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Tag ‘performance’

  • 16 mai

    Programação completa do ®NOVA Belo Horizonte

    ROJO apresenta a 5ª edição do @NOVA pela primeira vez em Belo Horizonte. O festival multidimensional de arte colaborativa acontece entre os dias 15 e 27 de Maio, no espaço expositivo do CentoeQuatro, e apresentará um mix de artistas locais e internacionais.

    O evento reúne a vanguarda contemporânea nacional e internacional em música, artes visuais e audiovisuais e apresenta ao público mineiro o conceito work in progress – onde os artistas trabalham em colaboração, ocupando os espaços em camadas, de forma que a exposição esteja sempre viva sendo finalizada na última semana.

    MOSTRA WORK IN PROGRESS

    :: 15 de Maio, Terça-feira
    Penique Productions

    Com instalações temporárias nada comuns, o coletivo Penique Productions cria espaços completamente ocupados por balões infláveis. Os trabalhos são baseados na relação entre cheio e vazio, público e espaço. Formas novas e talvez mais primitivas são geradas a partir das dobras e volume do material, dando ao espaço ocupado uma nova atmosfera e identidade. Os balões são construídos à partir de módulos regulares e ajustados de acordo com as características de cada espaço. Um passeio de balão como você nunca viu.

    :: de 15 à 19 de Maio
    Mello + Landini

    A dupla Mello+Landini, formada pela mineira Janaina Mello e o italiano radicado em Belo Horizonte, Daniele Landini, traz a proposta site specific Ciclotrama, que tem como ponto de partida, a utilização de barbantes na criação de um universo pictórico/escultórico. A característica capilar do material, somada à maleabilidade e à tensão que ele suporta, são potências para desdobrar questões em torno da dinâmica dos fluxos, das relações sociais, das trajetórias, experiências, transformações, amadurecimentos e passagem do tempo. Relacionando estas esferas ou seja, entrelaçando estes fios, o trabalho desencadeia a construção de estruturas que nos remetem a forma de um rizoma ou de imagens microscópicas, interiores orgânicos ou dos mapas virtuais ou a um poema que traduz uma imagem de mundo.

    EVENTO ABERTURA
    :: 20 de Maio, domingo – entrada gratuita

    >> Performance

    Horário: 17h às 22h
    Shima + Breno Spangler
    “Eu não sei, cê que sabe/ Xá comigo, eu que faço” #1

    O cliente que chegar no café do CentoeQuatro e pedir este prato (homônimo ao título do trabalho) receberá um prato-surpresa para degustar. Cada prato é único e totalmente diferente do outro, a partir da descrição do cliente feito pelo garçom, que poderá apenas dizer se o freguês é alérgico a algum tipo de prato, ou não come alguma coisa (ex: carne, ervilha, lactose, etc). A partir do pedido e da descrição do garçom, é elaborado um prato único ao ‘cliente’, que pagará um preço único pelo prato pedido. A surpresa é elemento fundamental do processo, e depois todas as receitas serão compiladas e publicadas em um blog.

    Horário: 17h
    Noemi Assumpção (Brasil)

    Horário: 19h
    | Artur Miglio + Felipe Turcheti + Vicente Pessôa (Brasil)

    Artur Miglio, Felipe Turcheti e Vicente Pessôa se reúnem para fazer, mais uma vez, .alguma coisa., performance profética-cômica audiovisual que é o mais novo conceito em performance. .alguma coisa. é uma viagem a; o nada absoluto não há. Venha ver o mundo passar, num só dia e num só corpo, toda a história. Com participações de Maria, Júlio César etc.

