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  • 08 set

    Violeiros e cantadores apresentam “Canta Sabiá”

    “Canta Sabiá”, um show de música regional ritmado por violas e violões, promete encantar o público com um cancioneiro singelo e a beleza de um repertório inspirado nesse passarinho cantador. Déa Trancoso, Paulo Mourão, Seu Ribeiro, Ana Angélica Rolim, Luis Filippo e Ricardo Novais são os cantadores deste espetáculo. Uma realização do Instituto João Ayres com renda dos ingressos revertidas a entidade beneficente UDV.
    Déa Trancoso é a cantora e compositora forjada no seio da cultura popular do Vale do Jequitinhonha, sua terra natal. Benzida em folia de reis, íntima do catimbó, do congado, dos bois de janeiro, do beira-mar, do folclore cotidiano que ainda compõe o retrato de nossas pequenas comunidades. Déa se dedica, desde cedo, a mostrar o Brasil para os brasileiros e para o mundo. Neste show, a voz cabocla se une à viola caipira, fazendo uma releitura de sucessos da música regional, canções singelas que falam de bem-querer, assuntos do coração, histórias de homens, de mulheres, de vida.
    Paulo Mourão, compositor e músico instrumentista desde os 16 anos deixou-se contagiar pela viola caipira, tornando-se estudioso do instrumento em tempo integral e dedicando-se a pesquisas de sua origem, pontencialidades e feitos sonoros. Em 2002 e 2004, foi finalista em três edições consecutivas do festival BDMG instrumental, tendo sido aclamado pelo público como a melhor apresentação nas edições 2002 e 2003. Em 2003, lançou seu primeiro CD, “Viola Encantada”.
    O compositor Ricardo Novais iniciou sua carreira como violonista clássico. venceu o XIII Concurso Nacional de Violão Souza Lima, em São Paulo, e gravou CD de repertório para violão solo. Em 2010, lançou seu primeiro CD autoral, “Parque”, com produção de Flávia Ferraz e participação do Trio Amaranto. Em 2008, foi convidado pela Rádio Universidade do Chile para o show autoral em homenagem aos 50 anos da bossa nova, realizado em Santiago.
    Luiz Filippo, cantor, compositor, diretor e produtor cultural, iniciou seus estudos de canto em 1982 com barítono Paulo Fortes, na Escola de Música Villa-Lobos, no Rio de Janeiro. Em 1986, inaugurou o Centro Cultural Sergio Porto, em homenagem a Ary Barroso. Criou e atuou em vários espetáculos, entre eles “Regardez Sabarabucu Now”, Teatro Zimbinsk (1990), “Metabolar Instrumental” (1993) e Casa de Cultura Laura Alvim. Foi orientador vocal do disco “Mapa das Nuves”, da cantora MAria Rita, com participação de Luizinho Essa, Danilo Caymi, Marcos Susano e grupo Uakit.
    A sonoridade do sabiá se faz presente na voz doce e marcante da cantora Ana Angélica Rolim, irmã do guitarrista Doca Rolim, do Skank. Cantora e professora de violão, Angélica sabe deixar sua marca nos palcos, revelando a força da musicalidade que traz no sangue.

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  • 30 ago

    Intervenção de Rogério Fernandes na Fachada do CentoeQuatro

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  • 24 ago

    Lançamento do livro ” Cinema e Literatura”

    A atual adida de cooperação e ação cultural da embaixada da França no Brasil, Sylvie Debs, lança o livro Cinema e Literatura no Brasil – Os mitos do sertão: emergência de uma identidade nacional.

    Sua pesquisa trata da literatura e do cinema brasileiro, notadamente do Nordeste e do cinema contemporâneo, apoiada sobre eixos fundamentais: a reflexão, a constituição, a projeção da identidade nacional e as relações entre a literatura de cordel e cinema. Dentre as publicações mais recentes de Sylvie Debs, destacam-se Patativa do Assaré ( São Paulo, Hedra, 2000) e Brésil:I´atelier des cinéastes ( Paris, L´Harmattan, 2004) em fase de tradução para o português.

    O Livro foi traduzido e lançado no Brasil pela editora Interarte e a segunda edição será lançada em Belo Horizonte pela renomada editora C/Arte com patrocínio da Vallourec & Mannesmann, Usiminas, Banco BMG, Instituto Antônio Mourão Guimarães, apoio cultural do CentoeQuatro e produção da Akala.

