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20 mar
II Semana da Fotografia abre inscrições para projetos e ensaios fotográficos
Leia maisA segunda edição da Semana da Fotografia de Belo Horizonte acontecerá de 16 a 19 de agosto de 2012 aqui no CentoeQuatro. Os interessados em participar da exposição coletiva podem inscrever projetos ou ensaios fotográficos. As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o dia 14 de maio através do site semanadafotografiabh.com.br
Podem participar da seleção fotógrafos e artistas visuais nascidos no Estado ou residentes há mais de dois anos. A avaliação dos projetos será realizada por uma comissão curadora composta por Arnold Borgerth, Fabiana Figueiredo, João Castilho, Kátia Lombardi e Tibério França. Os trabalhos selecionados receberão uma ajuda de custo de R$1.500,00 e ficarão expostos por 30 dias, com entrada gratuita, no CentoeQuatro.
Além da mostra coletiva, a 2ª Semana da Fotografia de Belo Horizonte contará com algumas exposições individuais e atividades culturais diversas, envolvendo vários espaços espalhados pela cidade, assim como instalações, projeções multimídia, oficinas de fotografia básica, palestras, encontros com autores e leituras de portfolio.
Consulte o edital completo e participe. Veja aqui as fotos da Semana da Fotografia que aconteceu no ano passado.
Detalhes
- Início: 20/03/2012
- Fim: 20/03/2012 às
- Lugar: 104
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03 ago
CentoeQuatro recebe Mostra de Documentários Franceses com entrada gratuita
Leia maisAtravés de uma parceria entre o CentoeQuatro, a Aliança Francesa de Belo Horizonte e Cinemateca Francesa acontece no Cine 104, entre os dias 10 e 12 de agosto, com entrada gratuita, a Mostra de Documentários Franceses
Confirmando mais uma vez a qualidade da programação do festivais de documentários franceses – o FIPA, o Cinema do Real, o FID Marselha os “Encontros gerais de Lussas”- esta seleção, necessariamente parcial, reflete a vitalidade e a pujança da produção nunca pára de explorar, de alargar os nossos horizontes, de contestar os preconceito.
Os filmes selecionados brinda-nos com uma diversidade de pontos de vista sobre o estado do mundo, na área geopolítica e histórica com formas inovadoras e diversificadas: crônicas, grandes reportagens, ensaios.
Confira sinopse dos filmes:
IItchkeri Kenti os filhos da Tchetchênia (Itchkeri Kenti les fils de L’Itchkerie) | França, 2006 | PB | Duração 145’| De Florent Marcie
Tchetchênia, inverno de 1996. Florent Marcie, jovem diretor francês, percorre e filma clandestinamente o país em guerra, indo ao encontro de um povo em resistência. Nos escombros de Grozni, quadrilhada pelo exército russo, uma grande passeata independentista desafia o ocupante… Montado dez anos mais tarde para dar testemunho de uma história olvidada, Itchkeri Kenti representa, para os tchetchenos, um filme simbólico. Um filme universal sobre o ser humano na guerra da resistência.
Classificação: 16 anosOs LIP, a imaginação no poder (Les LIP, L’imagination au Pouvoir) | França, 2006 | PB | Duração: 118′ | De Christian Rouaud
Este filme vai atrás dos homens que fizeram a greve operária mais emblemática do período pós 68, a dos LIP em Besançon. Um movimento de luta inrível, que durou vários anos, mobilizou multidões na França e na Europa, multiplicou as ações ilegais sem jamais ceder à tentação da violência, levou a imaginação e a exigência de democracia a patamares jamais atingindos até então. Retratos, uma história coletiva, narrativas cruzadas para tentar entender entender porque essa greve representou a esperança e os sonhos de uma geração inteira.
Classificação: 16 anosRafah, Crônicas de uma Cidade da Faixa de Gaza (Rafah, Chroniques d’une Ville dans la Bande de Gaza) | França, 2006 | PB | Duração 52’| De Alexis Monchovet
Retrato íntimo de uma cidade palestina, filmado durante o ano de transtornos de setembro de 2005 a setembro de 2006. Rafah, situado ao sul da Faixa de Gaza, é uma cidade dividida em duas por um corredor de segurança que traça a fronteira entre o Egito e a Faixa de Gaza. Rafah é a capital do tráfico de armas desse lugar. Desde a retirada israelense da Faixa de Gaza em 12 de setembro de 2005, estas armas alimentam guerras sangrentas entre as famílias. Após a vitória do Hamas, a cidade afunda numa crise econômica grave. No dia 25 de junho de 2006, o cabo israelense Gilad Shalitz foi raptado num túnel cavado a partir de Rafah. Tsahal, em retaliação, bombardeaira as casas dos traficantes de armas, situadas ao longo da Estrada Filadélfia. No dia 12 de setembro de 2006, uma ano após a retirada, todas as esperanças de melhora desaparecem.