    >> Música

    Horário: 18h às 23h
    Akin + Tra (Brasil)
    Akin

    Brasileiro, Paulistano, músico e produtor de batidas e notas que vão além do convencional. Akin, 33 anos, teve seu primeiro contato com a música por volta dos anos 98/99 como um freestyle em batalhas de MCs da cena de rap underground. O principal ingrediente de seu estilo são suas próprias batidas, que deslizam entre sintetizadores analógicos e breaks secos e diretos. Ao longo dos anos, o instrumental tornou-se o seu maior interesse na música, fazendo com que até os vocais fossem tratados como mais um instrumento em suas produções e para isso Akin conta com a utilização de MPC e outros instrumentos de sampling. Akin faz parte também do duo Afasia, projeto conhecido por suas criações baseadas em ruídos e batidas industriais, ao lado de Carlos Issa do Objeto Amarelo. E é ainda, o anfitrião da rádio online Metanol FM, focada em música eletrônica instrumental e experimental.

    Christopher Scullion (Irlanda)

    Ele toca música. Ele gosta de pipas. E é da Irlanda. Ele é Chris.

    Droid-on (Brasil)

    Droid-On, projeto de Eduardo V. Melo, integrante do selo de chiptune chippanze.org, consiste natransposição de música de baixa resolução e ambiências de videogame com inspiração em jogos de Nintendo 8bit para a vida cotidiana. Através do uso de sucata tecnológica, Droid-On explora recursos ultrapassados de emulação sonora em resposta à modernidade hi-tech. Sua peculiar sonoridade pode ser definida como algo entre o Ninja Gaiden na pista de dança e o Luigi vomitando cogumelo ao sugo.

    | .O.F.A.C. (Brasil)

    .O.F.A.C. é o projeto musical experimental do artista plástico Hugo Frasa, formado pela Fundação Armando Alvares Penteado. Logo após participar da coletiva Vorazes, Grotescos & Malvados no Paço das Artes em 2006,Frasa saiu em turnê com a artista multifacetada Dora Longo Bahia para se apresentar ao lado de Chelpa Ferro eDevotos do Ódio em Recife. Como artista plástico integrou várias mostras coletivas na Galeria Polinésia, fez parte do grupo de músicos no projeto “OIDARADIO” de Kiki Mazzucchelli e Nick Graham-Smith em outubro de 2009 e participa ativamente de várias apresentações na Galeria Vermelho desde sua abertura. Atualmente integra o grupo de artistas da Galeria Phosphorus de Maria Montero e está com uma exposição individual em cartaz até junho de 2012.

    | Jason Forrest (EUA)

    INSTALAÇÃO, MURAL, VÍDEO, ao VIVO
    :: de 20 à 27 de Maio

    | Andre Hallak (Brasil)

    Yoshi Sodeoka (EUA)

    Yoshi Sodeoka é um artista multidisciplinar e músico de Yokohama, Japão, que vive e trabalha em Nova York há mais de duas décadas. Seus vídeos psicodélicos são resultado de seu repertório como pintor, roqueiro punk e produtor de música eletrônica. Os trabalhos de Sodeoka têm sido exibidos em instituições por todo o globo: Tate Britain e OneDotZero (Londres), Deitch Projects e Whitney Museum (NY), MU em Edimburgo, Rojo Nova (SP), OFFF e Sonar (Barcelona), Museu de Arte de Baltimore, Transmediale (Berlim), Krakow Film Festival (Polônia), dentre outros.

    Frederik Heynan (Bélgica)

    Frederik Heyman é formado pela Royal Academy da Antuérpia, onde fez sua graduação em design gráfico e ilustração, e mestrado em fotografia. Além de artista plástico, ele trabalha também como fotógrafo de moda, levando sua linguagem estilizada para além da arte. Heyman é extremamente meticuloso no styling e ambientação de seus trabalhos, como ele próprio diz “Minhas imagens são ilustrações e fotografias. Elas partem do mesmo ponto, mas a sua tradução pode variar dependendo do meio”.

    Jonathan McCabe (Austrália)

    Jonathan McCabe é um artista australiano que vive em Canberra, subúrbio de Ainslie. McCabe se interessa por teorias da evolução e de formação de padrões biológicos; e sua aplicação na arte digital. Seus trabalhos são baseados em abordagens generativas e algorítmicas para a geração de imagens e têm como fonte o trabalho de Alan TuringMcCabe fez seu mestrado em Artes na Australian National University.

