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  • 12 out

    Mostra CineBH

    9ª CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte
    15 a 22 de outubro de 2015

    6ª Brasil CineMundi – International Coproduction Meeting
    15 a 19 de outubro de 2015


    Foto: Nereu Jr

     

    PROGRAMAÇÃO NO CENTOEQUATRO
    Entre os dias 16 e 22 de outubro, o Cine 104 recebe programação da Mostra CineBH.

    → de 16 a 22 de outubro de 2015
    Entrada gratuita, com distribuição de ingressos 30 minutos antes das sessões.
    90 ingressos para cada sessão

     

    16 DE OUTUBRO – 6ª FEIRA

     

    19h30 – LONGA – MOSTRA CONTEMPORÂNEA– PRÉ-ESTREIA NACIONAL
    Local: Cine 104

     


    A MORTE DIÁRIA

    Documentário, Cor, DCP, 78′, MG, 2015

    Direção: Daniel Lentini
    Elenco: moradores do Sul de Minas Gerais

    O fim daquela terra. O fim daquele tempo.

    *Faixa etária sugerida: 14 anos

     

    21h30 – MOSTRA CURTAS – SÉRIE 1
    Local: Cine 104

     


    UMA FAMÍLIA ILUSTRE
    , de Beth Formaggini
    Documentário, Cor, DCP, 15’03, RJ, 2015

     


    O TETO SOBRE NÓS
    , de Bruno Carboni
    Ficção, Cor, DCP, 22′, RS, 2015

     


    CHAPA
    , de Fábio Montanari
    Ficção, Cor, Digital, 14’10, SP, 2015

     


    RETRATO DE CARMEM D.
    , de Isabel Joffily
    Documentário, Cor, Digital, 22′, RJ, 2015

    *Faixa etária sugerida: 12 anos

     

    23h – ARTE – SHOW
    Local: Café 104
    MARCELO VERONEZ
    Marcelo Veronez é um intérprete. Por definição, aquele que interpreta. Cantor e ator, diretor de teatro, com passagens pela dança e pelo teatro musical, todas essas informações compõe o intérprete. E ele sintetiza tudo isso em cena, a fim de realizar com a platéia a mágica do encontro. É o que importa, para todos os fins. O show “Não sou nenhum Roberto” está a cinco anos na estrada. Com o suporte de um power trio, traz uma releitura debochada, roqueira e sexual das músicas de Roberto e Erasmo Carlos e de outros compositores que gravitam em torno dos reis do iêiêiê. É um show vibrante, onde todos cantam sem vergonha, os clássicos que crescemos ouvindo na vitrola e que fazem parte da trilha sonora das nossas vidas desde a barriga das nossas mães. Afinal de contas, quem nunca se emocionou ou cantou (mesmo que escondido) Detalhes, Eu te amo, te amo, te amo e As curvas da estrada de Santos? Em ‘Não sou nenhum Roberto’, a idéia não é mais cantar escondido. É assumir a plenos pulmões o que sente, liberdade de existir sem amarras.

     

    17 DE OUTUBRO – Sábado

    19h30 – LONGA – MOSTRA CONTEMPORÂNEA– PRÉ-ESTREIA NACIONAL
    Local: Cine 104

     


    O TOURO

    Documentário, Cor, DCP, 78′, PR, 2015

    Direção: Larissa Figueiredo
    Elenco: Joana de Verona & moradores da Ilha de Lençóis

    Quando o Rei Português Dom Sebastião perdeu a Batalha de Alcácer Quibir, seu corpo foi engolido pelas areias do Marrocos e desapareceu. Seu espírito, no entanto, formou um exército e fundou o seu reino encantado na Ilha de Lençóis, no Nordeste do Brasil. Cinco séculos depois, Joana, um jovem portuguesa, chega na ilha em busca do seu rei desaparecido.

    *Faixa etária sugerida: livre

     

    21h30 – CURTAS | MOSTRA RETROSPECTIVA VERMELHO PROFUNDO
    Local: Cine 104

     


    ENQUANTO A JUSTIÇA TARDA
    , de Fabiano Raposo
    Documentário, Cor, Digital, 16’41, PB, 2009

     


    MAIS DENSO QUE SANGUE
    , de Ian Abé
    Ficção, Cor, Digital, 15’15, PB, 2011

     


    COVA ABERTA
    , de Ian Abé
    Ficção, Cor, Digital, 21’01, PB, 2013

    *Faixa etária sugerida: 18 anos

     

    23h – ARTE – SHOW
    Local: Café 104
    GAFIEIRA 104

     

    18 DE OUTUBRO – Domingo

     

    18h – MOSTRA CURTAS – SÉRIE 2
    Local: Cine 104

     


    UMA LINHA
    , de Fernando Calabron, Manu Sobral
    Documentário, Cor, Digital, 10′, SP, 2015

     


