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  • 29 jun

    Horizontes urbanos invade as ruas da cidade

    De 01 a 09 de julho de 2011, a dança invade ruas e esquinas de Belo Horizonte. É a terceira edição do HORIZONTES URBANOS – Mostra Internacional de Dança em Espaço Urbano, evento que apresenta espetáculos de dança especialmente concebidos para o ambiente urbano, estabelecendo a integração da dança com a arquitetura.

    A primeira fase do projeto conta com a parceria do Dança em Foco – Festival Internacional de Vídeo & Dança, com mostra de videodança, oficina, debate e apresentação. E de 5 a 10 de julho, o centro de Belo Horizonte será local das interferências. Serão mais de dez apresentações de diferentes artistas, nacionais e internacionais, em locais públicos.

    Uma forma de estimular um novo olhar sobre a arquitetura (imortal) do centro de Belo Horizonte tendo a dança (efêmera) como vetor atuante.

    entomoHann

    Compõem a programação artistas e grupos de dança de Belo Horizonte, São Paulo, Uberlândia, Espanha e Suiça.

    Clique aqui e confira a programação completa do evento, e abaixo veja o que acontece no CentoeQuatro

    MIV – MOSTRA INTERNACIONAL DE VIDEODANÇA
    De 01 a 04 de julho de 2011
    Horário: 14h30 às 17h30

    A MIV – Mostra Internacional de Videodança reúne programas inéditos de videodança de diversos países.
    Classificação etária: 12 anos

    MESA REDONDA
    Sábado, 02 de julho de 2011
    Horário: 18h

    Dança, Corpo e Imagem – Com Rodrigo Quik e Gabi Guerra, mediação Paulo Caldas, diretor artístico do evento. Os convidados exibirão obras e discutirão os diferentes olhares sobre a videodança, corpo e imagem.

    PERFORMANCE
    Sábado, 02 de julho
    Horário: 20h

    NÓS com Celina Portella
    “Nós” é uma ação entre o corpo e seus múltiplos projetados em escala real. O movimento dos corpos projetados em interação com o corpo da intérprete e entre eles mesmos sugere uma série de composições simples, criando diferentes dinâmicas entre “cinco personagens” e colocando lado a lado diferentes abordagens sobre representação.

    OFICINA
    De 01 a 04 de julho de 2011
    Horário: 9h às 13h

    VÍDEOPROJEÇÕES com Celina Portella
    Propõe experiências com vídeoprojeções do corpo, questionando formatos e meios de filmagem em função dos suportes de projeção. A oficina é direcionada a bailarinos, performers, coreógrafos, fotógrafos, videomakers e artistas interessados no corpo e no movimento e com uma experiência prática básica em suas respectivas áreas. Equipamento recomendado: câmera de vídeo ou fotográfica que grave vídeos.

    Inscrições: horizontesurbanos@uol.com.br | (31) 3222-1438 | Vagas Limitadas

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  • 29 jun

    Sol Alac grava seu primeiro DVD, La luz de mis ojos

    A cantora argentina Sol Alac apresenta, nos dias 29 e 30 de junho, o show que dará origem ao primeiro DVD de sua carreira, La Luz de Mis Ojos. A gravação será ao vivo, às 21h, no CentroeQuatro.

    Com um repertório que remete às suas memórias de infância e juventude nos arredores de Buenos Aires, Sol empresta sua voz a uma seleção de tangos, boleros e bossas que surpreenderão o público num espetáculo intimista, cheio de beleza e sofisticação.

    Nascida em Bahia Blanca, na província de Buenos Aires, Sol já trabalhou como atriz e participou de diversas produções para o cinema e televisão. Durante uma temporada de seis anos na Europa, aprimorou sua voz e intensificou seu trabalho, adquirindo novas técnicas e incorporando outras influências.

    Nostalgias, Vete de Mi, Volver e Grisel são apenas algumas das músicas que se destacam entre as pérolas do cancioneiro latino-americano que Sol interpreta nesse show, produzido pela própria artista.

    Sol subirá ao palco acompanhada pelos músicos Augusto Argañaraz (percussão), Roberto Amerise (contrabaixo), Marcelo Saraceni (violão) e Norberto Vogel (piano e bandoneon). Junto com Marcelo, Norberto assina os arranjos e também divide a direção musical com a artista argentina.

