Pular a navegação e ir direto para o conteúdo


Categorias

  • Nenhuma categoria

Blog

  • 28 jul

    JAM Session. Judy Carmichael convida Claude Tissendier 6tet, Leroy Jones Sextet e Happy Feet Jazz Band


    The Judy Carmichael Seven ( EUA)

    A pianista indicada ao Grammy, Judy Carmichael, é uma das líderes mundiais de stride piano e swing (Jazz). Count Basie a apelidou de “Stride”, reconhecendo a maestria com que ela toca esse estilo de piano jazz que exige técnica e preparação física.
    Definida pelo The New York Times como “surpreendente, perfeita e cativante”,  ela se apresentou em diversos espaços: desde o Camegie Hall e o Peggy Guggenheim Museum (em Veneza) até o programa do Jô (no Brasil) e o Entertainement Tonight nos Estados Unidos. A sra. Carmichael tem uma agenda internacional cheia e já se apresentou em shows fechados para figuras notórias tais como Rod Stewart, Robert Redford, Bill Clinton e Gianne Agnelli. Dentre alguns admiradores e apoiadores mais antigos de seu trabalho estão Sarah Vaughan, Benny Carter, Roy Eldridge e Tom Jobim.

    Claude Tissendier 6tet homenageia John Kirby (FRA)

    Regente completo e grande arranjador, Claude Tissendier equilibra suavidade com a força de seu virtuosismo. Como músico de partitura, é acostumado a tocar com grandes bandas. Em 1987, gravou o seu primeiro disco, Tribute to John kirby, e, de cara, conquistou o prêmio Sydney Bechet e o prêmio de melhor disco de jazz francês de 1988 e ainda o Django d´Or de 1996.

    Leroy Jones Sextet (EUA)

    O trompetista Leroy Jones é considerado um dos músicos mais completos que New Orleans produziu nos últimos 30 anos. Nascido nesta cidade, que é, sem dúvida, o berço do jazz, ele começou a tocar e a estudar música aos 10 anos.
    É amplamente reconhecido como um dos representantes do jazz de New Orleans.
    Suas interpretações nos conduzem pela história do ritmo, pois ele consegue tecer o passado, o presente e até o futuro do jazz com sua versalidade.
    Jones vem entretendo públicos em festivais ao redor do mundo e esta será sua quarta visita ao Brasil.

    Happy Feet Jazz Band (BRA)
    O Happy Feet tem no jazz das décadas de 30,40 e 50 sua principal inspiração. Nomes como Louis Armstrong, Duke Ellington e Ella Fitzgerald são frequentes em seu estilo e repertório.
    Com apenas 2 anos já se apresentou em grandes eventos do gênero, em São Paulo, Brasília, Belém, Araxá-MG, Tiradentes-MG além de Belo Horizonte, cidade de origem. Em 2009 tocou acompanhada do saxofonista americano Michael Hashim, durante o festival I Love Jazz. Com ele, o grupo gravou também um CD. Happy Feet Jazz Band – Tributo a Ella Fitzgerald.
    Formada por Bo Hilbert, Marcelo Costa, Yan Vasconcelos, Cho Tai Yeung e Fred Natalino, a Happy Feet Jazz Band preparou para o I Love Jazz 2010 uma homenagem especial para a “primeira dama” do jazz, Ella Fitzgerald.
    Considerada por muitos a maior cantora do estilo em todos os tempos, Ella despontou para o mundo do jazz na orquestra de Chick Webb na década de 30 e, desde então, conquistou o mundo com sua voz.
    A Happy Feet vai relembrar temas imortalizados por Ella como “Stompin at Savoy” e “Oh, Lady Be Good!”.

    Detalhes

    Leia mais
  • 28 jul

    Arte em Foco – História da Arte em Minas Gerais

    Artífices e Artistas na Capitania e Província de Minas Gerais séc. XVIII a meados do séc. XIX – Adalgisa Arantes Campos (UFMG)

    O curso da professora Adalgisa Arantes Campos é centrado na vida cotidiana de artífices e artistas do século XVIII a meados do século XIX, assim como nas obras propriamente ditas. O recorte cronológico enfoca as edificações coloniais e sua ornamentação, sobretudo no tocante a arte religiosa que constitui a maior parte das encomendas. Quanto à concepção rococó, bem como do alvorecer do academicismo, além das intervenções variadas.