Classificação: 16 anosPapel não embrulha brasas (Le papier ne pas peut envelopper la braise) | França, 2006 | Cores | Duração: 86’ | De Rithy Panh
O cineasta cambojano acompanha o processo de exclusão social de uma prostituta, que sente-se impedida de voltar à cidade natal por medo de que os habitantes saibam o que ela fazia para sobreviver em Phnom Penh. Neste contexto, a decadência do corpo iguala-se a uma espécie de morte civil.
Classificação: 18 anosNisida, Crescer na prisão (Nisida, Grandir en Prison) | França, 2006 | PB | Duração 100’| De Lara Rastelli
Na prisão da ilha de Nisida, ao largo de Nápoles, vivem cerca de quarenta jovens entre 14 e 21 anos. Para proteger seu anonimato e facilitar a filmagem, eles próprios confeccionam máscaras, possibilitando uma relação cada vez mais íntima com três dentre eles. Enzo, Rosario e Samir, confrontados diariamente ao cárcere, nos contam seu dia a dia entre escola e trabalho, aborrecimento e encerramento. Contam também a sua história, partilhando conosco momentos de tristeza e de esperança. Com eles, ao fio dos meses, Lara Rastelli explora o sentido de um encerramento que se pretende educativo.
Classificação: 16 anosApoio:
Aliança Francesa de Belo Horizonte | Embaixada da França | Instituto Francês | Cinemateca da Embaixada da França no Brasil



Detalhes
- Início: 03/08/2011
- Fim: 03/08/2011 às
- Lugar: 104
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09 abr
Inscrições abertas para Mostra CineOP e CineBH
Leia maisEstão abertas as inscrições de filmes brasileiros para a seleção e exibição na 6ª CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto e na 5ª Mostra CineBH. Os dois eventos, em conjunto com a Mostra de Tiradentes, integram o Cinema Sem Fronteiras – programa internacional de audiovisual que a Universo Produção realiza em Minas Gerais.
O Cinema Sem Fronteiras 2011 recebe inscrições de longas, médias e curtas em película ou digital, concluídos a partir de 2010. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site oficial do próximo evento – www.cineop.com.br até o dia 25 de abril.
A Mostra de Cinema de Ouro Preto acontece de 15 a 20 de junho de 2011 reafirmando seu compromisso com o nosso patrimônio cinematográfico. Os filmes selecionados podem integrar a programação da 6ª CineOP e/ou a grade de exibição da 5ª Mostra CineBH, de acordo com critérios da organização.
Breve, em cartaz
Pioneira no circuito de festivais a enfocar e destacar em sua programação o patrimônio cinematográfico brasileiro, a CineOP chega a sua sexta edição, de 15 a 20 de junho de 2011, como importante instrumento da preservação e promoção da nossa identidade. Nos seis dias de programação, a primeira cidade brasileira declarada Patrimônio
Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO – Ouro Preto -, se transforma em fórum privilegiado de discussões, reflexões e ações para a preservação, restauração e memória do patrimônio cinematográfico brasileiro.Apresenta ao público o cinema brasileiro em diversos gêneros e formatos, em retrospectivas e pré-estréias mundiais, homenagens, ações e projetos de restauro, sessões cine-escola e cine-debates. A memória resgatada sob o ponto de vista do cinema contemporâneo.
Toda programação é oferecida gratuitamente ao público e ocupará quatro espaços na cidade – o Centro de Artes e Convenções, a Praça Tiradentes, o Theatro Municipal Casa da Ópera e o precioso Cine Vila Rica, fundado em 1957, e ainda hoje uma referência entre as salas de exibição que resistiram ao tempo no interior de Minas Gerais.
Detalhes
- Início: 09/04/2011
- Fim: 09/04/2011 às
- Lugar: 104
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12 fev
Leia maisII MOSTRA DE CINEMA: CULTURA, ARTE E PODER
De 15 a 17 e fevereiro acontece no Cine CentoeQuatro a II Mostra de Cinema: cultura, arte e poder, com entrada gratuita, dentro da programação do Verão Arte Contemporânea 2011.
Com curadoria de Sávio Leite, a mostra trata de semelhanças e especificidades da linguagem audiovisual em filmes que dialogam no eixo da cultura, da arte e do poder. Serão exibidos curtas e longas-metragens de jovens talentos e consagrados diretores cinematográficos brasileiros.