    MARCATTI
    , de Arthur B. Senra e Sávio Leite
    Documentário, Cor, Digital, 07’36, MG, 2015

     


    CORRESPONDÊNCIAS DO FRONT
    , de Bruna Carvalho Almeida
    Experimental, Cor, Digital, 13′, SP, 2015

     


    ANÊMONA
    , de Felipe Santo
    Ficção, Cor, DCP, 15’30, SP, 2015

    *Faixa etária sugerida: 18 anos

     

    19h30 – LONGA – MOSTRA CONTEMPORÂNEA |PRÉ-ESTREIA NACIONAL
    Local: Cine 104

     


    FAUX ACCORDS

    Ficção-Documentário, Cor, Digital, 70’, França, 2014

    Direção: Paul Vecchiali
    Elenco: Pascal Cervo, Julien Lucq, Paul Vecchiali

    Após a morte de seu parceiro, um homem descobre na Internet que o último teve relações virtuais com outro homem. Ele imprime todas as mensagens e, depois de queimar todos os bens do parceiro, começa a imaginar o correspondente com duas faces diferentes, a depender do conteúdo das mensagens. No final, derrama as cinzas do parceiro em seu peito nu.

    *Faixa etária sugerida: 12 anos

     

    21h – CURTAS | MOSTRA RETROSPECTIVA VERMELHO PROFUNDO
    Local: Cine 104

     


    OS MORTOS
    , de Jhésus Tribuzi
    Ficção, Cor, Digital, 24’37, PB, 2015

     


    O HÓSPEDE
    , de Ramon Porto Mota, Anacã Agra
    Ficção, P&B, Digital, 17’04, PB, 2011

     


    O DESEJO DO MORTO
    , de Ramon Porto Mota
    Ficção, Cor, Digital, 33’20, PB, 2013

    *Faixa etária sugerida: 18 anos

     

    22h30 – ARTE – SHOW
    Local: Café 104
    GUSTAVITO
    É um dos principais artistas da nova geração de compositores de Minas Gerais. Sua musicalidade está fundamentada na cultura popular brasileira, em sintonia com a canção contemporânea, com forte marca de originalidade e cores vivas e fortes. De faces multicoloridas e repertório autoral, é violeiro e cantador. A gravação do videoclipe Nina, em parceria com Laboratório Filmes e a associação “Quem Não tem Cão Cata Com Ácido” selaram o inicio dessa história de botar pra fora. Já vieram dois

     

    19 DE OUTUBRO – 2ª feira

     

    19h – LONGA – MOSTRA DIÁLOGOS HISTORICOS | SESSÃO COMENTADA
    Local: Cine 104 | CentoeQuatro Centro Cultural

     


    ZERO DE COMPORTAMENTO

    TÍTULO ORIGINAL: ZÉRO DE CONDUITE
    Ficção, P&B, DCP, 41’, França, 1933

    Direção: Jean Vigo
    Elenco: Jean Dasté, Robert le Flon, Louis de Gonzague, Raphaël Diligent, Louis Lefebvre, Gérard de Bédarieux

    O filme remete às experiências escolares das crianças francesas baseadas nas memórias de Vigo sobre sua própria infância. Retrata um sistema educativo burocrático e repressivo diante do qual os estudantes empreendem verdadeiros atos de rebelião por vezes surreais, resultado de leituras libertárias da infância. O título faz referência a qualificação (nota) de um dos meninos recebem que lhes impede de sair no domingo. Também mostra a influência da obra de teatro Ubu Roi de Alfred Jarry.

    *Faixa etária sugerida: Livre

    *Sessão comentada – bate-papo após a exibição do filme

     

    21h – MOSTRA CURTAS – SÉRIE 3
    Local: Cine 104

     


    SEXTA-FEIRA
    , de Gian Orsini
    Documentário, Cor, DCP, 11’16, PB, 2015

     


    PRETO
    , de Elton de Almeida
    Ficção, Cor, Digital, 21’24, SP, 2015

     


    BISTON BETULARIA
    , de Ive Machado
    Documentário, Cor, Digital, 13’14, PR, 2015

     


    CIDADE NOVA
    , de Diego Hoefel
    Ficção, Cor, DCP, 13′, CE, 2015

     


    ANOTHER EMPTY SPACE
    , de Davi de Oliveira Pinheiro

    Ficção, Cor, DCP, 08’06, RS, 2015

    *Faixa etária sugerida: 12 anos

     

    20 DE OUTUBRO – 3ª feira

     

    19h – LONGA – MOSTRA DIÁLOGOS HISTORICOS | SESSÃO COMENTADA
    Local: Cine 104

     


    OS OLHOS SEM ROSTO

    TÍTULO ORIGINAL: LES YEUX SANS VISAGE
    Ficção, P&B, DCP, 90’, França-Itália, 1960

    Direção: Georges Franju
    Elenco: Alida Valli, Edith Scob, Pierre Brasseur, François Guérin, Alexandre Rignault, Claude Brasseur

    O cirurgião Genessier deseja remodelar o rosto de sua filha Christiane, que teve o rosto desfigurado após um acidente de carro. Mas para ele realizar o processo, ele terá que arrancar a pele de outras garotas.

