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  • 30 jul

    [sessão comentada do filme O Dia do Galo] com o diretor Cris Azzi

     

    No dia 05 de agosto, às 19h30, o Cine 104 realiza sessão comentada do filme O Dia do Galo, com o diretor Cris Azzi, que falará sobre o processo de construção do filme, desde sua concepção, até sua estreia nos cinemas de Belo Horizonte.

    O debate acontecerá no Multiuso 2, no 2º andar do 104, às 20h30.
    Serão 150 vagas para o debate, divididas da seguinte forma:
    90 senhas serão distribuídas para quem estiver no cinema.
    As demais serão distribuídas às 20h (meia hora antes do debate).

    O valor da sessão: Entrada R$ 10 / R$ 5 (meia entrada)
    O debate será aberto e com entrada liberada a todos os interessados.

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  • 15 abr

    Sessão de Casa Grande no Cine 104 terá participação do diretor Fellipe Barbosa

    Sessão de Casa Grande no Cine 104 terá participação do diretor Fellipe Barbosa nesta quinta (16.04), às 21 horas

    A estreia na ficção de Fellipe Barbosa, CASA GRANDE, explora questões de classe e privilégio através da história de Jean, um adolescente rico que luta para escapar da superproteção dos pais, secretamente falidos. Enquanto a casa cai, os empregados têm que enfrentar as inevitáveis demissões. O diretor participa de Sessão Comentada do filme nesta quinta-feira (16.04), às 21 horas, no Cine 104, no Espaço Cento e Quatro (Praça Ruy Barbosa, 104 – Centro – BH). Ingressos a R$ 10 e R$ 5 (meia entrada).

    CASA GRANDE fez parte da seleção oficial de Paulínia, onde recebeu os prêmios Especial do Júri, Melhor Ator Coadjuvante (Marcello Novaes), Melhor Atriz Coadjuvante (Clarissa Pinheiro) e Melhor Roteiro (Fellipe Barbosa e Karen Sztajnberg). No Brasil, ainda recebeu prêmios no Festival do Rio 2014 (Melhor Filme – Júri Popular), na 38ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo (Prêmio ABRACCINE), na VII Janela Internacional de Cinema do Recife (Melhor Montagem – Nina Galanternick e Karen Sztajnberg) e no 8º Panorama Internacional Coisa de Cinema (Prêmio Especial do Júri). O filme participou de vários festivais internacionais (Rotterdam, San Sebastian, BAFICI, Taipei, BFI London, Jeonju, entre outros), tendo sido premiado em Toulouse (prêmio do público e dois prêmios da crítica – Fipresci e francesa) e Dinamarca (menção Honrosa do Júri) e foi bem recebido pela crítica internacional:

    A força de Barbosa está em como ele capta as dinâmicas de classe dentro e fora da casa

    Um incisivo retrato de personagens que nunca é malicioso

    Uma análise afiada e inteligente sobre uma família burguesa brasileira. Melhor filme na competição de Rotterdam

    Como e onde Jean encontra sua auto-estima é o que torna “Casa Grande” tão cativante, e a narração precisa e deliberada de Barbosa torna a jornada de amadurecimento de Jean tão emocionante

    Sobre o diretor Fellipe Barbosa – É montador, roteirista e assistente de direção. Seu curta Beijo de sal (2006) foi exibido no Sundance Film Festival. Estreou em longas com o documentário Laura (2011). Como roteirista, trabalhou com Lírio Ferreira no longa-metragem Sangue Azul e colaborou nos longas Rio, eu te amo (direção coletiva) e O Fim e os meios (Murilo Salles). Atuou como professor de direção na Escola de Cinema Darcy Ribeiro, no Rio de Janeiro.

    Sobre a distribuidora - Distribuidora presente no Brasil há 25 anos, a Imovision vem se consolidando como uma das maiores incentivadoras do melhor cinema, tendo lançado mais de300 filmes no Brasil. A Imovision tem em seu catálogo realizações de consagrados diretores internacionais e nacionais, e filmes premiados nos mais prestigiados festivais de cinema do mundo, como Cannes, Veneza, Toronto e Berlim. Mantendo seu foco em títulos de qualidade, a Imovision foi a responsável por introduzir no Brasil cinematografias raras e movimentos internacionais expressivos, como o Movimento Dogma 95 e o cinema iraniano.