:: CURTAS 01
Fractais Sertanejos – Heraldo Cavalcante – Documentário – 19´- 2009
A história de um operário da construção civil que após um coma torna-se artista, esculpindo obras abstratas que denomina “TudoeNada”, semelhantes aos fractais estudados na física e matemática do caos.Fuloresta do Samba– Marcelo Pinheiro – 26´- Documentário – 2004 – PE
O documentário mostra a trajetória de Siba Veloso e integrantes dos mais tradicionais maracatus e cirandas da região da Zona da Mata Norte pernambucana. Músicos que sairam do corte da cana para se tornarem artistas “pop”.Convite para jantar cpm camarada Stalin– Ricardo Alves júniorArgentina/Brasil 2007 , Ficção – 16/35mm , 10min
Entre o sonho e a morte OIga e Marilu esperam um convidado para Jantar.:: CURTAS 02
De volta ao quarto – Gustavo Spolidoro – Documentário – 15´- 2008
Qual o futuro do cinema? Em 1982, em Cannes, Wim Wenders convidou diversos cineastas a responderem esta pergunta. 26 anos depois, a pergunta continua a mesma, mas Wenders está do outro lado da câmera.Ana Beatriz – Clarissa Cardoso – Ficcção – 9´- 2008
Ana Beatriz e Paulo Roberto ainda não se conhecem, mas foram feitos um para o outro. E desde cedo o dia promete… ser igual a outro qualquer. Filme baseado no conto homônimo de Juliano Cazarré.O anão que virou gigante - Marão – Animação – 10´- 2009
A improvável – todavia autêntica – história do anão que virou gigante.
Prêmios:
3º Lugar no Anima Mundi 2010, Melhor direção no Cine PE 2009, Prêmio Aquisição Porta Curtas no Curta Cinema – Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro 2009, Menção honrora para roteiro no Iguacine – Festival de Cinema de Nova Iguaçu 2009, Melhor Animação no Vitória Cine Vídeo 2009, Melhor Animação 2D no AnimaSerra – Festival Nacional de Cinema de Animação de Teresópolis 2008, Melhor Filme – Júri Popular no FestCine Amazônia 2009, Melhor Filme – Júri Popular no Festival Comunicurtas 2009, Melhor Animação 2D no Festival de Cinema e Vídeo de Muriaé 2008, Melhor Animação no Festival do Juri Popular 2010, Melhor Roteiro no Granimado Festival Brasileiro de Animação 2008, Melhor Animação – Júri Popular no Mosca – Mostra audiovisual de Cambuquira 2009, Melhor Filme – Júri Popular no Mosca – Mostra audiovisual de Cambuquira 2009, Melhor Animação, Melhor direção e Melhor Roteiro no Curta Taquary 2009, Melhor Animação Brasileira no Mumia – Mostra Udigrudi Mundial de Animação 2009.Aula de yoga nº 34 – Gordeeff & Cláudio Roberto – Animação – 5´- 2009
Um praticante de Yoga tenta fazer seus exercícios em um ambiente mais natural, porém, encontra alguns imprevistos…O divino, de repente – Fábio Yamaji – 6´20´´ – Animação – SP – 2009
Ubiraci Crispim de Freitas, personagem real conhecido por Divino, canta repentes e conta sua vida neste documentário animado com ficção experimental. Além do live-action, várias técnicas artesanais de animação, sem uso de computador, compõem o filme: flipbook, desenho animado, rotoscopia, pixilation e stop motion.Prêmios: Melhor Animação Brasileira – Júri Popular – 17º Anima Mundi/SP; 2º Lugar – Animação Brasileira – Júri Popular – 17º Anima Mundi/RJ; 10 Melhores pelo Júri Popular – 20º Festival Internacional de Curtas/SP; Prêmio Porta Curtas – 20º Festival Internacional de Curtas/SP; Menção Especial da ABD-SP – 20º Festival Internacional de Curtas/SP; Melhor Montagem – 2º Mostra Marilia de Cinema/SP; 1º Lugar – 21ª Mostra de Vídeo Santo André/SP; Prêmio RTP2 Onda Curta – Curta Cinema/RJ; Prêmio do Júri – 6º Amazonas Film Festival/AM; Melhor Trilha Sonora -16º Victoria Cine Vídeo/ES; Melhor Documentário – 17º Festvodeo de Teresina/PI; Menção Honrosa – I Mostra Juliette de Cinema/PR; Melhor Animação – 7º FestCine Amazônia/RO.