    Sobre estas apresentações e o novo passo em sua carreira, Sol não esconde sua empolgação e a expectativa em cair no gosto do público: “Cantar es una consecuencia natural y lo vivo como tal. Estoy disfrutando cada paso y lo que mas feliz me hace es que sea en este momento de mi vida, en el que mi hija Elisabetta de dos anos puede compartir conmigo esta aventura. Estoy vibrando con este show desde el día en que decidí hacerlo y tengo mucha ilusión de que la gente lo disfrute y se emocione junto a mí”.

    Com o show “Luz de Mis Ojos” Sol faz sua estréia oficial nos palcos brasileiros numa apresentação sutil, completa de paixão, música, poesia e latinidade que certamente emocionará o público de todo o Brasil.

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  • 16 jun

    Grupo de experientes músicos mineiros mostram o que fazem quando estão distraídos

    Na próxima quarta-feira, 22 de junho às 22h, acontece no CentoeQuatro, apresentação da banda instrumental Os Distraídos. O grupo é um projeto paralelo de grandes músicos mineiros como Lelo Zaneti do Skank, Glauco do Tianastácia e Chico Amaral e apresenta repertório com muito de groove, reggae, funk, mambo, salsa e outros ritmos.

    Com um som dançante e descontraído, a banda instrumental Os Distraídos, foi criada pelo saxofonista Chico Amaral em 2010. O projeto surgiu da amizade de músicos integrantes de conhecidas bandas mineiras como Skank, Tianastácia e Uakti. Dessa mistura de diferentes raízes musicais os integrantes produzem um som carregado de groove, reggae, funk, mambo, salsa e outros ritmos.

    O grupo é formado por Lelo Zaneti (baixo), Paulo Márcio (trompete), Paulo Sérgio Santos (percussão), Chico Amaral (sax tenor), Ender (sax alto), Glauco Nastácia (bateria) e Doca Rolim (guitarra).

    Distraído, além de ser uma característica comum a todos integrantes, também reflete o espírito do grupo quando eles se reúnem para tocar, um momento de distração e de leveza.

    Com a proposta de diversão para público e para os músicos, o show  é  garantia de música de excelente qualidade bem ao estilo “Big Band Tequila” com versões dos Beatles, Bob Marley, Tim Maia e outros.

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  • 16 jun

    Chico Amaral Quarteto com participação do grande baterista Márcio Bahia

    Discípulo e parceiro de Hermeto Pascoal há quase 30 anos, Marcio Bahia é o convidado especial para o show de Chico Amaral Quarteto, que acontece na sexta-feira, 17 de junho, às 21h, no Café 104. Bahia é considerado por público e crítica um dos melhores bateristas do mundo.

    Percussionista, Márcio Bahia nasceu em Niterói em 1958. Aos 13 anos começou a tocar bateria. Três anos depois estudava o instrumento com Sérgio Murilo. Em 1975, formou o grupo Íris e também o grupo O Circo, com quem excursionou e participou de sua primeira gravação em disco.

    Em 1981, entrou para o grupo de Hermeto Pascoal, com quem tem se apresentado em diversas cidades no exterior, colhendo prêmios e elogios da crítica. Em 1994, participou da UK Big Band, formada por Hermeto Pascoal e grupo, além de grandes nomes do jazz britânico. O show da UK Big Band foi saudado pela crítica do jornal britânico The Guardian como “um dos mais eletrizantes concertos de jazz em anos”. Tocou nos maiores festivais de jazz na Europa e EUA, Japão e América do Sul.

    Paralelamente ao seu trabalho com Hermeto, vem desenvolvendo projetos na área do ensino, ministrando worshops, master classes, cursos e aulas.

    Toca (ou já tocou) com grandes nomes do cenário musical como: Hamilton de Holanda, Marco Pereira, Vittor Santos, Leny Andrade, Jhonny Alf, Marcos Valle, João Donato, Carlos Lira, Roberto Menescal e Wanda Sá, Joyce, Gilson Peranzetta, João Bosco, Maria Bethania, Leila Pinheiro, Eliane Elias, David Friedman, Thijs Van Leer,(Focus), Baden Powell,Toquinho, Ednardo, Fagner, entre outros.