    *Faixa etária sugerida: 16 anos

    *Sessão comentada – bate-papo após a sessão do filme

     

    21h – MOSTRA CURTAS – SÉRIE 3
    Local: Cine 104

     


    BARQUEIRO
    , de João Menezes e Lucas Justiniano
    Ficção, P&B, DCP, 14’40, SP, 2015

     


    O BOM MALANDRO
    , de Mariana Castelo Branco
    Documentário, Cor, Digital, 15′, MG, 2015

     


    CANTO
    , de Cleber Weissheimer, Fabiano Leobons, Fernanda Burzaca, Gabriela Barbato Coelho, Luisa Mello e Vinicius Forain.
    Documentário, Cor, Digital, 15′, RJ, 2015

     


    SERIA SEGUNDA, MAS ESTAMOS TODOS MORTOS
    , de Thiago Taves Sobreiro
    Experimental, Cor, DCP, 09′, MG, 2015

     


    32 DENTES
    , de Davi Kolb
    Ficção, Cor, Digital, 19’46, RJ, 2015

    *Faixa etária sugerida: 12 anos

     

    21 DE OUTUBRO – 4ª feira

     

    19h30 – LONGA – MOSTRA CONTEMPORÂNEA |PRÉ-ESTREIA NACIONAL
    Local: Cine 104

     


    MUSEUM HOURS

    Ficção, Cor, DCP,106’, Áustria-EUA, 2012

    Direção: Jem Cohen
    Elenco: Mary Margaret O’Hara, Bobby Sommer, Ela Piplits

    Johann é vigilante no Museu de História de Arte em Viena. Suas horas de trabalho são de observação discreta e atenta dos visitantes que atravessam as salas do museu e se detêm diante das obras de arte expostas. Johann depara-se com a presença enigmática de Anne, uma visitante estrangeira que veio de emergência à Viena visitar uma amiga hospitalizada, e que, sem conhecer a cidade, procura refúgio no museu.

    *Faixa etária sugerida: 14 anos

     

    22 DE OUTUBRO – 5ª feira

     

    19h30 – LONGA – MOSTRA CONTEMPORÂNEA |PRÉ-ESTREIA NACIONAL
    Local: Cine 104

     


    DEUX RÉMI, DEUX

    Ficção, Cor, Digital, 66’, França, 2015

    Direção: Pierre Léon
    Elenco: Pascal Cervo, Serge Bozon, Luna Picoli-Truffaut, Bernard Eisenschitz, Jean-Christophe Bouvet, Jackie Raynal
    Aos 30 anos, ainda sem um bom emprego e com uma tímida vida amorosa, Rémi está um pouco perdido na vida até o dia em que tem que dividi-la com o seu duplo, um outro dele, por sua vez alguém invasivo e não muito legal. Qual deles é o verdadeiro Rémi?

    *Faixa etária sugerida: 12 anos

     

    Mais informações: cinebh.com.br 

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  • 08 out

    [em cartaz] Orestes

    [3ª semana] Orestes

    Direção: Rodrigo Siqueira | Brasil/ SP, 2015, 93 min

    Sinopse: Orestes é uma adaptação da tragédia grega, de Ésquilo, para a realidade brasileira. Com um júri simulado e uma série de psicodramas, Orestes coteja dois momentos da nossa história: a ditadura militar dos anos 1970 e o presente, da violência policial.

    → de 08 a 15 de outubro de 2015
    (exceto 2ª, dia 12 de outubro) 
    Horário: 19h
    Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)
    Classificação indicativa: 12 anos

     


     

    Sobre o filme

    Em 458 a.C., Ésquilo encenou a trilogia Oréstia. A tragédia culmina com o julgamento de Orestes, que matou a própria mãe para vingar a morte do pai. A sua absolvição pelo júri de atenienses colocou fim ao olho por olho, dente por dente e converteu das Erínias, deusas da vingança, em Eumênides, como defensoras da democracia, um marco civilizatório na cultura ocidental.

    O documentário Orestes apropria-se da história de Ésquilo e promove o seu encontro com a história do Brasil. E se Orestes fosse brasileiro, filho de uma militante política e de um agente da ditadura militar infiltrado? E se aos 6 anos ele tivesse visto sua mãe ser torturada e morta pelo pai? E se este mesmo Orestes, 37 anos depois, matasse o pai, um torturador anistiado, em 1979, durante o processo de redemocratização?

    A partir dessas perguntas, o documentário “Orestes” usa um júri simulado e uma série de sessões de psicodrama para investigar como a ditadura militar deixou marcas profundas nas narrativas oficiais e na subjetividade dos brasileiros.