Pastoreio – Alexandre R. Garcia – Documentário – 17´- 2009
A rotina do trabalho de Laudelino, pastor de ovelhas no Parque Barigüi em Curitiba há quase 20 anos, em meio à região urbana e inúmeras pessoas que praticam esportes ou passam suas horas de lazer.:: CURTAS 03
Pólis – Marcos Pimentel – Documentário, 35mm, 22 min., Cor, Dolby Digital, Brasil – MG, 2009
Um dia qualquer, uma cidade comum. O horror e o sublime do urbano em constante transformação, numa era onde não há nada acabado, definitivo. Construção e destruição, sístole e diástole expressas na poética da pólis contemporânea.Último retrato – Abelardo de Carvalho – Documentário – 7´- 2010
Um fotógrafo, doze crianças e um único tema.Teatro da alma – Deby Brennand Mendes – Ficção – 15´- 2009
Jogue fora as luzes, as definições. Diga o que vê na ecuridao. Numa constante vigília entre diferentes realidades, a personagem busca respostas em seu inconsciente. Teatro da Alma é um filme experimental, cheio de símbolos e metáforas.Cães – Adler Paz e Moacyr Gramacho – 15’29” – 2008 – Ficção – Brasil
Um pai, um filho. Dois pontos de vistas. Um encontro, o encontro. A rotina do trabalho de Laudelino, pastor de ovelhas no Parque Barigüi em Curitiba há quase 20 anos, em meio à região urbana e inúmeras pessoas que praticam esportes ou passam suas horas de lazer.:: CURTAS 04
Oigo tu grito (Ahendu nde sapukai) – Pablo Lamar – Paraguai / Argentina – Ficção – 11´- 2008
A colina, o rancho, o homem.
Prêmios:
Melhor Curta, BAFICI, Buenos Aires, Argentina
Melhor curta Tampere Film Festival – Finlândia – 2009
Selecionado para a Semana da Crítica em Cannes, França, 2008.Monstro invisível- Cavi Borges, Gustavo Melo e Luciana Bezerra – 5´- RJ – 2009
Videoclipe da banda O Rappa.Kombucha – Sávio Leite – Experimental – 2´- 2009
Um biofilme resultado de uma simbiose complexa entre espécimes de bactérias e leveduras.
Experimental – Bolívia – Brasil – 2009:: LONGAS
Terras – Maya Da-Rin – 75´- 2009
Na fronteira tríplice entre Brasil, Colômbia e Peru, as cidades gêmeas Letícia e Tabatinga formam uma ilha urbana cercada pela imensa floresta amazônica. As delimitações territoriais são muitas vezes encobertas pela densa vegetação e as fronteiras se confundem nos corpos e rostos de seus moradores. Terras acompanha o ritmo deste lugar de encontro e passagem, aproximando-se do cotidiano de seus habitantes.Terra deu, terra come– Rodrigo Siqueira – 88´- 2008.
Pedro de Almeida, garimpeiro de 81 anos de idade, comanda como mestre de cerimônias o velório, o cortejo fúnebre e o enterro de João Batista, que morreu com 120 anos. O ritual sucede-se no quilombo Quartel do Indaiá, distrito de Diamantina, Minas Gerais. Com uma canequinha esmaltada, ele joga as últimas gotas de cachaça sobre o cadáver já assentado na cova: “O que você queria taí! Nós não bebeu ela não, a sua taí. Vai e não volta pra me atentar por causa disso não. Faz sua viagem em paz”.Dessa maneira acaba o sepultamento de João Batista, após 17 horas de velório, choro, riso, farra, reza, silêncios, tristeza. No cortejo, muita cantoria com os versos dos vissungos, tradição herdada da áfrica. Descendente de escravos que trabalhavam na extração de diamantes, nas Minas Gerais do tempo do Brasil Império, Pedro é um dos últimos conhecedores dos vissungos, as cantigas em dialeto banguela cantadas durante os rituais fúnebres da região, que eram muito comuns nos séculos 18 e 19.
Garimpeiro de muita sorte, Pedro já encontrou diamantes de tesouros enterrados pelos antigos escravos, na região de Diamantina. Mas, o primeiro diamante que encontrou, há 70 anos, o tio com quem trabalhava o enterrou e morreu sem dizer onde. Depois disso, vive sempre em uma sinuca: para reencontrar o diamante só se invocar a alma de seu tio João dos Santos. “É um diamante e tanto, você precisa ver que botão de mágoa.” Ao conduzir o funeral de João Batista, Pedro desfia histórias carregadas de poesia e significados metafísicos, que nos põem em dúvida o tempo inteiro: João Batista tinha pacto com o Diabo?; O Diabo existe?; estamos sozinhos, ou as almas também estão entre nós?; como Deus inventou a Morte?
