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  • 24 mar

    Abertas as inscrições para o BAU nos dias 11 e 12 de abril

    Abertas as inscrições para o BAU nos dias 11 e 12 de abril


    Atendendo aos pedidos, o BAU {bazar de arte e utilidades} funcionará a partir de agora em um novo formato. Serão 2 (dois) dias do bazar mais incrível de BH, mostrando trabalhos de artesãos, designers e artistas, com uma programação de oficinas, performances e intervenções artísticas. No mês de abril, o BAU acontecerá no dia 11 (sábado), de 14 às 21 horas, e no dia 12 (domingo), de 10 às 18 horas, no Espaço CentoeQuatro (Praça Ruy Barbosa, 104, Centro, BH).

    Valores dos estandes por edição: R$ 240,00 (Duzentos e quarenta reais) – estandes no corredor principal; e R$ 200,00 (Duzentos Reais) estandes em outros setores.

    Quer participar do BAU?
    Preencha este formulário para conhecermos melhor a sua marca. Você receberá uma reposta em breve. Link para inscrição http://goo.gl/forms/SiYhe39dOQ

    O BAU {bazar de arte e utilidades} é um evento de negócios criativos e autônomos que reúne designers, artistas e artesãos independentes para expor e comercializar produtos feitos à mão tais como móveis, objetos de decoração, bijuterias, joias, bolsas, cadernos, roupas, desenhos, pinturas, etc. Durante o BAU, o Café 104 funciona com um cardápio com opções para almoçar, petiscar ou lanchar.

    → Expositores recebem no ato da assinatura do contrato:
    O CentoeQuatro possui estacionamento conveniado, ou seja, os expositores interessados devem carimbar o ticket para obter o desconto. O valor é de R$ 5,00 por veículo pelo tempo de permanência no BAU; 02 convites cortesias para o BAU.

    → Divulgação (sua participação também é muito importante, ajude-nos a divulgar o BAU entre seus contatos pessoais e profissionais)
    Divulgação do BAU e seus expositores na imprensa e nas redes sociais; Envio de newsletter; e Folhetos e cartazes.

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  • 24 mar

    Reabertura do Cine 104 nesta quarta (25.03)

    Reabertura do Cine 104 será no dia 25.03 (quarta-feira), às 20h30

    Investindo no formato DCP (Digital Cinema Package), o Cine 104 reabre a partir desta quarta-feira (25.03), às 20h30, com a pré-estreia em Belo Horizonte do longa-metragem “O Fim de uma Era”, de Bruno Safadi e Ricardo Pretti. A sessão especial é gratuita, com distribuição de 50% dos ingressos para o público em geral, 30 minutos antes da sessão. Em caso de lotação, a sessão será reprisada às 22 horas.

    Na quinta-feira (26.03), a sala retoma a programação regular. Entrarão em cartaz dois dos filmes brasileiros mais exibidos e premiados no circuito de festivais, em 2014: “Branco Sai, Preto Fica”, de Adirley Queirós (melhor filme no Festival de Brasília), e “A História da Eternidade”, de Camilo Cavalcante (melhor filme no Festival de Paulínia). Além da mudança nos equipamentos de projeção da sala, o Cine 104 aposta em novos projetos para 2015, priorizando sempre a exibição de filmes brasileiros e garantindo espaço para a produção local.

    Segundo Daniel Queiroz, programador do Cine 104, a mudança no equipamento garantirá ainda mais qualidade na exibição dos filmes. “Além do investimento no novo projetor DCP, o Cine 104 ganhou nova tela e novos equipamentos de som. Trata-se de uma mudança que, além de propiciar a maior qualidade de exibição, ampliará as possibilidades de acesso a filmes, com um impacto positivo também na programação da sala”.

    O formato DCP é o padrão internacional utilizado hoje pelas distribuidoras de filmes, tendo substituído a película 35mm nos novos lançamentos.
    Em funcionamento regular desde outubro de 2012, o Cine 104 é uma opção para o público que aprecia a diversidade da produção cinematográfica. O cinema exibe principalmente lançamentos, renovando sua programação semanalmente, às quintas-feiras. Mas se ele se aproxima do circuito de salas comerciais “na forma”, busca se diferenciar pelo conteúdo. Sua programação é pautada pela qualidade das obras. O objetivo é exibir produções autorais, de cinematografias diversas, tanto de cineastas renomados quanto de novas revelações do cinema internacional e, principalmente, brasileiro, abrindo espaço para títulos que poderiam ficar restritos à exibição em mostras e festivais.