    Documentário e ficção compõem um Brasil de verdades simuladas. No filme, o réu hipotético Orestes é levado a júri popular. Em sua defesa atua o ex-ministro da justiça José Carlos Dias, advogado de mais de 600 presos políticos durante a ditadura. Quem acusa é o promotor Maurício Ribeiro Lopes, exímio orador em tribunais criminais.

    O coro desta tragédia documental à brasileira é composto por um grupo de pessoas vítimas da violência policial, vítimas da ditadura e da sociedade civil.

    Reunido em sessões de psicodrama o grupo faz aflorar, sem filtros, situações e falas que normalmente não são ditas publicamente. É através do coro que os ritos da justiça são postos frente a frente com as paixões mais profundas do brasileiro comum, é no psicodrama que o presente olha para os traumas do passado.

    As feridas deixadas pelo nosso violento e muitas vezes velado ou dissimulado processo histórico permeiam o filme. As marcas da repressão nos anos 1970 encontram as marcas da violência policial de hoje. A verdade histórica é posta em xeque, as narrativas oficiais são desconstruídas, o fato e a versão são acareados, a justiça é posta em dúvida. No Brasil de 2015, talvez as Erínias, deusas da vingança, ainda estejam vivas e mais atuantes que nunca.

    Ao convencer as Erínias (as Fúrias) – Deusas da Vingança – a aceitar a absolvição de Orestes e integrá-las ao novo sistema de justiça, Athena – Deusa da Justiça – lhes diz: “Se venerais a sagrada Persuasão / Que faz minhas palavras parecerem mágicas / E cheias de doçura, concordai comigo / E sede para todo o sempre minhas hóspedes”.
    (ÉSQUILO, Eumênides, em 458 a.C.)

    Bio-filmografia de Rodrigo Siqueira
    Orestes é o segundo documentário de Rodrigo Siqueira para cinema. Seu longa de estreia, “Terra deu, terra come” foi o documentário brasileiro mais premiado no biênio 2010/2011. O longa caminha entre a realidade e a ficção e mostra resquícios de rituais fúnebres africanos no Brasil. Fora do Brasil, “Terra deu, terra come”, recebeu o prêmio “Young Talent” no festival Dok Leipzig, na Alemanha, e Siqueira foi indicado ao prêmio de melhor diretor de documentários da América Latina, no CineLatino, NY.
    O filme foi exibido em festivais como Guadalajara, Toulouse, Atlantidoc, Edoc, Ambulante México e em diversos festivais no Brasil. Por iniciativa do diretor, “Terra deu, terra come” também foi distribuído gratuitamente a uma rede de mais de 800 cineclubes e alcançou centenas de cidades brasileiras que não possuem salas de cinema.

     

    Site Oficial
    www.orestesfilme.com.br

     

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  • 08 out

    [em cartaz] Que Horas ela Volta?

    [6ª semana] Que Horas ela Volta?

    Um retrato do Brasil dividido.
    As relações de poder e afeto entre patrões x empregados
    Novo longa de Anna Muylaert discute
    o velho e o novo Brasil
    através das figuras da empregada obediente
    e de sua filha libertária.

    Prêmio de Público no Festival de Berlim
    Prêmio de Atriz para Regina Casé no Festival de Sundance

    Direção: Anna Muylaert | Brasil/SP, 2015, 110 min

    Com Regina Casé, Camila Márdila, Michel Joelsas, Karine Teles e Lourenço Mutarelli

    Sinopse: Val é uma nordestina que deixa sua filha aos cuidados de parentes em Pernambuco para trabalhar como babá numa família de classe alta em São Paulo. Treze anos mais tarde, ela tornou-se uma segunda mãe para o menino Fabinho. A ação do filme começa quando Jéssica, sua filha adolescente vai para São Paulo prestar vestibular. Sua personalidade forte mexe na hierarquia social da família e consequentemente questiona a rigidez dos papéis sociais vigentes.

    → de 08 a 15 de outubro de 2015
    (exceto 2ª, dia 12 de outubro)
    Horários: 17h  e 20h40
    Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)
    Classificação indicativa: 14 anos

    SOBRE O FILME

    Produzido pela Gullane em associação com Africa Filmes e coprodução Globo Filmes, o drama que já foi vendido para 22 países da Europa, Ásia e Oceania e tem estreia no Brasil marcada para dia 27 de agosto, com distribuição da Pandora Filmes “Esse filme pode ser visto como social, mas não é só isso. Minha abordagem não é julgar os personagens e suas ações, mas sim mostrar a verdade de maneira crua.” declara a diretora Anna Muylaert.