    Confira o vídeo de uma apresentação do músico:

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  • 15 jun

    Frederico Heliodoro faz show de pré-lançamento de seu primeiro CD

    Acontece neste sábado, 18 de junho às 21h no Café 104, o show de pré-lançamento do primeiro álbum de Frederico Heliodoro (contrabaixo). O músico faz a apresentação com Rafael Martini (piano), Pablo Passini (guitarra) e Felipe Continentino (bateria).

    Frederico Heliodoro faz show de pré-lançamento de seu primeiro álbum, gravado ao vivo em maio deste ano no Café com Letras junto com o trio formado por Rafael Martini (piano), Pablo Passini (guitarra) e Felipe Continentino (bateria). Intitulado Frederico Heliodoro no Café com Letras o CD é composto por seis músicas instrumentais: Social free; Crazy song; Enquanto não chega; Isadora; Janela e Late name. Todas as composições são de autoria do músico.

    O baixista considera que o resultado do disco é reflexo de uma temporada em que passou em Nova Yorque, período de muita aprendizagem e contato com outros músicos, e que lhe rendeu inspiração para realizar este trabalho.

    Foto: André Tanure

    Atuando na cena da música instrumental de Belo Horizonte desde 2007, Frederico já ganhou diversos prêmios como instrumentista e compositor. Já dividiu o palco com Benjamim Taubkin, Rafael Vernet, Nelson Faria, Sérgio Galvão, Cliff Korman, Lupa Santiago, Márcio Bahia, Nivaldo Ornellas, Chico Amaral e Cléber Alves.

    Atualmente, o músico cursa Música Popular na UFMG e estudou com músicos de NY como Ari Hoenig, Gilad Hekselman e Mike Moreno.

    Enquanto o público aguarda o lançamento do CD, previsto para o final do próximo mês, pode conferir o show deste sábado no charmoso café do CentoeQuatro.

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  • 06 jun

    Festival Mundial de Circo abre inscrições para artistas e grupos

    Até o dia 06 de julho de 2011, estão abertas as inscrições para artistas e grupos interessados em participar do Festival Mundial de Circo com apresentações de números circenses.

    O Festival Mundial de Circo iniciou a sua trajetória em 2001 reunindo em Belo Horizonte artistas brasileiros e de vários cantos do mundo para celebrar o circo. Foi o primeiro festival internacional no Brasil dedicado exclusivamente a essa arte. A 11ª edição do festival acontece em Belo Horizonte de 26 de agosto à 04 de setembro de 2011.

    Informações e incrições no site: www.festivalmundialdecirco.com.br

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  • 04 jun

    Livro conta a história de vida de Celton, vendedor de revistas em quadrinhos pelas ruas de BH

    No dia 15 de junho, às 19h, Fidélis Alcântara lança seu primeiro livro no Café 104. “O Fazedor de Histórias” conta a história de vida de Lacarmélio Alfêo de Araújo, o Celton, vendedor de revistas em quadrinhos pelas ruas de BH. O convidados também podem participar de um bate papo com o autor e Celton.

    A história parece comum: uma família que se muda do interior para a capital em busca de novas oportunidades. Mas há nessa família um sujeito que faz a história mudar por completo. Esta poderia ser a sinopse do livro, O Fazedor de Histórias, mas o livro diz muito mais desse sujeito, que hoje é o maior editor, produtor e vendedor independente de quadrinhos no Brasil.

    Durante o segundo semestre de 2009 e todo ano de 2010, o redator publicitário e escritor Fidélis Alcântara fez uma série de entrevistas com o personagem e reconstruiu a narrativa da vida do super-herói de BH. O livro conta de forma leve e emocionante as aventuras e desventuras de Lacarmélio em busca do seu sonho: escrever as próprias revistas em quadrinhos.

    Celton em acão

    Belo Horizonte é o cenário principal, mas a história tem lances no Rio de Janeiro, São Paulo, Nova Iorque e Itabirinha de Mantena, onde o personagem nasceu. Começando na década de setenta, com a vinda da família para a capital, o livro mostra os caminhos e dificuldades encontrados por um produtor independente para conseguir produzir e vender o seu trabalho.