    FICHA TÉCNICA
    Brasil, 2014, 115 min
    Direção: Fellipe Barbosa
    Roteiro: Fellipe Barbosa e Karen Sztajnberg
    Produção: Migdal Filmes – Iafa Britz
    Edição: Karen Sztajnberg e Nina Galanternick
    Fotografia: Pedro Sotero
    Direção de Arte: Ana Paula Cardoso
    Edição de som: Waldir Xavier
    Música: Victor Camelo e Patrick Laplan

    ELENCO – Marcello Novaes, Suzana Pires, Thales Cavalcanti, Clarissa Pinheiro, Marília Coelho, Bruna Amaya

    Projeto com investimento do BRDE/ANCINE/FSA e RioFilme

    Distribuição: IMOVISION

     

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  • 08 abr

    Cine 104 Mostra: o Cinema de BH na terça (14.04)

    [Cine 104 Mostra: o Cinema de BH] Janela dos Olhos

    O projeto Cine 104 Mostra: o Cinema de BH exibe na próxima terça-feira (14.04) o longa “Janela dos Olhos”. Trata-se de um filme produzido no curso de cinema da UNA. A sessão de lançamento do filme contará com a presença do diretor e equipe, que promovem um debate após a exibição.

    Direção: Flúvio J. Pereira | Brasil | BH, 2015, 98 min| Classificação indicativa: 12 anos

    * Primeiro filme de longa metragem produzido no curso de cinema da UNA

    Sinopse – Um casal vive no dia-a-dia as dificuldades e conflitos presentes em sua própria relação e na relação com sua filha pré-adolescente, enquanto consideram as possibilidades inerentes ao mundo fora de seu convívio doméstico.

    O filme será exibido dentro do Projeto Cine 104 Mostra: o Cinema de BH. A sessão de lançamento do filme contará com a presença do diretor e equipe, que promovem um debate após a exibição.

    Cine 104 Mostra: o Cinema de BH
    → Dia 14 de abril de 2015
    Horário: 20h45
    Entrada gratuita, com distribuição de ingressos meia hora antes da sessão.

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  • 08 abr

    Destaques do BAU nos dias 11 e 12.04

    BAU {Bazar de Artes e Utilidades} traz mais de 50 marcas, além de programação com oficinas, intervenções e jazz no CentoeQuatro 

    CentoeQuatro promove mais uma edição do BAU {Bazar de Artes e Utilidades}, um dos bazares mais movimentados de BH. A novidade é que o evento agora passa a ser realizado em dois dias, sendo que a edição de abril acontece em 11 e 12.04, das 14 às 21 horas (sábado) e das 10 às 18 horas, no domingo. Os destaques, além dos produtos e serviços diferenciados comercializados por artesãos e designers, são as oficinas gratuitas de arte e decoração, as intervenções culturais e a programação musical. A entrada do BAU é R$ 3,00. 

    “A procura por bazares e lojas colaborativas não vem de hoje, mas tem crescido e muito nos grandes centros. Acreditamos nesta proposta de aliar produtos artesanais de alto nível a uma programação diferenciada, que mescla conhecimento, cultura e comportamento. A cada edição do BAU temos conseguido viabilizar novas oficinas (sempre gratuitas) e uma programação musical bem eclética, isso tem atraído todo tipo de público, que inclui famílias. O objetivo é justamente esse, proporcionar dois dias de diversão para pessoas de todas as idades”, destacam as produtoras do BAU, Ana Paula Pedersoli e Gilza Santos.

    O evento terá mais de 50 marcas expondo seus produtos e serviços. Na lista estão itens de vestuário feminino, masculino e infantil, além de móveis, objetos de decoração, bijouterias, joias, bolsas artigos de papelaria, desenhos, fotografias e pinturas. Os produtos podem ser conferidos em www.baubazar104.tumblr.com e na página do evento no facebook (BAU – Bazar de Arte e Utilidades).