    Que horas ela volta? apresenta diversas questões do Brasil contemporâneo através de uma história de amor materno. A ação se passa quase que totalmente dentro de uma casa de classe média alta do bairro do Morumbi em São Paulo. Ali reproduz-se não apenas a arquitetura, mas também os costumes sociais e o jogo de afetos desenhados para nós desde o período Colonial. Val, a antiga empregada que ajudou a criar Fabinho, o filho único do casal é tratada como se fosse quase da família. Mas quando sua filha Jéssica vem a São Paulo prestar vestibular e instala-se no meio da casa, as regras sociais até então invisíveis tornam-se visíveis e os velhos costumes são desequilibrados. Fica claro que ali não ha espaço para a filha da empregada. Só que não.

    SOBRE A DIRETORA

    Diretora e roteirista, Anna Muylaert nasceu em São Paulo, em 1964. Estudou cinema na Eca / USP. Foi crítica de cinema da revista IstoÉ e do jornal O Estado de São Paulo. Dirigiu os longas “Durval Discos”, 2001 (Melhor filme, de júri, publico e crítica no Festival de Gramado em 2002), “É Proibido Fumar”, 2009 (Melhor filme do júri e da crítica Festival de Brasília 2009) e “Chamada a Cobrar” (2011). Colaborou nos roteiros dos longas metragens “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”, “Xingu”, de Cao Hamburger e “Praia do Futuro”, de Karim Ainouz, entre outros. Na TV participou das equipes de criação dos programas “Mundo da Lua” e “Castelo Rá-Tim-Bum”, na TV Cultura; “Disney Cruj”, no SBT; “Um Menino Muito Maluquinho”, na TV Brasil. Já na HBO, participou dos roteiros de “Filhos do Carnaval”, “ Alice” e dirigiu 2 episódios de “Preamar”. Fez a direção geral da série “As Canalhas”, no GNT. Em janeiro de 2014 rodou o longa “Que Horas ela Volta?” (Melhor Atriz Festival de Sundance 2015 e prêmio do público da Mostra Panorama/ Berlinale 2015). Em novembro 2014 filmou o longa “Mãe Só Há Uma”, em fase de montagem. É mãe de José e Joaquim.

    CARREIRA INTERNACIONAL

    “Que Horas Ela Volta?” é o filme brasileiro recente com maior carreira internacional. Além de ter sido premiado nos festivais de Sundance e em Berlim, foi vendido para 22 países na Europa, Ásia e Oceania. No último verão europeu já foi lançado em diversos países dentre eles: França, Itália, Espanha, Bélgica, Suíça e Holanda. Na França foi lançado em 24 de junho com mais de 100 cópias em 120 cidades, conquistando um público de 105 mil espectadores em 3 semanas. Na Alemanha será lançado em 52 cidades. Na Itália, foi lançado em 4 de junho em 70 cidades, conquistando um público de 70.000 em 3 semanas. Na Espanha, foi lançado em 24 de junho em 11 cidades, conquistando um público de quase 15.000 no primeiro final de semana.

    FESTIVAIS E PREMIAÇÕES

    Em agosto de 2014 a produção participou do Festival Internacional de Cinema de Locarno na seleção “Carte Blanche”. No Festival de Sundance, que ocorreu entre 22 de janeiro a 01 de fevereiro de 2015, participou da seleção World Competition onde foi aplaudido de pé. O júri concedeu às atrizes Regina Casé e Camila Márdila o prêmio especial do júri de melhor atriz. No Festival de Berlim, em fevereiro de 2015, “Que Horas Ela Volta?” ganhou o prêmio de melhor filme da audiência na Mostra Panorama com um total de 31.200 votos do público, concorrendo com mais de 30 filmes. Também no Festival de Berlim recebeu o prêmio CICAE Art Cinema concedido pela “International Confederation of Art House Cinema”, júri independente do festival. No festival francês 3 Valenciennes o filme ganhou o prêmio de Melhor filme e também melhor atriz para Regina Casé. No festival de Valletta na Ilha de Malta, Anna Muylaert ganhou o prêmio de melhor direção.

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  • 08 out

    [Café104 apresenta] Bendito Blues

    Bendito Blues comemora 10 anos no Café104

     No sábado, dia 10 de outubro, a partir das 22h, no Café104,  única apresentação da Bendito Blues, em comemoração ao 10º aniversário da banda. Ingressos a R$20,00.

    A longa amizade entre o gaitista Samir Chammas e o vocalista Eduardo Vasconcelos deu origem à banda Bendito Blues, já consagrada nos palcos mineiros e que reverencia o gênero nascido no Mississipi.  A Samir e Eduardo juntaram-se o guitarrista Fernando Prado, o baterista Dinho Mourão e o baixista Márcio Silva. Atualmente, Rodrigo Ferreira substitui Fernando, que mudou-se para São Paulo porém, nesta apresentação única, que  celebrará os 10 anos da banda, a formação original está de volta. Também para o show de  aniversário, participação especial do tecladista Cris Simões.

    A capital mineira firmou-se como cena ativa do blues e o público sempre  mostrou grande afinidade com as vozes e guitarras marcadas ao longo dos anos por BB King, Buddy Guy, Eric Clapton, Stevie Ray Vaughan, entre outros e que são mostradas, com maestria, pela Bendito Blues.