    O homem, o herói e o mito são apresentados como forma de encorajar mais pessoas a encarar os sonhos e batalhar com afinco. Celton é um exemplo de dedicação, luta e dignidade, um sujeito que venceu sozinho e que pode inspirar muitos outros a fazerem de suas vidas o caminho para a realização com prazer e muito bom humor. Algumas de suas falas e lances da narrativa são destacados e interpretados para os leitores em pequenas dicas que estimulam a confiança e a determinação em alcançar os sonhos.

    Sobre o personagem:

    Lacarmélio Alfêo de Araújo nasceu em Itabirinha, Vale do Rio São Mateus e se transferiu em 1972 com toda a família para Belo Horizonte. No início da década de 80 lançou de maneira independente as suas primeiras revistas em quadrinhos, Celton. Logo vieram outros personagens e títulos, sempre com o bom humor das ruas e questões da cidade ou do país. Nessa época foram lançados: O Combate do Presidente com o Capeta do Vilarinho, O Presidente contra o Dragão da Inflação e várias outras. Desde então ele se dedica a todo o processo de criação, elaboração, diagramação, publicação e venda de suas revistas. No início da década de noventa, lançou a revista Belô, com a cidade de Belo Horizonte como cenário, em pouco tempo a revista voltou a chamar Celton, mas com um reconhecimento e aceitação do público surpreendente. Reconhecido como o maior vendedor independente de quadrinhos no Brasil, é uma lenda urbana da capital mineira, onde ganhou notoriedade.

    Sobre o autor:

    Fidélis Alcântara é graduado em Publicidade e Propaganda pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, 2001, trabalhou em diversas agências de publicidade exercendo a função de redator. Desde a adolescência escreve contos, crônicas e poesias, e foi em 2008 que decidiu abandonar as agências de publicidade para se dedicar a outros escritos. Hoje trabalha como autônomo, escreve textos institucionais e ficcionais para empresas, sites e blogs, e se dedica a escritos autorais. Seus contos sobre o cotidiano podem ser lidos no www.acasoacontece.wordpress.com.

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  • 03 jun

    O pianista, compositor e regente José Namen lidera quarteto em apresentação no Café 104

    José Namen apresenta repertório com standards do jazz, músicas autorais e releituras de canções de diferentes gêneros, como bossa-nova, pop, MPB e rock com linguagem jazzistica. O músico faz apresentação acompanhado de Breno Mendonça (sax), Yan Vasconcellos (baixo acústico) e Guilherme Stephan (bateria). O show acontece no dia 16 de junho, às 21h, no Café 104.

    Localizado no hipercentro da cidade, cenário de reocupação cultural e de retomada da vida noturna, o Café 104, mantém em sua programação importantes nomes da cena jazzistica. Já passaram pelo palco do café nomes como Juarez Moreira, o sexteto Paris Jazz Underground, o trio mexicano Los Mind Lagunas, The Florida Keys, Chico Amaral, Swiss College Dixie, Jorge Continentino, Benny Goodman Centennial Band, Mike Hashime Judy Carmichael, The New Loymakers e Harry Allen. Na próxima semana, o Café 104 apresenta ao público o talento de José Nanem.

    Pianista, regente, arranjador, compositor e diretor musical, José Namen é formado em Regência pela Escola de Música da UFMG. Foi aluno de César Guerra Peixe, David Machado, Artur Bosmanns e Afânio Lacerda, entre outros. Com Jacques Klein fez o curso de extensão “Interpretação Pianística”.

    Namen foi integrante e um dos fundadores do VERA CRUZ, grupo instrumental de grande repercussão em Belo Horizonte nos anos 80, formado por José Namen (teclados), Juarez Moreira (guitarra), Yuri Popoff (baixo), Mauro Rodrigues (flauta) e Nenem (bateria).