    Oficinas Gratuitas – Para esta edição, o BAU traz várias oficinas gratuitas. As inscrições podem ser feitas 1 hora antes do início de cada oficina e serão oferecidas 10 vagas para cada uma. A Oficina de Crochê com a especialista Onília Dias, de 72 anos (e muitas décadas dedicadas às linhas e fios), garantirá ao público os 1os passos nessa arte.

    A artista plástica, designer de interiores e especialista em tatuagens, Kelly Camillozzi também apresenta seu trabalho múltiplo no bazar. Durante o evento, a artista oferecerá gratuitamente serviços de Pintura Corporal para adultos e crianças. Ela oferece ainda tatuagens de henna, com preços que variam conforme tamanho e detalhamento.

    A Villa Maris ministra três oficinas durante o bazar: Horta Orgânica, com dicas especiais para vários ambientes e espaços; Arranjos de Flores Naturais e a disputadíssima Oficina de Terrários, os pequenos jardins feitos em recipientes de vidro.

    Na Oficina de Mosaico, o público aprenderá com Elizabete Rosa o passo a passo para montagem de peças de decoração utilizando pedaços de cerâmica. O pessoal do coletivo Cipó Criativo – grupo que reúne artistas, parceiros e moradores que criam ações ligadas à arte e cultura na Serra do Cipó – oferece a Oficina de Pintura Rupestre, feita a partir de pigmentos naturais. E o artista Leo Ladeira oferece a Oficina de Reciclagem para crianças.

    Durante o evento, serão arrecadas doações para o Projeto Assistencial Novo Céu, localizada no Bairro Jardim Laguna, em Contagem. Entre os produtos mais solicitados estão fraldas geriátricas e leite em pó.

    Show da banda JazzMim – O BAU é ainda um espaço para apresentações musicais. Nesta edição, o público confere no sábado (11.04), no Café 104, às 20 horas, apresentação da banda JazzMim, projeto de música autoral, urbana e sofisticada. A banda é formada pelo guitarrista e compositor Vitor Diniz, o baterista Mário Lúcio Rios, a vocalista Deni Perotti, o baixista Rômulo Carneiro, o pianista Matheus Ribeiro e o saxofonista Anderson Santos.

    Intervenções artísticas – A artista Regina Mello abre discussão para uma sociedade sustentável com a intervenção Banquete, que leva a uma reflexão sobre os alimentos da alma, do corpo e espírito. Na instalação, o público é convidado a se sentar à mesa e contemplar sua imagem refletida sobre cacos de espelhos. O Palhaço Potássio animará as crianças presentes no bazar com atividades lúdicas e divertidas e ainda fará uma intervenção especialmente criada para o Projeto Assistencial Novo Céu.

    O artista pernambuco GHuga Távora leva três instalações e intervenções para o BAU: FotoSinta-se Noronha (feita a partir de registros fotográficos do arquipélago de Fernando de Noronha); Fique Peixe BAU! (intervenção que visa uma reflexão sobre a relação das cidades com os rios) e Floreando Palavras (mediação de arte e literatura, com a montagem de um jardim poético no espaço, onde serão dispostas flores em vários formatos para que o público deixe registrado uma poesia). Távora atua com arte, educação e comunicação e tem trabalhado com workshops que mesclam fotografias, artes plásticas e tecnologia. Informações sobre o trabalho do artista e inscrições para workshops promovidos por ele em www.workshopsimaginautas.blogspot.com.

    Programação BAU – Abril 2015
    Data: 11 e 12 de abril (sábado e domingo)
    Horário: 14 às 21 horas (sábado) e 10 às 18 horas (domingo)
    Local: CentoeQuatro
    Praça Ruy Barbosa, 104 – Centro – BH
    Entrada: R$ 3

    Obs) as oficinas são gratuitas e as inscrições devem ser feitas 1 hora antes de cada oficina começar. Não é necessário levar material.

