ótica para o ver, sentir e pensar a realidade.

O grupo Basavizi foi formado em 2008 com o objetivo de desenvolver uma pesquisa sobre a improvisação livre como forma de processo criativo e de composição, o que resultou também, em uma pesquisa sobre o uso de tecnologia digital e analógica para performances ao vivo. Formado pelo trio de paulistano, André Damião Bandeira, Fernando Visockis e Sérgio Abdala, o grupo vem desenvolvendo diversos arranjos instrumentais sempre focados na interação entre instrumentos tradicionais, tecnologia e high e low-tech.

>> SHOW
Horário: 20h às 23h30
Silent disco (Holanda)

Serviço:
CentoeQuatro
Praça Ruy Barbosa, 104 – Centro
Belo Horizonte – BH
31 3222-6457

Detalhes

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