    José Namen - Foto: Nelson Faria

    Como tecladista integrou as bandas dos artistas Toninho Horta, Nivaldo Ornellas, Beto Guedes e Tavinho Moura, além de já ter se apresentado ao lado de grandes instrumentistas como Raul de Souza, Nico Assumpção, Teco Cardoso, Nelson Faria, Armando Marçal, Kiko Freitas, Idriss Boudrioua, Arismar do Espírito Santo, Marcos Suzano, Jorge Elder, Alberto Continentino, Lea Freire, entre outros.

    Como diretor musical participou do CD “CAFUSO “, de Rosani Reis, gravado na Alemanha, pelo selo TIME LINE. Além da direção, fez os arranjos e atuou como tecladista naquela produção.

    Assinou, dirigiu, fez arranjos e participou como tecladista do disco “RONDON E FIGAR”, lançado pelo selo Eldorado e indicado na CATEGORIA REGIONAL, ao VI Prêmio Sharp de Música.

    Tem três CD’s gravados:

    - “A TEMPO” (1993) com composições próprias

    - “D’AQUI” (1996) com participação de Nivaldo Ornellas, Nelson Faria, Juarez Moreira e Idriss Boudrioua

    - “BEATLES – UM TRIBUTO BRASILEIRO” (1999), onde ao lado de Nelson Faria, Marcos Suzano e Bororó, faz uma interessante releitura de canções do quarteto de Liverpool, temperada com harmonias jazzísticas e ritmos brasileiros.

    Foi premiado com o “Troféu Pró-Música – Os melhores da Música Mineira”, de melhor arranjador do ano de 1998.

    O público pode conferir a qualidade musical de José Nanem num espaço cuja própria arquitetura favorece a acústica e ainda desfrutar do charme de frequentar o centro da cidade. Como acompanhamento, o Café 104 oferece um cardápio eclético e despretensioso e uma carta de vinhos selecionada.

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  • 24 mai

    Festa de encerramento da Paralela de Abril

    Para encerrar a Paralela de Abril foi preparado um cardápio especial com muita música, alegria e descontração. A festa acontece nesta quinta-feira, 26 de maio, às 22h no Demodeé (Av. Prudente de Morais, 167).

    A Paralela é resultado da união de alguns dos bares mais charmosos de Belo Horizonte. A ideia é oferecer serviços diferenciados ao público, apresentando o que cada casa tem de melhor. Não é uma competição, mas uma associação de estilos e conceitos em que todos – os bares, a cidade e, claro, os clientes – saem ganhando.

    Confira a lista dos que participaram do evento:

    2011
    Balaio de Gato
    Café 104
    Duke ‘n’ Duke
    Entre Folhas
    Graças a Deus
    Outono 81
    Paradiso
    Pastel de Angu
    Social

    Quem for ao Café 104 ainda pode de experimentar a Porchetta com batata ao alecrim e salada de rúcula preparada pelo chef da casa especialmente para a Paralela de Abril.

    Festa de encerramento da Paralela de Abril
    Com participação dos Djs Dread e Alex C
    Quinta-feira, 26 de maio de 2011
    Horário: 21h
    Local: Demodée | Av. Pudente de Morais, 167 | Cidade Jardim
    Ingressos: R$10,00 (feminino) R$20,00 (masculino) – à venda no local

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  • 01 mai

    BDMG Cultural apresenta a XIª edição do Prêmio BDMG Instrumental

    O BDMG Cultural apresenta nos dias  6, 7 e 8 de maio de 2011, a XIª edição do Prêmio BDMG Instrumental, no Centro Cultural Cento e Quatro. Os ingressos custam R$ 2,00 (inteira) e R$ 1,00 (meia). A renda  será destinada ao “Projeto Social Raio de Luz”.

    Clique aqui, confira a agenda dos shows e participe do evento.

    A comissão julgadora, composta por músicos arranjadores, compositores de música instrumental e jornalistas com especialidade em crítica musical, avaliará o desempenho dos finalistas, que devem apresentar duas músicas autorais e um arranjo de um clássico da MPB.

    A grande final acontecerá no domingo, dia 8, às 19 horas. Serão escolhidos os quatro vencedores, que receberão R$8 mil, cada um,  e realizarão shows em Belo Horizonte e no SESC de São Paulo. No evento, serão escolhidos também o “Melhor Arranjo” e o “Melhor Instrumentista”.