    Levi Van Veluw (Holanda)

    O trabalho de Levi van Veluw é formado por uma série de auto-retratos, desenhados e fotografados por ele mesmo: um one-man-process. Trabalhos anteriores de Veluw foram denominados ‘transferências elementares’ pois o processo de modificar seu próprio rosto como um objeto e combiná-lo com outros elementos criam um terceiro objeto. Uma obra, que já não pode mais ser chamada de retrato e de grande impacto visual, rico em cor, forma, textura e que contém a história de um processo, no qual o artista sedesloca entre as entidades de sujeito e objeto.

    Plink Flojd (EUA)

    Plink Flojd é um super coletivo audiovisual, um projeto iniciado por David Quiles Guilló, com Yoshi Sodeoka e Eric Mast como co-fundadores. O projeto visa criar uma entidade artística única, que opera por conta própria através da criação de colaborações de longo prazo com artistas de todo o mundo. A estréia mundial de Plink Flojd vai mostrar suas novas criações audiovisuais em forma de instalação na área de exposição do NOVA. Alguns dos artistas que colaboram nesta primera leva de trabalhos são: Akin, Lorna Mills, Rollin Leonard, Andrew Benson, Sabrina Ratté, A.Bill Miller, Jesús Olmo, Jason Forrest. A primeira arte de capa da compilação A/V de Pink Flojd foi criada por Shane McAdams.

    Jesús Olmo (Espanha)

    O negócio de Jesús Olmo é escrever roteiros, fazer vídeos e fotografar, mas o que ele realmente gosta é não fazer nada, apenas abrir os olhos e olhar. Recentemente, Olmo percebeu que tudo é “um” e que na realidade não há ninguém aqui para olhar.

    | Mariana Rocha (Brasil)

    Advogada, cursa Artes Plásticas na Escola Guignard – UEMG, com habilitação em desenho e escultura e Pós Graduação Movimento e ação: arte da performance da Faculdade Angel Vianna. Trabalha com diversas mídias. Participou de exposições coletivas e do programa de residência Conversas do CEIA e da fundação Clóvis Salgado. Vive e trabalha em Belo Horizonte.

    | Luciana Monte-Mór (Brasil)

    Arquiteta e artista plástica nascida em Belo Horizonte. Formou-se na escola Guignard. Seu trabalho artístico usa de diversos materiais e ferramentas, utilizando-se da pintura, escultura, cerâmica, intervenção urbana, instalação e vídeo como suporte. Busca em todos os trabalhos a poética na percepção do espaço.

    | Deise Oliveira (Brasil)

    CINEMA
    :: 23 de Maio, quarta-feira
    Entrada R$5,00

    Emilio Gomariz (Espanha) – às 20h

    É um artista e engenheiro técnico em Desenho Insdustrial que incorpora fotografia, design, arquitetura e animação em suas experiências com mídias digitais. Suas obras são baseadas em redes digitais e exploram o mundo virtual de onde ele capta novas estéticas RGB e combina diferentes movimentos digitais. É fundador e editor do blog Triangulation, blog diário que tem como base um conceito triangular, arte abstrata, experimental e contemporânea. Atualmente vive e trabalha em Londres.

    Astrid Rieger (Alemanha) – às 21h

    Cineasta e autora, a artista romena Astrid Rieger nascida em Brasov em 1979, se mudou para a Alemanha em 1990 onde estudou Arte e Design – na Academy Offenbach – e se formou em Cinema e Vídeo. Em 2009, foi premiada com a bolsa de estudos Cast&Cut pela Kulturregion Stiftung Hannover e Nordmedia. Seus filmes e curtas que chamam a atenção pela simplicidade de suas narrativas ou por suas montagens mais complexas, foram exibidos em diversos festivais internacionais de cinema.