    Paulo Paranaguá, na introdução deste livro, escreve: ” O cinema é um negócio muito sério para ser deixado apenas entre cinéfilos e a literatura só tema  ganhar ao ser confrontada com outras expressões”. E aí está a inovação deste livro: por meio da análise da produção artística cinematográfica e literária, ele se introduz no coração da “fábrica” de elementos essenciais da brasilidade: o índio, o negro, o mestiço e os personagens típicos do Nordeste, que são o cangaceiro, o beato, o coronel, o contador, o contador de estórias …

    A autora

    Sylvie Debs é doutora em Literatura Comprada e Geral pela Universidade Le Mirail de Toulouse, tem se dedicado à pesquisa sobre cultura brasileira. Na França, publicou livros e artigos sobre culturas populares, o cordel, a poesia oral e a cantoria, a literatura e o cinema brasileiros. Após o lançamento a autora deixará o Brasil para se tornar adida cultural na cidade de Mexico – DF.

    No período de 04 anos que é adida de cooperação e ação culural da embaixada da França no Brasil, coordenou as ações que envolveram as comemorações do Ano da França no Brasil, bem como a assinatura do acordo de cooperação descentralizada entre Minas Gerais e a região Nord Pas de Calais, assim que acordos entre universidades franceses e brasileiras.

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  • 17 ago

    Dia da Fotografia no CentoeQuatro

    O processo de invenção da fotografia é complexo. Pesquisadores na França, na Inglaterra e no Brasil chegaram a alguns resultados em épocas próximas, no século XIX. Mas um evento marcou o nascimento da fotografia: Foi a apresentação oficial  da fotografia, em 19 de agosto de 1839, pelo político e cientista François Arago na Academia de Ciências e Artes de Paris. Naquela data o processo, denominado então “Daguerreótipo”, desenvolvido pelos franceses Louis Jacques Mande Daguerre e Nicéphore Niépce, se tornava de domínio público, uma doação do governo francês ao mundo.

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  • 16 ago

    BH Soul: A cultura black de Belo Horizonte

    Documentário que retrata a cultura urbana do soul em Belo Horizonte, ligada à música e à dança funk dos anos setenta.
    Os eventos do Gênero que acontecem na cidade, como o Baile da Saudade e o Quarteirão do Soul, são o ponto de partida de uma pesquisa histórica que mergulha nas décadas de setenta e oitenta. Época em que os dançarinos de soul vinham da periferia para o centro da cidade, com seus cabelos ouriçados e trajes a caráter para dançar em clubes como o lendário Máscara e vadiar por aí, driblando a repressão da época.

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  • 16 ago

    Uma parceria entre Dudude e CentoeQuatro

    CONVERSAÇÃO SOBRE com Dudude Herrmann* (BH) e Rose Akras* (SP, BR/HOL)

    A proposta do Conversação sobre é compartilhar os processos criativos realizados no Atelier da artista Dudude, em Casa Branca (Brumadinho – MG), através de um bate-papo com a comunidade artística de Belo Horizonte.

    * Artistas  atuantes no universo da dança contemporânea, as duas artistas abordarão assuntos correlatos à dança, sob o ponto de vista da relação vida/arte.
    Dudude Herrmann atua no campo da improvisação e da performance.
    Rose Akras teve sua formação de dança em São Paulo, Londres, Nova Iorque e Amsterdam. Trabalhou como bailarina e coreógrafa no Brasil, Estados Unidos e Europa. É docente de pesquisa do movimento na Hoge School voor Kunsten, Studio for Theater e no Institute for Somatic Movement Studies, em Amsterdam. Com sua formação diversificada, Rose tem colaborado com outros artistas com videomakers, atores, artistas plásticos, coreógrafos e bailarinos. Nos últimos anos apresentou suas criações na mostra de performance Verbo, organizada pela Galeria Vermelho em São Paulo, e em galerias de Amsterdam.