    Adalgisa Arantes é graduada em História (1982)  e mestre em Filosofia (1986) pela UFMG, e doutora em História Social (1994) pela USP. É professora do departamento de História da UFMG e atua principalmente nos temas: barroco luso-brasieiro, artistas do período colonial, iconografia cristã, ritos católicos, mecenato confrarial, o ideário da morte, as manifestações culturais e artísticas alusivas à Quaresma e Semana Santa; recentemente vem se dedicando ao estudo do universo artístico das ordens monásticas.

    Detalhes

    Leia mais
  • 19 jul

    2º Congresso da Cultura e Religião Yorùbá: O Retorno à Terra-Mãe

    A 2ª edição do Congresso Internacional da Cultura e Religião Yorùbá trará para Minas atrações artísticas e autoridades nigerianas, dentre elas, um rei.

    O evento, promovido pelo Instituto de Arte e Cultura Yorùbá, com sede em Belo Horizonte, tem como propósito de promover o intercâmbio cultural e religioso entre o Brasil e a Nigéria, além de fomentar ações que contribuam para manter viva a memória cultural popular. A programação inclui palestras, oficinas de dança e percussão, debates, exposição de artigos ligados à temática e shows de artistas brasileiros e nigerianos. Serão três dias de diálogo cultural e religioso tendo com tema central a cultural Yorùbá.
    Esse ano o evento terá maiores proporções, e por isso será uma grande oportunidade para Brasil e Nigéria estreitarem laços, pois contamos com a vinda de pessoas notórias não só da área religiosa ou artística mas também política. Dentre as autoridades políticas estarão presentes governadores de estados nigerianos, embaixadores e teremos a honra de receber um rei, Sua Majestade Oba, Rei do Ajue – Nigéria. Também receberemos, pela segunda vez, o líder máximo das religiões africanas, Araba Aworeni Adisa Makanranwale. Outros nome simportantes ligados à Religião Yorùbá também virão, como Mãe Beata de Iemanjá. Dentre as atrações artísticas internacionais estão a cantora e Embaixatriz da cultura pela UNESCO, Araola Akinyosola, e o grupo percussivo Akojede Lede – Traditional African Yoruba Bata Group.
    Programação completa e inscrições: www.institutoyoruba.org.

    Detalhes

    Leia mais
  • 14 jul

    Mostra Pierre Coulibeuf

    O Demônio da Passagem

    De Pierre Klossowski a Jean-Fabre, passando por Michel Butor, Marina Abramovic, Jean-Luc Moulène ou Jean-Marc Bustamante, Pierre Coulibeuf  constrói um diálogo singular com grandes figuras da arte contemporânea, em busca de formas inéditas.
    Numa relação transversa com gêneros cinematográficos, seus filmes inventam uma linguagem na fronteira das disciplinas artísticas, criticando as formas estabelecidas e os modos de representação da realidade.
    Selecionados e premiados em muitos festivais internacionais de cinema ( documentários, ficção, experimental ) seus filmes são também expostos no circuito de arte contemporânea.


    Documentário

    Balkan Barroco (63`)
    Autobiografia ao mesmo tempo real e imaginário de Marina Abramovic, artista de arte corporal.

    Isto é Arte (73`)
    O olhar singular, frenquentemente intempestivo, de artistas contemporâneos a respeito de obras importantes da história da arte. O verdadeiro assunto do filme: o que ver?

    Klossowski, Pintor-Exorcista (25`)
    Ficção em três episódios sugerindo o universo demoníaco do escritor e artista Pierre Klossowski.

    Lost Paradise (33`)
    Percurso mental a partir da obra do artista Jean-Marc Bustamante, mais particulamente “La maison close” (2001). Três lugares. Três situações com personagens.

    Michel Butor Mobile (61`)
    Pierre Coulibeuf tenta reconstituir uma visita na casa de Michel Butor, “À l´écart”. Ele consegue assim um filme sintomático do voluntarismo do escritor em se situar nas fronteiras.
    Alguns indícios nos guiam: um livro A Modificação; um grupo O Nouveau Roman; uma viagem pela América; uma fronteira. Através das diferentes temáticas exploradas percebemos sua escritura singular, assim como a forma fragmentada e diversificada de sua obra.

    O Demônio da Passagem (14`)
    Reconstituição “fictícia” da cadeia de imagens mentais que fazem surgir as visões do fotógrafo Jean-Luc Moulène.

    Os Guerreiros da Beleza (71`)
    A partir de uma recriação especial do coreógrafo holandês Jan Fabre. Filme-labirinto, animado pela mertamofose, o jogo de pulsões, a paródia,  o surreal.

    Leia mais