    Thorsten Fleisch (Alemanha) – 22h

    Thorsten Fleisch nasceu em Koblenz, Alemanha, em 1972. Ele começou a experimentar filmes com super 8 enquanto estava no colégio. Depois do colegial e de prestar serviço comunitário em uma instituição para doentes mentais ele foi para Marburg para estudar música, arte e mídia na Philips Universität. Um ano depois se mudou para o Städelschule em Frankfurt para estudar cinema com o professor Peter Kubelka e começou a trabalhar com filme de 16mm. Pouco depois de seus estudos ele fez o filme “blutrausch/bloodlust”, que não só chamou atenção para o seu trabalho como lhe rendeu o prémio Ann Arbor Filmcoop. Desde 2001, Thorsten Fleisch é membro do conselho de diretores artísticos da exposição de cinema experimental internacional. Seus filmes foram exibidos em festivais de cinema do mundo inteiro incluindo o festival de cinema de Nova Yorque, de Sarajevo, Milão, Rotterdam, Media Art Festival europeu, entre outros. Ele vive e trabalha em Berlim.

    :: 24 de Maio, quinta-feira

    Juan Rayos (Espanha) – 20h

    Fotógrafo e cineasta de Madrid, Juan Rayos faz barulho no mundo do vídeo de sk8 com seus trabalhos que extrapolam o mero registro do ambiente e vida das ruas sobre rodas.

    Sabrina Ratté (Canadá) – 21h

    Sabrina Ratté vive e trabalha em Montreal. Seu trabalho mescla técnicas de vídeo digital e analógica, lidando com as diversas manifestações da luz. Ela também tem interesse pela relação entre música eletrônica e imagem eletrônica, e muitas vezes colabora com músicos em diferentes contextos. Sabrina possui também uma colaboração contínua com o compositor Roger Tellier-Craig, com quem ela realiza projeções de vídeo ao vivo. Seu trabalho tem sido mostrado em diferentes galerias e festivais internacionais, e um de seus vídeos, Le Révélateur, foi lançado recentemente em DVD pela label Root Strata.

    Olaf Breuning (Suiça) – 22h

    Olaf Breuning: o rei supremo do mundo retardo e brilhante; e produtor. Possui uma vasta obra que inclui fotos, vídeos, instalações e performance ao vivo de uma linguagem iconográfica visual que se encontra em algum lugar entre o absurdo e antropologia pop.

    MARATONA DE CINEMA
    :: 25, 26 e 27 de Maio – às 20h
    Bill Viola (EUA)

    Bill Viola, nascido em 1951, é conhecido internacionalmente como um dos principais artistas da atualidade e foi peça fundamental para estabelecer o vídeo como uma forma vital de expressão da arte contemporânea, expandindo também os alcances do vídeo em termos de tecnologia, conteúdo e história. Durante 40 anos ele criou fitas de vídeo, vídeo-instalações arquitetônicas, ambientes sonoros, performances de música eletrônica, peças de vídeo para tela plana, e trabalhos para a televisão. Os espectadores são imergidos pelo som e imagem das vídeo-instalações de Bill Viola, que emprega a tecnologia com precisão e simplicidade direta. Suas obras se concentram ao redor de temas como as experiências humanas universais – nascimento, morte e o desdobramento da consciência – e têm suas raízes na arte oriental e ocidental, bem como tradições espirituais que incluem Zen Budismo, Sufismo Islâmico e o misticismo Cristão. Trabalhos estes, que podem ser encontrados em coleções de grandes museus e galerias ao redor do mundo.