    Super programa pro sábado à noite !

     

    SERVIÇO

    10 anos da banda Bendito Blues
    Sábado, 10 de outubro, a partir das 22h
    Abertura da casa: 20h
    Ingressos a R$ 20,00
    Maiores informações: 31 3222.6457

    Estacionamento conveniado – Park Box
    (Av. Santos Dumont, 218, Centro -
    R$ 5,00 – preço único)

     Café104
    Praça Rui Barbosa, 104 – Centro – BH
    Tel. (31) 3222.6457

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  • 29 set

    [em cartaz] Orestes

    [2ª semana] Orestes

    Direção: Rodrigo Siqueira | Brasil/ SP, 2015, 93 min

    Sinopse: Orestes é uma adaptação da tragédia grega, de Ésquilo, para a realidade brasileira. Com um júri simulado e uma série de psicodramas, Orestes coteja dois momentos da nossa história: a ditadura militar dos anos 1970 e o presente, da violência policial.

    → de 02 a 07 de outubro de 2015
    (exceto 2ª, dia 5 de outubro) 
    Horário: 19h
    Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)
    Classificação indicativa: 12 anos

     


     

    Sobre o filme

    Em 458 a.C., Ésquilo encenou a trilogia Oréstia. A tragédia culmina com o julgamento de Orestes, que matou a própria mãe para vingar a morte do pai. A sua absolvição pelo júri de atenienses colocou fim ao olho por olho, dente por dente e converteu das Erínias, deusas da vingança, em Eumênides, como defensoras da democracia, um marco civilizatório na cultura ocidental.

    O documentário Orestes apropria-se da história de Ésquilo e promove o seu encontro com a história do Brasil. E se Orestes fosse brasileiro, filho de uma militante política e de um agente da ditadura militar infiltrado? E se aos 6 anos ele tivesse visto sua mãe ser torturada e morta pelo pai? E se este mesmo Orestes, 37 anos depois, matasse o pai, um torturador anistiado, em 1979, durante o processo de redemocratização?

    A partir dessas perguntas, o documentário “Orestes” usa um júri simulado e uma série de sessões de psicodrama para investigar como a ditadura militar deixou marcas profundas nas narrativas oficiais e na subjetividade dos brasileiros.

    Documentário e ficção compõem um Brasil de verdades simuladas. No filme, o réu hipotético Orestes é levado a júri popular. Em sua defesa atua o ex-ministro da justiça José Carlos Dias, advogado de mais de 600 presos políticos durante a ditadura. Quem acusa é o promotor Maurício Ribeiro Lopes, exímio orador em tribunais criminais.

    O coro desta tragédia documental à brasileira é composto por um grupo de pessoas vítimas da violência policial, vítimas da ditadura e da sociedade civil.

    Reunido em sessões de psicodrama o grupo faz aflorar, sem filtros, situações e falas que normalmente não são ditas publicamente. É através do coro que os ritos da justiça são postos frente a frente com as paixões mais profundas do brasileiro comum, é no psicodrama que o presente olha para os traumas do passado.

    As feridas deixadas pelo nosso violento e muitas vezes velado ou dissimulado processo histórico permeiam o filme. As marcas da repressão nos anos 1970 encontram as marcas da violência policial de hoje. A verdade histórica é posta em xeque, as narrativas oficiais são desconstruídas, o fato e a versão são acareados, a justiça é posta em dúvida. No Brasil de 2015, talvez as Erínias, deusas da vingança, ainda estejam vivas e mais atuantes que nunca.

    Ao convencer as Erínias (as Fúrias) – Deusas da Vingança – a aceitar a absolvição de Orestes e integrá-las ao novo sistema de justiça, Athena – Deusa da Justiça – lhes diz: “Se venerais a sagrada Persuasão / Que faz minhas palavras parecerem mágicas / E cheias de doçura, concordai comigo / E sede para todo o sempre minhas hóspedes”.
    (ÉSQUILO, Eumênides, em 458 a.C.)

    Bio-filmografia de Rodrigo Siqueira
    Orestes é o segundo documentário de Rodrigo Siqueira para cinema. Seu longa de estreia, “Terra deu, terra come” foi o documentário brasileiro mais premiado no biênio 2010/2011. O longa caminha entre a realidade e a ficção e mostra resquícios de rituais fúnebres africanos no Brasil. Fora do Brasil, “Terra deu, terra come”, recebeu o prêmio “Young Talent” no festival Dok Leipzig, na Alemanha, e Siqueira foi indicado ao prêmio de melhor diretor de documentários da América Latina, no CineLatino, NY.
    O filme foi exibido em festivais como Guadalajara, Toulouse, Atlantidoc, Edoc, Ambulante México e em diversos festivais no Brasil. Por iniciativa do diretor, “Terra deu, terra come” também foi distribuído gratuitamente a uma rede de mais de 800 cineclubes e alcançou centenas de cidades brasileiras que não possuem salas de cinema.