A atuação de Pedro e seus familiares frente à câmera nos provoca pela sua dramaturgia espontânea, uma auto-mise-en-scène instigante. No filme, não se sabe o que é fato e o que é representação, o que é verdade e o que é um conto, documentário ou ficção, o que é cinema e o que é vida, o que é africano e o que é mineiro, brasileiro.
http://terradeuterracome.com.br
Filmefobia - Kiko Goifman – 80´- 2008
Jean-Claude (Jean-Claude Bernardet) é o diretor de um documentário que explora os limites psicológicos das pessoas, colocando-as diante de suas fobias. Fobia de avião, de cobras, de sangue, de agulhas, de pombos, de penetração.Vencendor de 5 candangos no festival de Brasília em 2008 (Melhor Filme pelo Juri Oficial, Melhor Filme pela Crítica, Melhor Montagem, Melhor Atror e Melhor Direção de Arte). Filmefobia ganhou o Script Development Award do Fundo Hubert Bals e participou do Cinemart Film Market no Festival de Rotterdam em 2007 e foi comtemplado com o pr~emio de produção do World Cinema Fund (Festival de Berlim).
Participou de seguintes festivais: Festival de Locarno 2008, Festival de Copenhagen – CPH:DOX 2008, Festival de Havana 2009, Festival de Rotterdam 2009, Festival Internacional de Miami 2009, Festival de Cine de las Palmas e BAFICI – Festival Internacional de Buenos Aires em 2009.
:: RETROSPECTIVA EDER SANTOS
A Escolha de Netuno – Éder Santos – 15´- 2003
Descrito pelo diretor como “uma carta para Amsterdã”com imagens exuberantes, texto elíptico e uma assombrosa colagem sonora, o vídeo explora as impressões do artista sobre a cidade cosmopolita. Definindo Amsterdã através de sua histórica e contemporânea relação com a água, Santos celebra o ritmo e rotina da cidade do ponto de vista de um estrangeiro. O trabalho foi criado durante uma residência que o artista participou do World Wide Video Festival.Essa Coisa Nervosa – Éder Santos – 16´- 1991
Este vídeo faz parte de uma trilogia sobre o entendimento entre os homens (diferenças de temperamento e cultura), iniciada com Não Vou à África Porque Tenho Plantão e concluída com Enredando as Pessoas. É um momento de transição, de ‘indigestão’ espiritual que pode ocorrer nas culturas mediatizadas. “Perdidos em nossas criações, precisamos de artifícios, como jornais e outros meios, para simular o conhecimento do mundo ao nosso redor. Assim, criamos heróis, cidades, caracteres, ícones e monumentos. O resultado é ‘Essa coisa nervosa’, essa imagem que para este rápido diálogo, esta leitura dinâmica e superficial da essência da condição humana”.Janaúba – Éder Santos – 17´- 1993
Imagens lacônicas contam uma história onde homens e animais vivem a despeito da imensa aridez. Um sol vermelho dourado, característico do Norte de Minas Gerais, parece estar simultaneamente em vários pontos do céu. Todo movimento e toda ação consomem-se num esforço desprovido de aventura ou recompensa.Mentiras e Humilhações – Éder Santos – 4´- 1988
Trabalho lírico que mistura linguagem poética e imagens em Super-8, trazendo à memória lembranças e fantasmas do passado. Visões que chamam de volta experiências de infância são mixadas como aparições dentro de imagens do presente e um poema de Carlos Drummond de Andrade, Liquidação, se converte a uma ladainha de denúncia que salienta a falta de capaciddade do passado para lidar com o futuro.Não vou a África porque tenho plantão – Éder Santos – 8´ – 1990
Miscelânea de imagens, música e texto, (des) articulados na perspectiva de (des) construção de uma nova antropologia. Legendas deixam de ser meros caracteres portadores de explicação para surgirem como imagens gráficas com identidade própria dentro da obra.Tumitinhas – Éder Santos – 5´- 1998
Tumitinhas traz para o vídeo um poema de Sandra Penna, inspirado em uma canção infantil, que fala sobre a separação de um casal.Subvertendo a solução ideal e as rimas perfeitas das cantigas de roda, o vídeo poema expõe os aspectos inerentes à vida amorosa : Os sentimentos contraditórios, lembranças imperfeitas e o tempo impreciso.Detalhes
- Início: 12/02/2011
- Fim: 12/02/2011 às
- Lugar: 104