    ENCERRAMENTO
    :: 27 de Maio, Domingo
    >> Performance
    Horário: 15h às 22h
    ShimaAgnes Farkasvolgyi
    “Não sei, cê que sabe. / Xá comigo, eu que faço!” #2 | Shima + Agnes Farkasvolgyi

    >> Cinema
    Entrada R$5,00
    Horário:  15h às 18h30
    Maratona de Cinema
    | Bill Viola (EUA)

    Horário: 19h
    Shima Basavizi (Brasil)

    Desde 2005, a vida cotidiana e a performance são a principal fonte de pesquisa de Shima. Ele desconstrói a prática cotidiana ordinária para analisar os padrões e os esquemas tradicionais do fazer. A plataforma de performance de Shima – que segue a fórmula: tempo versus espaço versus ação versus contexto – é uma ferramenta poderosa para pensar o processo e o resultado final; que podem ser instalações, objetos, fotografia, vídeo, e claro, performances. Shima gosta de criar formas inusitadas de ver as coisas comuns, combinando diferentes disciplinas e jogando com as suas semelhanças, diferenças, contrastes e harmonia, propondo uma nova ótica para o ver, sentir e pensar a realidade.

    O grupo Basavizi foi formado em 2008 com o objetivo de desenvolver uma pesquisa sobre a improvisação livre como forma de processo criativo e de composição, o que resultou também, em uma pesquisa sobre o uso de tecnologia digital e analógica para performances ao vivo. Formado pelo trio de paulistano, André Damião Bandeira, Fernando Visockis e Sérgio Abdala, o grupo vem desenvolvendo diversos arranjos instrumentais sempre focados na interação entre instrumentos tradicionais, tecnologia e high e low-tech.

    >> SHOW
    Horário: 20h às 23h30
    Silent disco (Holanda)

    Serviço:
    CentoeQuatro
    Praça Ruy Barbosa, 104 – Centro
    Belo Horizonte – BH
    31 3222-6457

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  • 08 nov

    Cine 104 recebe a 3ª temporada do projeto Cine Clube Ideias e Movimento

    O Cine 104 recebe a 3ª temporada do projeto Cine Clube Ideias e Movimento. Com a proposta de movimento e expansão por diversos espaços da cidade, o projeto consiste na exibição gratuita de filmes – um curta e um longa-metragem, unidos pela mesma temática e/ou estética, seguida de um bate-papo e de uma manifestação artística em formato de pocket show. O público também é convidado a fazer sua própria manifestação artística.

    A temporada acontece em duas edições, confira a programação:

    :: Quinta-feira, 10 de novembro de 2011
    Horário: 20h

    Cul de Bouteille| França, 2000 | Direção: Jean-Claude Rozec | Duração: 10min
    Houve uma vez um verão (Summer of ’42) | EUA, 1971 | Romance | Direção: Robert Mulligan | Duração: 104min | 14 anos
    Performance com Nelio Souto e Paola Ferreira
    Os atores fazem leitura de poesias de grandes autores brasileiros sobre o tema amor, mais especificamente o chamado amor puro, doce, adolescente, de que o filme retrata. No repertório, clássicos que vão de Vinívius de Moraes a Clarice Linspector

    :: Quinta-feira, 24 de novembro de 2011
    Horário: 20h

    Terra | Brasil, 2008 | Direção: Sávio Leite | Animação | Duração: 5′
    Desencanto (Brief Encounter) | EUA, 1945| Direção: David Lean | Drama | Duração: 86′ | Legendado | Digital
    Performance com Helen Novais – atriz, dramaturga e diretora cênica

    Entrada gratuita com distribuição de senhas uma hora antes do início da sessão.

    Fundo de garrafa (Cul de Bouteille) | França | Direção: Jean-Claude Rozec | Duração: 10min | Livre Arnaud tem que usar óculos pesados, mas ele prefere o mundo mutante de sua miopia, cheio de monstros, unicórnios e outras criaturas fantásticas.

    Houve uma vez um verão (Summer of ’42) | EUA, 1971 | Romance | Direção: Robert Mulligan | Duração: 104min | 14 anos
    O filme relata as férias de verão de três garotos na ilha de Nantucket, no ano de 1942. Hermie, um dos garotos, apaixona-se por Dorothy, uma mulher mais velha e carente, cujo marido está ausente, servindo como piloto na II Guerra Mundial.