    A intenção é oferecer ao público uma programação permanente de bons títulos, suprindo uma carência da cidade de espaços que exibam filmes de perfil mais artístico. A programação da sala prioriza sempre o cinema brasileiro contemporâneo e muitos dos filmes exibidos são lançados, em Belo Horizonte, apenas no Cine 104. A sala realiza também um trabalho de formação de público, com uma agenda permanente de atividades para além das exibições, que incluem debates com diretores, sessões comentadas para escolas, mini-cursos, cineclube e lançamentos de filmes de Belo Horizonte.

    Novos projetos – Além de uma renovação nos equipamentos de exibição, o Cine 104 aposta em uma série de projetos, sempre com o objetivo de difusão cultural e formação de público. Serão continuados e ampliados, em 2015: o Cine 104 Mostra – O Cinema de BH, que promove lançamentos de produções locais; o CineQuintal no 104, cineclube realizado em parceria com a Associação Filmes de Quintal; A Escola vai ao cinema, que promove sessões comentadas de filmes brasileiros, para adolescentes de escolas públicas; os lançamentos de filmes com a presença de diretores, em Sessões Comentadas e os Encontros com Realizadores, cursos de curta duração com realizadores de destaque na cena brasileira.

    Além destes projetos, destacam-se duas novas ações para 2015: a exibição de curtas na hora do almoço, no programa Curta no Almoço 104, que promoverá sessões gratuitas às terças e sextas (13 horas e 13h30) e a abertura de inscrição para filmes independentes, de todas as durações e formatos, que não contam com uma distribuidora, e queiram ser exibidos na programação do Cine 104 – “Exiba seu filme no Cine 104”. O objetivo é receber inscrições de filmes como fazem as mostras e festivais, mas com uma seleção permanente para exibição ao longo do ano, na programação regular e em mostras especiais, ampliando ainda mais o espaço para as produções de perfil mais independente.

    Programação especial, sessões comentadas e oficinas – Para a reabertura do Cine 104 foram escolhidos filmes brasileiros de grande destaque em 2014. A sessão especial de reabertura apresentará, em pré-estreia, o longa-metragem “O Fim de Uma Era”, inédito em Belo Horizonte. Os diretores Bruno Safadi e Ricardo Pretti, o montador Luiz Pretti e o fotógrafo Lucas Barbi estarão em BH para apresentar a sessão, na quarta-feira, dia 25 de março, às 20h30.

    O filme é a terceira produção da chamada “Operação Sônia Silk”, em que a mesma equipe técnica e atores rodaram 3 longas metragens, em apenas duas semanas, com um orçamento de apenas 40 mil euros. O projeto foi inspirado na Belair, produtora de Rogério Sganzerla e Júlio Bressane, que na década de 70 produziu uma série de ótimos filmes, em pouquíssimo tempo, com um mínimo de recursos.

    A partir de quinta-feira (26.03), a sala retoma a programação regular. O longa-metragem “Branco Sai, Preto Fica”, de Adirley Queirós, entra em cartaz em duas sessões – às 17h15 e 19 horas. O filme conquistou diversos prêmios como Melhor Filme, Ator e Direção de Arte no 47º Festival de Brasília; Melhor Filme no Festival de Mar del Plata; Menção Honrosa na 17ª Mostra de Cinema de Tiradentes e participou da Seleção Oficial de importantes festivais internacionais, como Hamburgo, Vienna e Torino e Doc Lisboa, dentre outros.

    Outro filme na programação é o longa-metragem “A História da Eternidade”, de Camilo Cavalcante, que entra em cartaz na sessão das 20h40. O filme arrematou os Prêmios de Melhor Filme, Direção, Ator, Atrizes e Prêmio da Crítica no 6º Festival de Paulínia e participou da Seleção Oficial do Festival de Roterdã, em 2014.