    Horários Oficinas e apresentações

    Sábado – 11 de abril – 14 às 21 horas
    14 horas – Abertura do BAU
    15 horas – Oficina de Crochê
    16 horas – Oficina de Pintura Corporal para adultos e crianças
    17 horas – Oficina de Horta Orgânica
    18 horas – Oficina de Mosaico
    19 horas – Oficina de Pintura Rupestre
    20 horas – Apresentação da banda JazzMim no Café 104
    21 horas – Encerramento do BAU

    Domingo – 12 de abril – 10 às 18 horas
    10 horas – Abertura do BAU
    11 horas – Oficina de Arranjos de Flores Naturais
    12 horas – Oficina de Pintura Corporal para adultos e crianças
    13 horas – Oficina de Mosaico
    14 horas – Oficina de Pintura Rupestre
    15 horas – Oficina de Terrários
    16 horas – Oficina de reciclados para crianças
    17 horas – Oficina de Crochê
    18 horas – Encerramento do BAU

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  • 24 mar

    Abertas as inscrições para o BAU nos dias 11 e 12 de abril

    Abertas as inscrições para o BAU nos dias 11 e 12 de abril


    Atendendo aos pedidos, o BAU {bazar de arte e utilidades} funcionará a partir de agora em um novo formato. Serão 2 (dois) dias do bazar mais incrível de BH, mostrando trabalhos de artesãos, designers e artistas, com uma programação de oficinas, performances e intervenções artísticas. No mês de abril, o BAU acontecerá no dia 11 (sábado), de 14 às 21 horas, e no dia 12 (domingo), de 10 às 18 horas, no Espaço CentoeQuatro (Praça Ruy Barbosa, 104, Centro, BH).

    Valores dos estandes por edição: R$ 240,00 (Duzentos e quarenta reais) – estandes no corredor principal; e R$ 200,00 (Duzentos Reais) estandes em outros setores.

    Quer participar do BAU?
    Preencha este formulário para conhecermos melhor a sua marca. Você receberá uma reposta em breve. Link para inscrição http://goo.gl/forms/SiYhe39dOQ

    O BAU {bazar de arte e utilidades} é um evento de negócios criativos e autônomos que reúne designers, artistas e artesãos independentes para expor e comercializar produtos feitos à mão tais como móveis, objetos de decoração, bijuterias, joias, bolsas, cadernos, roupas, desenhos, pinturas, etc. Durante o BAU, o Café 104 funciona com um cardápio com opções para almoçar, petiscar ou lanchar.

    → Expositores recebem no ato da assinatura do contrato:
    O CentoeQuatro possui estacionamento conveniado, ou seja, os expositores interessados devem carimbar o ticket para obter o desconto. O valor é de R$ 5,00 por veículo pelo tempo de permanência no BAU; 02 convites cortesias para o BAU.

    → Divulgação (sua participação também é muito importante, ajude-nos a divulgar o BAU entre seus contatos pessoais e profissionais)
    Divulgação do BAU e seus expositores na imprensa e nas redes sociais; Envio de newsletter; e Folhetos e cartazes.

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  • 24 mar

    Reabertura do Cine 104 nesta quarta (25.03)

    Reabertura do Cine 104 será no dia 25.03 (quarta-feira), às 20h30

    Investindo no formato DCP (Digital Cinema Package), o Cine 104 reabre a partir desta quarta-feira (25.03), às 20h30, com a pré-estreia em Belo Horizonte do longa-metragem “O Fim de uma Era”, de Bruno Safadi e Ricardo Pretti. A sessão especial é gratuita, com distribuição de 50% dos ingressos para o público em geral, 30 minutos antes da sessão. Em caso de lotação, a sessão será reprisada às 22 horas.

    Na quinta-feira (26.03), a sala retoma a programação regular. Entrarão em cartaz dois dos filmes brasileiros mais exibidos e premiados no circuito de festivais, em 2014: “Branco Sai, Preto Fica”, de Adirley Queirós (melhor filme no Festival de Brasília), e “A História da Eternidade”, de Camilo Cavalcante (melhor filme no Festival de Paulínia). Além da mudança nos equipamentos de projeção da sala, o Cine 104 aposta em novos projetos para 2015, priorizando sempre a exibição de filmes brasileiros e garantindo espaço para a produção local.