     

    Site Oficial
    www.orestesfilme.com.br

     

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  • 29 set

    [Cine 104 - Sessão Especial] Medo do Escuro

    MEDO DO ESCURO
    Apresentação única do filme, com trilha sonora executada ao vivo.

    Direção: Ivo Lopes Araujo | Brasil/ CE, 2015, 62 min

    No dia 2 de outubro, sexta-feira, acontece uma apresentação especial do filme Medo do Escuro, no Cine 104. O longa-metragem, produzido pela Alumbramento, foi dirigido por Ivo Lopes Araújo e protagonizado pelo músico Jonnata Doll.

    Remontando às experiências do início do cinema, onde uma orquestra executava temas ao vivo durante a exibição da película, este filme propõe uma experiência única a cada sessão. Quatro músicos seguem uma partitura composta para o filme e a atravessam com lampejos de improvisação musical. Dessa forma, tanto o público quanto os performers são convidados a deixar-se levar pelo filme e pela energia materializada no momento da sessão.

    Sinopse: Um homem solitário vaga errante pelas ruas de uma Fortaleza pós-apocalíptica. Entre os escombros da cidade abandonada, ele encontra outros poucos habitantes, todos personagens-performers, que atuam no espaço e no tempo, criando uma narrativa fragmentada de violência e opressão. O som, executado ao vivo na sala de cinema, cria uma atmosfera que produz sentido e toma o espaço, conduzindo o espectador para dentro da experiência performática que o filme apresenta. Inspirado tanto pelos filmes fantásticos e de ficção científica, quanto pelo cinema mudo e marginal, o longa-metragem constrói uma experiência audiovisual entorpecente e inebriante, com sua trilha sonora executada ao vivo por quatro músicos.

    → dia 02 de outubro de 2015
    Horário: 21h
    Entrada:
    R$20 / R$10 (meia entrada) em compras antecipadas até as 12h do dia 02 de outubro.
    R$30 / R$15 (meia entrada) na bilheteria do Cine 104, no dia da apresentação.
    Vendas no local a partir de 16h30.

    Classificação indicativa: 16 anos
    80 lugares

    Ingressos antecipados AQUI! 

     A produtora Alumbramento
    O Alumbramento é hoje uma das produtoras mais atuantes do cinema brasileiro. Formada por Caroline Louise, Guto Parente, Pedro Diogenes, Ivo lopes Araujo, Luiz Pretti e Ricardo Pretti, a produtora superou as dificuldades de fazer cinema sem financiamento público ou privado no Ceará e produziu, desde seu surgimento em 2007, 47 filmes entre longas, médias e curtas. Filmes de repercussão no Brasil e no exterior como Sábado à Noite, Estrada para Ythaca, Os Monstros, Doce Amianto, O Fim de uma Era, filmes inquietos, políticos e que carregam uma forte marca de experimentação formal, engajados no cinema de invenção.

    Medo do Escuro segue e reforça esse caminho trilhado, expandindo o dispositivo do cinema e criando uma obra híbrida e mutante. Uma obra ainda em processo e cheia de fissuras.

    O Diretor Ivo Lopes Araujo
    Ivo Lopes Araujo faz parte da produtora cearense Alumbramento. Trabalha desde 2002 com direção de fotografia, quando realizou seus primeiros curtas- metragens. Assina a Direção de fotografia de filmes como Dos Restos e Das Solidões (vencedor de 7 prêmios nacionais de dir. de fotografia), seis filmes realizados no Programa Doc TV, entre eles “As Vilas Volantes”, de Alexandre Veras, e “Av. Brasilia Formosa”, de Gabriel Mascaro. É diretor de fotografia também dos filmes “A Falta Que Me Faz”, de Marília Rocha, “O Céu Sobre os Ombros”, de Sergio Borges e “Girimunho”, de Helvécio Marins e Clarissa Campolina, todos produzidos pela Teia, além dos longas “Tatuagem”, de Hilton Lacerda, “O Rio nos Pertence”, de Ricardo Pretti, “Depois da Chuva”, de Marília Hughes e Cláudio Marques e “Quando eu era vivo”, de Marco Dutra.

    Como diretor, já realizou longas e curtas de reconhecimento nacional e internacional, tais como “Amiga Americana”, “Sábado à Noite” e “Odete”, todos premiados em festivais como Cine Ceará, Festival de Cinema de Tiradentes, Festival de Oberhausen, entre outros.

    Músicos participantes
    Ivo Lopes Araújo: Sintetizadores, vocalizações, Efeitos.
    Uirá dos Reis: Samples, vocalizações, sintetizador, percussão de objetos.
    Vitor Colares
: Guitarra,, efeitos, percussão de objetos, vocalizações.
    Thaís de Campos: Sintetizador, percussão de objetos, vocalizações, bateria eletrônica.