    Evento: Reabertura do Cine 104
    Data: 25.03 (quarta-feira)
    Pré-estreia do longa-metragem “O Fim de Uma Era”
    Com a participação dos diretores Bruno Safadi e Ricardo Pretti, do montador Luiz Pretti e do fotógrafo Lucas Barbi.
    Horário: 20h30
    Sessão gratuita (serão disponibilizados 50% dos ingressos para o público em geral, 30 minutos antes da sessão; em caso de lotação o filme será reprisado às 22 horas)

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  • 16 mar

    Almoço no Café 104 é ótima opção no Centro de BH

    Com opções de entradas frias e quentes, pratos principais e sobremesas, o cardápio do Café 104 homenageia avenidas, prédios e monumentos próximos ao CentoeQuatro, um espaço que reserva muitas surpresas, bem no marco zero da capital mineira. O Café funciona de segunda a sábado, de 12 às 15 horas.

    Aos sábados, o destaque fica por conta dos petiscos especiais: Ragu de pato e polenta, Bruschetta da Serra da Moeda, Tiras de frango empanadas no panko com molho de mostarda picante, Camarão à Provençal com batatas coradas, Batata frita com bacon e queijo e Iscas de filé com molho de gorgonzola e pães. E para acompanhar os petiscos uma seleção de cervejas especiais.

    Entre os pratos principais, o cliente pode optar pelo Terra Mineira, que leva mix de folhas, queijo de cabra, presunto de Parma, tomates sweet grape confitados e molho de basílico. O Café 104 também oferece opções suculentas como o Trem Vitória a Minas, preparado com filé de peixe grelhado, moquequinha de camarão, farofa de dendê e arroz de coco. Outra sugestão é o Estação Central, feito com maçã de peito bovino desfiada servida com molho do chef, batata rosti, arroz e feijão.

    Um dos pedidos mais requisitados é o Prato da Estação: lombinho de porco grelhado com molho de goiaba e pimenta fresca, couve refogada, madioquinha frita, arroz branco e feijão.

    Para fechar, experimente nossas sobremesas. Amazonas – tarte de banana, gengibre, mel e aniz; Santos Dumont (cheesecake com calda de frutas vermelhas); Afonso Pena (rocambole de chocolate cappuccino) e o Subir Bahia, folhado de maçã com sorvete de creme. Tudo para adoçar ainda mais os sentidos.
    Quem busca uma pitada de arte e sabor na vida já tem um lugar: o Café 104, um refúgio no hipercentro da cidade.

    Cafés para todos os gostos – No Espaço funciona ainda uma Bomboniere com diversas opções para lanches, além da carta de cafés, que inclui clássicos como espressos de diferentes tamanhos, cappuccino italiano e o tradicional pingadinho; além de café gelados como o Afrogatto (sorvete de creme com cobertura de ganache de chocolate e café espresso especial) e o Maragold (acidez de maracujá com leite condensado, sorvete e café espresso).

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  • 16 mar

    Eduardo Pio lança neste sábado CD “Conversas de Bar” no Café 104

    Eduardo Pio lança o CD “Conversas de Bar” no Café 104

    Conhecido por sua versatilidade como compositor, cantor, instrumentista e produtor musical, o músico mineiro Eduardo Pio lança seu primeiro CD, o “Conversas de bar”. Doze músicas inéditas e autorais, na voz suave e alegre de Pio, remetem ao universo do boteco e trazem um clima descontraído com ritmo de samba, samba-rock e até salsa. “Se a praia de Minas é o bar, nosso mar de histórias e piadas se tornou minha fonte de inspiração. Esse clima extrovertido do mineiro nos botecos é nossa marca registrada”, conta o artista. O show de lançamento será no Café 104 (Praça Ruy Barbosa, 104 – Centro, BH), no dia 21 de março (sábado), às 22h. Ingressos à venda em http://bit.ly/1C6rk5q

    As letras são carregadas de bom humor e brasilidade e falam de assuntos que não faltam em uma mesa de bar com os amigos, como futebol, corrupção na política, fofoca, saudade, bêbado desiludido, sensualidade e a exaltação à vida e à mulher. “É um convite ao ouvinte a se sentar com a gente, participar da conversa, rir e, claro, dançar junto. É a celebração da amizade no jeito alegre de ser do mineiro”, comenta.