    Segundo Daniel Queiroz, programador do Cine 104, a mudança no equipamento garantirá ainda mais qualidade na exibição dos filmes. “Além do investimento no novo projetor DCP, o Cine 104 ganhou nova tela e novos equipamentos de som. Trata-se de uma mudança que, além de propiciar a maior qualidade de exibição, ampliará as possibilidades de acesso a filmes, com um impacto positivo também na programação da sala”.

    O formato DCP é o padrão internacional utilizado hoje pelas distribuidoras de filmes, tendo substituído a película 35mm nos novos lançamentos.
    Em funcionamento regular desde outubro de 2012, o Cine 104 é uma opção para o público que aprecia a diversidade da produção cinematográfica. O cinema exibe principalmente lançamentos, renovando sua programação semanalmente, às quintas-feiras. Mas se ele se aproxima do circuito de salas comerciais “na forma”, busca se diferenciar pelo conteúdo. Sua programação é pautada pela qualidade das obras. O objetivo é exibir produções autorais, de cinematografias diversas, tanto de cineastas renomados quanto de novas revelações do cinema internacional e, principalmente, brasileiro, abrindo espaço para títulos que poderiam ficar restritos à exibição em mostras e festivais.

    A intenção é oferecer ao público uma programação permanente de bons títulos, suprindo uma carência da cidade de espaços que exibam filmes de perfil mais artístico. A programação da sala prioriza sempre o cinema brasileiro contemporâneo e muitos dos filmes exibidos são lançados, em Belo Horizonte, apenas no Cine 104. A sala realiza também um trabalho de formação de público, com uma agenda permanente de atividades para além das exibições, que incluem debates com diretores, sessões comentadas para escolas, mini-cursos, cineclube e lançamentos de filmes de Belo Horizonte.

    Novos projetos – Além de uma renovação nos equipamentos de exibição, o Cine 104 aposta em uma série de projetos, sempre com o objetivo de difusão cultural e formação de público. Serão continuados e ampliados, em 2015: o Cine 104 Mostra – O Cinema de BH, que promove lançamentos de produções locais; o CineQuintal no 104, cineclube realizado em parceria com a Associação Filmes de Quintal; A Escola vai ao cinema, que promove sessões comentadas de filmes brasileiros, para adolescentes de escolas públicas; os lançamentos de filmes com a presença de diretores, em Sessões Comentadas e os Encontros com Realizadores, cursos de curta duração com realizadores de destaque na cena brasileira.

    Além destes projetos, destacam-se duas novas ações para 2015: a exibição de curtas na hora do almoço, no programa Curta no Almoço 104, que promoverá sessões gratuitas às terças e sextas (13 horas e 13h30) e a abertura de inscrição para filmes independentes, de todas as durações e formatos, que não contam com uma distribuidora, e queiram ser exibidos na programação do Cine 104 – “Exiba seu filme no Cine 104”. O objetivo é receber inscrições de filmes como fazem as mostras e festivais, mas com uma seleção permanente para exibição ao longo do ano, na programação regular e em mostras especiais, ampliando ainda mais o espaço para as produções de perfil mais independente.

    Programação especial, sessões comentadas e oficinas – Para a reabertura do Cine 104 foram escolhidos filmes brasileiros de grande destaque em 2014. A sessão especial de reabertura apresentará, em pré-estreia, o longa-metragem “O Fim de Uma Era”, inédito em Belo Horizonte. Os diretores Bruno Safadi e Ricardo Pretti, o montador Luiz Pretti e o fotógrafo Lucas Barbi estarão em BH para apresentar a sessão, na quarta-feira, dia 25 de março, às 20h30.