    Nesta décima primeira edição, dois selecionados não participarão da final. Os músicos Hugo Soares e Jonathans Marques, por motivos pessoais, decidiram não integrar o grupo que se apresentará no evento que encerra o Prêmio BDMG Instrumental. Para evitar imprevistos, a comissão julgadora pré-selecionou o Grupo Mirante – formado por Juninho de Sá, Edson Viana, Breno Mendonça, Tiago Guimarães e Conrado – e o guitarrista Eduardo Pio, que passam a integrar o grupo de músicos que disputa o prêmio final.

    Confira abaixo, o perfil dos participantes selecionados do XI  Prêmio BDMG Instrumental:

    :: Bernardo FabrisSaxofonista
    Bernardo Fabris é carioca. Concluiu seu doutorado em Música pela UFRJ, é mestre pela UFMG na linha de pesquisa “Performance Musical” e, bacharel em Música, com habilitação em saxofone, pela mesma instituição. Atualmente, leciona no Departamento de Música da UFOP. Em seu grupo Quinteto, atua como intérprete, compositor e arranjador. Apresentou-se ao lado de músicos como os americanos Maria Schneider e Mike Hashim. Já participou de importantes festivais de música instrumental, além de ter ministrado oficinas nas cidades de Ouro Preto, Ouro Branco e Itabira. Em seu currículo, participações em discos da Banda Sinfôinia da UFMG e do compositor Claude Guillard, entre outros.

    :: Chico Bastos –Violonista
    Natural de Itabirito, Chico Bastos é violonista, compositor, arranjador e multi-instrumentista. Graduou-se em música pela UFOP, tendo como professor Rufo Herrera. Em seu currículo, estudos com Ian Guest, Cristovão Bastos, Luciana Rabello, Toninho Carrasqueira, entre outros. Em 2004, o músico venceu a terceira edição do prêmio Jovem Instrumentista BDMG. Atua no cenário musical como professor de Cordas Populares na Escola de Música de Nova Lima, além de coordenar a Escola de Música de Rio Acima. Faz parte do grupo Siricotico, como cavaquinista e flautista.

    :: Marcelo Jiran – Pianista, Bandolinista e Saxofonista

    Foto: Élcio Paraíso

    Natural de Belo Horizonte, Marcelo Jiran é pianista, multi-instrumentista, compositor, poeta, arranjador e produtor fonográfico. Autodidata, compôs sua primeira canção aos oito anos. É formado em Teoria Geral da Música pela UFMG e, no seu currículo, estão parcerias com Murilo Antunes e Paulinho Pedra Azul. Em 2010, lançou seu primeiro CD independente, “Porta-Retratos”. Jiran foi finalista da décima edição do BDMG Instrumental e, hoje, é o atual Presidente do Clube do Choro em BH.

    :: Thiago Delegado – Violonista

    Thiago “Delegado” é de Belo Horizonte. Começou a tocar violão de forma autodidata e, atualmente, dedica-se ao estudo do violão de 7 cordas. Em 2008, aprimorou seus estudos com Celso Moreira, como um dos vencedores do Jovem Instrumentista BDMG. Foi selecionado, como revelação, pelo Programa Música Minas e Novos Talentos do Jazz e, finalista, da décima edição do BDMG Instrumental. Seu primeiro disco, “Serra do Curral”, venceu o prêmio Marco Antônio Araújo, como o melhor disco instrumental de 2010 em Minas Gerais. Atualmente, é violonista e diretor musical dos cantores Vander Lee e Aline Calixto, além de realizar shows de divulgação de seu CD.

    :: Marcos Frederico – Bandolinista

    Natural de Belo Horizonte, Marcos Frederico é bandolinista, violonista e compositor. Estudou violão e teoria musical na Fundação Clóvis Salgado. Em 2010, teve seu nome indicado para o Prêmio SINPARC, de melhor trilha sonora de teatro infantil e foi eleito o melhor instrumentista na décima edição do prêmio BDMG Instrumental. Marcos produziu seu primeiro CD, “Sinuca”, em 2007, sendo lançado no exterior, com o apoio do Clube do Choro de Paris.