    Para o CD, o compositor contou com a participação de músicos amigos, que contribuíram para que a qualidade musical fosse outro ponto forte do trabalho. Entre eles Rafael Pansica (pré-produção, arranjos e violão), Bruno Velozo (baixo), Paulo Espinha (bateria), Adriano Goyatá (bateria), Fábio Martins (percussão), Leonardo Brasilino (trombone, arranjos sopro), Juventino Dias (trompete), Jonas Vitor (saxofone), Sérgio Danilo (flauta e clarineta), Samy Erick (guitarra), Samuel Ekel (piano elétrico) e Rodrigo Torino (violão de 6 e 7 cordas, cavaco e arranjo). Vozes em coro de Sheyla Barroso, Andréa Furtini, Clarice Borges, Rapha Dutra, Leonardo Mendonza, Rômulo Oliveira e Gustavo Scarpa (voz “16 toneladas”).

    Nascido em Belo Horizonte, Pio começou a trabalhar com música aos 17 anos. É bacharel em violão pela Universidade Estadual de Minas Gerais (2009), regente e diretor musical do Grupo Vocal “CASA VOZ” desde 2009. Faz parte do grupo “Canções de Brechó” como violonista e arranjador. Também é guitarrista de jazz e de música popular brasileira, acompanhando diversos cantores. Integra, como músico-palhaço-cantor, a ONG “Trupcando em Sonhos-BH”. É sócio-proprietário do bistrô de música “Atelier do Som”, em Contagem/MG.

    Um pouco sobre as faixas:
    01 – Croquete
    Vinheta instrumental. Faz referência à palavra Claquete, onde a história começa. O encontro entre amigos se inicia no bar.
    02 – Mariola
    O compositor criou a música pensando em um grupo de amigas que retratam o universo das mulheres autênticas, donas de si e, ao mesmo tempo, doces. O samba-funk mostra a felicidade de estar no samba e a independência feminina.
    03 – Magnífica
    Sempre quando reunidos com amigos, eles comentam sobre as mulheres… E a beleza parte de quem olha e não é imposta por ninguém. A música tem arranjo em sambaião que é bem a cara do samba-rock. Homenageia a beleza mulher brasileira e seu gingado. Impossível ficar parado! A sensualidade pede passagem.
    04 – Lá vem
    Fala do chato, o famoso “Zé Roela” que apronta com a sua parceira e depois vai lá pedir arrego. Nesse partido alto o malandro é quem dança.
    05 – Cadê a Katia
    Largado por sua paixão, ele procura consolação na bebida. A letra brinca com as palavras e o nome da amada. A batida do groove tem um pouco do andar inconstante do bêbado, daquele vai e vem que lhe é característico, marcado na base instrumental e no belíssimo solo de clarinete de Serginho Danilo.
    06 – É(ti)tica
    O compositor externa a revolta com um sistema em que os políticos se aproveitam das regalias que criam estando no poder, enquanto milhares de crianças estão nas ruas sem lar e à míngua e adultos vivem sem perspectiva de um futuro digno.
    07 – Pela vida
    Samba mais lírico. O bon vivant aproveita o dia, na leveza da vida. Tem a participação do músico Rodrigo Torino, no cavaco e violões de 6 e 7 cordas.
    08 – Baile de samba
    Ao som de gafieira, a música fala de conquista e do processo de sedução através da dança. O trio de sopro, a bateria, o baixo e violão arrasam no ritmo, em uma execução contagiante.
    09 – Cara do gol
    Todo bar tem sempre aquela resenha do futebol. Esse samba-rock trás a alegria e o movimento dessa paixão nacional. Não existe gol feio. Feio é não fazer o gol. Homenagem ao Dadá Maravilha na canção.
    10 – Conversa afiada
    Esse samba retrata as fofocas, fuxicos e bafafás, tão comuns nas conversas fiadas de bar.
    11 – Pão duro
    Todo mundo tem aquele amigo que não quer tirar o “din din” do bolso. Esse samba-rock faz piada e descontrai os amigos diante desse famoso “mão de vaca”.
    12 – Fecha a conta
    Encerra o CD em um samba/salsa. Faz qualquer um querer dançar.

    Serviço
    Lançamento do CD “Conversas de Bar”
    Data: 21/03
    Horário: 22h
    Local: Café 104 (Espaço CentoeQuatro – Praça Ruy Barbosa, 104. Centro. Belo Horizonte/MG)
    Ingressos: http://bit.ly/1C6rk5q

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