    Desencanto | Laura (Celia Johnson) e Alec (Trevor Howard) se conhecem por acaso em uma estação de trem, quando ele remove um cisco do olho dela. Ele é um médico, ela é uma dona de casa. Ambos são de classe média, têm meia-idade e são razoavelmente felizes em seus casamentos. Em pouco tempo passam a se encontrar todas as quintas-feiras, mas apenas como bons amigos. Gradativamente surge uma paixão mútua e eles continuam a se encontrar regularmente, apesar de saberem que este amor é impossível

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  • 28 set

    Espetáculo 1999=10 e outras atrações gratuitas acontecem hoje no CentoeQuatro

    Hoje, a partir das 20h, o agrupamento Quem Somos Nós realiza no CentoeQuatro um evento de encerramento do projeto “Circulação 1999=10 – do teatro ao espaço público”. Nos meses de agosto e setembro, os artistas levaram 10 performances em lugares de espera e passagem de Belo Horizonte, como praças, cafés, rodoviária, estações de metrô e parques. Agora, o agrupamento quer compartilhar a experiência num evento final que traz registros das vivências na rua. “A rua é adversa e inesperada. Tivemos momentos surpreendentes”, explica Dudude, responsável pela concepção e direção do trabalho. A entrada é gratuita.

    Programação de encerramento do projeto

    Durante a programação, o público vai conferir uma exposição de fotos (de Bruno Vilela) e um vídeo (de Marcelo Kraiser) que registram situações curiosas e inusitadas dos performers na rua, em interação com as paisagens urbanas e os passantes. Para receber o público no Café 104, o performer e gourmet Miller Machado preparou uma performance gastronômica surpresa. (Só estando lá para degustar!). Em seguida, mais situações inesperadas: o espetáculo 1999=10 será apresentado no escuro. O agrupamento Quem Somos Nós convoca o público para levar a sua própria lanterna. “Assim como o público tem a escolha de ver o que quiser quando a performance acontece na rua, a ideia é manter essa liberdade, quando nos apresentamos no escuro e cada espectador ilumina o que mais lhe interessa”, explica a performer Patrícia Siqueira. A programação encerra com Jam Session, embalada pelo som do DJ Vinícius Souza.

    Foto: Bruno Vilela

    Sinopse do espetáculo “1999=10”

    Nada de fato mudou! 2011 pode ser 1999, que é igual a 10. Assim como 2999 pode, algum dia, se tornar 2011, que na soma dá 12 e por aí vai! O que realmente importa? A cada manchete o papel de jornal envelhece. As notícias de hoje são outras e as mesmas de antes. Os homens são os mesmos de antes. O espetáculo 1999=10 escancara sintomas desse mundo imediatista apoiado nas aparências. Ela brinda com ironia a superfície, a prepotência, a soberba e o caos a que chegaram os “homens da caverna” do século XXI.

    Em cena, os performers estão vestidos de terno, afinal, “de terno tudo fica mais fácil”. Essa máxima foi extraída da cena original e também incorporada ao espetáculo. Além da armadura contemporânea (o terno), associada ao poder e credibilidade, os performers carregam cadeiras, jornais e muitas verdades. “As aberrações humanas não passam de seres humanos comuns, anônimos, produtos massificados, que pensam ter certeza de tudo, inclusive de que são a imagem e semelhança de Deus”, conta Dudude.

    Agrupamento Quem Somos Nós

    O agrupamento Quem Somos Nós, formado por Beatriz França, José Washington, Miller Machado, Patrícia Siqueira e Vinícius Reinaldi, surgiu de um desejo de experimentar o corpo que fala e suas possibilidades de movimento. O grupo já se conhecia de encontros de improvisação, chamados de “Jam Session”, promovidos no antigo estúdio da artista de dança Dudude.