    O filme é a terceira produção da chamada “Operação Sônia Silk”, em que a mesma equipe técnica e atores rodaram 3 longas metragens, em apenas duas semanas, com um orçamento de apenas 40 mil euros. O projeto foi inspirado na Belair, produtora de Rogério Sganzerla e Júlio Bressane, que na década de 70 produziu uma série de ótimos filmes, em pouquíssimo tempo, com um mínimo de recursos.

    A partir de quinta-feira (26.03), a sala retoma a programação regular. O longa-metragem “Branco Sai, Preto Fica”, de Adirley Queirós, entra em cartaz em duas sessões – às 17h15 e 19 horas. O filme conquistou diversos prêmios como Melhor Filme, Ator e Direção de Arte no 47º Festival de Brasília; Melhor Filme no Festival de Mar del Plata; Menção Honrosa na 17ª Mostra de Cinema de Tiradentes e participou da Seleção Oficial de importantes festivais internacionais, como Hamburgo, Vienna e Torino e Doc Lisboa, dentre outros.

    Outro filme na programação é o longa-metragem “A História da Eternidade”, de Camilo Cavalcante, que entra em cartaz na sessão das 20h40. O filme arrematou os Prêmios de Melhor Filme, Direção, Ator, Atrizes e Prêmio da Crítica no 6º Festival de Paulínia e participou da Seleção Oficial do Festival de Roterdã, em 2014.

    Evento: Reabertura do Cine 104
    Data: 25.03 (quarta-feira)
    Pré-estreia do longa-metragem “O Fim de Uma Era”
    Com a participação dos diretores Bruno Safadi e Ricardo Pretti, do montador Luiz Pretti e do fotógrafo Lucas Barbi.
    Horário: 20h30
    Sessão gratuita (serão disponibilizados 50% dos ingressos para o público em geral, 30 minutos antes da sessão; em caso de lotação o filme será reprisado às 22 horas)

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  • 16 mar

    Almoço no Café 104 é ótima opção no Centro de BH

    Com opções de entradas frias e quentes, pratos principais e sobremesas, o cardápio do Café 104 homenageia avenidas, prédios e monumentos próximos ao CentoeQuatro, um espaço que reserva muitas surpresas, bem no marco zero da capital mineira. O Café funciona de segunda a sábado, de 12 às 15 horas.

    Aos sábados, o destaque fica por conta dos petiscos especiais: Ragu de pato e polenta, Bruschetta da Serra da Moeda, Tiras de frango empanadas no panko com molho de mostarda picante, Camarão à Provençal com batatas coradas, Batata frita com bacon e queijo e Iscas de filé com molho de gorgonzola e pães. E para acompanhar os petiscos uma seleção de cervejas especiais.

    Entre os pratos principais, o cliente pode optar pelo Terra Mineira, que leva mix de folhas, queijo de cabra, presunto de Parma, tomates sweet grape confitados e molho de basílico. O Café 104 também oferece opções suculentas como o Trem Vitória a Minas, preparado com filé de peixe grelhado, moquequinha de camarão, farofa de dendê e arroz de coco. Outra sugestão é o Estação Central, feito com maçã de peito bovino desfiada servida com molho do chef, batata rosti, arroz e feijão.

    Um dos pedidos mais requisitados é o Prato da Estação: lombinho de porco grelhado com molho de goiaba e pimenta fresca, couve refogada, madioquinha frita, arroz branco e feijão.

    Para fechar, experimente nossas sobremesas. Amazonas – tarte de banana, gengibre, mel e aniz; Santos Dumont (cheesecake com calda de frutas vermelhas); Afonso Pena (rocambole de chocolate cappuccino) e o Subir Bahia, folhado de maçã com sorvete de creme. Tudo para adoçar ainda mais os sentidos.
    Quem busca uma pitada de arte e sabor na vida já tem um lugar: o Café 104, um refúgio no hipercentro da cidade.

    Cafés para todos os gostos – No Espaço funciona ainda uma Bomboniere com diversas opções para lanches, além da carta de cafés, que inclui clássicos como espressos de diferentes tamanhos, cappuccino italiano e o tradicional pingadinho; além de café gelados como o Afrogatto (sorvete de creme com cobertura de ganache de chocolate e café espresso especial) e o Maragold (acidez de maracujá com leite condensado, sorvete e café espresso).

