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29 jun 05 jul

Mulher do Pai [ Berlim 2016, Festival do Rio 2016 ]

Direção –  Cristiane Oliveira
Berlim 2016, Festival do Rio 2016
Com Maria Galant, Marat Descartes, Veronica Perrotta

→ 29 de junho a 5 de julho (exceto 30 de junho e 2 e 3 de julho)
Horário: 19h

Entrada R$ 12 / R$ 6 (meia entrada)
Classificação 14 anos

Sinopse

A adolescente Nalu (Maria Galant) precisa cuidar do pai cego, após a morte da avó que os criou como irmãos. Quando Ruben (Marat Descartes) percebe o amadurecimento da filha, surge uma desconcertante intimidade entre eles. Mas, com a chegada de Rosário, o ciúme ganhará espaço na vida de ambos.

Sobre o filme –Mariana Peixoto, para Estado de Minas

Depois de boa trajetória em festivais nacionais (com prêmios no Festival do Rio e na Mostra Internacional de São Paulo), Mulher do pai, longa-metragem de estreia de Cristiane Oliveira, chega ao circuito comercial. Coprodução com o Uruguai, o filme gaúcho acompanha a relação de uma adolescente e o pai.

Nalu (a estreante Maria Galant) é uma garota de 16 anos que mora com o pai e a avó numa vila na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai. O pai, Ruben (Marat Descartes), hoje com 40 anos, ficou cego mal entrado na casa dos 20. Com uma relação distanciada da filha, ele passa seus dias ensimesmado. Seu contato com o mundo externo se dá na companhia da mãe. Juntos, eles tecem lã. Quando a idosa morre, Ruben se vê obrigado a se aproximar da menina, pois ela representa sua própria sobrevivência.

Apostando em longos planos e num cenário quase inóspito, o filme foi rodado em 2015, na Vila de São Sebastião. O projeto envolveu diretamente a população local. Pelo menos 40 pessoas deram suporte à equipe do longa, que misturou profissionais brasileiros e uruguaios. Alguns jovens participaram como figurantes da história.

De forma lenta, mas envolvente, o filme vai, aos poucos, construindo a relação de pai e filha, que estão num momento de descoberta. A menina está descobrindo a sexualidade, o que será intensificado com a chegada de um jovem uruguaio à vila. Para ela, o resto de sua vida deve ser passado bem longe dali. Seu sonho é ultrapassar a fronteira e chegar ao Uruguai.

Enquanto Nalu está descobrindo o mundo, Ruben o está redescobrindo. Mesmo tendo perdido a visão há pelo menos duas décadas, ele não se adaptou. Sua vida começa a mudar quando a professora de Nalu (papel da uruguaia Verónica Perrotta) chega até ele. Os dois começam a ter um convívio durante aulas de arte. Se num primeiro momento a professora atua como conciliadora da relação pai e filha, o ciúme que um terceiro elemento gera na relação acaba afetando a todos.

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