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  • 28 jul

    JAM Session. Judy Carmichael convida Claude Tissendier 6tet, Leroy Jones Sextet e Happy Feet Jazz Band


    The Judy Carmichael Seven ( EUA)

    A pianista indicada ao Grammy, Judy Carmichael, é uma das líderes mundiais de stride piano e swing (Jazz). Count Basie a apelidou de “Stride”, reconhecendo a maestria com que ela toca esse estilo de piano jazz que exige técnica e preparação física.
    Definida pelo The New York Times como “surpreendente, perfeita e cativante”,  ela se apresentou em diversos espaços: desde o Camegie Hall e o Peggy Guggenheim Museum (em Veneza) até o programa do Jô (no Brasil) e o Entertainement Tonight nos Estados Unidos. A sra. Carmichael tem uma agenda internacional cheia e já se apresentou em shows fechados para figuras notórias tais como Rod Stewart, Robert Redford, Bill Clinton e Gianne Agnelli. Dentre alguns admiradores e apoiadores mais antigos de seu trabalho estão Sarah Vaughan, Benny Carter, Roy Eldridge e Tom Jobim.

    Claude Tissendier 6tet homenageia John Kirby (FRA)

    Regente completo e grande arranjador, Claude Tissendier equilibra suavidade com a força de seu virtuosismo. Como músico de partitura, é acostumado a tocar com grandes bandas. Em 1987, gravou o seu primeiro disco, Tribute to John kirby, e, de cara, conquistou o prêmio Sydney Bechet e o prêmio de melhor disco de jazz francês de 1988 e ainda o Django d´Or de 1996.

    Leroy Jones Sextet (EUA)

    O trompetista Leroy Jones é considerado um dos músicos mais completos que New Orleans produziu nos últimos 30 anos. Nascido nesta cidade, que é, sem dúvida, o berço do jazz, ele começou a tocar e a estudar música aos 10 anos.
    É amplamente reconhecido como um dos representantes do jazz de New Orleans.
    Suas interpretações nos conduzem pela história do ritmo, pois ele consegue tecer o passado, o presente e até o futuro do jazz com sua versalidade.
    Jones vem entretendo públicos em festivais ao redor do mundo e esta será sua quarta visita ao Brasil.

    Happy Feet Jazz Band (BRA)
    O Happy Feet tem no jazz das décadas de 30,40 e 50 sua principal inspiração. Nomes como Louis Armstrong, Duke Ellington e Ella Fitzgerald são frequentes em seu estilo e repertório.
    Com apenas 2 anos já se apresentou em grandes eventos do gênero, em São Paulo, Brasília, Belém, Araxá-MG, Tiradentes-MG além de Belo Horizonte, cidade de origem. Em 2009 tocou acompanhada do saxofonista americano Michael Hashim, durante o festival I Love Jazz. Com ele, o grupo gravou também um CD. Happy Feet Jazz Band – Tributo a Ella Fitzgerald.
    Formada por Bo Hilbert, Marcelo Costa, Yan Vasconcelos, Cho Tai Yeung e Fred Natalino, a Happy Feet Jazz Band preparou para o I Love Jazz 2010 uma homenagem especial para a “primeira dama” do jazz, Ella Fitzgerald.
    Considerada por muitos a maior cantora do estilo em todos os tempos, Ella despontou para o mundo do jazz na orquestra de Chick Webb na década de 30 e, desde então, conquistou o mundo com sua voz.
    A Happy Feet vai relembrar temas imortalizados por Ella como “Stompin at Savoy” e “Oh, Lady Be Good!”.

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  • 28 jul

    Arte em Foco – História da Arte em Minas Gerais

    Artífices e Artistas na Capitania e Província de Minas Gerais séc. XVIII a meados do séc. XIX – Adalgisa Arantes Campos (UFMG)

    O curso da professora Adalgisa Arantes Campos é centrado na vida cotidiana de artífices e artistas do século XVIII a meados do século XIX, assim como nas obras propriamente ditas. O recorte cronológico enfoca as edificações coloniais e sua ornamentação, sobretudo no tocante a arte religiosa que constitui a maior parte das encomendas. Quanto à concepção rococó, bem como do alvorecer do academicismo, além das intervenções variadas.

    Adalgisa Arantes é graduada em História (1982)  e mestre em Filosofia (1986) pela UFMG, e doutora em História Social (1994) pela USP. É professora do departamento de História da UFMG e atua principalmente nos temas: barroco luso-brasieiro, artistas do período colonial, iconografia cristã, ritos católicos, mecenato confrarial, o ideário da morte, as manifestações culturais e artísticas alusivas à Quaresma e Semana Santa; recentemente vem se dedicando ao estudo do universo artístico das ordens monásticas.