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  • 16 mar

    Eduardo Pio lança neste sábado CD “Conversas de Bar” no Café 104

    Eduardo Pio lança o CD “Conversas de Bar” no Café 104

    Conhecido por sua versatilidade como compositor, cantor, instrumentista e produtor musical, o músico mineiro Eduardo Pio lança seu primeiro CD, o “Conversas de bar”. Doze músicas inéditas e autorais, na voz suave e alegre de Pio, remetem ao universo do boteco e trazem um clima descontraído com ritmo de samba, samba-rock e até salsa. “Se a praia de Minas é o bar, nosso mar de histórias e piadas se tornou minha fonte de inspiração. Esse clima extrovertido do mineiro nos botecos é nossa marca registrada”, conta o artista. O show de lançamento será no Café 104 (Praça Ruy Barbosa, 104 – Centro, BH), no dia 21 de março (sábado), às 22h. Ingressos à venda em http://bit.ly/1C6rk5q

    As letras são carregadas de bom humor e brasilidade e falam de assuntos que não faltam em uma mesa de bar com os amigos, como futebol, corrupção na política, fofoca, saudade, bêbado desiludido, sensualidade e a exaltação à vida e à mulher. “É um convite ao ouvinte a se sentar com a gente, participar da conversa, rir e, claro, dançar junto. É a celebração da amizade no jeito alegre de ser do mineiro”, comenta.

    Para o CD, o compositor contou com a participação de músicos amigos, que contribuíram para que a qualidade musical fosse outro ponto forte do trabalho. Entre eles Rafael Pansica (pré-produção, arranjos e violão), Bruno Velozo (baixo), Paulo Espinha (bateria), Adriano Goyatá (bateria), Fábio Martins (percussão), Leonardo Brasilino (trombone, arranjos sopro), Juventino Dias (trompete), Jonas Vitor (saxofone), Sérgio Danilo (flauta e clarineta), Samy Erick (guitarra), Samuel Ekel (piano elétrico) e Rodrigo Torino (violão de 6 e 7 cordas, cavaco e arranjo). Vozes em coro de Sheyla Barroso, Andréa Furtini, Clarice Borges, Rapha Dutra, Leonardo Mendonza, Rômulo Oliveira e Gustavo Scarpa (voz “16 toneladas”).

    Nascido em Belo Horizonte, Pio começou a trabalhar com música aos 17 anos. É bacharel em violão pela Universidade Estadual de Minas Gerais (2009), regente e diretor musical do Grupo Vocal “CASA VOZ” desde 2009. Faz parte do grupo “Canções de Brechó” como violonista e arranjador. Também é guitarrista de jazz e de música popular brasileira, acompanhando diversos cantores. Integra, como músico-palhaço-cantor, a ONG “Trupcando em Sonhos-BH”. É sócio-proprietário do bistrô de música “Atelier do Som”, em Contagem/MG.