    Mais informações:
    filme-medo-do-escuro.tumblr.com
    facebook.com/filmemedodoescuro
    alumbramento.com.br

     

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  • 29 set

    [CineQuintal no 104] A Família de Elizabeth Teixeira

    [CineQuintal no 104] A Família de Elizabeth Teixeira

    Direção: Eduardo Coutinho | Brasil, 2013, 65 min

    Sessão comentada pela Professora Cláudia Mesquita.

    Sinopse: Após um primeiro encontro em 1964 interrompido pela ditadura militar e de uma nova visita no início da década de 1980 para finalizar Cabra Marcado Para Morrer, o diretor Eduardo Coutinho e Elizabeth Teixeira, sobrevivente das lutas camponesas e agora com 88 anos, se encontram mais uma vez.

    → Terça-feira, 06 de outubro
    Horário: 20h40
    Classificação indicativa: 12 anos
    Entrada gratuita, com distribuição de ingressos meia hora antes da sessão

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  • 14 set

    [Café 104 apresenta] Black Soul

    Sábado, no Café104 tem Black Soul, com Jairão Brown e Banda Santa Fé 

    O melhor do funk e do soul dos anos 70!
    Tim Maia, Kc, James Brown, Ed Motta, Claudio Zoli, Jorge Ben, Marisa Monte e hits nacionais e internacionais da discoteca dos anos 70.
    É festa pra ninguém ficar parado.
    Nesta festa quem não dança segura criança!!!

    Jairo Brown é referência na black music de BH. Já tocou nas principais casas de shows da cidade e interior de Minas e tem um público fiel ao seu trabalho.

    www.jairobrown.xpg.com.br
    jairobrown@yahoo.com.br
    Tel: (3) 34966 / 2127-1433

    SERVIÇO
    Café104 apresenta
    Black Soul
    Sábado, dia 19 de setembro, às 21h
    Ingressos individuais: R$20
    Abertura da casa: 20h

    Estacionamento conveniado – Park Box
    (Av. Santos Dumont, 218, Centro -
    R$ 5,00 – preço único)

    Café104
    Praça Ruy Barbosa, 104 – Centro – BH
    Tel. (31) 3222.6457

     

     

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  • 03 set

    [Mostra Luiz Rosemberg Filho] Pré estreia

    [Mostra Luiz Rosemberg Filho] PRÉ ESTREIA – SESSÃO ESPECIAL DE ABERTURA

    No dia 10 de setembro, Luiz Rosemberg Filho participa de sessão comentada do seu novo filme, Dois Casamentos.

    Direção: Luiz Rosemberg Filho | 2014, 70 min

    Com Patricia Niedermeier e Ana Abbott.

    Sinopse: Duas noivas aguardam numa ante sala da igreja serem chamadas para se casarem. Enquanto isso, refletem sobre suas vidas.

    → Dia 10 de setembro, 5ª feira
    Horário: 21h
    Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)
    Classificação indicativa: 14 anos


    Sobre a Mostra
    Há décadas atrás, o diretor Luiz Rosemberg Filho teve seus filmes censurados, boicotados e perdidos. Um realizador criativo e atuante que não se adaptou às regras de mercado e nem às costumeiras burocracias governamentais. Um grande artista e pensador do cinema e da vida que, apesar de tudo, seguiu com suas ideias e convicções acerca do cinema que acreditava e acabou pagando alto por isso. Mas a vida dá voltas…e seus filmes começaram a encontrar espaços em cineclubes, na internet, em festivais e mostras de cinema. Uma nova geração em busca de algo realmente diferente e instigante abraça suas ideias e seu cinema e descobre nele um cineasta moderno e afiado. A tecnologia digital e o método de produção/distribuição/exibição livres auxiliam muito nisso tudo também. Hoje, essa nova geração de cinéfilos e cineastas abraça o grande mestre, injeta força e o estimula em sua volta triunfal: retrospectivas, homenagens, novo longa-metragem, filmes perdidos recuperados, livros, DVDs, direção teatral, exposições, documentário, circuito de cinemas comerciais (nem tão comerciais assim…). O fato é que Luiz Rosemberg Filho está de volta!!! Mais criativo do que nunca!!! Sorte pra todos nós nessa jornada!!!

    Curadoria da mostra: Cavi Borges e Renato Coelho.

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  • 03 set

    [Encontros Cine 104] Aula Aberta

    [Encontros Cine 104] AULA ABERTA

    O cineasta Luiz Rosemberg Filho participa do projeto “Encontros Cine 104”, ministrando uma aula aberta, onde abordará a sua trajetória no cinema e apresentará alguns de seus curtas.

    → Dia 11 de setembro, 6ª feira
    Horário: de 14h às 17h
    Entrada gratuita: 90 lugares, com distribuição de senhas a partir de 13h30

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