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  • 19 jul

    2º Congresso da Cultura e Religião Yorùbá: O Retorno à Terra-Mãe

    A 2ª edição do Congresso Internacional da Cultura e Religião Yorùbá trará para Minas atrações artísticas e autoridades nigerianas, dentre elas, um rei.

    O evento, promovido pelo Instituto de Arte e Cultura Yorùbá, com sede em Belo Horizonte, tem como propósito de promover o intercâmbio cultural e religioso entre o Brasil e a Nigéria, além de fomentar ações que contribuam para manter viva a memória cultural popular. A programação inclui palestras, oficinas de dança e percussão, debates, exposição de artigos ligados à temática e shows de artistas brasileiros e nigerianos. Serão três dias de diálogo cultural e religioso tendo com tema central a cultural Yorùbá.
    Esse ano o evento terá maiores proporções, e por isso será uma grande oportunidade para Brasil e Nigéria estreitarem laços, pois contamos com a vinda de pessoas notórias não só da área religiosa ou artística mas também política. Dentre as autoridades políticas estarão presentes governadores de estados nigerianos, embaixadores e teremos a honra de receber um rei, Sua Majestade Oba, Rei do Ajue – Nigéria. Também receberemos, pela segunda vez, o líder máximo das religiões africanas, Araba Aworeni Adisa Makanranwale. Outros nome simportantes ligados à Religião Yorùbá também virão, como Mãe Beata de Iemanjá. Dentre as atrações artísticas internacionais estão a cantora e Embaixatriz da cultura pela UNESCO, Araola Akinyosola, e o grupo percussivo Akojede Lede – Traditional African Yoruba Bata Group.
    Programação completa e inscrições: www.institutoyoruba.org.

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  • 14 jul

    Mostra Pierre Coulibeuf

    O Demônio da Passagem

    De Pierre Klossowski a Jean-Fabre, passando por Michel Butor, Marina Abramovic, Jean-Luc Moulène ou Jean-Marc Bustamante, Pierre Coulibeuf  constrói um diálogo singular com grandes figuras da arte contemporânea, em busca de formas inéditas.
    Numa relação transversa com gêneros cinematográficos, seus filmes inventam uma linguagem na fronteira das disciplinas artísticas, criticando as formas estabelecidas e os modos de representação da realidade.
    Selecionados e premiados em muitos festivais internacionais de cinema ( documentários, ficção, experimental ) seus filmes são também expostos no circuito de arte contemporânea.


    Documentário

    Balkan Barroco (63`)
    Autobiografia ao mesmo tempo real e imaginário de Marina Abramovic, artista de arte corporal.

    Isto é Arte (73`)
    O olhar singular, frenquentemente intempestivo, de artistas contemporâneos a respeito de obras importantes da história da arte. O verdadeiro assunto do filme: o que ver?

    Klossowski, Pintor-Exorcista (25`)
    Ficção em três episódios sugerindo o universo demoníaco do escritor e artista Pierre Klossowski.

    Lost Paradise (33`)
    Percurso mental a partir da obra do artista Jean-Marc Bustamante, mais particulamente “La maison close” (2001). Três lugares. Três situações com personagens.

    Michel Butor Mobile (61`)
    Pierre Coulibeuf tenta reconstituir uma visita na casa de Michel Butor, “À l´écart”. Ele consegue assim um filme sintomático do voluntarismo do escritor em se situar nas fronteiras.
    Alguns indícios nos guiam: um livro A Modificação; um grupo O Nouveau Roman; uma viagem pela América; uma fronteira. Através das diferentes temáticas exploradas percebemos sua escritura singular, assim como a forma fragmentada e diversificada de sua obra.

    O Demônio da Passagem (14`)
    Reconstituição “fictícia” da cadeia de imagens mentais que fazem surgir as visões do fotógrafo Jean-Luc Moulène.

    Os Guerreiros da Beleza (71`)
    A partir de uma recriação especial do coreógrafo holandês Jan Fabre. Filme-labirinto, animado pela mertamofose, o jogo de pulsões, a paródia,  o surreal.

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