    Um pouco sobre as faixas:
    01 – Croquete
    Vinheta instrumental. Faz referência à palavra Claquete, onde a história começa. O encontro entre amigos se inicia no bar.
    02 – Mariola
    O compositor criou a música pensando em um grupo de amigas que retratam o universo das mulheres autênticas, donas de si e, ao mesmo tempo, doces. O samba-funk mostra a felicidade de estar no samba e a independência feminina.
    03 – Magnífica
    Sempre quando reunidos com amigos, eles comentam sobre as mulheres… E a beleza parte de quem olha e não é imposta por ninguém. A música tem arranjo em sambaião que é bem a cara do samba-rock. Homenageia a beleza mulher brasileira e seu gingado. Impossível ficar parado! A sensualidade pede passagem.
    04 – Lá vem
    Fala do chato, o famoso “Zé Roela” que apronta com a sua parceira e depois vai lá pedir arrego. Nesse partido alto o malandro é quem dança.
    05 – Cadê a Katia
    Largado por sua paixão, ele procura consolação na bebida. A letra brinca com as palavras e o nome da amada. A batida do groove tem um pouco do andar inconstante do bêbado, daquele vai e vem que lhe é característico, marcado na base instrumental e no belíssimo solo de clarinete de Serginho Danilo.
    06 – É(ti)tica
    O compositor externa a revolta com um sistema em que os políticos se aproveitam das regalias que criam estando no poder, enquanto milhares de crianças estão nas ruas sem lar e à míngua e adultos vivem sem perspectiva de um futuro digno.
    07 – Pela vida
    Samba mais lírico. O bon vivant aproveita o dia, na leveza da vida. Tem a participação do músico Rodrigo Torino, no cavaco e violões de 6 e 7 cordas.
    08 – Baile de samba
    Ao som de gafieira, a música fala de conquista e do processo de sedução através da dança. O trio de sopro, a bateria, o baixo e violão arrasam no ritmo, em uma execução contagiante.
    09 – Cara do gol
    Todo bar tem sempre aquela resenha do futebol. Esse samba-rock trás a alegria e o movimento dessa paixão nacional. Não existe gol feio. Feio é não fazer o gol. Homenagem ao Dadá Maravilha na canção.
    10 – Conversa afiada
    Esse samba retrata as fofocas, fuxicos e bafafás, tão comuns nas conversas fiadas de bar.
    11 – Pão duro
    Todo mundo tem aquele amigo que não quer tirar o “din din” do bolso. Esse samba-rock faz piada e descontrai os amigos diante desse famoso “mão de vaca”.
    12 – Fecha a conta
    Encerra o CD em um samba/salsa. Faz qualquer um querer dançar.

    Serviço
    Lançamento do CD “Conversas de Bar”
    Data: 21/03
    Horário: 22h
    Local: Café 104 (Espaço CentoeQuatro – Praça Ruy Barbosa, 104. Centro. Belo Horizonte/MG)
    Ingressos: http://bit.ly/1C6rk5q

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  • 12 fev

    Recesso no Carnaval

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  • 13 jan

    Entrevista Guilherme Fiúza Zenha, diretor de “O Menino no Espelho”

    Entrevista com Guilherme Fiúza Zenha, diretor de “O Menino no Espelho”, em cartaz no Cine 104

    Confira o trailer em http://migre.me/o6hXe

    Em poucas palavras, qual a narrativa motriz do filme O Menino No Espelho?

    O Menino No Espelho, Narra a infância de um menino extremamente inventivo, criativo, livre. Um garoto de um outro tempo.

    Como foi adaptar a obra do escritor Fernando Sabino?

    O maior desafio foi transformar este romance estruturado em contos em um arco dramático fiel ao espírito do Sabino, com um nível de conflito para o personagem dentro da brincadeira toda.

    Como se deu a opção pela cidade de Cataguases como locação de O Menino No Espelho?

    Na busca de locação para representar uma Belo Horizonte dos anos 1930 – que já não existe mais –, viemos parar em Cataguases. É uma coincidência ser a terra que Humberto Mauro escolheu para viver. Cataguases é uma cidade arborizada, bastante preservada em termos de arquitetura e com a possibilidade de esse menino ser livre, mesmo. Ele vai para a escola sozinho, anda pelas ruas sozinho e tem a possibilidade de fazer todas as peripécias dele. Entre elas, construir um avião, ter uma casa na árvore, sair para pescar. Há espaço para o menino inventivo e livre dessa história.

    Como foi vivenciar as filmagens em uma cidade que tem o cinema marcado em sua história?

    É engraçado/significativo, pois, de alguma forma, é uma grande homenagem ao cinema, ao que ele também significa na minha vida. Fica uma sensação e a certeza de que fiz o filme que eu queria fazer, com equipe genial, locações maravilhosas, muito trabalho e esse encantamento com o menino que o Fernando Sabino nos deu de presente e que a gente contou de alguma forma com nossa visão [...]. Acho muito significativo estar em Cataguases, dentro de um cinema. Tomara que seja uma benção.

    Fonte – Assessoria de Imprensa Camisa Listrada

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