    Em 2010, o agrupamento apresentou a Cena Curta 1999=10, em Curitiba, no Festival de Cenas Breves, e em Belo Horizonte, no Festival de Cenas Curtas. Na mesma época, o agrupamento teve a cena 1999=10 selecionada pela banca do Festival de Cenas Curtas, para a montagem de um espetáculo, dentro do projeto Cena-Espetáculo do Galpão Cine-Horto. Em 2011, o espetáculo 1999=10 estreou no Verão Arte Contemporânea. Depois, a montagem seguiu em cartaz no Teatro Alterosa. Com o projeto Circulação 1999=10 – do teatro ao espaço público, o grupo, que está sempre em movimento, propôs transformar a cena em performance com apresentações na rua e apresentar o espetáculo 1999=10 no escuro. “Nossa equipe gosta disso. O importante é estar em movimento. Gostamos de não saber ao certo onde estamos indo, e nos deixamos levar”, explica a integrante do agrupamento, Patrícia Siqueira.

    Ficha Técnica:
    Intérpretes-criadores (Quem Somos Nós): Beatriz França, José Washington, Miller Machado, Patrícia Siqueira e Vinícius Reinaldi
    Concepção e Direção: Dudude
    Produção: Patrícia Matos
    Foto: Bruno Vilela
    Vídeo: Marcelo Kraiser
    Técnico: William Gomes
    Designer Gráfico e DJ: Vinícius Souza
    Realização: Quem Somos Nós

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  • 04 ago

    Curso de especialização em Movimento e Ação: Arte da Performance abre inscrições

    A Faculdade Angel Vianna (RJ), em parceria com Paola Rettore CASA, oferecem em Belo Horizonte o curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Ação e Movimento: Arte da Performance. O curso propõe-se a abordar a performance em seus vários aspectos e é destinado a artistas, professores e estudantes de artes e áreas afins.

    A Escola e Faculdade Angel Vianna tem sede no Rio de Janeiro, e mantém cursos de pós graduação Lato Sensu em Juiz de Fora e no Recife. Atualmente, além dos cursos livres, a Escola Técnica oferece os cursos “Técnico Bailarino Contemporâneo” e “Técnico em Reeducação Motora e de Terapia através do Movimento”. A Faculdade de Dança oferece cursos de licenciatura e bacharelado em dança, e um programa de pós graduação com vários cursos, entre eles: “Dança como Prática Terapêutica,” Corpo, Diferenças e Educação” e “Sistema

    O corpo docente do curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Ação e Movimento: Arte da Performance é formado por artistas atuantes, reconhecidos pelos seus trabalhos na linguagem da performance, nas áreas de dança, artes visuais, teatro e música; pesquisadores do movimento, das corporeidades e das tecnologias aplicadas à
    performance como foto, audiovisual e web; e professores das áreas acadêmicas de antropologia, filosofia e história.

    O objetivo é instrumentalizar o aluno que tem interesse em desenvolver trabalhos práticos e/ou teóricos na arte da performance, aproximando- o dos muitos modos de trabalhar a interseção de obra e vida, onde o corpo e o movimento possam ser catalisadores do pensamento e da ação, provocando sentido e resultando em uma obra viva. A contextualização da arte da Performance, em sua interferência como forma política de atuar no mundo e no mundo das artes, permite um entendimento mais crítico do próprio performer.

    Corpo Docente:
    Ana Vitória (FAV), Angel Vianna (FAV), Dudude (Artista), Fernando Mencarelli (UFMG), Luiz Carlos Garrocho (CEFAR), Gil Amâncio (CEFAR), Glória Reis (PUC-MG), Irene Ziviane (Terapeuta), Luciana Bicalho (FAV), Marcelo Kraiser (UFMG), Marco Paulo Rolla (UEMG), Rodrigo Campos (Artista), Marco Heleno Barreto (FAJE), Marcos Hill (UFMG), Paola Rettore (FAV-CEFAR), Ricardo Garcia (CEFAR), Rocio Infante (FAV) e outros artistas convidados.

    O curso tem duração de 1 ano e meio e terá início em agosto de 2011 com aulas quinzenais aos sábados e domingos.As inscrições estão abertas até o dia 22 de agosto de 2011 e poderão ser feitas pelo site www.paolarettore.com

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