    :: Cristiano Vianna – Violonista e Marcelo Chiaretti – Flautista
    Cristiano Vianna é natural de Belo Horizonte. Violonista, cantor e compositor, é fundador do grupo de samba Copo Lagoinha. Estudou durante sete anos na Fundação de Educação Artística. Natural do Rio de Janeiro, Marcelo Chiaretti foi aluno de composição na UFMG. O arranjador e compositor é professor da Fundação de Educação Artística desde 2000 e, também, fundou o grupo Corta Jaca. Parceiros de longa data, tocaram no Copo Lagoinha, por vários anos, mas, desde 2009, iniciaram um projeto dedicado à composição instrumental, tendo como inspiração a linguagem do choro contemporâneo.

    :: Sergio Starling – Violonista, Guitarrista e Bandolinista
    Mineiro, de Belo Horizonte, Sergio Starling é bacharel em violão pela UFMG. Autodidata, iniciou sua formação musical aos 15 anos. Estudou improvisação com o guitarrista Beto Lopes e choro com Sebastião Idelfonso. Em 2003, foi o vencedor do festival “Conexão Telemig Celular”, com a banda MonoOsso e chegou à semi-final do II Concurso Nacional de Violão José Lucena Vaz. Sergio fundou, em 2004, o duo de violões “Duovideodó”, em parceria com o violonista Daniel Christófaro.

    :: Wagner Souza –Trumpetista
    Nascido em Juiz de Fora, Wagner Souza cursou teoria musical e iniciação em trumpete pela Sociedade Euterpe Monte Castelo, em sua cidade natal. Foi aluno dos professores e orientadores Marcelo Martins, Dudu Lima, Walmer Carvalho, Márcio Hallack, entre outros. Participou do Savassi Festival 2010, ao lado do pianista Mauro Continentino. Hoje, atua em shows, turnês e gravações com diversos artistas, entre eles, Elza Soares, Biquíni Cavadão e Emmerson Nogueira.

    :: Eduardo Pio - Guitarrista
    Eduardo Pio é belo horizontino. Guitarrista, violonista, arranjador e compositor, iniciou-se na música como autodidata, aos 15 anos de idade. Depois, estudou com o professor e guitarrista Thiago Nunnes e ingressou, em 2004, na UEMG, no curso de bacharelado em violão erudito. Entre 2005 e 2008, integrou a banda “MJ’S”, além de participar, como guitarrista, da Orquestra MUSIARTO (Orquestra do Centro Universitário Newton Paiva). Atualmente, é regente e diretor artístico do Casa Voz – Grupo Vocal. Atua, também, como violonista e arranjador da banda Black Sopa e faz parte do Ghamba Quarteto.

    :: Hugo Silva – Contrabaixista
    Hugo Silva é paulista. Estudou, durante dois anos na Pro-Music e na UEMG. Arranjador e produtor técnico, é formado pela Universidade de Música Popular Brasileira – Bituca. Atualmente, cursa licenciatura em contrabaixo na Unicor. Em seu currículo, parcerias com Leci Estrada, Dudu Braga e Experimental Espinha de Peixe. O músico está em fase de produção do seu primeiro álbum instrumental.

    :: Luis LeiteViolonista

    Luis Leite é do Rio de Janeiro. O violonista e compositor, é bacharel e mestre pela Universidade de Música de Viena. Influenciado, desde cedo, por diferentes estilos musicais, possui uma intensa atividade internacional, se apresentando ao lado de grandes nomes do jazz. Seu trabalho já foi divulgado em mais de 20 países e premiado em vários concursos de violão.

    :: Grupo Mirante
    O Grupo Mirante surgiu em 2001, através da iniciativa do músico Edson Viana, que é baixista e compositor. Ele recrutou os jovens músicos Tiago Guimarães (tecladista), Juninho de Sá (guitarrista), Jorginho (baterista) e Breno (saxofonista) para fazer parte do seu projeto. Graduados pela Universidade de Música Popular Bituca, em Barbacena, o grupo foi vencedor do Projeto Raízes, em 2004 e, em 2009, ficou em primeiro lugar no De Olho no Palco, realizado pela Universidade Bituca. Neste ano, os integrantes do Mirante se preparam para a gravação do primeiro álbum do grupo.

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