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Como Chegar

Praça Ruy Barbosa, 104 | Centro
Belo Horizonte | MG | 30.160-000
Telefone: (31) 3222-6457
contato@centoequatro.org

Funcionamento:
Café 104, Cine 104 e espaços multiuso: consulte a programação

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15 nov

>> IMPORTANTE!

Informamos que, infelizmente, o encontro com Julio Bressane foi cancelado. O motivo foi um contratempo de saúde que o impede de viajar. A exibição de “Memórias de um Estrangulador de Loiras” se mantém às 17h, e O Garoto às 20h30. O filme será comentado pelo crítico de cinema Marcelo Miranda e pelo cineasta Geraldo Veloso.

Encontros Cine 104] JÚLIO BRESSANE

Exibição do filme Memórias de um Estrangulador de Loiras seguida de conversa com o diretor Júlio Bressane

15 de novembro
Horário: 17h
Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)

O diretor Júlio Bressane participa de bate-papo com o público de Belo Horizonte após a exibição do seu filme
Memórias de um Estrangulador de Loiras, exibido em novíssima cópia digital. O filme foi escaneado em 2K e teve sua luz remarcada plano a plano. Esta será a primeira exibição pública desta nova cópia.

Bressane, que já dirigiu mais de 30 filmes em 40 anos de carreira, conversará com o público sobre sua trajetória no cinema, sobre o longa-metragem exibido e sobre o projeto Tela Brilhadora, do qual participou com o filme Garoto, que terá sua última exibição no Cine 104 também no dia 15, às 20h30.


Memórias de um Estrangulador de Loiras (Brasil/ Inglaterra, 1971, 71 min)
Direção – Júlio Bressane
Classificação indicativa– 16 anos
Um matador de jovens loiras (Guará Rodrigues) comete uma série de assassinatos, sempre realizados nos mesmos lugares e da mesma maneira. Um exercício de repetição e de obsessão com a imagem. Este foi o primeiro filme realizado por Júlio Bressane enquanto exilado em Londres, se tornando um dos mais cultuados, ainda que meno conhecido, filmes do diretor.

exibido em novíssima cópia digital. O filme foi escaneado em 2K e teve sua luz remarcada plano a plano. Esta será a primeira exibição pública desta nova cópia.

SOBRE O DIRETOR
Diretor com um estilo de cinema poético e ensaísta, Júlio Bressane nasceu no Rio de Janeiro em 1946. Começou sua carreira como assistente de direção de Walter Lima Jr. e, logo em seguida, dirigiu os curtas Lima Barreto, Trajetória e Bethania Bem de Perto, ambos em 1966. Em 1967, dirigiu seu primeiro longa-metragem, Cara a cara. Em 1969, fundou com Rogério Sganzerla a produtora Bel Air, realizando, quase ao mesmo tempo, dois filmes: O anjo nasceu e Matou a família e foi ao cinema, que se tornaram clássicos do então chamado Cinema Marginal. No ano seguinte, dirigiu mais três filmes e, ao ser exilado, continuou filmando em Marrocos e Londres, onde realizou Memórias de um Estrangulador de Loiras, com Guará Rodrigues. Retornou ao Brasil e dialogou com a chanchada, em O rei do baralho (1972), e também com a música e a literatura nos filmes produzidos nos anos 1980 e 1990. Em 2001, recebeu um prêmio no Festival de Veneza com Dias de Nietzsche em Turim. No ano seguinte, foi homenageado com a edição de um livro e a retrospectiva completa de sua obra no Festival de Turim, na Itália. Ao longo de 40 anos de carreira, já realizou mais de 30 filmes.

CRÍTICAS E ENTREVISTAS
> Contracampo | CRÍTICA [ Luís Alberto Rocha Melo ]: Memórias de um cinema inocente
> Críticos | ENTREVISTA: O cinema inocente de Júlio Bressane

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